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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O MUNDO VINDOURO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, setembro 13, 2017 with No comments
EBD LÇ. 12  17/09/2017 “O MUNDO VINDOURO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – SOBRE O MILÊNIO.
II – SOBRE O JUIZO FINAL.
III –  SOBRE A NOVA CRIAÇÃO.

O mundo está cada dia mais perdido em si e já passa da hora que se faça a melhor escolha; Jesus é a melhor escolha. 



  
I – SOBRE O MIÊNIO.
Considero que as lições deste trimestre foram além das expectativas.

1.1 Descrição.

Perceba-se que chegamos no milênio passando pela grande tribulação sem ter feito qualquer referência a abertura dos selos e o toque das trombetas que compõe o ponto central do juízo de Deus sobre os habitantes da terra, em vida  e não se trata do julgamento final,  Toda desobediência terá o seu preço causando pânico, dores, gemidos, mas também muitas blasfêmias contra Deus na segunda metade do tempo que fala da "grande tribulação".

1 – Satanás preso por mil anos representa o fim de toda tentação que promove a violência e a perversão.

2 – Uma verdadeira paz sob o governo de Cristo e paz no reino animal.

3 – A longevidade; uma pessoa de 100 anos será considerado jovem.
Para os pontos acima, Isaias 60:20-25 será uma boa leitura em classe.

4 – O próprio Senhor Jesus, não mais naquele corpo que assumiu para remir os homens perdidos,  porém “arrependidos”, reinará  com a glória que tinha com o pai antes da fundação do mundo.


1.2 Sobre a ressurreição dos mortos.

Há muito para se falar sobre esse assunto considerando que a Bíblia nos informa que há dois tipos de morte e a rigor, morte não significa em qualquer tempo, “aniquilação”.

Assim considerando temos:

Morte espiritual -  Os que morreram em consequência do pecado original, morreram (separação) para Deus. Os calvinistas juram que morto não pensa e assim, não pode reconhecer o poder da pregação do evangelho  e tomar a decisão de aceitar em seu coração, a presença de Cristo que leva consigo, o Pai e o Espírito Santo; “faremos nele morada...”. (Jo.14:23) Essa morte não líquida a razão, a inteligência humana.

Morte física – Aquela que faz tanta gente chorar suas perdas.

Bem aventurado e santo o que tem parte na “primeira ressurreição” (Ap.20:6) e assim, haverá uma “segunda ressurreição” como haverá uma “segunda morte”. (ap.20:6).

A segunda morte que vem logo após a segunda ressurreição, será universal,  quando os homens irão se encontrar com Deus no seu tribunal, também chamado de “juízo do trono branco”  para serem julgados segundo o justo juízo de Deus,  lançados fora por toda a eternidade. (Ap.20:13-15).

Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... (Rm.8:1).

Lembrando que a primeira ressurreição ocorrerá em duas fases: No arrebatamento a igreja para as bodas do Cordeiro e a (*)segunda fase na vinda do Senhor para reinar.

(*) O meu entendimento pessoal sobre o assunto não leva em conta a ressurreição de Cristo nem dos santos naqueles dias. O santos voltaram a morrer e Jesus é a figura emblemática da ressurreição de todos nós, pois se ele não tivesse ressuscitado seria vã a nossa fé (ICo.15:14), portanto aqueles que morreram na grande tribulação reinarão com Cristo sem os privilégios da igreja. (Ap.7:14-15).

  
II – SOBRE O JUIZO FINAL.

2.1 Descrição.

Poderia tranquilamente recomendar a leitura do tópico, pois está muito claro e nem carece de esclarecimentos, todavia o faço por conta dos que não acompanham e nem possuem as preciosas lições bíblicas.

 Não se pode confundir a condição de filhos pela obra da criação com os nascidos de novo, da água e do Espírito sendo assim chamados de “filhos de Deus” de forma genuína e segundo Paulo, por adoção. (Rm.8:15).

O juízo será sem misericórdia onde o lado bom ou mau do ser humano pouco importa na verdade, pois o que tira o homem da condição de pecador é o reconhecimento bíblico da razão da sua morte e o valor do seu sangue para remissão dos pecados cometidos.

Textos pela ordem:

(IJo.3:2) Amados, agora somos filhos de Deus, disse João.

(Jo.3:3) Jesus disse a Nicodemos que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.

O julgamento do Trono Branco ocorrerá após a última rebelião de Satanás. (Ap.20:7).

2.2 O julgamento.

(Ap.20:12) Faz menção de livros; aqueles que registram as obras do homens e note-se que não fala de homens que na vida, foram bons ou maus e a razão vem a seguir:

O mesmo texto fala do “livro da vida” e ninguém teve o seu nome nele registrado por conta das boas obras ou  da religião. Religião é o que menos importa. A questão é pessoal, não permite outro mediador e nem Maria a mãe de Jesus segundo a carne, mas aos que tiveram no calvário a razão de crer e deixar esse mundo com tudo o que nele há.

 (Ef.2:8) “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.”. 

(Rm.8:1) “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.”.

(IJo.2:15) “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”.

HADES para os ímpios – Para os que morrem sem o arrependimento; é um lugar de tormentos, porém de caráter provisório. (Lc.16:23).

PARAÍSO – Para os justos, igualmente provisório, porquanto Deus fará novos céus e nova terra.. (Lc.16:23).

GEENA – É eterno e é o verdadeiro inferno ou  lago de fogo onde os ímpios serão lançados após o julgamento. (Mt.23:33).

PURGATÓRIO – Nunca existiu e nem se fala mais nisso.


III – SOBRE A NOVA CRIAÇÃO.

3.1 Um novo céu e uma nova terra.

O estado de novo para céus e terra dá conta que Deus fará realmente o paraíso sem a restrição das fronteiras entre os rios Tigre e Eufrates.

No milênio haverá uma transformação com cura geral das águas dos mares e dos rios e das doenças que hoje acometem os homens de forma assustadora.

(Ez.47:9) “E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.)”.

3.2 A nova Jerusalém.
                                                                                             
Sabemos que há muitas revelações no livro do Apocalipse que parecem utopia e os acontecimentos pós milênio passa essa sensação pela grandeza da revelação e talvez essa seja uma das razões de Paulo dizer:

1 – “Óh profundidade das riquezas... (Rm. 11:33) é muita riqueza e nada neste mundo se compara com a glória a ser revelada”. (Rm.8:18)

2 – “Arrebatado ao paraíso, ouviu palavras inefáveis que ao homem não pe lícito falar...”.


Assim a nova Jerusalém desce do céu;  a cidade santa,  para dar brilho ao novo mundo. (Ap. 21:9-21).

Como declara o autor a cidade santa que desce do céu, não é a sede do governo milenar de Cristo; esta é a Jerusalém celestial.

No milênio o governo será exercido a partir de Israel da Jerusalém terrena sob o comando do próprio Senhor Jesus.


3.3 A eternidade dos salvos.

Diz o autor que a nova Jerusalém, a celestial é o eterno lar de todos os salvos em Cristo.

Louvado seja Deus.

E Deus limpará de nossos olhos toda lágrima.

A intensidade da alegria no Senhor  afastará as más lembranças desta vida.

Sem religião.
Sem reencarnação.
Sem purgatório
Sem maquiagem. Apenas os fieis desfrutarão destas bênçãos.



(Ap.2:10) “(...) Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”. 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, setembro 08, 2017 with No comments
EBD LÇ. 11  10/09/2017 “A SEGUNDA VINDA DE CRISTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – OS EVENTOS DO PORVIR.
II – TERMOS BÍBLICOS PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.
III –  OS EVENTOS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.


 Feliz o que tem parte na primeira ressurreição para que não lhes pese o dano da segunda morte que tem caráter eterno. 



I – OS EVENTOS DO PORVIR.

1.1 Fonte de predição.

A Bíblia é a única fonte das predições, porém o maior problema visto em nossos  dias, são as pessoas quererem determinar tempo e hora por conta de fatos recorrentes à vinda do Senhor.

Vamos por em ordem os eventos citados pelo autor  para facilitar sua leitura na exposição:

- (ITs. 4:16-17)  O arrebatamento da igreja.
- (Mt.24:30 e Ap.1:7) A vinda de Jesus em glória.
- (Mt. 24:21) O juízo de Deus sobre a terra no fim dos tempos.
- (Is.62:2-3) O futuro glorioso de Israel.
- (Is.9:7) O reino milenar de Cristo.

Particularmente eu poria o “Futuro glorioso de Israel” logo após a vinda de Jesus em Glória; quando ele voltar com a igreja para reinar sobre o Monte Sião.

(Is. 62:2,3) “E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará. E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus.”.


1.2 O destino dos impérios da antiguidade.

Apenas um relato do autor para lembrar como todos os impérios caíram e cada um no seu tempo e vale lembrar o sonho de Nabucodonosor e a sua estátua (Dn.2:31-35) construída com materiais diferentes em cada parte do corpo realçando o poder das nações para terminar com os pés feitos, parte de ferro e parte de barro que sem dúvida trata do Império Romano com os seus dois polos de governo, em Roma e no Oriente, Constantinopla.

Particularmente, aplico esses dois elementos dos pés da estátua da seguinte forma; o ferro representando o poder político e o barro o poder religioso que dele saiu e que foi ferido uma vez, mas resistiu e chegou até nós. O poder religioso que foi ferido será definitivamente destruído na vinda do Senhor em glória.

O fato de Daniel ter visto a pedra cortada e que esmiuçou os pés como as outras partes, retratavam acontecimentos futuros, naquele tempo. Por isso não vou me incomodar se houverem pensamentos diferentes a respeito.

1.3 Sobre as diásporas judaicas.

O autor cita a diáspora e o retorno do cativeiro de Israel nos dias de Daniel, Esdras, Neemias e outros grandes nomes da história de Israel, porém o maior movimento de retorno dos judeus à palestina, se dará no milênio e causará impacto mundial.

(Zc.8:23) “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.”.

II – TERMOS BÍBLICOS PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.


2.1 Vinda.

PAROUSIA – gentilmente o autor escreve a forma de pronunciar; “parussia”  que significa: Chegada, presença, volta, advento e etc.

ÉRCHOMAI – “Ir” e também “vir” segundo o autor, o mesmo termo para ser usado nos dois movimentos, dependendo da referência ou ponto de partida e chegada.

2.2 Manifestação, aparição.

EPIPHANEIA.
O grego em comparação com a língua portuguesa e algumas palavras da língua inglesa só podem ser compreendidas  dentro de um contexto.

No original “Epihaneia” é usado para a primeira aparição de Cristo no seu nascimento e semelhantemente, na sua vinda para o arrebatamento ou ainda em glória. O autor cita vários textos em que se aplica a mesma palavra.
2Tm. 1:10, ITm.6:14 e Tt.2:13.

A forma aportuguesada é “Epifania” que  significa aparição ou manifestação, normalmente relacionado com o contexto espiritual e divino
  
2.3 Revelação.

O termo usado original é “Apokallypsis”

(Ap.1:7) REVELAÇÃO.
Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”.

O texto acima retrata bem o caráter da revelação e é quando o Senhor se dará a conhecer no mundo inteiro.


III – OS EVENTOS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.

3.1 O arrebatamento da igreja.

O tópico está muito claro com relação a vinda do Senhor e o arrebatamento da igreja que pela sua grandeza, parece utopia, um sonho, mas a realidade é que está bem próximo pelas indicações bíblicas e vai encontrar muita gente desapercebida.

(Mt. 25:8) “E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.”.

Quanto ao fuso horário é algo surpreendente e só diz  respeito a nós que somos pequenos em relação ao universo e menor ainda em relação a Deus.

O nosso mundo gira em torno de si mesmo e em torno do sol proporcionando as quatro estações do ano e em torno de si mesmo, o dia e a noite e assim, podemos afirmar que:

Para Deus, não há dia nem noite, nem as quatro estações; tudo é a mesma coisa e já para nós, enquanto o oriente dorme, nós trabalhamos o que justifica:

(Lc. 17:34) “Digo-vos que naquela noite estarão dois numa cama; um será tomado, e outro será deixado.”.

 3.2 A vinda de Cristo em glória.
                                                                                             
A segunda vinda de Cristo ocorrerá em duas fases ou tempos:

1 – Sua vinda para o arrebatamento. Ninguém verá por conta da rapidez, todavia o desaparecimento de milhares de pessoas, causará pânico principalmente nos crentes que ficarem aqui.

2 – Ele volta com a sua igreja para reinar e todo o olho o verá.
Isto ocorre após a “grande tribulação” razão pela qual, os fieis e conhecedores da bíblia sabem que nada  pegará aqueles que estão aguardando a vinda do Senhor, no tocante a uma próxima guerra mundial com todas as consequências decorrentes.

Será estabelecido o milênio de paz quando Satanás e os demais que causaram perturbação na terra, estarão presos.



3.3 A grande tribulação.

O tópico 3.3 da lição é muito rico em referências bíblicas quando na forma da exposição dos fatos e para facilitar o ensino, quero por em ordem detalhada dos fatos.

1 – Toda essa movimentação em torno dos sistemas políticos, econômicos e religiosos, formaram a plataforma sobre a qual o anticristo vai reinar a partir de Jerusalém, porquanto, assentar-se-á no trono de Deus, querendo parecer Deus para enganar os judeus.

2 – Jesus vem e leva a Igreja para as bodas do Cordeiro que representa as núpcias (simbólica) de Cristo com a sua igreja.

3 – Cristo com a igreja em cima no céu e na terra, o Anticristo se dá a conhecer, fazendo um pacto com Israel, dizendo ser o Messias que tanto esperam.

4 – O tempo revelado está no livro de Daniel e suas setenta semanas.
Semanas representados por dias e na metade da semana, (três dias e meio) O Senhor despertará Israel que rompe os laços com o Anticristo e arrasta para si, uma grande tribulação, conhecida na Bíblia como “dias de angústia para Jacó”.

5 -  Jesus volta e livra Israel abreviando os dias do seu sofrimento ou angustia.

6 – Até o final do milênio, Jesus reina e a igreja ainda se mantém como igreja. No término do milênio, o Senhor entrega o reino ao Pai e vem o julgamento final quando a igreja deixa de ser igreja para que sejamos tratados de forma individual no julgamento final, quando não haverá condenação para os salvos em Cristo.

Novos céus e nova terra e aí, tudo estará concluso; todo o plano de Deus está devidamente concluído. Os mansos herdarão a terra.

Deixo de citar as sequências bíblicas por serem do conhecimento dos professores e parte delas, está no comentário da lição.

3.4 O tribunal de Cristo e as bodas.

1 – O  julgamento das obras de cada um e a entrega do galardão.

Há quem ensine (erroneamente) que este julgamento será a separação dos bodes e das ovelhas.

Não tem a ver com isso porquanto essa separação só diz respeito ao julgamento das nações, sobre aquelas que foram ou não, benevolentes com o povo de Israel e que serão tratadas no governo de Cristo, da maneira como trataram Israel.

Mateus 25:32-36;

E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.

sábado, 2 de setembro de 2017

AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO - EBD LÇ. 10 03/09/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, setembro 02, 2017 with No comments
EBD LÇ. 10  03/09/2017 “AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO.
II – A NATUREZA DAS LÍNGUAS.
III –  SIGNIFICADO E PROPÓSITOS.
IV –  OS DONS ESPIRITUAIS.

 O batismo com o Espírito Santo que concede os dons, assemelha-se a boa e indispensável ferramenta afiada facilitadora da obra. E é para os nossos dias.

  I – A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO.

1.1 A experiência do Pentecostes.

Devemos considerar indiscutível a crença ou fé no Batismo com o Espírito Santo, com base nas escrituras, principalmente a associação das promessas vaticinadas por João Batista com o cumprimento.

O autor cita Mt.3:11 associado a Atos 1:4,5

O batismo com o Espírito Santo e com fogo a que João se referiu e que seria operado pelo Senhor, não tinha qualquer relação com o batismo em águas.

Que culpa temos se os homens torcem a Palavra de Deus ou simplesmente descreem?!

1.2 Batismo “no” ou “com” o Espírito Santo?

(*)O autor traz um importante pensamento sobre batismo e imersão. Como ficam os pastores que resolveram adotar a linha de Calvino, considerando que as igrejas calvinistas batizam por aspersão e batizam crianças?

(*) Considero a questão acima apenas para reflexão, entendendo que o professor não deve abrir a guarda para longas discussões.

Voltemos ao ponto. “no” ou “com”.

O autor considera os dois elementos gramaticais, legítimos partindo do texto original grego e achamos isso ótimo.

Na nossa gramática, “no” e “com” tem um sentido diferente, porém se fosse um tempero não alteraria o sabor do alimento.

1.3 Os sinais sobrenaturais.

O autor cita os  sinais:
- O som como de um vento veemente (Atos 2:2).
- A visão das línguas repartidas como de fogo (Atos 2:3).
- O falar em outras línguas (Atos2:4).

O autor considera que os dois primeiros sinais foram exclusivos daquele momento, com o que nós concordamos e não havia qualquer manto.

O autor considera que a manifestação foi o ponto de partida da igreja em suas atividades. Gosto de associar o derramamento do Espírito Santo como o ornamento da igreja ou da noiva se preferirem.


II – A NATUREZA DAS LÍNGUAS.

 2.1 A fonte.

A fonte é indiscutivelmente o Espírito de Deus que capacitou os apóstolos como canal de comunicação entre os  visitantes e que em “outras línguas” puderam ser compreendidos, nas suas próprias línguas.

Para os judeus, eles estavam embriagados. (At. 2:13)

2.2 A glossolalia.

Aqui temos um grande problema na questão da aceitação por parte  daqueles que negam o batismo com o Espírito Santo em nossos dias, mas por conta de muitos dos que fazem julgamentos com base naquilo que veem a partir dos neopentecostais.

Já li críticas onde o termo “glossolalia” é usado de forma pejorativa
Para desqualificar o dom de línguas.

As línguas faladas pelo dom devem ser restritas aos idiomas conhecidos entre as nações? Se tivéssemos que discutir essa questão de forma acadêmica, nenhuma das partes chegariam à conclusões.

Quando Paulo diz: “Que haja intérprete...” (ICo.14:27) estaria ele se referindo a qualquer idioma pátrio ou língua estranha, da pátria celestial?

Variedades de línguas e interpretação constam da relação dos dons espirituais.  (ICo.12:10).

Fui batizado com o Espírito Santo em agosto de 1966 sem “empurrãozinho" e ao longo da vida, experimentei o falar em línguas o que é uma bênção.


2.3 Sua continuação.

A manifestação do poder de Deus continuou após o dia de pentecostes, na casa de Cornélio, citado pelo autor e registrado em Atos 10 e em Éfeso Atos 19:6 como prova de que pentecostes, não era apenas um sinal, mas o início dos sinais.

Cessou? O homem cessou, mas Deus continua a operar por sua graça e bondade. Trocaram as reuniões de ensino e oração por shows, portanto a culpa não é de Deus.

Não temos contas a dar a quem não crê e muito menos aos que fazem mau uso dos dons o que tem causado muito estrago na lavoura.



III – SIGNIFICADO E PROPÓSITO.

3.1 O batismo no Espírito Santo não é sinônimo de salvação.

Sempre houve casos entre nós, de pessoas serem batizadas com o Espírito Santo, no ato da decisão por Cristo e alguns atribuem isto a uma obra perfeita e sinal de salvação.

O batismo com o Espírito Santo, não tem qualquer relação com a salvação e muito menos com a santificação, pois o dom é dado mediante o quebrantamento de coração e a vontade de Deus.


3.2 Definição e propósitos.
                                                                                             
Há seguimentos evangélicos que desconhecem a importância do Batismo com o Espírito Santo.

Costumo comparar ao uso das boas ferramentas na lavoura.

Pregar o evangelho  com poder e sem poder. Ambos terão resultados, todavia com poder, com as ferramentas tanto a semeadura como a colheita terá maiores resultados.

O que era o evangelismo no Brasil antes e depois da chegada do movimento pentecostal.

(ICo,2:4) “E a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder...”.



IV – OS DONS ESPIRITUAIS.

4.1 Os dons espirituais.
A riqueza dos dons concedidos pelo Espírito de Deus é muito grande e vai do aperfeiçoamento da capacidade humana para fazer o melhor,


(Ex.31:1-4) “Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá,  E o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência, em todo o labor...”.

(At.9:39) “(...) E, levantando-se Pedro, foi com eles; e quando chegou o levaram ao quarto alto, e todas as viúvas o rodearam, chorando e mostrando as túnicas e roupas que Dorcas fizera quando estava com elas..  Este é um dom esquecido.

Até os nove dons espirituais que transforma os momentos de culto em culto festivo de adoração a Deus e refiro-me a alegria produzida pela manifestação de Deus em nossas reuniões, claro que somente quando deixamos que ele opere.

Os dons como descritos na carta de Paulo aos Coríntios, 12:1-4 funcionam para riqueza da comunicação do evangelho e como a vara do pastor, mas sem desprezar os conselhos bíblicos que proporcionam o crescimento espiritual sadio.

Línguas, interpretação e profecias; palavra da sabedoria, palavra da ciência, fé, curas, operação de maravilhas e o dom de discernir os espíritos.

Percebam que a igreja não pode desprezar o batismo com o Espírito Santo, pois esses dons são decorrentes desse batismo.

Não há cessacionismo; o que há é falta de quebrantamento de coração para desejar e receber.

4.2 Os dons são dados aos crentes individualmente.

São dados para o que for útil ((ICo.12:7).
Não funcionam para simples promoção do crente em cargos na igreja.
Não funcionam para mostrar que o vaso que recebeu é filho predileto do Senhor.
Não funciona para mostrar que se fica mais crente.
Não funciona para mostrar que se é santificado.

Funciona exatamente para elevar o crente a categoria de “servo”, como aquele que “desce”  (Fl.2:1-9) para “lavar os pés” dos que hão de herdar a vida eterna.

COM RELAÇÃO AO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO.

- Ninguém precisa falar de maneira rápida até dobrar a língua.
- Não precisa de empurrãozinho de ninguém que manda o “candidato” falar em línguas como se fossem produzidas pela vontade humana.
- Quem recebe, não fica nos cultos seguintes olhando a decoração do templo.
- Há sim, uma mudança de atitude para melhor servir.

Observe-se que há muitos pregadores “batizadores” que quando vão embora, tudo volta a situação anterior, ou seja, ninguém permaneceu avivado como mostrado no culto.

É preciso ser batizado com o Espírito Santo para servir no diaconato ou ministério? Se a igreja é pentecostal, não faz sentido eleger diáconos que não sejam batizados com o Espírito Santo e pior ainda para o presbitério; seria romper com o que aprendemos no livro de “Atos dos Apóstolos”.

O que escrevo acima não tem caráter impositivo, pois um dos maiores problemas que leva ao desprezo dessa busca é que há muitos irmãos sem serem batizados com o Espírito Santo que trabalham com muito mais dedicação do que outros que dizem ter recebido o batismo.


Que haja mudanças.

sábado, 26 de agosto de 2017

A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA, EBD LÇ. 09 27/08/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, agosto 26, 2017 with No comments
EBD LÇ. 09  27/08/2017 “A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – DEFININDO OS TERMOS.
II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.
III –  A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.

A leitura de livros faz dos homens grandes conhecedores da vida e das profissões, mas a frequente leitura da Bíblia faz os homens se parecerem com Deus; quando lida e obedecida!



I – DEFININDO OS TERMOS.

1.1 A santidade de Deus.

O texto do autor neste tópico é pleno.

É muito difícil achar palavras que definam Deus com ponto de referência para nós.

a) Por que Deus é de natureza santa e assim nos criou originalmente.

b) Seria muita fraqueza humana apontar Deus como referência para nossa vida. Ele é antes de tudo e amando-o naturalmente mantemos nossa vida santa, porquanto ele é santo.

Na antiga aliança, a ordem para Israel é que fossem santos:
(Lv. 20:7) “Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o Senhor vosso Deus.”.

Na nova aliança:

(IPd. 1:16) “Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.”.

1.2 Significado.

Por partes:

O autor traz importantes definições quanto ao significado de ser “santo”:

Quando aplicado à religião de  Israel, tem a ideia de “separar para Deus, retirar do uso comum”.

No caso de Israel, por motivos que sabemos pela Palavra de Deus e considerando ainda o valor moral e espiritual de Israel,  o conceito de santidade abrangia os homens, as coisas (objetos) e principalmente tudo o mais que fosse objeto de culto, usados na tenda da congregação e depois no templo.

Outra definição do autor não menos interessante é que santidade, ligava a tudo o que fosse retirado do uso comum para Deus.

Esses conceitos ultrapassaram a barreira do tempo entre o antigo e novo, exceto quanto a objetos, alcançando apenas as nossas vidas.

No que tange a objetos de culto nos nossos dias, tratamos com igual valor moral por óbvias razões e dou como exemplo:

Não se pode compreender que um músico use seu instrumento para louvar a Deus e faça uso do mesmo em shows mundanos.

(Sl.137:3,4,) “Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha?”.

1.3 Exclusividade.

No Antigo Testamento e lógico, entre o povo de Israel, tudo o que era consagrado, era exclusivo para uso “santo” e o exemplo mais forte disso estava na proibição de usar o incenso santo fora do seu lugar e das suas medidas.
(Ex. 30:37) “Porém o incenso que fareis conforme essa composição, não o fareis para vós mesmos; santo será para o Senhor.”.

E como fica isso no Novo Testamento. O autor cita dois textos; vejamos:

Cl. 2:16 e 17 – Não devemos ser julgados por nada que pareça de valor sagrado que eram sombras dos bens futuros, é o que diz o texto.

Há exclusividade em objetos e prédios dedicados ao culto praticado pelas igrejas?

É comum irmãos comprarem instrumentos, por exemplo, e pedir para que o pastor ore para consagra-los. Sempre achei isto, muito complicado por que não consigo dissociar o instrumento do seu dono, então prefiro orar pelo dono e agradecer a Deus pela aquisição.

Quanto ao lugar de culto, seja templo, salão ou sala de uma casa, podemos orar por dedicação e como um lugar dedicado a culto, deve ser alvo de cuidados por todos os membros.



II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.


2.1 Israel.

O texto neste tópico é simples e muito claro, mostrando o autor que Israel como nação fora escolhida por Deus para viver uma vida separada das nações que já ocupavam Canaã, mergulhados na idolatria e nas práticas rejeitadas pelo Senhor a exemplo de Sodoma e Gomorra.


Israel que era um “estado teocrático” devia obedecer as leis emanadas do Sinai. Não era a faculdade de agir, mas submeter-se a vontade de Deus pela ordenança.

Podemos afirmar que havia dois grupos de israelitas? Sim! Os que se santificavam pelo amor a Jeová e os que obedeciam por força da lei.


2.2 A igreja.

Se as leis ditadas no Sinai não dizem respeito a igreja, qual então a relação consensual entre Israel e a igreja ou entre o Antigo e o Novo Testamento?

Há questões que passaram por sobre a mudança da situação dispensacional entre a Lei e a Graça.

O dever de ser santo não se restringiu a vida de Israel, alcança a igreja, alcança nossas vidas.

(Hb.12:14)  “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”.

2.3 Uma exigência natural.

Para não dizer que a igreja não tem normas a seguir, queremos mencionar a decisão da assembleia ocorrida em Jerusalém e que decisão tomaram:

(Atos 15:28-29) “Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias:  Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá.”.

Percebam que até nessas regras básicas os apóstolos recomendaram: “... das quais coisas BEM FAZEIS se vos guardardes...”.

A igreja tem o dever de acompanhar as mudanças sociais para alertar os fieis contra tudo o que fere  principio da “santidade”.

III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.

3.1 A santificação posicional.

Pode-se também considerar a “santificação posicional” como mudança de “status”, porém, a que acontece no interior, abrindo espaço para a vida de comunhão com Deus.

Uma pergunta recorrente é a de quem quer saber se a santificação ocorre no exato momento da decisão pela fé em Cristo?!

Prefiro sempre dizer que a santificação posicional ocorre no exato momento do parto; do novo nascimento.  O que confunde é que muitos crentes (uns mais outros menos) demoram a eliminar todos os vícios do passado, notadamente os vícios da fala, do cigarro e outros, da bebida.


3.2 A santificação real.
                                                                                             
É a condição de “santificação” que caminha na medida do conhecimento de Cristo.

É possível compreender que muitos crentes persistam em erros por não compreender Cristo na sua plenitude de graça.

Alguns aspectos da vida cristã,  parecem caminhar juntos com a santificação como; o amor ao próximo e a causa.

Assim podemos afirmar que santificação é um processo; processo que nunca tem fim. Santificado hoje, amanhã e sempre.


3.3 A santificação futura.

A rigor não haveria razão para se falar em santificação futura após o arrebatamento e o autor usa “glorificação” o que está correto, citando Fl. 3:11.

“Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos.”.

3.4 É possível ser santo?

Alguns misturam padrões morais com santidade. Se padrão moral fosse santidade; há muita gente ainda não crente que tem um padrão de vida moral “invejável”.

Há muitas minúcias que passa imperceptível arranhando a “santidade” e muitos não percebem essas subtilezas e algumas,  nem tanta subtileza assim.

Prejudicar o semelhante para tirar vantagens, comprar produtos pirateados, comprar e não pagar, pedir empréstimos e além de não pagar, ainda ficar mal com quem emprestou, fazer gato de luz, água e internet e  não tratar com urbanidade os membros da igreja ou até mesmo o pastor.


O QUE NÃO É SANTIDADE.

Recusar uma vida social com pessoas não crentes por achar que isto irá prejudicar sua vida cristã.

Recusar convite para participar de festa de aniversário de familiares ou amigos por não serem crentes.

A maior estupidez que ouvi nessa área foi de um colega de trabalho que disse recusar refrigerantes e encerar a própria casa, o que não entendi.

Recusar o pão da padaria para o seviço da ceia do Senhor, por que mãos ímpias o fizeram.


A relação é grande!

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A IGREJA DE CRISTO - EBD LÇ. 08 20/08/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, agosto 14, 2017 with No comments
EBD LÇ. 08  20/08/2017 “A  IGREJA DE CRISTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A COMUNIDADE DOS FIEIS.
II – ELEMENTOS QUE IDENTIFICAM UMA IGREJA.
III –  O CORPO DE CRISTO.


 A igreja proporciona a todos sem distinção, o verdadeiro exercício da diaconia.



I – A COMUNIDADE DOS FIEIS.

1.1 Etimologia.

Em todos os cantos onde se procura definir igreja, a raiz grega é citada; “Ekklesia” com o significado de “chamado para fora”. Particularmente e por conta da complexidade da língua grega, que não domino, e a tradução, prefiro ficar com “ajuntamento”. Certamente se os apóstolos estivessem escrevendo hoje e conhecendo o nosso vernáculo, dariam esta última definição:

Igreja ou Ekklesia é o “ajuntamento” de pessoas em torno do nome de Jesus,  portanto  o que se reúne fora do nome de Jesus, não é igreja.

O autor informa que o nome “ekklesia” ocorre 115 vezes no Novo Testamento em apenas 5 não é traduzido como igreja e em outras 2 ocorrências refere-se a congregação de Israel.

1.2 A assembleia dos cidadãos.

A *Septuaginta emprega o mesmo termo ekklesia (grego) para traduzir do hebraico a palavra “gahal” que significa assembleia ou multidão humana reunida,  diz o autor.

Além dos sentidos acima aplicados ainda segundo o autor, o termo verte para definir o que é “família de Deus” e cita Ef. 2:19

“Assim que já não sois estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus”.

Desta forma, temos mais uma definição para “igreja” que é “família de Deus”.


*Septuaginta é o nome da versão da Bíblia hebraica traduzida em etapas para o grego koiné, entre o século III a.C. e o século I a.C., em Alexandria. Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego. Fonte: Wikipédia.


1.3 O significado da expressão “Santa Igreja Católica’.

O autor dispõe a origem do nome acima mostrando a composição literal formada de duas palavras gregas “katá + holos = Katholikós” entre os vários significados temos “universal, geral”.

Algumas notas sobre esse título:

1 – Por ter sido empregado por Inácio, bispo de Antioquia (70-110) percebe-se que não foi criação da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana).

2 – “Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana” é o nome da Igreja de Roma como a conhecemos até os nossos dias, surgida no decurso do IV Século, mas que na verdade arroga para si, autoridade dos dias apostólicos.

3 – O maior desvio  herege do cristianismo se deu com a liberdade de culto aos cristãos sob o domínio do Império Romano no ano 313 pelas ordens do Imperador Constantino que anexou o cristianismo ao Estado e reinou absoluta até a reforma religiosa empregada por Lutero seguido dos demais reformadores.

II – ELEMENTOS QUE IDENTIFICAM UMA IGREJA.

2.1 Afinal, o que é a igreja?

É importante considerar a definição dada pelo autor e com certeza, aproveitaremos para escrever uma linha de pensamento sobre o que não é igreja, mas que chamamos igreja sem ferir os ensinos bíblicos.

Para o autor: “Igreja é toda congregação ou assembleia que se reúne em torno de Jesus Cristo como Senhor e Salvador...”.

2.1.A – Discussão semântica em torno da palavra “igreja”.

Com certeza toda vez que a Bíblia cita: “A igreja que está em sua casa ou em uma cidade...” incluindo-se aí; as igrejas da Ásia cuja palavra “igreja” é sempre seguida do nome da cidade, refere-se, não ao lugar de culto, mas ao grupo.

Não sei precisar, a partir de quando, resolveram chamar o prédio onde se realiza culto, de “igreja”.

Igreja - Dicionário Online de Português

www.dicio.com.br/igrejaEm cache
Significado de Igreja no Dicionário Online de Português. O que é igreja: s.f. “O templo que acolhe os cristãos; local ou edifício onde os cristãos se reúnem ...”.

Não vejo e nunca vi que tal consideração ferisse qualquer princípio doutrinário. Entendo sim, que o problema ou a bronca vista com frequência nas redes sociais, se dá por outras razões que não convém discutir no momento nem deixo isso como sugestão para discussão em classe.

Não compartilho com quem busca de maneira tresloucada desqualificar o local de culto a que chamamos de igreja.

Com relação as placas; sempre foram bem vindas, pois se com elas, está difícil achar um bom local de culto, imaginem, “sem”.


2.2  As ordenanças.

Lendo o texto do autor, parece não  ter espaço para qualquer outra ordenança além do batismo e da ceia do Senhor?  De fato, não há! O que vem depois está intrinsecamente ligado a administração eclesiástica e a disponibilidade das bênçãos decorrentes do próprio Evangelho para nossas vidas. Nada mais nos falta!

2.2.A – Discussão semântica sobre a “Ceia do Senhor”.

Há muita questão nas redes sociais com relação ao uso do nome: “Santa Ceia”. De fato há! Pura questão conceitual! Sendo oportuno ensinar que aprendam sempre a chamar de “Ceia do Senhor”; memorial!

Irmão! Hoje tem “Santa Ceia”. Tem sim!  Ninguém saiu ferido nem houve qualquer declaração herética em torno do nome e muito menos, idolatria aos elementos da ceia.

Salvo melhor juízo  nos quadros pintados, que retratam o momento íntimo entre Jesus e os discípulos, seus autores deram o nome de “Santa Ceia”.

A “Ceia” se reveste sim de algo, “santo”, “separado para o serviço cristão” considerando ainda que não é uma “festa ágape”, daí as recomendações de Paulo na carta aos Coríntios (11:23 e sgts): “O que come e bebe indignamente...”.

2.3 A adoração.

Recomendo a leitura do texto da lição e faço algumas considerações por aqueles que não acompanham a lição nas Escolas Bíblicas Dominicais.

Alguns dizem (desprezando o local de culto coletivo)  que podemos ser crentes em casa e aí, adorar a Deus. Concordo plenamente, devemos ser crentes em casa, no trabalho e na faculdade e fica a minha pergunta: Por que não ser crente na igreja?

Quando Jesus estabeleceu a sua igreja como lugar comum de culto, (ficai em Jerusalém...) foi com propósitos sublimes e insubstituíveis:

1 – Adoração coletiva – festa ágape espiritual.
2 – Dar e receber amor, carinho, afeto e o mais importante, “serviço cristão”; lavar os pés uns dos outros, no sentido amar e suportar.
3 – Os que têm necessidades,  procuram a igreja e não nas casas.
4 – Algo que considero muito importante é o teste, se amamos de verdade, o preto, o pobre, o sem pátria e se somos pacientes uns com os outros para cumprir a lei de Cristo.
5 – Sem esgotar a relação, “levar as cargas uns dos outros”.  (Gl. 1:2); isto não acontece, se o crente fica confinado dentro de casa.
2.4 A família de Deus.

Esse tópico é muito interessante e recomendo sua leitura em classe até pela riqueza de citações de textos.

O autor está certo quando ensina que não se pode confundir igreja com “templo”.

Sempre que damos informação: “vou á igreja...” não estamos pensando no prédio, mas no grupo que ali se congrega.

Falando em família de Deus é oportuno lembrar que muitos pessoas “se machucam” literalmente nas relações de convivência com igrejas por esperar e exigir demais, esquecendo-se que ali dentro ou no meio , existem pessoas e nem todas são conveniente capazes de corresponder a uma boa relação de amizade e irmandade bíblica.

Vivo igreja há mais de 50 anos e sei bem o que significa, mas amo cada vez que me reúno com os irmãos. Eles são minha família, família de Deus.


III – O CORPO DE CRISTO.

3.1 O corpo e seus membros.

O autor mostra que o conceito de “unidade do corpo” é maior e nada tem a ver com a “diversidade do corpo” o que certamente aponta para os valores individuais.

A unidade é mostrada na Bíblia como sendo a construção a partir da inseparável cabeça que é “Cristo” não chamemos de “o cabeça” e sim, “a cabeça”.

Vale dizer que nesse sentido, a Bíblia não trata a igreja como “ekklesia”  e aqui também reside a sabedoria para entender que nem todos os que se abrigam dentro de um templo, fazem parte do corpo que é Cristo que é Santo.



3.2 A morada de Deus.
                                                                                             
Na antiga aliança, o tabernáculo e posteriormente, o templo representavam o lugar da habitação de Deus entre os homens.

No Novo testamento e pela constituição, a igreja, corpo espiritual representa o lugar da habitação de Deus no conjunto e os crentes em particular, ligados ao corpo, considerados; “templos do Espírito Santo”.

(ICo. 3:16,17) “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?

Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.”.



Fora de Cristo, não há corpo nem igreja nem morada de Deus.


3.3 Os membros do corpo.

Neste sentido, pode-se falar sobre a diversidade do corpo onde entra; as habilidades de cada um, os dons espirituais e até os dons ministeriais pela utilidade de cada um junto a comunidade ou “ekklesia”.

Logo na entrada do tópico, o autor fala sobre  a questão de ser “por um só Espírito ou “por um mesmo Espírito”?!

O que sempre achei importante desde a minha juventude na igreja e crescendo em conhecimento bíblico foi que o Espírito do Senhor sempre põe em nosso coração, o que for considerado dentro do mais absoluto sentido racional, mesmo diante de tantas traduções bíblicas.

 (ICo.12:13) “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito..

Em um Espírito – Nele.
Por um só Espirito – Por ele.

Assim ficamos com ele, nele e por ele que opera em nós o querer e o efetuar.  (Fl.2:13).


Outro ponto importante. O  autor mostra o entendimento com o qual todos concordamos que esse “batismo” não se refere ao do dia de pentecostes que proporciona os dons aos crentes e sim, a inserção no corpo de que Cristo.

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