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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

PERSEVERANDO NA FÉ

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, dezembro 14, 2017 with No comments

EBD LÇ. 12  17/12/2017 “PERSEVERANDO NA FÉ”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A PERSEVERANÇA BÍBLICA
II – O PERIGO DA APOSTASIA.
III – A SEGUROS EM CRISTO.


         Só quem se alimenta com frequência da Palavra de Deus, resistirá os embates


    
I – A PERSEVERANÇA BÍBLICA.

1.1 Conceito bíblico de perseverança.

A palavra mais forte deste tópico ensinada pelo autor com respeito a perseverança, que significa, permanecer resistir sob quaisquer circunstâncias é:

“(...) manter-nos inflexíveis...”.

Como somos membros de uma igreja que sempre mereceu e merece respeito por tudo o que ela conquistou para o reino de Deus nesses 100 anos de atividade e que nos últimos trinta anos têm sofrido forte influência do neopentecostalismo,  temos que enfrentar essa invasão com firmeza e o pior é que a porta de entrada das muitas heresias, começam nos púlpitos das nossas muitas igrejas. Pastores malformados tomam o lugar dos mais idosos e isto seria positivo se esses mais novos, com respeito às exceções, fossem mais humildes para aprender doutrina bíblica na essência.

1.2 Provisão divina e cooperação humana.

Não podemos deixar de parabenizar o autor pela afirmações contidas neste tópico.

1 – Salvo para sempre ou seja; nada derruba o crente, não passa na mais simples análise bíblica doutrinária.

2 – O esforço que empreendemos para manter uma vida limpa diante de Deus mostra a fragilidade da vida quanto à natureza terrena.

3 – O livre arbítrio é abordado pelo Senhor em seus ensinamentos com o uso de parábolas e a mais sentida, é a parábola do filho pródigo que aponta para a busca do povo gentio diante dos olhos do filho mais velho, Israel, mas também  mostra a liberdade de escolha de cada um.

Jo.10:9 Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. (Entrará e sairá...).


II – O PERIGO DA APOSTASIA.

2.1 Conceituando apostasia.

Este tópico é muito rico em informações e assim, vamos quebrar em partes:

1 – “Apostasia é o abandono premeditado da fé cristã.”.  
        Em tese, o apóstata é filho do herege.

2 – “Apostasia tem a ver com a obediência a espíritos enganadores e doutrinas de demônios.”.
          Nem sempre o apóstata sai da igreja e quando fica, começa a por em prática as heresias à semelhança do usuário de drogas que vira traficante.

3 – “Não confundir apostasia com o pecado acidental e acrescento que até mesmo o afastamento do fiel do convívio da igreja que deve ser buscado sempre.”.
          Há muitos que esmagam os desigrejados como se fossem apóstatas e destroem vidas.

Pontuar as diversas heresias que tomaram conta dos nossos cultos ou descreve-las é arriscar-se ao desprezo por grande parte dos membros das igrejas.

O teatro e a dança preencheu o vazio deixado pelo Espírito de Deus, explico: Onde havia mais oração e bíblia, tomou lugar as representações a pretexto de “ficar mais fácil o entendimento do evangelho”. Lágrimas se secaram e as conversões ou decisões minguaram. Muitas igrejas usam de artifícios para atraírem seguidores.

Culpa de quem? De obreiros malformados e alguns sem qualquer noção da vida pastoral. É duro mostrar isso, mas não podemos esconder essas verdades.

2.2 A prática da apostasia.

Texto citado pelo autor para informar quem é o (*)pai da mentira e da apostasia, porém responsabiliza o homem como agente do mal por suas práticas.

(Ef. 6:12) Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.

(*) A frase é minha “pai da mentira e da apostasia”.



III – Seguros em Cristo.


3.1 Cristo garante a salvação.

Que diz o autor sobre salvação em relação a apostasia?

Que a fidelidade de Cristo nos garante a certeza de sermos conservados irrepreensíveis até sua vinda.

Com que segurança pode-se afirmar tal coisa?
A Bíblia tem a resposta:

O Espírito ajuda na fraqueza. Rm.  8:26
Jesus não lança fora  Jo.17:6, 17:9, 17:12 Nos permite resumir dizendo que o homem precisa fazer muita força para ser declarado um apóstata.


3.2 A alegria da salvação.

Nos sentimos totalmente livres, pois o Senhor removeu do nosso coração, o peso do pecado e os dramas da consciência.

3.3 A certeza da vida eterna.

A meritocracia que resume a história do homem que pensar estar salvo por praticar boas obras afasta a bondade e a graça de Deus e a garantia que partiu dele, colocar em nós o selo da promessa, o penhor do Espírito Santo.


Vejam só:

Quem vai transformar o nosso corpo abatido para ser semelhante ao de Cristo é o Espírito Santo. O colírio da Palavra, nos faz ver o céu.

domingo, 3 de dezembro de 2017

ADOTADOS POR DEUS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on domingo, dezembro 03, 2017 with No comments

EBD LÇ. 11  10/12/2017 “ADOTADOS POR DEUS”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O CONCEITO BÍBLICO DE ADOÇÃO.
II – A ADOÇÃO NO TEMPO PRESENTE.
III – A ADOÇÃO PLENA NO FUTURO.

Reconhecemos que a salvação é inclusiva sem desprezar o compromisso de obediência a palava do Senhor bem como o desprezo ao mundanismo sob as mais variadas formas.



  
I – O CONCEITO BÍBLICO DE ADOÇÃO.

1.1 Conceito bíblico e teológico.

Cultiva-se a crença de que todos os homens são filhos de Deus. Isto é verdade?  Sabemos que não.

Deus fez o homem a sua imagem e semelhança tornando-se Deus o criador e nós as criaturas. Se no Éden prevalecesse a ideia de filhos, a desvinculação ocorreu por conta do pecado considerando que a santidade inata na criatura foi perdida na desobediência.

Os sentimentos que envolveram os homens como; ódio, inveja e desejo de vingança entre outros, não condizem com um verdadeiro filho de Deus a exemplo de Jesus que em tudo foi tentado, mas sem pecado.

A fé em Jesus e no seu sacrifício resgatou a condição de filhos de Deus.

(IJo.3:1) “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele.”.


1.2 Benefícios da adoção.

Como vivo a 52 anos desfrutando da convivência cristã, posso dizer sem que estar no meio da família de Deus é o melhor que pode acontecer, ressalvando aqui os evitáveis conflitos de interesses, pois lidamos reservas com pessoas e nem todos são verdadeiramente convertidos. Tem até pastor que não é plenamente convertido.


(Sl. 68:6) “Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca.”.


1.3 Herdeiros d promessa.

Bastariam dois ou três  versículos para mostrar o que ganhamos, crendo em Cristo e aceitando viver o desprezo do mundo pelo que representamos:

(Tt.3:7) “Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna”.
(Ap. 21:7) Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.”.

(IJo. 3:2) “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.”.


II – A ADOÇÃO NO TEMPO PRESENTE.

2.1 Parecidos com o Pai.

Trazemos a semelhança do espiritual pela obediência à sua Palavra. A fidelidade nos impregna da imagem de Deus que se reflete em nossa vida, tornando-nos agradáveis a muitos.

Se no Éden perdemos essa imagem, em Cristo ela foi plenamente restaurada e ainda nem fomos chamados à sua plena glória.


2.2 Ser amados pelo Pai.

Novamente nos deparamos com um pensamento que determinados grupos não aceitam: 

Diz o autor: “O processo de adoção pelo qual passamos ao aceitar  a obra de salvação de Cristo é a prova do grande amor de Deus por nós, seus filhos”. (grifo meu).

Dizem eles que nós fomos aceitos, pois estávamos mortos, porém esquecem que não estávamos aniquilados nem incapazes de pensar, aceitando ou rejeitando qualquer proposta do Evangelho, basta examinar a escritura para perceber isto.

A parábola do semeador. Mt. 13:3.
As bodas do filho do Rei. Mt. 22:2.


2.3 Os direitos e os deveres na adoção.

Direitos e deveres é a linguagem mais comum no meio jurídico e por extensão a todos os cidadãos e ninguém pode alegar ignorância diante da lei.

O autor cita na questão dos direitos, tudo o que recebemos de Deus pelo Evangelho, como o  direito de entrar a esta graça, de desfrutar de todas as benesses decorrentes da fé cristã onde se inclui o Batismos com o Espírito Santo e os dons espirituais inerentes. Tudo isto é inquestionável.

No campo dos deveres, o autor fala dos compromissos e responsabilidades cristãs para que o nome do Senhor não seja blasfemado.

Onde entram os deveres para com a igreja local, a dedicação aos momentos de oração, as contribuições financeiras, a participação nos cultos e etc.?

Muitos deveres cristãos, são relegados a segundo plano e entra a lei das conveniências; tem que ser bom para “mim”.

Há muito por fazer e é bom lembrar do galardão e do salário que vem com o Senhor.


III – A ADOÇÃO PLENA NO FUTURO.


3.1 Filhos eternos.

A eternidade não é um sofisma, nem um sonho. Muito esforço os inimigos da cruz de Cristo tem feito para desqualificar o evangelho. Vejo vídeos estonteantes onde pessoas se apropriam de textos isolados da Bíblia para tentar mostrar que o Evangelho é uma fraude.

JESUS VEM BREVE!

O que Deus em preparado para os seus filhos é algo inimaginável à mente humana.

(IICor. 5:1-5) “Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. e por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu; se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus. Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito.”.


3.2 Esperando a adoção completa.

Tivemos exemplo da veracidade dos fatos pela:
Ressurreição de Lázaro.
Ressurreição do filho da viúva de Naim.
Ressurreição dos santos na morte do Senhor.
A própria ressurreição do Senhor e a próxima, será de todos os que dormiram em Cristo pela morte física, na esperança eterna; assim seremos ressuscitados literalmente para conhecermos o brilho total da glória do Senhor e com ele, a nossa.


3.3 A casa do Pai.

Disse Jesus que na casa do Pai há muitas moradas e Deus não em filhos prediletos. A sua vontade é que todos se arrependam e que venham ao conhecimento da verdade.

(Fl.3:18-21) “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas, mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.”.

Não há dúvidas em nossos corações. Por isso devemos ter um viver honesto enquanto estivermos nesta casa.




sábado, 2 de dezembro de 2017

O PROCESSO DA SALVAÇÃO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, dezembro 02, 2017 with No comments

EBD LÇ. 10  03/12/2017 “O PROCESSO DA SALVAÇÃO”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – JUSTIFICADOS POR DEUS.
II – REGENERADOS PELO ESPIRITO SANTO.
III – SANTIFICADOS EM CRISTO.


                   A cruz era dele - JESUS - e a salvação nossa mediante a fé no seu nome. 



   
I – JUSTIFICADOS POR DEUS.

1.1 A natureza da justificação.

O auto compara nossa condição de réu – pecador – com os julgamentos nos tribunais terrenos e a bem da verdade, o que a Bíblia diz a respeito?

(Rm 14:10) Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo.”. Neste, o Senhor julgará nossas obras.

Mas nesse:

(Ap.20:13) “E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.. Desse, fomos absolvidos pela justificação. Cristo rasgou a cédula da condenação.  Rm 8:1 e  Cl.2:14.



1.2 A necessidade de justificação.

Assim descreve o autor: “(...) Para que o Diabo não acuse o crente dos pecados que Cristo perdou...”. “Tendo como resultado prático, a paz com Deus. Rm.5:1.

1.3 A impossibilidade da autojustificação.

É o que mais lemos nas redes sociais quando se afirmam: “A salvação não é meritória”. Dizem o obvio. Quem lê a Palavra de Deus, sabe que as obras são úteis e até contribuem, mas são insuficientes ou até nulas, se a graça de Cristo não for correspondida. Sempre segundo as escrituras.


II – REGENERADOS PELO ESPÍRITO SANTO.


2.1 A natureza da regeneração.

O autor declara o que segue acerca: “Regeneração é a ação divina de criar um novo homem, dando-lhe um novo coração, transformando-o em nova criação”.

Há dois importantes aspectos citados pelo autor:

1 – Torna o homem filho de Deus.
2 – Nos faz passar da morte para a vida.

Quem recicla produto, vai ao lixo, recolhe a matéria prima e devolve para o fabricante ou outro que vai fundir e fazer um novo produto.

Na regeneração, o próprio Senhor passa pelo monturo da vida, recolhe a quem ele quer e quem aceita ser recolhido. O material é aparentemente o mesmo, mas o Senhor muda tudo na natureza e nos adota como filhos transformados. A última regeneração será a do corpo do pecado. (ICo.15:53).

2.2 A necessidade de regeneração.

A regeneração é o veículo que transporta o homem para o Reino de Deus. Não há outro veículo nem forma.

Daí o perigo da inclusão ao rol de membros da igreja sem a certeza de que realmente houve a regeneração e isto pode ser avaliado à luz dos ensinos bíblicos a respeito.

Infelizmente, muitas igrejas dão banho nos candidatos e os introduzem ao ambiente da comunidade. Alguns com o tempo aprendem e são efetivamente transformados pela graça de Deus.

2.3 Consequências da regeneração.

O autor cita os aspectos que podem ser vistos no crente regenerado:

- Amor intenso a Deus.
- O amor pelos irmãos.
- A rejeição das coisas mundanas.
- O amor à Palavra de Deus.
- O desejo de estar em comunhão com Deus e adorá-lo.
- O amor pelas almas perdidas.
- A vitória sobre o pecado, a carnalidade e as práticas contrárias ao evangelho.
Entre outros.

O autor cita os textos na lição e perceba-se o quanto  se tem de variáveis que permitem avaliar um verdadeiro cristão. Avaliar não é o mesmo que julgar.

Paulo ensinou a maneira de avaliar o verdadeiro do falso.





III – SANTIFICADOS EM CRISTO.


3.1 Uma consequência da salvação.

A nossa relação com Deus, depende e muito da santificação.

O autor da carta aos Hebreus (para mim, Paulo) diz que sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb.12:14)  e é bom lembrarmos o processo de santificação dos hebreus para se chegarem ao monte onde Deus falaria com Moises. Ex. 19:14 e vários outros textos.

A santificação facilita nossa entrada diante de Deus em oração.

3.2 Um esforço pessoal.

O que diz o autor da lição a esse respeito:

- Devemos almejar e priorizar a santificação.
- A nossa natureza pecaminosa insiste em resistir ao processo.

O livre arbítrio é a nossa companheira de viagem, inseparáveis.


3.3 O desafio de sermos santos.

Muito interessante este ponto e merece ser lido por alguém na classe.

O maior desafio é o de sermos santos e para isto, invocamos o texto da carta de Paulo aos Romanos. 7:21 a 25 mas não aceite que digam que Paulo está confessando algum pecado escondido.

Espero que o comentário, tão tardiamente publicado ainda seja útil.

Boa aula para todos.



sábado, 25 de novembro de 2017

ARREPENDIMENTO E FÉ PARA A SALVAÇÃO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, novembro 25, 2017 with No comments

EBD LÇ. 9  26/11/2017 “ARREPENDIMENTO E FÉ PARA A SALVAÇÃO”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – ARREPENDIMENTO, UMA TRANSFORMAÇÃO DO ESPÍRITO.
II – A FÉ COMO UM DOM DE DEUS E COMO RESPOSTA DO SER HUMANO.
III – O ARREPENDIMENTO E A FÉ SÃO AS RESPOSTAS DO HOMEM À SALVAÇÃO.


                            O complexo mundo da fé explicado pela Bíblia.


    
I – ARREPENDIMENTO, UMA TRANSFORMAÇÃO DO ESPÍRITO.
Caro professor! Não dê essa aula emitindo juízo de valor sobre os alunos, aproveite para ajuda-los a ter um reencontro com a bondade de Deus.

1.1   Definição de arrependimento.

O verdadeiro arrependimento só acontece quando há um profundo amor por Cristo e sua Palavra. Quando percebemos que algo está comprometendo a nossa relação com Deus.

Motivos pelos quais as pessoas afastam-se do que é pecaminoso:

1 – Quando descoberto.
2 – Quando se sente fragilizado por conta do pecado.
3 – Quando ama a Deus de verdade.

O que é importante nisso tudo é confessar e deixar. Pv. 28:13.
   
1.2 O arrependimento na vida cotidiana.

Do autor podemos tirar pontos maravilhosos para o ensino e vamos enumerar:
1 – “O arrependimento nos livra das amarras do pecado” produz sentimento de liberdade absoluta.
2- “experimentar a cura da consciência” Não é bom ir ao culto e ficar receoso do que possa acontecer ou o que Deus vai falar. Deus não envergonha ninguém publicamente; Deus quer o sincero arrependimento.
3 – “... resulta em alegria e paz no coração”. Nada melhor que isso.
4 – “... algumas áreas não foram submetidas a Cristo”.  A área mais sensível e mais atacada pelo Diabo, está na relação “olhos e mente” ou seja o que você mais vê com frequência, dominará sua mente até adoece-la.


1.2   A ação do Espírito Santo no arrependimento.

Lembrar que o Espírito de Deus só pode agir quando há liberdade para tal e pode ter sido por esta razão que levou Paulo a dizer à igreja que com nossas armas, além de destruirmos as fortalezas do inimigo, as mesmas armas, levam cativo  todo entendimento  à obediência de Cristo. II Co 10:5.

Quais armas? Os ensinos que extraímos da Palavra de Deus; todo o conselho de Deus, principalmente o amor e a obediência.

E o medo? É lançado fora. IJo. 4:18. Esse texto é muito importante nessa aula.

O autor diz que a purificação do pecado por meio do arrependimento precede o “batismo com o Espírito Santo” que significa isso?

Primeiro o tratamento de limpeza da alma. Conheci poucos casos em que a pessoa recebeu o batismo com o Espírito Santo, no ato da decisão por Cristo o que denota não ter havido ainda o processo de limpeza pela Palavra.


II – A FÉ COMO UM DOM DE DEUS E COMO RESPOSTA DO SER HUMANO.


2.1 A fé natural.

Vamos dividir os parágrafos?
1 – A fé natural é a aceitação “intelectual” de certas verdades acerca de Deus? Podemos dizer que o ser humano já nasce com uma dosagem de fé e esta fé que o faz em acreditar em alguma coisa, não necessariamente em Deus.

2 – O autor reforça o pensamento acima quando diz que “essa fé é vivenciada pelas pessoas que até acreditam em Deus...” como acreditam que tudo o que Deus fez foi para beneficiar o homem.

3 – Essa fé pode não representar muita coisa como teoria da fé, mas ajuda, sem contudo não ter expressão suficiente para que o homem aceite o sacrifício de Cristo, mesmo sabendo por informação que há céu e inferno.

2.2 A fé salvífica.

Penso que posso me arriscar a dizer que a fé e medida por intensidade. A pouca intensidade está vista no ponto 2.1.

A fé vem pelo ouvir e ouvir pela Palavra de Deus ou seja: O conhecimento da Palavra pela pregação da fé, faz crescer essa intensidade ou confiança que aceitando Cristo(*) e seguido do arrependimento dos seus pecados, aceita o Senhor como a única porta de entrada para a eternidade.

(*) Os Calvinistas odeiam essa ideia de o homem aceitar Cristo, porquanto está morto, rs. Está morto em delitos e pecados, mas não aniquilado e incapaz de pensar e decidir por si.


2.3 Os benefícios da fé.

Salvação não se discute: É unicamente pela graça e bondade de Deus.

Vejam quantos benefícios – citados pelo autor - o homem alcança mediante a conversão pela fé:
Justificação, regeneração (regeneração = voltar ao estado como no Éden, antes do pecado), adoção, santificação e tantas outras bênçãos iclusivas pelo Batismo com o Espírito Santo.

E  autor cita outras como; a vitória sobre o mundo, contra a carne, contra o Diabo e até contra si mesmo.


III – O ARREPENDIMENTO E A FÉ SÃO AS RESPOSTAS DO HOMEM À SALVAÇÃO.


3.1 Arrependimento, condição para a salvação.

Sem arrependimento não há como pensar na entrada ao Reino de Deus. Arrependimento aqui é sobre tudo o que fez no passado e rompimento total com a vida mundana.

Encontramos na bíblia de forma implícita,  a expressão: “Aquele que fazia, não faça mais...”.
Jo.5:14,  Jo.8:11.

Não há melhor exemplo do que o de Zaqueu, o publicano em Lc.19.

3.2 Salvação por meio da fé.

A salvação é sempre acompanhada por dois elementos: Graça e Fé.

As duas provém de Deus? A graça sim e a fé mesmo a que é considerada biblicamente como “dom de Deus” Ef. 2:8 deve ser produzida no coração do homem por meio do conhecimento da Palavra de Deus.

Novamente citamos Paulo na carta aos Romanos, 10:17.

A fé como dom de Deus intensifica o seu valor para que os olhos espirituais sejam abertos e vejamos o Reino de Deus e a esperança futura.

3.3 Arrependimento e conversão.

Recomendo a leitura do texto em classe, curto e rico.

O autor mostra que a conversão é uma ruptura com antigas tradições e modos de vida abomináveis e pecaminosos.

Não se pode falar que houve conversão se a pessoa continua a praticar as mesmas obras e a cultivar os gostos pelas coisas do mundo. Não houve mudança alguma na vida.


Boa aula para todos.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

SALVAÇÃO E LIVRE-ARBÍTRIO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, novembro 16, 2017 with No comments

EBD LÇ. 8  19/11/2017 “SALVAÇÃO E LIVRE-ARBÍTRIO”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A ELEIÇÃO BÍBLICA É SEGUNDO A PRESCIÊNCIA DIVINA.
II – ARMÍNIO E O LIVRE ARBÍTRIO.
III – ELEIÇÃO DIVINA E  O LIVRE-ARBÍTRIO.


 A Bíblia mostra que o pecado cega o entendimento do homem, mas não o incapacita de fazer suas escolhas e hoje, mais do que em outros tempos os caminhos, para a vida e para a perdição eterna estão bem evidenciados pelas escolhas feitas.  (IICor.4:4).


    
I –  A ELEIÇÃO BÍBLICA É SEGUNDO A PRESCIÊNCIA DIVINA.


1.1   A eleição de Israel.

Com base no texto do autor, que é bíblico, poderíamos afirmar que a eleição de Israel, serve de espelho para refletir o que é a chamada e eleição do cristão, individualmente?

Plenamente possível.

Imaginemos: De Abraão a Cristo o povo de Israel passando pelos diversos períodos:

(Eles) Assentamento em Canaã. (Nós) Pela fé “habitamos” as regiões celestiais em Cristo. (Ef. 2:6)

(Eles) A Lei.  (Nós) As ordenações doutrinárias sob a graça. (IPd. 1:2)

Os altos e baixos da vida da nação apontam para os altos e baixos da vida cristã individualmente.

Após o advento do Messias e por um tempo  ambos se fundem:  Israel deixa de ser (em tese), tratada como nação  para  se fundir aos gentios pela redenção na cruz. O relógio profético parou para o povo judeu por um tempo.  (Rm.2:29)(*).

(*) É preciso tomar cuidado pois há os que se  pegam na letra para tentar desqualificar Israel como nação. No milênio, a sua glória será restabelecida.

A igreja ascende com Cristo na sua vinda  e no milênio Israel como nação.

Israel se misturou com os povos e a igreja (Eclésia) se mistura igualmente.

Israel gozava do livre-arbítrio e o cristão, igualmente. Ambos tem liberdade de fazer suas escolhas. Ml.2:11 e  Gl. 5:7.


“Israel esteve sujeito a queda e nós entramos em sua história:
(Rm 11:18-19): “(...) Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado...”. A resposta é; ocasionalmente  sim..
Não misturar a igreja do Senhor, a noiva de Cristo com qualquer desajuste do cristão.

Rm.11:21 é também um texto que mostra que a salvação está condicionada a obediência a Cristo e a sua palavra.

“Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.”.  Deus não tem filhos prediletos, eleitos e impecáveis. Somos todos filhos por sua graça e a fidelidade convém a igreja.
   
1.2 A eleição para a salvação.

Deus quer que todos se salvem.

ITm. 2:3-4 “Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.”.

A salvação é um plano. Ou se está dentro dele ou fora dele. A escolha é do homem.
Há quem defenda outra linha doutrinaria alegando que o homem morto em peado, não pode decidir pela sua salvação. Ignoram que “morte” não significa aniquilação da espécie e no caso, significa “separação”.

Os que são visto sob a presciência de Deus são chamados eleitos.  Ef. 1:5.

1.3 A presciência divina.
O autor faz considerações importantes neste ponto:

Deus sabe de todas as coisas de antemão.
Deus pode interferir na história da humanidade.
Deus sabe quem responderá positivamente ao convite.
Nem todas as pessoas atenderão ao apelo  (Is.53:1). A graça é resistível.

Vale lembrar que as parábolas do Senhor, quase sempre apontam para os homens na aceitação ou rejeição voluntaria como pelo descuido da vida espiritual; Vejamos:

As dez virgens – representa o descuido da vida espiritual quando alguns afirmam que a salvação é eterna para os eleitos. Não há possibilidade de queda. (Mt.25).

A grande festa (Lc.14:16) Mostrando o empenho para trazer as pessoas e de qualquer plano social.

Entre tantos outros textos.

II – ARMÍNIO E O LIVRE ARBÍTRIO.


2.1 Breve histórico de Jacó Armínio.

As informações do autor acerca de Jacó Armínio, atendem ao espaço para dar uma mostra de quem foi Armínio cuja escola, convencionou-se chamar de “arminianismo”.
Defendeu o livre-arbítrio e essa doutrina é a doutrina esposada pelas Assembleias de Deus que ainda conservam a boa doutrina.

Precisamos estar atentos para que ninguém venha ensinar esta importante doutrina com desvios à calvinista.

Quero apenas lembrar que esta divergente visão entre dois grandes grupos não comprometem a salvação, todavia quem segue a escola “arminiana”, tem maior disposição para evangelizar. O tempo nos mostrou isso diante de quase 55 anos(*)  militando a vida cristã.

(*) Tempo de crente não dá privilégios. É apenas para mostrar as coisas vividas e observadas através dos anos.

2.2 O livre arbítrio.

Dt. 30:19 “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.

Como dizem: “desde que o mundo é mundo...” Já no Éden, a livre e má escolha do casal marcou os destinos da humanidade.
Para que ninguém diga que apenas citamos texto do A.T. vamos citar pelo menos um do Novo Testamento.

(Mt. 19:11-12) “(...) Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me. O jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades”.  Se isso não for liberdade de escolha, nada mais será.
  
2.3 O livre-arbítrio na Bíblia.

Funde-se ao texto anterior (2.2), mas o professor, conforme o tempo disponível pode ainda citar os textos oferecidos na lição.

III –  ELEIÇÃO DIVINA E O LIVRE-ARBÍTRIO.

3.1 A eleição divina.

Com base no texto do autor, quero selecionar algumas frases:

“A eleição é uma escolha soberana de Deus.”.
“Tem como objeto  de seu amor, os seres humanos”.
“(...) Não leva em conta o mérito humano”. Não considera em tese, a prática das boas obras que parte do dever social de todos ainda quem nem todos pratiquem.

Assim, conforme o autor e que corresponde ao nosso entendimento, pela eleição nos aproximamos de  Cristo e ele em nós fazendo um corpo espiritual.

Obs. As obras não são suficientes para a eleição/salvação, todavia agrada e muito ao Senhor a exemplo de Cornélio. (Atos 10:1).

3.2 A possibilidade da escolha humana.

Poderia copiar aqui os apontamentos do autor, todavia ressalto-os para compreensão de quem não é aluno das EBDs.

Jo.3:16 “Para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna”. (grifo meu).  A obediência é o fim da lei ou de qualquer outra ordenança.


3.3 A possibilidade da escolha humana.

Confere o autor, a possibilidade de escolha do ser humano, declarando que não fomos criados como “robôs autômatos”, mas com capacidade de pensar e de fazer as nossas escolhas.

Os que contra argumentam essas verdades, apela para o entendimento visto em seus argumentos, que o morto não pode escolher amanha graça e já dissemos em várias outras publicações que mortos em delitos e pecados, trata das coisas espirituais, sem afetar o cérebro do individuo. Morte nunca representa “aniquilação” e sim, separação.

“Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.”.  Gálatas 5:4

“Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.”.  2 Coríntios 13:5

“E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.”. Apocalipse 3:1

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