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sexta-feira, 21 de julho de 2017

O SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, EBD 23/07/17 Lç 4

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, julho 21, 2017 with No comments
EBD LÇ. 04  23/07/2017 “O SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O FILHO UNIGÊNITO DO REI.
II – A DEIDADE DO FILHO DE DEUS.
III –  A HUMANIDADE DO FILHO DE DEUS.


 Muitos homens desonrados, usam o cravo e a cruz para enriquecer. Ele usou para nos salvar.


I – O FILHO UNIGÊNITO DE DEUS.

1.1 O filho de Deus.

Bom saber que os evangelhos não trouxeram ao conhecimento público “tudo” o que o Senhor fez, dando a perceber que a vida do Senhor foi muito mais intensa do que se pode imaginar, aliás, uma das razões pelas quais o Senhor não teve “tempo” para casamentos como “muitos” querem fazer supor, levando-se em conta que isto não fazia parte dos planos.

a)      O que foi escrito, João considerou  suficiente para que creiamos  que Jesus é o Cristo, o “Filho de Deus”. (Jo. 20:31).

b)      O “único”  elo de ligação entre Deus e os homens, com poder para salvar, curar e batizar com o Espírito Santo.

O autor cita Isaias 9:6 “Um menino nos nasceu e um filho se nos deu...
Apontando para a identidade humana do nascituro “nos nasceu”  e o verbo “dar” que aponta para a eternidade passada do Messias já no plano da redenção. Ele assim foi gerado.

O apóstolo Paulo declara que ele é antes de todas as coisas. (Cl.1:17).


1.2 Significado.

(Jo.14:8-9) “Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta. Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”.

A declaração do Senhor à Filipe, é ampla e profunda. Jesus deixa transparecer a sua divindade 100% Deus sem usurpação.

Diante de Felipe, um homem com aparência frágil; Jesus, 100% homem.
  
1.3 Significado de unigênito.

Etimologia é a parte da gramática que estuda as palavras quanto a sua história e origem. O autor traz o termo original, como certamente está escrito na versão grega: “Monogenês”  que confere com o nosso “uni-gene”.

Filho único gerado e no caso de Jesus, que trata de “filho de Deus” o termo o qualifica muito bem e louvo a Deus por não haver na tradução que uso, desvio de sentido das palavras.

Ideia de consubstancialidade em relação a Jesus; Ele e o Pai  formam um; mesma natureza. Unigênito filho de Deus.

II – A DEIDADE DOS FILHOS DE DEUS.


2.1 O verbo de Deus.

(Jo.1:1) “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”.

O verbo (logos, gr) diz respeito a Jesus como a “expressão verbal” de Deus sendo a sua própria Palavra.

Interessante lembrar que em relação a Moises, disse o Senhor que ele seria “como” Deus para falar a Faraó. (Ex.4:16).

Em relação a Jesus, ele estava “com” Deus, ele era Deus.
“com” é um termo importante que revela segundo o autor, uma indicação da Trindade e muitos passam por cima desse texto para tentar desqualificar importante doutrina.

O verbo era Deus. Uno e indivisível, portanto, um só Deus.


2.2 Reações à divindade de Jesus.

As reações à divindade de Jesus é uma referência ao comportamento dos judeus diante das declarações de Jesus sempre quando revelava sua deidade.

(Jo.5:18) “Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus..
(Jo.8:58) “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.”.

Isso os incomodava como incomoda a muitos em nossos dias.

2.3 O relacionamento entre o Pai e o filho.

É possível que em muitos cantos, alguns alunos tenham dificuldade de entender alguns termos usados pelo autor e então vamos à eles:

CONSTRUÇÕES TRIPARTIDAS –  (partidas de três). Textos que revelam envolvendo a figura do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

RELACIONAMENTO INTRATRINITARIANO – (Intra = 3 e Trinitariano, relativo à Trindade), refere-se à textos que indicam a presença ou existência da Trindade a exemplo de (Jo.14:17 + 14:23).

Referência ao Espírito Santo (17) “ (...) mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.”.

(23) “Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.”.
HISTÓRICO-SALVÍVICO – Textos que apontam Jesus como promessa de salvação da humanidade, já visto no passado, mesmo antes da fundação do mundo.

CONSTRUÇÕES BIPARTIDAS (Bi = 2,  partida de dois. Evidência da soma da divindade de Cristo e Deus em expressões reveladas pelo próprio Senhor a exemplo de  (Jo.10:30) “Eu e o Pai somos um”.


III – A HUMANIDADE DO FILHO DE DEUS.

3.1 E o verbo se fez carne.

Acredito que esta lição reforça a anterior que trata da “Doutrina da Trintade”.

O “Verbo” que estava com Deus, se fez carne, tornando-se 100% homem; inquestionável e nessa condição, assumiu a natureza humana, terrena e animal,  menos a diabólica e nem precisaria dizer isto, porém há quem queira nivelar Jesus, ao homem pecador, com desejos inclusive nas questões da sexualidade.

Davi declarou que foi (fomos) concebidos em pecado. Jesus foi a única exceção entre todos os homens.  (Salmos 51:5). Ele foi gerado por obra e graça do Espírito Santo. (Mt.1:20)


3.2 Características humanas.
                                                                                             
Jesus sentiu tudo o que qualquer ser humano sente.

O autor cita vários textos para este assunto e não preciso cita-los aqui, mais uma vez, porém quero considerar alguns pontos sobre o assunto:
Se eu analisasse Jesus como normalmente analisamos uma Deus e sim como um galileu.

Era muito amoroso com crianças.
Era leitor do livro sagrado da Lei.
Não suportava injustiças.
Tinha fome.
Podia ser tentado como podia ceder, caso não amasse o Pai e a sua palavra.
Sofreu diante da presença iminente da morte.
Dava “banho” de humildade.

Pode-se acrescentar muito mais, exceto a conversa de sexo e casamento, que alguns “teólogos” adoram inventar.

Três anos de atividades intensas, não lhe davam tempo para pensar em constituir família. Ele sabia a razão da sua presença na terra.


3.3 Necessidade da encarnação do Verbo.

Pena que nem todos os que me acompanham no blogger, possuem a lição e assim, não posso deixar de fazer considerações mesmo diante de um texto que dispensa comentários.

O Verbo se fez carne e habitou entre nós.
Diz a bíblia que em tudo foi tentado, mas sem pecado. (Hb.4:15).

Ele não evitou a vida pecaminosa por ser Deus e pensar como Deus,
Do ponto de vista humano, ele era como qualquer um de nós, mas sua vida de comunhão e obediência ao pai, fê-lo dotado de toda plenitude do Espírito Santo e da Divindade.


(Jo. 3:34) “Porque aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; pois não lhe dá Deus o Espírito por medida..

(Cl. 2:9) “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade...”.

Boa aula a todos.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

A SANTÍSSIMA TRINDADE: UM SÓ DEUS EM TRÊS PESSOAS, EBD 16/07

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, julho 12, 2017 with No comments
EBD LÇ. 03  16/07/2017 “A SANTÍSSIMA TRINDADE: UM SÓ DEUS EM TRÊS PESSOAS”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – CONSTRUÇÕES BÍBLICAS TRINITÁRIAS.
II – O DEUS TRINO E UNO.
III –  AS CRENÇAS INADEQUADAS.
IV – RESPOSTA AS OBJEÇÕES ACERCA DA TRINDADE.

  


Essa doutrina desperta uma disputa de conhecimentos cada um a sua maneira, todavia as revelações da Bíblia permanecem nela e para conhece-la é preciso oração, humildade e fé. Achou-a? Não se ensoberbeça em detrimento de outros, pois o fim é Cristo.

I – CONSTRUÇÕES BÍBLICAS E TRINITÁRIAS.

1.1 A unidade da Trindade

Se lendo o texto sugerido pelo autor em  ICo.12:4-6 que vamos desdobrar para maior clareza, realmente não daria para pensar que Paulo estivesse falando da estrutura trinitária como também não daria para andar em sentido contrário, caso alguém usasse o texto para debater o assunto.

VEJAMOS:
a)     V.4 -  “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”.
Qualquer que seja o dom; é o mesmo Espírito que opera.

b)    V.5 – “Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo”.
Qualquer que seja o ministério (temos 5 em Ef.4:11), foi o Senhor quem os deu.

c)     V.6 – “Há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera...”.
Ao ler o texto sugerido, sou levado a pensar que Paulo está neles reconhecendo a figura do Pai,  do filho, (o Senhor) e do Espírito Santo,  de forma independente, mas que sustenta a doutrina.

E esses três são um.”.  (IJo. 5:7).
  
1.2 A bênção apostólica.

A bênção apostólica não era praticada em quase todas as Assembleias de Deus e todos sobreviviam. Atualmente, se o ministro circunstancialmente esquecê-la, alguém imediatamente o lembrará.

Antes que o ministério a que sempre servi, orientasse sobre o assunto, sempre despedi a igreja com a bênção conhecida: “Que o Senhor Jesus abençoe a todos e tenham uma semana abençoada” e todos respondiam amém!

Há quem defenda que basta ser no nome de Jesus por conta da autoridade concedida pelo Senhor. Não faz qualquer sentido bíblico.

Podemos afirmar que a “bênção apostólica” reforça doutrinariamente a “Santissima Trindade”? Quando proferimos a bênção apostólica, apenas confirmamos nossas convicções de fé no empenho da divindade na vida da igreja: O amor de Deus nosso Pai; a graça do Senhor Jesus e as consolações do Espírito Santo.

Aprendi a dispensar tudo o que se apresenta em puro caráter religioso.

1.3 O Deus trino e uno revelado.

O texto da lição  no pensamento do autor é muito rico ao que tange mostrar a presença de Deus na sua multiforme graça, revelada na pessoa do seu filho Jesus e do Espírito Santo. Isto é muito evidente na Bíblia mostrando a inegável força e graça da trindade manifesta aos homens.

(Efésios 4:4-6).
“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.”.

Não compreendo como muitos negam essa maravilhosa revelação.

II – O DEUS TRINO E UNO.


2.1 Uma questão crucial.

Clareza meridiana é o mesmo que dizer, clareza total sobre a divindade do filho. 

(João 1:1)  declara: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e  o Verbo era Deus”.

(Cl.2:9) “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade”.

Com relação ao Espírito Santo, terceira pessoa:

(ICo 3:16) “O Espírito de Deus habita em vós”

E quanto ao filho, basta dizer que todo o Novo Testamento o tem como fundamento.

Seu nome é sobe todos.

OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE ESSE TÓPICO.

Monoteísmo ratificado pelo próprio Senhor Jesus?

(Mc.12:29) “E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.”
Jesus não teria quebrado esse “monoteísmo” quando disse que a todos atrairia a si?  (Jo.12:32).

Ele disse: “Eu e o Pai somos um” e isso não foi usurpação. (Fl.2:6).



2.2 A trindade.

O autor toma vários textos para mostrar que a Trindade existia antes que alguma mente brilhante resolvesse chamar essa divina relação de Trindade.

Cita como texto mais contundente:

(Mt. 28:19) “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo ...”..

Fomos sepultados com ele no batismo e pelo batismo para ressurgir como novas  criaturas, pelo novo nascimento, claro!

(Dt. 17:6) “Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá.”. 

III – AS CRENÇAS INADEQUADAS.

3.1 Os monarquianistas dinâmicos.

A parte mais difícil e cansativa nas discussões teológicas residem exatamente nesse pessoal que fez história e escola com seus  escritos;  muitos, altamente contraditórios.

Monarquianistas que vem de monarquia ligando essa forma de governo político e uno,  com a forma monoteísta de governo divino.

A doutrina da Trindade também não pressupõe uma forma de governo divino politeísta.

Voltamos a afirmar o que disse o Senhor: “Eu e o Pai somos um”.  (Jo.10:30).


3.2 Os monarquianistas modalistas.
                                                                                             
Fico imaginando a “carinha” dos milhares de irmãos em nossas escolas dominicais, se o professor empolar a voz e fazer a leitura do texto abaixo:

No cristianismo, sabelianismo (também conhecido como modalismo, patripassianismo, unicismo, monarquianismo modalista ou monarquianismo modal) é a crença unicista de que Deus se manifestou em carne (João 1:1; João 1:18) e não três pessoas distintas.
O termo sabelianismo deriva de Sabélio, um padre e teólogo do século III d.C. e defensor da tese. Ele foi um discípulo de Noeto, motivo pelo qual os seguidores desta crença são chamados nas fontes patrísticas de noecianos. Já Tertuliano batizou-a de patripassianismo. ((FONTE: WIKIPEDIA).

O autor explica no texto da lição que se trata de uma forma de ver Deus em momentos e realidades diferentes, sendo apenas uma pessoa.
Se acreditarmos nesse pensamento, temos que negar o nascimento de Cristo com todas as afirmações bíblicas de que o filho é igual ao Pai.

E aqui também reside o meu pensamento que a Doutrina da Trindade é inegável tanto no presente bíblico, no nosso presente e no porvir.

(Jo.17:5) “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.”.

3.3 O arianismo.

O que se lê neste tópico da lição, fortalece a ideia que nas Assembleias de Deus, os professores, tanto das escolas dominicais, quanto as de teologia, precisam de alguma forma, serem avaliados ou sabatinados, considerando que pontos doutrinários abraçados por nossa igreja desde o princípio e mantidos, estejam hoje sofrendo algumas sutis declarações contrárias ao que chamamos de “sã doutrina”;  bíblica e apostólica.

O arianismo está aí explicado pelo autor como sendo a doutrina de Ário que ensinava que Jesus não era da mesma substância do Pai, era criatura, criado do nada. Uma classe divina de natureza inferior.

“Uma classe divina de natureza inferior”.

Tão inferior (rsss) que os homens não suportavam a sua fala revelando a natureza divina e eterna.


(Jo. 18:5-6) Quando foram prender Jesus no horto: “(...) A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Sou eu. E Judas, que o traía, estava com eles.
Quando, pois, lhes disse: Sou eu, recuaram, e caíram por terra.”.


IV – RESPOSTA AS OBJEÇÕES ACERCA DA TRINDADE.

Com relação a este ponto “IV” composto de três tópicos, 4.1 Esclarecimento, 4.2 A definição de Tertuliano e 4.3 Formulação definitiva da Trindade, quero resumir:

O reconhecimento da doutrina da Trindade, não nasceu no Concilio de Niceia levando-se em conta a escola de Tertuliano que já havia formulado essa doutrina.

No caso acima, fica descaracterizado o que muitos, com o objetivo de atacar esse ensinamento, dizem que é domínio da Igreja Católica.

Com relação ao nome dado “Santíssima Trindade”  particularmente não soa bem (para mim) por carregar uma pesada dose de sentimento religioso e a Trindade é a doutrina que reconhece as três pessoas divinas.

Nada é mais santíssimo que o próprio Deus.
  

Significado de Santíssimo no Dicionário Online de Português. O que é santíssimo: adj. Excessivamente santo. Forma de tratamento concedida ao papa: Santíssimo ...

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O ÚNICO DEUS VERDADEIRO E A CRIAÇÃO, EBD LÇ 2 09/07/17

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, julho 03, 2017 with No comments

EBD LÇ. 02  09/07/2017 “O ÚNICO DEUS VERDADEIRO E A CRIAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – O ÚNICO DEUS VERDADEIRO.
II – CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO.
III –  A CRIAÇÃO.


Quanto mais a ciência descobre do universo, mas novidades aparecem. 




 A criação sempre foi e sempre será o tema mais debatido por toda a sociedade, teólogos, filósofos, sociólogos; crentes e não crentes em geral.

I – O ÚNICO DEUS VERDADEIRO.

1.1 O Shemá. (ouvir, obedecer...).

”O fim da Lei é a obediência” título encontrado no capítulo 6 de Deuteronômio, pelo menos na versão que uso, (revista e corrigida de Almeida), como chamamento à responsabilidade. Um texto que deve  ser a leitura de todos os crentes, resguardadas as devidas proporções entre a Lei e a Graça. Nele predomina o verbo “ouvir”.

Lamento por Israel que sempre encontrou uma rota de fuga para não obedecer integralmente, ressalvados aqui os judeus fieis que esperavam a Redenção de Israel.

O autor declara que a mensagem sobre Deus ser único vai além do pensamento monoteísta que crê em um único deus singular. Pode ser monoteísta, mas abraçar qualquer divindade.

1.2 O monoteísmo.

Em uma ponta o monoteísmo e na outra o politeísmo.
Mono – crença em um único Deus ou deus, em relação as divindades.
 Politeísmo  = Vários, em relação as divindades.

1.2(A) O monoteísmo islâmico.

O que passo a escrever, nunca dou como ensino, porquanto tudo o que está na Bíblia é o suficiente para compreendermos a grandeza do nosso Deus, o Deus dos patriarcas até Cristo, o Deus que sai de cena na relação com a humanidade para dar lugar ao seu filho unigênito, como Salvador e único mediador ente Ele e nós.

Há livros e artigos diversos publicados que tratam de avaliar a divindade tão presente na vida do povo árabe, que da Mesopotâmia trouxeram as divindades; divindades que Abrão, chamado por Deus de Abraão recusou adorar.

Pode-se analisar a figura da divindade que o autor e os autores chamam de “deus da Meca pré-islâmica”.

Eu quero falar da origem desse povo e do Deus sob o qual, deveriam manter a  fé do seu patriarca, também patriarca do povo judeu.

Não pretendo e penso que nem seria necessário um texto muito longo, carregado de bibliografias, exceto a Bíblia Sagrada.

A última fala de Deus com esse povo se resumiu em salvar Ismael de morrer no deserto:
E ouviu Deus a voz do menino” (Gn.21:17) o que vale dizer que Deus o amava.
Dele farei uma grande nação” (Gn. 21:18) Deus tinha planos com Ismael.

Uma grande nação abraça um nome e uma teologia que não saiu da casa de Abraão e o resultado tem sido visto e sentido no mundo inteiro. Violência e sangue

Portanto, (para mim) não é falsa a existência de Deus entre os árabes e sim, equivocada é a teologia desse povo, tanto quanto muitas outras e somo a essas, a teologia das Testemunhas de Jeová, fazendo aqui um mau uso da palavra “teologia”.

1.3 O monoteísmo judaico-cristão.

Ratificar equivale a reconhecer a validade da fé monoteísta de Israel, considerando tudo o que temos dele na Bíblia.

Podemos considerar, desde Gênesis, da criação a comunhão de Adão com Deus que é uma relação monoteísta.

Consideremos a partir de Abraão que em todo o tempo da sua vida, levanta altares a um Deus que se manifesta, que age, que realiza milagres.

Todo o texto de João 1 (Evangelho) pode ser considerado academicamente como o reconhecimento da existência do único  Deus através dos séculos; da criação a Cristo. Já que pela fé, não discutimos qualquer mérito da questão; apenas cremos e sentimos.


II – A INSPIRAÇÃO DIVINA.


2.1 O modelo criacionista.

Temos diante de nós o “pomo” da discórdia que deixa no campo das batalhas, a fé de um lado e a ciência de outro.

Temos aqui, uma nova terminologia: “Design inteligente”.

“Design” é um termo muito usado pela mídia para expressar o modelo de apresentação de um produto ou de ideias.

“Design inteligente” pesquisando sobre isso, concluo parcialmente que é uma teoria inteligente sobre a existência do planeta e a criação de vidas que vão além da teoria da evolução de  Darwin.

Quando lemos a respeito das descobertas que datam de milhares de anos, à semelhança do “homo sapiens”,  cuja vida datam de 350 a 200 mil anos atrás, quando temos uma história bíblica que parece envolver um período de pouco mais de 4000 anos,    não sentimos “tremores”  como se tivéssemos sido traídos pela nossa fé na obra da criação feitas pelo único Deus. Sabemos e não ousamos descrever por não estar explícito na Bíblia que a existência humana pode ter sido muito mais longeva do que nós imaginamos.


(Rm. 3:4) e preferimos ficar com estas palavras.
(...) de maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado.”.

2.2 O modelo evolucionista.

É um comentário bastante técnico para muitos usuários desta lição, porém de fácil compreensão quando lidos, se necessários, até 10 vezes.

Estudantes de teologia disputam o conhecimento e avaliação desta matéria, porém é necessário que os professores simplifiquem, sem ferir a intenção do autor.

O  modelo evolucionista é largamente discutido nas escolas. Baseia-se na proposta de Darwin  que considera a criação, algo  natural e que por milhares de anos, a matéria e os organismos evoluíram para concretizar a vida na forma como conhecemos.

Darwin parece ser um voto vencido por conta da escola do “design inteligente” vista no tópico anterior.

A teoria da evolução darwiniana sempre se mostrou conspiratória, como forma de destruir o criacionismo, excluindo Deus da criação como afirma o autor.


III – A CRIAÇÃO.

3.1 A criação do universo.

Não sei bem se é por abraçarmos a Bíblia como a carta de Deus para revelar seus propósitos da obra da criação à queda do homem e sua consequente restauração, primeiro pela justiça de Deus aos que antes da graça foram obedientes à sua palavra e a obra perfeita e completa com a remissão dos pecados pela morte de Cristo e ainda nos classifica como “influenciados” pela cultura judaico-cristão; não importa.
  
O que importa é que não bate em nosso coração, qualquer dúvida quanto a criação de Deus na forma como está descrita no livro de Gênesis.

(Salmos 33:9) “(...) Porque falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu.”.

3.2 A narrativa da criação em Gênesis. (Gn.1)
                                                                                             
Gênesis ou livro dos começos, traz detalhadamente a obra da criação no contexto bíblico e a palavras chaves estão sempre na forma imperativa.

Haja e houve, produzam e a terra produziu e etc.

Fica claro que nada havia antes.

Muitos trazem paralelamente  a teoria de que a terra fora alvo de uma hecatombe universal que a deixou sem forma e vazia. O certo é que não havia luz e sem luz não há vida; as águas cobriam a terra e Deus fez separação mostrando os continentes.

Dia 1 – Haja luz e houve luz.
Dia 2 – Deus pôs o firmamento em ordem como vemos hoje.
Dia 3 – A terra seca – Deus fez separação das águas.
Dia 4 – Os luminares, a luz o sol cada qual com sua função.
Dia 5 – Os peixes e as aves.
Dia 6 – Os animais e o homem.

Quadro acima mostrado na Bíblia Pentecostal de Estudo.
  
3.3 A criação do ser humano.

Deus fez o homem a sua imagem e semelhança.
Macho e fêmea os fez.
Alma vivente
Tricotômico – Corpo, alma e espírito.
O homem recebeu fôlego de vida do próprio Deus.

As invenções são próprias dos homens.

(At.17:26)  (...) E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação...”.


No demais, o autor cita outros textos que poderão ser consultados e na conveniência de cada professor, lidos em classe.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

INSPIRAÇÃO DIVINA E AUTORIDADE DA BÍBLIA, EBD Lç.1 02/07/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, junho 30, 2017 with No comments
EBD LÇ. 01  02/07/2017 “INSPIRAÇÃO DIVINA E AUTORIDADE DA BÍBLIA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO.
II – A INSPIRAÇÃO DIVINA.
III – INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL.
IV – ÚNICA REGRA INFALÍVEL

 Na Bíblia encontramos a razão da nossa fé e nela nos firmamos como um barco à âncora.



  
Vale usar uma palavra amiga para advertir os professores das escolas bíblicas dominicais. A EBD é; uma tradição e um forte braço de apoio doutrinário das nossas igrejas Assembleias de Deus no Brasil e quiçá, fora dele. Esta série de lições não permitirão “fugas” na responsabilidade do verdadeiro ensino e é o que os alunos esperam dos senhores. Estudem os assuntos e compartilhem se acharem necessário. Já temos muita invasão de ensinadores despreparados, causando evasão de alunos que perdem rapidamente o entusiasmo.

I – REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO.

1.1 Revelação.

A etimologia é a parte da gramática que trata da origem das palavras; estuda sua origem e o significado. A raiz é o elemento originário de cada palavra e consequentemente a sua definição ou significado.

Cremos que a Bíblia, por sua origem e composição, tem sido o livro mais discutido do ponto de vista literário sendo ele, para nós que cremos no seu conteúdo, a mais profunda revelação de Deus ao homem. O autor mostra o sentido da palavra “revelação” como sendo o ato ou efeito de tirar o véu que encobre o desconhecido.    

A revelação tem autenticidade nos fatos ou milagres como pelo cumprimento das profecias.


1.2 Inspiração.

Como no ponto 1.1 acima,  a lição aborda a “revelação” vamos entender como inspiração o que descobrimos nessa revelação, que não é coisa humana, da cabeça de um escritor, pois se fosse, não subsistiria e mais ainda, uma mente por mais brilhante, não comporia o que inclui revelações sobre um futuro distante; do Gênesis aos nossos dias.

Vejam por exemplo na autodefesa da fé, o consistente argumento de Estevão. Em Atos 7 ele começa falando de Abraão antes mesmo de morar em Harã; passou pela vida de Jacó, José, Davi, Salomão terminando pela maravilhosa revelação de Jesus em pé, à destra de Deus.  Só mesmo por inspiração.



ICor. 2:9-10.
“ (...) mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam, mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.”.

Tudo o que quisermos saber sobre a humanidade, vida, morte,  religião ou eternidade, a Bíblia é a única autoridade sobre o assunto. Ninguém precisa apelar para outras literaturas.

1.3 A forma de comunicação.

Vamos separar este ponto rico em informações da seguinte forma:

1  - No processo de comunicação temos as maneiras pelas quais Deus, através dos profetas, fez conhecer a sua vontade e determinação. O autor faz as seguintes referências para esses meios: Palavra, visão, som e imagem.

A revelação dada a Ezequiel sobre o presente e o futuro de Israel dá a dimensão dessa comunicação em que temos;  a palavra, a visão e a  imagem. (Ez.37) “A visão do vale de ossos secos”. A imagem também pode referir-se sobre o que ou para quem,  os elementos da antiga aliança apontavam e representavam. Os hebreus tinham a visão material do que viam  e nós temos a imagem exata das coisas (Hb.10:1).

2 – (Hb. 1:1) o autor declara:
Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho...”.  Pelos profetas, por meio de visões, sonhos ou mensagens diretas.

3 – O autor lembra que as profecias eram geralmente antecipadas com a expressão: “Veio a mim, a palavra do Senhor...

Aproveito para lembrar que profecia no Novo Testamento, não tem a mesma dimensão que as profecias da Antiga Aliança. Basta lembrar a luta de Jeremias com o falso profeta Hananias e o que dava autenticidade ao profeta da Antiga Aliança (Jr.28 1 e segts). Na Nova Aliança, nada pode fugir ao que já está escrito.


II – A INSPIRAÇÃO DIVINA.

2.1 A inspiração divina.

O autor descreve a origem do termo inspiração traduzido do grego na forma como encontramos na Bíblia. Como uso há 52 anos a tradução corrigida de Almeida temos:

(II Tm.3:16-17) “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;
Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra
.”.

"TODA ESCRITURA" – Que ninguém pense que houve facilidade em se juntar no Cânon Sagrado, os livros que mesmo com profundo caráter histórico como os livros de Rute e Ester e os de caráter filosófico e de saber como Jó, Provérbios e Cantares entre outros tiveram que ser bem avaliados à luz da revelação do Pentateuco como base e os demais como elementos da construção do maior livro, a Bíblia Sagrada.


2.2 Uma avaliação exegética.

Uma questão sempre me incomodou na matéria que se convencionou chamar de “exegese” que num sentido simplificado quer dizer: A arte de interpretar textos literários.

Exegese é, portanto, uma ferramenta e fica sempre a pergunta: Quem está fazendo uso dela e com que intenção. Há quem queira fazer uso para desqualificar as verdades bíblicas e basta caminhar pelo terreno pantanoso da rede social ou canais do Youtube para descobrir coisas assustadoras, nada recomendáveis e que está ao alcance de todos; com ou sem conhecimento profundo da Bíblia.

Junte-se ao problema das heresias, a má interpretação dos textos.

Quanto a aplicação, fica pior ainda.

2.3 Autoridade.

Aprecio muito a palavra “infalibilidade” no tocante as escrituras.

Neste tópico, além das considerações do autor sobre “autoridade” creio que dois exemplos, além de muitos, servirão para o professor fechar questão com os seus alunos:

NA ANTIGA ALIANÇA. Além dos maravilhosos milagres realizados aos olhos de Israel quero fazer uso de um que representa a palavra de um homem com autoridade sob a Palavra de Deus; Elias e os capitães que foram busca-lo a pedido de Acazias:

(IIRs. 1:9-10) “Então o rei lhe enviou um capitão de cinqüenta com seus cinqüenta; e, subindo a ele (porque eis que estava assentado no cume do monte), disse-lhe: Homem de Deus, o rei diz: Desce.
Mas Elias respondeu, e disse ao capitão de cinqüenta: Se eu, pois, sou homem de Deus, desça fogo do céu, e te consuma a ti e aos teus cinqüenta. Então fogo desceu do céu, e consumiu a ele e aos seus cinquenta.
”.

NA NOVA ALIANÇA OU NOVO TESTAMENTO.
(Atos 13:8-11) “ (...) mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul, todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor? Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão.”.

E a demonstração de poder na pregação (ICo. 2:4) A pregação de Paulo consistia em demonstração de poder.

Autoridade é isso; a palavra se cumpre.

III – INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL.

3.1 Inspiração plenária.

O autor usa o termo “inspiração plenária” para falar da inspiração plena de todos os livros da Bíblia, sem exceção e sem intensidade maior ou menor de inspiração, inclusive por que quando se fala em “inspiração divina” consideramos questão fechada. Isso para quem crê.

Quem crê, não põe em dúvida nem mesmo o livro de “Cantares” por conta da sensualidade poética que trata do amor da esposa para com o esposo e vice versa.

OURAS INFORMAÇÕES DO AUTOR NESTE TÓPICO:
a – A Bíblia que Jesus e seus apóstolos usaram  era composta do pentateuco, dos profetas e dos Salmos.

b – Que posteriormente, a mesma  Bíblia usada pelos apóstolos já continham as epístolas considerando que Pedro  fez menção delas.  (IIPd. 3:15-16).

c – Os escritos dos Apóstolos se revestiam da mesma autoridade e eram “intercambiáveis”, que significa dizer que eram de uso alternado quanto ao reconhecimento dessa autoridade

d – Podemos afirmar com base no ensino do autor que o antigo e o novo testamento faziam parte da mesma estrutura de comunicação divina aos homens da forma como foram usados pelos apóstolos; um texto do A.T. para justificar posição no N.T.


3.2 Inspiração verbal.
                                                                                             
No tópico anterior, o autor tratou da inspiração plenária de todos os livros da Bíblia não apenas por seu conteúdo e neste, o autor trata da inspiração verbal em que cada palavra foi inspirada pelo Espírito Santo. Vale dizer que qualquer assunto ou tema registrado na Bíblia, decorreu da fala dos grandes líderes bíblicos, profetas e apóstolos.

Primeiro a fala e depois o registro.

Se a fala é inspirada, logo, o registro é inspirado.

Poderia ocorrer de registrarem a fala de formas a prejudicar a inspiração? Humanamente falando sim, todavia é possível notar que a força da palavra registrada exprime a força da fala.

O autor também faz menção da diversidade nos textos sagrados considerando o estilo e a personalidade dos escritores.

Louvamos a Deus por sentirmos a força da inspiração verbal.


IV – ÚNICA REGRA INFALÍVEL


4.1 Proveitosa para ensinar.

Recomendo a leitura da lição neste tópico que é curto e rico.

Já tratei de tantos problemas nas igrejas por onde passei, casais, senhores, senhoras,  jovens e adolescentes. Avaliando tudo, nunca tive dúvidas que a falta de abraçar os ensinos bíblicos sempre foi a causa primaria de todos os males e perturbações.

Há ensinos para todas as situações, mas o importante é que os ensinos funcionam como vacina, para prevenção e depois, para o arrependimento.

Lembramos que há ensinos, não somente para a vida pessoal e familiar, mas para o viver em comunidade, para obreiros, ministros e ministérios.

4.2 A conduta humana.

Não precisamos dar “largas” a observar o mal feito dos outros, todavia a conduta humana diz exatamente o que a pessoa tem lido no seu dia a dia.

É fácil conhecer uma pessoa que tem intimidade com a Bíblia.

É fácil conhecer uma família alinhada com os ensinos da Bíblia.

É fácil conhecer um pregador que tem intimidade com a Bíblia e é fácil conhecer um pastor que conduz a igreja sob os conselhos da Bíblia.


(Fl.3:16-17) “(...)  mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.  Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam.”.


4.3 As traduções da Bíblia.
Vamos facilitar a leitura sugerida pelo autor no tocante a tradução:

(Sl.8:4-6)  “Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.  Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: (...).”.

Hb.2:6-8 “(...) mas em certo lugar testificou alguém, dizendo: Que é o homem, para que dele te lembres?Ou o filho do homem, para que o visites?  Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos; de glória e de honra o coroaste, e o constituíste sobre as obras de tuas mãos. Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas agora ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas.”.

Percebam que o autor da carta aos Hebreus não usa o que hoje se usa, o (*)“control C e o control V ”. Ele interpretou e traduziu para o seu texto o que constava no original.

(*) Para quem não tem intimidade com informática, é o famoso “copia e cola”.

Não penso que seja necessário abordar sobre a quantidade de bíblias traduzidas e distribuídas pelo mundo todo, mas consta na conclusão, 2.935 línguas por ela alcançadas.


Desejo a todos, uma  boa aula.

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