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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS, EBD LÇ.8 para 21/08/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, agosto 19, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 08 PARA O DIA 14/08/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.
III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

O PREÇO A PAGAR PODE SER CARO, MAS COMPENSA O INVESTIMENTO. 


  
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
Começando a ler a lição e estudar para elaborar a minha colaboração aos ilustres professores e interessados. Até aproveito para dizer que quando iniciei a elaborar subsídios fiz, pois ao longo dos anos (56), deparei-me com muitas lições de elevado nível de exposição e que certamente muitos não entenderiam, pois a lição é única para todas as regiões; assim encerro essa breve declaração dizendo que é a primeira vez que me deparo com uma abordagem como esta. Vamos em frente!

Com relação aos mitos, o autor oferece a definição a que chama de genérica ou seja, a mais comum entre as pessoas que estudam as religiões, certamente.

A definição bíblica é encontrada na epístola universal de Tiago como sendo: “... visitar os órfãos, as viúvas e guardar-se da corrupção do mundo.” Não obstante, aqui Tiago trata da verdadeira religião no sentido de pratica-la como um bem comum.

1.1       Mito um: Todas as religiões são boas.

O autor cita as religiões encontradas entre os cananeus e o que praticavam. Mesmo se quiséssemos pô-las de lado para falar das modernas, sabemos que há muitas, presas a um espiritualismo misturado com filosofia de vida e teosófica, (teosofia = que tem caráter sincrético, místico e ocultismos, algumas, revelando uma divindade e não fazem o que faziam os cananeus por conta das leis e do efeito midiático).

1.2       Mito dois: Todas as religiões levam a Deus.

 Penso que a situação ainda é pior. Todas as religiões, em tese, afastam o homem de Deus, pois, quem busca uma religião, declaram implícita ou explicitamente que ela é suficiente.

A bem da verdade, muitos usam o argumento “eu tenho a minha religião” com o propósito de afastar quem pretenda evangeliza-los.

O autor faz menção além do culto satânico, a última investida do Diabo para afastar os homens de Deus e o ecumenismo será o meio usado para reunir todos debaixo de uma única bandeira tendo a frente, a besta e o falso profeta, ap. 13:4.


1.3 Mito três: Nenhuma religião é verdadeira.

Sempre procuro enaltecer o Evangelho, principalmente nos funerais, em detrimento de qualquer religião sem entrar na questão que envolva qualquer delas e para que percebam a lisura da minha pregação, incluo crentes, católicos ou qualquer outra mostrando que nessa hora, a única porta se abre para quem crêr, JESUS.

Houve época em que se faziam muitas críticas contra todos os crentes por conta daqueles que diziam estarem salvos  nessa condição, tendo do outro lado, pessoas sem testemunho negando a sua eficácia.


II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.

2.1 Não discuta religião.

Quando se aprende o verdadeiro sentido de igreja local, descobre-se que ela não representa um fim em si mesmo, salvo quando as pessoas que ali frequentam formando a comunidade “A” cumpra rigorosamente os preceitos neotestamentários em relação a doutrina e a atividade social assim, não dá para supervalorizar o prédio em detrimento do verdadeiro evangelho.

Deus fez ou constituiu a igreja e os homens, a religião. Discutir religião é ignorar a igreja e a causa da sua existência.


2.2 Não deprecie religião alguma.

Nesta questão principalmente na rede social, penduro-me nas orelhas mostrando que perdemos muito quando criticamos de forma direta, principalmente com achincalhes como fazem com os neopentecostais atingindo a todos os pentecostais.

As broncas até fizeram melhorar exceto alguns portais que insistem; para escândalo de muitos e tristeza nossa.

Tanto se fala da Universal e suas reuniões estão sempre lotadas. Pregar a verdade de Cristo é melhor e mais eficaz. Atrai-se com mais facilidade quando se oferece  credibilidade.

2.3 Mostre a verdadeira religião.

Para mostrar a verdadeira religião é preciso exaltar Cristo e esconder o homem.

Outra questão não menos importante é que mesmo fazendo  o que Tiago prescreve na sua epístola (1:27), ainda falta:

- Respeitar a opinião alheia, se errada, corrigi-la com muito amor.
- Respeitar a fragilidade própria do ser humano, pois nós mesmos somos cheios de fraqueza. Hb.5:2 e Rm. 15:1.
- Respeitar a ignorância dos homens, pois fomos parte dela. Atos 17:30.


 III –  RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

3.1 Católicos romanos.

Na atualidade evangelizar os católicos não é tarefa fácil considerando que diferente das décadas passadas, quando não liam a bíblia, ignoravam totalmente as verdades divinas e hoje, conhecem meia verdade e digo isto sem pretender ofender a quem eventualmente leia esta publicação, saiba que a razão disto é a falta de coragem dos líderes católicos e refiro-me os de primeira linha, os padres, de romperem com certas tradições que não reconhecem a Jesus como único mediador e salvador além de outras questões doutrinárias em relação às convenções católicas e principalmente a idolatria.

É preciso mostrar que o Evangelho em nossa vida é a verdade.

3.2 Espíritas.

Grande parte dos espíritas gostam de uma boa discussão a respeito do que fazem em relação as nossas afirmações,  geralmente  desprovidas de obras e sabemos que as obras constituem importante referência que aponta para a  verdadeira fé.

A fé sem as obras é morta. Tiago 2:20.

3.3 Judeus e muçulmanos.

Interessante, o autor reunir em um bloco a evangelização de judeus e muçulmanos.
Ambos possuem forte identidade por sua história e tradição. Ambos são monoteístas.

Em relação aos judeus, mesmo sendo difícil, temos muitos judeus convertidos ao Evangelho lembrando que Jesus não anulou nem desprezou a história judaica e a sua intima relação com Deus. Chegando a plenitude dos tempos, Deus fez parar o relógio da sua relação com o seu povo para submetê-los a graça salvadora, a saber, os que crerem no nome de Jesus, pois a salvação foi primeiramente para o povo judeu e sua recusa permitiu que nós os gentios adentrássemos a esta maravilhosa graça.
Muçulmanos.

O número de cristãos mortos sob a fria faca do Estado Islâmico, mais de duzentos mil é prova da boa penetração do Evangelho naquela região. Sejam muçulmanos, judeus, católicos, espíritas ou de qualquer outra religião, precisam saber que só em Jesus há salvação e para qualquer deles, precisamos do momento e da graça do Senhor para cumprirmos o ide de Jesus.

Jesus não é religião, é vida eterna.

3.4 Ateus.

Penso que a maioria quase absoluta dos ateus são pessoas alto rendimento intelectual e logicamente, alcança-los é necessário que o agente, tenha uma boa relação de amizade, evitar discutir acerca da existência de Deus, mas com um bom testemunho de vida, mostrar-lhes o grande amor do Senhor. Não há quem resista.

3.5 Os desviados do Evangelho.

Geralmente, formam um grupo de pessoas extremamente carentes que precisam de muito amor e atenção para serem alcançados.

Finalmente, a nossa luta contra os falsos pregadores, os que invadiram nossos arraiais que com sus ações, causam grande dano a obra do Senhor. Combate em todas as frentes.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

NÃO HÁ SABER SE PRECEDENTE

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, agosto 17, 2016 with No comments
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O homem tem grande prazer em toda forma de conhecimento. Conhecimento é descoberta. Há em nós uma necessidade insaciável de saber, a qual já nos vem do berço e nos acompanha até ao túmulo. As primeiras atitudes dos bebês são as de adaptação ao mundo, por meio do conhecimento. Para o infante, a vida não se realiza - em primeiro plano - pelo reconhecimento (pois não há um dejà vu); realiza-se pelo conhecimento: o “start” da identificação.

O processo de identificação do mundo e das circunstâncias gera e é gerado pela curiosidade como num moto perpétuo. Na fase adulta, o homem continua a busca pelo conhecimento e, para atingir a satisfação de saber, faz do reconhecimento uma de suas ferramentas. O processo é cumulativo.

O diabo viu em Eva, a nossa primeira mãe, a possibilidade de induzi-la ao erro, deturpando-lhe a necessidade da descoberta. Enganada pelo mal, Eva teve manchada pela desobediência à determinação divina a satisfação do saber. Por isso, caiu na condenação de si mesma e toda a espécie humana. Talvez daí venha o dito popular: “A curiosidade mata”! Melhor será dizer que a curiosidade estúpida mata.

A nossa curiosidade, para produzir bom resultado, deve ser provida de sabedoria; isto é, ela tem de estar submetida a um precedente. Nada sabemos aprioristicamente; a curiosidade de Eva não foi sábia, já que ela não atentou para o precedente, que era a determinação divina. Não há conhecimento, nem ciência que se expliquem a partir do nada, o precedente determina o trajeto e o resultado da curiosidade. A isso chamamos circunstância.

Aos pais cabe servir de base para o saber dos filhos; assim também aos professores, para o saber dos seus discípulos e aos pastores, para o saber das ovelhas. Quanta responsabilidade para a formação dos precedentes.

Todavia, continuamos, como nossos primeiros pais, desconsiderando as bases, e formando para nossa própria infelicidade um pretenso saber. Hoje, todos já sabemos tudo. Não precisamos olhar para modelos, não precisamos atentar para instruções. Julgamo-nos capazes de traçar nosso próprio percurso. Continuamos vítimas do diabo, enquanto pensamos ter criado nossa cosmovisão. Ela, contudo, é particular, míope e pecaminosa. Não somos melhores que Adão e Eva.

A tecnologia em que estamos mergulhados dá-nos essa sensação de sabedoria enlatada. Já não precisamos queimar as pestanas nos estudos e pesquisas assessorados: tudo já nos vem pronto à mão. De nada precisamos saber, realmente. Mas, na verdade, nós nos tornamos arrogantes neste século! As mídias sociais são o espelho dessa arrogância fajuta. Temos o direito de dizer o que bem quisermos; mas, geralmente, sem pensar, sem precedentes que nos apoiem.

Abrimos mão de pais, de professores, de pastores. Somos ricos e de nada temos falta; todavia, não vemos a nossa condição de pobres, cegos e nus, como informa a passagem de Apocalipse. No tocante ao conhecimento bíblico, a situação é caótica, porque já dispensamos nossos pastores, nossas igrejas e nossas congregações; já nos tornamos capazes de “interpretar” a doutrina cristã por nosso próprio metro.

A sede de saber, que nos é inata, está conspurcada pelas enganosas armadilhas do Mal, que insiste em perguntar-nos: “É assim que Deus disse...?”, para em seguida falar: “Certamente não...”. O capítulo 3 de Gênesis não está num passado longínquo; está constantemente bem perto de nós, que desprezamos o precedente aviso e determinação do Pai Celeste.

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O PENTECOSTALISMO NA PAREDE

Posted by Izaldil Tavares de Castro on terça-feira, agosto 16, 2016 with No comments
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Só os ingênuos, ou os que não se interessam pelo que ocorre no meio evangélico, ignoram a prensa em que a igreja pentecostal tem sido desesperadamente colocada por ferrenhos inimigos da passagem bíblica registrada em Atos, 2.38-39.

“E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo, porque a promessa diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor chamar”. (grifo meu).

O malefício espalhado por “essa gente” - uso a mesma expressão que regurgitou um eminente reverendo reformado, em texto que publicou hoje no Facebook – tem base num desprezo proposital da citação petrina em Atos 2. Na leitura daquela postagem, passo a passo vai-se descortinando a má fé odiosa do tal reverendo. É ler e perceber.

A primeira distorção transparece em que ele não cita qualquer denominação pentecostal ou não reformada, mas não age assim por respeito ou bondade, senão por má fé. Fica-lhe bem colocar toda e qualquer denominação evangélica (bíblica ou não) não reformada num mesmo balaio, o cesto dos que ele julga ignorar a teologia que ele próprio defende.

Aliás, essa atitude ensimesmada não o coloca na relação de bons teólogos, pois, rigorosa e aprioristicamente, não há uma teologia: há teologias. O pensamento e a inteligência humanos são uma dádiva de Deus para que o homem exercite o saber de modo incessante. O saber é, como eu já afirmei em outro texto, faccioso dentro dos parâmetros do bem.

O mencionado reverendo diz que há um “grande número” de jovens que o procuram para que ele os encaminhe para os estudos teológicos. Para ele esses jovens estão cansados das “balelas” trazidas por pastores (obviamente não reformados) cujos ensinos não têm apoio nas Escrituras Sagradas. Pode ocorrer isso? Sim, pode, sem dúvida!

O que deve ser recriminado, nesse passo, é a má-fé do reverendo. Talvez, parte dos tais jovens que vivem a procurá-lo em busca do alimento teológico tenham sede de estudar a Palavra de Deus. Mas, se são tão jovens, convém ensinar-lhes os rudimentos da Palavra; devem ser alimentados com leite; não com alimento sólido, que não compreenderão (1Co 3.2). Disse bobagem por má-fé o reverendo.

Se, por um lado, há reverendos reformados que instilam veneno contra a verdade pentecostal, há um, pelo menos, a quem conheço, com a percepção espiritual despertada para ver na “alegria pentecostal” uma necessidade para os amados irmãos reformados.

Dessa forma, fica registrada a insatisfação que as más intenções geram, quando servem de base a um discurso que outra finalidade não tem, a não ser o desprezo pela própria Escritura e por aqueles que bereanamente a seguem.

Cabe àquele aplaudido reverendo verificar com humildade que suas colocações ferinas nada têm com a defesa da Verdade, quando banca o franco atirador, fazendo vítimas do seu mau humor boa parte dos servos de Deus, enquanto promove a dissidência e o desrespeito. Saiba ele que, entre os pentecostais, há teólogos tão bem formados, que não substituem a inerrante Escritura Sagrada por todo o conhecimento teológico que possam ter obtido nos bancos acadêmicos.

Pentecostalismo verdadeiro é a manifestação do poder do Espírito Santo. Claro que não é a desordem, nem a criancice, nem as aberrações que se veem em alguns lugares pseudopentecostais. Mas esses desmandos não podem servir de mote para quem, por falta de argumento que confronte Atos 2, intente amealhar para si méritos de grande sabedoria teológica.

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO, EBD Lç.7 para 14/08 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, agosto 12, 2016 with No comments



EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 07 PARA O DIA 14/08/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA.
II – DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA.
III – A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA.


 Sem essa verdade, qualquer trabalho ou esforço será em vão.


I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA.

1.1       Uma vida testemunhal.

O autor usa nesta lição o exemplo de vida de Daniel e seus amigos na Babilônia, a rígida confissão de fé e a disposição de não se contaminarem. Aliado a essa questão, percebidamente a preparação dos jovens no ensino e na cultura babilônica, todavia sem contaminação, preservando o que guardaram em seus corações. Qualquer coisa, menos abrir mão das convicções de fé. O testemunho pessoal é a base do melhor testemunho para o ensino da salvação em Cristo.

Ao longo da vida, convivi com muitos crentes que vinham pedir oração por morar em lares ou propriedades coletivas na companhia de pessoas não crentes. Eles declararam não aguentar mais. Nada se compara à provação de Daniel na Babilônia. 

1.2       Uma carreira acadêmica testemunhal.

Na vida acadêmica, ou na vida pública, a preservação da vida moral torna mais fácil a evangelização. O resultado da fidelidade foi a aprovação de Deus revelando o oculto e o escondido despertando o rei para o reconhecimento da grandeza do seu Nome.

Dividindo o meu tempo de vida cristã ativa, 56 anos, posso dizer que pela graça do Senhor, conheci três gerações de jovens na igreja. Confesso que esta geração me surpreende, a juventude atual não é melhor que as anteriores e é está assim por nossa exclusiva culpa, por não investir no potencial deles. Ao dizer isto, não busco aplausos, nunca quis e não será agora.

Quando alguns - e por conta de alguns - rejeitam a presença de crentes na política, cometem grave erro e não se dão conta disso. A única coisa inaceitável é ter pastores ativos envolvidos na política. Temos muitos irmãos e muitos jovens competentes e habilidosos para isso.

Não podemos passar por este ponto sem deixar claro o desenvolvimento intelectual de Daniel e seus amigos. Havia a mão de Deus sobre eles. Deus abre os horizontes quando vê em nós sinceridade.


1.3 Uma carreira testemunhal.

O que o autor sugere é um estímulo para que todos os vinculados ao meio acadêmico e científico, de quaisquer áreas, sejam preparados para evangelizar aqueles que por opção ou ocupação,  não procuram uma igreja evangélica.

“Como crerão naquele de quem não ouviram e como ouvirão se não há quem pregue?”.
Rm. 10:14.

É bom lembrar aos alunos como a sabedoria de Daniel e de seus amigos incomodaram os concorrentes e como eles venceram  essa batalha.

Oração.


II – DEUS NA ACADEMIA DA BABILÔNIA.

2.1 A crise escatológica.

É lamentável que hoje, homens públicos busquem meios impróprios para quererem saber algo sobre si. Conheço toda a minha vida pela revelação da Palavra do Senhor, a Palavra nos revela de forma plena. Porém, há situações muitíssimo complicadas, principalmente para o esquecido rei da Babilônia. Mais tarde, depois de tanta luta e oração o Senhor deu a resposta a Daniel (Dn. 2:22-24). Através da revelação recebida, Daniel pôde salvar a sua vida e dos amigos e também intercedeu pelos magos e astrólogos.

O que aprendemos nessa história é que existem questões que requerem sabedoria e inteligência, mas outras só mesmo pela intervenção direta do Senhor.

Estejamos prontos; só a matemática não resolve.


2.2 A resposta teológico-evangélica.

Penso que a maior resposta para qualquer classe de pessoas é um evangelho com poder, mesmo sabendo que hoje não temos as mesmas manifestações tão volumosas como nos dias primitivos da igreja do Senhor e também, na evangelização do Brasil - que esteve tão entregue ao catolicismo, cujo poder decidia sobre todas as autoridades o que se  podia ou não fazer. Foram muitas e grandes barreiras rompidas com jejum, oração e a palavra pregada com a verdade da própria vida.

III –  A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA.

3.1 A corrupção de Babilônia.

Governo corrupto sempre esteve em evidência em todos os tempos, ontem Babilônia e hoje o Brasil.

Como lidar com isso sem se envolver na confusão? É preciso saber que o valor moral de um evangelista responderá pelo sucesso da obra.

3.2 Daniel, o incorruptível.

Pior que a própria corrupção é a defesa mentirosa do caráter. Os jornais divulgam com frequência que, atualmente, nada fica escondido na atualidade, graças às redes sociais. 

Quem está sendo  indicado para nos representar nas instâncias superiores da vida comum?

Qual é a história de vida do candidato? Resistirá a tentação de não receber as ofertas e cairá no erro de Geazi ou se manterá firme como Daniel?

Guarde-nos o Senhor que passemos para a outra vida com a consciência tranquila e sem medo do julgamento do eterno Deus.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

CHORO: FEMINILIZAÇÃO DO HOMEM?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, agosto 10, 2016 with No comments
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A chamada ideologia de gênero tem causado rebuliço nas concepções de masculino/feminino. De um lado, estão os que mantêm a concepção dos “sexos” e suas funções já estabelecidas na sociedade. De outro lado, estão os que passaram a adotar outra concepção: a de gênero, dissociada da característica natural de homem e mulher. Todavia, não esse ponto que está em pauta nestas linhas. O que me conduz à reflexão é um texto em que um reconhecido pastor de igreja evangélica reformada, expõe sua compreensão relativamente à demonstração emotiva observada nos atletas nos Jogos Olímpicos.

Em sua dita reflexão, aquele pastor afirma que está decepcionado com a enorme demonstração de choro entre os atletas masculinos e atribui esse fato provavelmente a um processo de feminilização por que passa o gênero masculino. Não há dúvida de que o respeitável líder evangélico, ultimamente, tem revelado pontos de vista teológicos altamente discutíveis, mas guarda para si todo o estoque da certeza e da razão, o que é muito ruim. Além disso, aquele nobre obreiro evangélico tem avançado em seara a que não está afeito, como nesse caso, cujo assunto cabe à Psicologia. Assim, sua decepção beira a criticável posição machista de que “homem não chora”.

Os cientistas dedicados aos estudos tanto da Medicina, como da Biologia e também da Psicologia explicam o que é o choro e quais as suas funções. Claro que não cabe aqui compulsar os manuais científicos para aprofundar o assunto. Basta-nos saber que o choro resulta da expulsão de lágrimas, um fenômeno biológico (de homens e de mulheres).

A Psicologia tem dedicado estudos que expliquem as causas do choro. O Dr. Oren Hasson, da Universidade de Tel Aviv, diz que o choro é um comportamento (logo, uma forma de agir) estratégico que (em muitos casos) busca atrair a simpatia de outrem para um estado emotivo, ou para reduzir a possível opressão do adversário. O choro aponta para o “jogar a toalha”.

Apenas o ser humano tem no choro um comportamento psicológico.

Um problema sério cujo mal deve ser mencionado aqui é o que chamo de “síndrome do sabichão”. É certo que ninguém domina a maior parte do conhecimento, mas existe um preconceito contra o não-saber. Por isso, brota a tal síndrome. Repare que, mesmo alheio a um assunto tratado em uma roda, a tendência do leigo é tomar uma postura que disfarce a sua natural ignorância: eis a síndrome. Esse mal faz o cérebro inventar “explicações” falsas sobre determinado assunto ou tema. Todavia, o portador da “síndrome do sabichão” acredita em suas conclusões.

Ora, voltando à questão do choro, é sabido que um indivíduo pode entrar em situação de choro por muitos motivos; ente esses, a alegria de uma conquista. Quando se fala em conquista, prevê-se uma anterioridade de luta, de preparo intenso, de busca incessante; assim atividades que conduzem ao estresse físico e emocional. Nesse caso, o choro pode funcionar como a descarga da tensão acumulada durante o período de preparação para um embate.

Sabido quão intenso é o esforço despendido por atletas, a fim de se prepararem para uma competição; sabida é qual a ansiedade gerada no coração de uma mãe que aguarda a hora do parto, da jovem que vê aproximar-se o dia do casamento, a proximidade das provas que levam à conclusão de um curso, entre outras mil situações estressantes.

Associar o choro dos atletas, ou algo semelhante, a um processo de emasculação, ou feminilização do homem não passa da exposição da “síndrome do sabichão”. Esta afirmação não deve ser levada a título de ofensa a quem quer que seja: todos nós somos atingidos por essa síndrome, como forma de evitarmos a sensação do ridículo. Entretanto, valer-se dela para justificar verbalmente o que se desconhece, a priori, é atitude bastante desagradável e, não raro, ofensiva.

Os atletas nos Jogos Olímpicos, o estudante vitorioso nas provas, a jovem ante o casamento, a mãe ante o parto, choram, aliviando-se da carga emotiva que antecedeu o evento.

 O choro também traduz o sentimento de perda, de frustração, todavia, essas situações vão-se classificar como aquelas já mencionadas como a busca do apoio, da compreensão ou da compaixão de outrem.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS DESAFIADORES. LÇ.6 EBD 07/08/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, agosto 05, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 05 PARA O DIA 07/08/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DA INCLUSÃO.
II – O EVANGELHO ÁS PROSTITUTAS.
III – O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS.

   Há quem ame o crime e há os que são atraídos pelo crime.


 I – JESUS ANUNCIA O EVANGELHO DA INCLUSÃO.
O tema Inclusão ou inclusivo deve ser tratado com muita cautela por conta do mau uso que se tem feito desse verbo.

1.1       A reação do fariseu, o incluído.

Como já disse em lições anteriores, trato de subsídio e logicamente exponho a minha opinião sobre a matéria sem que isto represente uma forma de desqualificar o pensamento do autor.

No tocante a reação do fariseu, vive-se coisas semelhantes em muitas igrejas por conta do pré-julgamento que se faz em relação a outras pessoas prejudicando a sua inclusão no ambiente da igreja:
- Por falta de conhecimento.
- Por puro fanatismo.
- preconceito e até, boas intenções.

Derrubar esses maus princípios é uma tarefa do tipo “missão impossível” sendo o melhor, preparar o novo convertido para esse tipo de confrontação.

1.2       A reação da mulher excluída.

Não se pode falar em inclusão sem arrependimento Lc. 19:8, porém, não podemos transformar uma pessoa que vem de fora com todos os vícios da natureza humana em pecado. Assim, chorar ou mesmo sorrir de alegria, são sentimentos que falam de uma pessoa aberta ao arrependimento.

1.3       Reação de Jesus, o amor inclusivo.

Por incrível que pareça, um grande número de crentes não se dão conta do amor de Jesus e desprezam pessoas por seus atos.

Falar da vida alheia é fácil, enche-las de bem poucos querem.
Já tomei conhecimento que mães cristãs que no desespero de ver os filhos passando fome, entregaram-se a prostituição e assim acontece com muitas prostitutas. Somos de falar e criticar, porém, péssimos em enfiar a mão no bolso e ajudar com amor a quem precisa.
Jesus fazia a obra completa e nesse sentido, a igreja precisa estar preparada para incluir e ajudar ou contribuir. Há pastores que não tem qualquer preocupação com os problemas sociais e a igreja, infelizmente, é a cara do pastor.

II – O EVANGELHO ÁS PROSTITUTAS.


2.1 Por que evangelizar as prostitutas.

Em todo o tempo da minha vida cristã, soube do testemunho de uma prostituta que aceitou Jesus em um culto ao ar livre, acompanhou o grupo para o culto público da igreja, converteu-se de fato e casou-se com um membro da mesma igreja tendo a sua vida mudada.

Como na nossa cultura, preocupam-se tanto com a questão da virgindade, imagine então, casar-se com uma ex prostituta. Vamos provar que amamos de verdade e não apenas de palavras.

O autor cita, além da mulher do texto da lição, Raabe a meretriz que vivia em Jericó e o fim que o Senhor lhe deu. Que grande lição para nós.

2.2 Como evangelizar as prostitutas.

Neste ponto, o autor adverte com os cuidados da aproximação e abordagem. Não há dúvida que evangelizar qualquer mulher exige muito cuidado e de preferência que haja acompanhamento feminino e de preferência, senhora comprometida com o evangelho.

Sabe-se da prostituição infantil na Tailândia e outros países próximos e soubemos também de organizações não governamentais cristãs cujos mentores iam à busca de prostitutas adolescentes. Pagavam o programa para não atrair o crime organizado e lá dentro, ao invés de abusar, mostravam o interesse em tira-las de lá e muitas foram libertas.

Quando o sujeito tem a mente corrompida com sexo, deve ser afastado de qualquer possibilidade desses encontros. Com esses, nada funciona e precisam de cura espiritual pelo arrependimento verdadeiro.

 III –  O EVANGELHO AOS HOMOSSEXUAIS.

3.1 Homossexuais em Corinto.

Temos diante de nós um assunto muito delicado em decorrência da ação dos grupos que atuam em “defesa” dos homossexuais e suas variantes LGBT. Conhecemos as demandas judiciais que essa questão tem dado e as ameaças que fazem para quem proponha a “libertação” deles considerando-nos homofóbicos.

Deve ficar muito claro que a condenação é pela pratica sexual ilícita, seja pessoas do mesmo sexo ou até oposto e com animais, zoofilia e outras formas depravadas de relação íntima.

Imaginem o apóstolo Paulo, ensinando uma igreja que até aquele momento, não tinha muita noção de limites, vivendo em uma sociedade libertina por conta de suas filosofias que valorizavam a vida terrena. Como politeístas que eram, veneravam a Afrodite, deusa do amor, da beleza e do sexo.

Paulo mandou chumbo grosso sobre eles: “Os injustos não hão de herdar o reino de Deus”. ICo 6:9.

3.2 Como evangelizar os homossexuais.

Este ponto mereceria um capítulo à parte, assim, recomendo a leitura na lição com as recomendações de abordagem do autor.

Quem prega para pessoas que mantém relação homo afetiva ou quem se prostitua, precisa buscar conhecer todos os conflitos que acompanha a diversidade de orientação sexual e crer no poder de Cristo para libertar. Os principais conflitos decorrem de:

- Forte desvio hormonal afetando as características indefinindo corpo e voz.
- Abuso sexual na infância.
- vítima de estupro que faz com que a mulher passe a desprezar o homem buscando uma relação afetiva com outra mulher.

Finalmente, diferente do conceito em como esse adjetivo é explicado nos inúmeros dicionários, como forte atração por pessoas do mesmo sexo, eu prefiro dizer que sou um homo afetivo nada ligado a questões da sexualidade, mas ao prazer de ter amizade com pessoas que correspondam a uma relação de amizade séria e dou como exemplo, a amizade de Jonatas e Davi e perceber qual foi a declaração de Davi diante da morte do amigo.


IV –  O EVANGELHO AOS CRIMINOSOS.

4.1 e 2  A capelania de Paulo e Silas da igreja atual.

O capelão é o responsável pelos cuidados religiosos em hospitais, prisões e em diversas outras instituições que precisar.  Devendo ser pessoa preparada sob todos os aspectos com melhor preparação para a área que pretender atuar de forma específica.  Cheio do Espirito Santo, vida ilibada  e ter confiança na transformação das pessoas principalmente quando se trata de prisão.

Com relação a capelania na igreja atual, a desatenção é muito evidente.


V –  O EVANGELHO AOS VICIADOS.

Essa é outra questão que merece um capítulo à parte, pois conhecemos bem o problema aflitivo do viciado, o desprezo destes por qualquer tentativa de ajuda-los.

Não há como falar em evangelização de viciados sem investimentos nessa área.

Tenho para mim que as casas de recuperação precisariam ser mais bem assistidas e  avaliadas as reais intenções de quem constitui casa de recuperação.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91), mais conhecida como Lei Rouanet, captou R$ 9,129 bilhões, via abatimento de até 6% do Imposto de Renda no período de 20 anos. Após virar alvo de uma série de suspeitas do Tribunal de Contas da União (TCU) e críticas do povo brasileiro, foi substituída pelo projeto do governo que criou o Procultura (PL 6.722/10), já aprovado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. 

Por Marco Feliciano

O dia 30 de junho ficará para sempre na memória do grupo Porta dos Fundos como o dia da colheita. O filme Contrato Vitalício, apontado pela mídia esquerdista como sendo a promessa de sucesso das férias, tornou-se um fracasso de bilheteria.

Nem os R$ 7.5 milhões captados pelo incentivo da Lei Rounet, nem seus milhões de seguidores, nem o "carisma e inteligência" da dupla Porchat/Duvivier foram capazes de lotar as 515 salas onde foram exibidos, e, um mês depois saiu pelas portas dos fundos.

Seria o roteiro? A malandragem? A falsa ousadia de tocar em alguns assuntos politicamente incorretos? Ou seria a resposta do povo brasileiro que assim como eu acredita que humor tem que ter independência?

 Afinal Duvivier e Porchat ate tentaram, mas nunca conseguiram negar serem cabos eleitorais do PT.

A boquinha da lei Rouanet fechou. Nem eles nem os "intelectuais" de esquerda conseguem mais defender o indefensável. O PT deu PT e os que estavam nesta "lotação", a famosa esquerda caviar, foram arremessados para o limbo da rejeição.

O dia 30 de junho ficará para sempre na memória do grupo Porta dos Fundos como o dia da colheita.

Fonte: Twitrer /  @marcofeliciano - 29 de julho de 2016

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