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terça-feira, 30 de junho de 2015

O casamento e o respeito

Posted by Eliseu Antonio Gomes on terça-feira, junho 30, 2015 with No comments
Casar-se com ou contra alguém? 

"O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher" - 1 Coríntios 7.32a,33. 

Acredito que viver em uma relação de matrimônio em que a outra pessoa realmente gosta de você, é o mesmo que experimentar um pedacinho do céu aqui na terra. 

Encontrar a pessoa que nutre reciprocidade de sentimento e objetivos de vida, significa ganhar a outra parte que nos falta. Para esta outra metade de nós, precisamos nos dispor a orar e vigiar ao máximo objetivando que experimente situações de bem-estar. E esperar que por intermédio dela Deus realize as melhores bênçãos que preparou para que vivamos.

O que conduz o amor entre pessoas? 

Se pudéssemos dizer que há um veículo que conduz o amor entre pessoas, esse meio de transporte se chama respeito. Todas as vezes que alguém desrespeita outra, ela está vivendo sem praticar o amor ao próximo. Respeitar é a expressão visível de amar. 

Jesus manda que eu ame. Ele manda que você ame também. No estilo de vida da pessoa cristã, amar não é uma questão de opção, é mandamento. Amor ao sujeito que é fácil de gostar e amor aos que convivem conosco sem qualquer gesto de carinho. 

O caminho que leva ao inferno é largo e são muitos que escolhem caminhar por ele. Quem vai por esta direção se considera gente esperta porque responde aos desrespeitadores com grosserias, mas se lamentarão muito quando chegar ao destino final de sua trajetória de “esperteza”. 

A porta do céu só se abrirá aos bons, isto é, aos respeitadores. Respeite todas as orientações de Deus; respeite ao cônjuge em sua presença e ausência, respeite aquelas pessoas fáceis de gostar, respeite quem trata você com frieza de modos. Respeite quem pode ajudá-lo e também que precisa da sua ajuda. 

Palavras duras... Verdadeiras.

E.A.G.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

EBD. Lição nº 1: Uma mensagem à Igreja Local e a liderança

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, junho 29, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 05/07/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O NONO MANDAMENTO.
II – O PROCESSO.
III – A VERDADE.
IV – O CUIDADO COM A MENTIRA.




I – AS EPÍSTOLAS PASTORAIS.

1.1 Cartas pastorais.

Ninguém nasceu sabendo é o que dizem com absoluto fundo de verdade e a outra verdade é esta: “  (...) como poderei entender se não há quem me explique...”. Atos 8:31.

A minha pergunta é: Quem está (hoje) disposto a aprender, pois, muitos passam a impressão de terem nascidos com a verdade o que não é verdade.

Sem querer falar de uma igreja, cujo nome não precisa ser citado, que não aceitam o ensinamento regular, entendem que o Espírito do Senhor ensina tudo o que não combina com Atos 8:31.


1.2 Datas em que foram escritas.

São informações bibliográficas que pode não despertar grande interesse nos alunos, todavia, é bom notar o tempo em que elas foram escritas para perceber que após a morte e ressurreição do Senhor, a igreja esteve muito ativa sob todos os aspectos.

Pelas minhas contas, salvo melhor juízo e considerando o ano do nascimento do Senhor com relação à sua morte, elas foram escritas aproximadamente, 25 a 28 anos depois da ascensão do Senhor.


1.3 Conteúdo.

É sempre bom observar que apesar do apóstolo alertar a igreja, adverti-la contra os falsos ensinamentos e aplicar doutrinas, o jeito respeitoso é conservado em todas elas, próprios para o seu tempo e dignos de serem observados por todos nós.

Quanto a diversidade de assuntos o autor apresentar 5 pontos: Saudação, Qualificações ministeriais, alerta contra os falsos mestres e falsas doutrinas, o cuidado com a sã doutrina e questões de comportamento e conselhos a diversos grupos; casados, solteiros e candidatos ao santo ministério.

Concluindo, causa-nos espécie que a maioria das igrejas, principalmente as neopentecostais, não se dedica ao estudo das cartas de Paulo, tampouco, as aplicam na vida da igreja.


II PROPÓSITO E MENSAGEM.

2.1 Orientar os líderes quanto à vida pessoal.

Neste ponto, temos hoje a maior carência de cuidados, pois, não conseguem esconder, aqueles que valorizam mais a aparência pessoal, na qualidade das roupas e do carro que possui em detrimento as questões morais e familiares.

2.2 Combater as heresias.

Pelo conteúdo oferecido pelo autor neste tópico, depreende-se que a luta pastoral de Paulo exercitava-se em duas principais frentes: Judaísmo de um lado e os gnósticos de outro.

A nossa luta é voltada para o humanismo; o homem em torno de si mesmo, voltado para os seus próprios interesses tendo como consequência, a falta de amor e frieza na fé.

O que acontece também e que fica até difícil chamar de heresia são as maluquices criadas sob a sombra do pentecostalismo, tudo com vistas a enriquecimento ilícito pelo engano do pecado. Verdadeiro abuso.


III – UMA MENSAGEM PARA A IGREJA LOCAL E A LIDERANÇA DA ATUALIDADE.

3.1 O “evangelho” da prosperidade.


Recomendo a leitura deste tópico junto com seus alunos pelo valor informativo que contém.

A questão é tão gritante que passa-nos a impressão que reduziram Deus a condição de servo.

Deus não os deixará impunes.

3.2 Apostasia dos últimos dias.

As coisas vão entrando devagar nas igrejas e já tem muitos crentes que se deixam fotografar com trajes de festas juninas e se isto é pouco, logo farão a festa junina gospel. Preparem-se.


IV – MENSAGEM PARA A LIDERANÇA.

4.1 Administração eclesiástica.

Aqui o autor fala das qualificações ministeriais que a cada dia parecem muito distantes.

Penso que fui muito abençoado por Deus por ter convivido e ouvido pastores do final da primeira geração da nossa igreja e da segunda, que não usavam a fé para o enriquecimento muito menos para se popularizar.

Muitos jovens pastores só tem tido como experiência, a vida e a mensagem do obreiro da sua congregação, assim, é o único modelo que conhece e dessa forma é conduzido para dirigir igrejas sem qualquer preparo. Isto é muito grave.

4.2 Ética ministerial.

 Poderia repetir o ponto acima, pois a falta de ética tem sido um fator constante na vida de muitos; há muita vaidade sobre os púlpitos e a falta de ética vai da postura à relação com companheiros de ministério para explodir fora, nas relações familiares e comerciais no bairro em que resida o pastor.


sábado, 27 de junho de 2015

O mendigo e o espantalho

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sábado, junho 27, 2015 with No comments
Por Eliseu Antonio Gomes

"O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem" - Cantares de Salomão 2.10.

"Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade" - Provérbios 5.18.

A cada dia que passa temos visto com mais ênfase determinadas alas da sociedade combaterem o conceito judaico-cristão da instituição familiar. Eu me refiro aos conceitos da monogamia e da heterossexualidade. Como disse Jesus na cruz aos seus algozes: eles não sabem o que fazem.

Nada melhor que, ainda na fase da juventude, receber o aconchego quente de um pai e de uma mãe, o abraço caloroso deles naqueles dias frios e as palavras doces de ânimo em tempos que estamos cansados das adversidades dessa vida, ter o conforto do aconselhamento e de uma direção se as dúvidas nos assaltam e levam embora a tranquilidade.

O Criador nos fez saber da importância da família ao pôr o Messias nos braços de Maria, ao colocar Maria ao lado de José como sua esposa. Como gente de carne e ossos, Jesus Cristo conheceu desde os primeiros minutos de vida a figura feminina ao ser embalado por uma mãe amorosa; e na fase de crescimento conheceu a figura masculina de um pai presente na pessoa do marido de sua mãe. O Filho do Altíssimo recebeu o apoio necessário do calor de uma família, aos moldes bíblicos, desde a mais tenra idade. Antes de conseguir equilibrar-se sobre os próprios pés, antes de ser capaz de andar sem cair, teve mãos masculinas e femininas o levantando todas às vezes que foi ao chão.

Quando chegamos na fase adulta, o Criador nos presenteia com a oportunidade de um encontro com a pessoa que será companhia para a formação de nossas próprias famílias. Como indivíduos maduros, física e psicologicamente, chegamos ao momento de formar o nosso Lar Doce Lar escolhendo alguém do sexo oposto para estar conosco o resto de nossas vidas.

Mas, é tão triste observar matrimônios que se desmancham por motivos banais. Os seguidores de Cristo devem continuar a segui-lo enquanto maridos e esposas, observando o que Ele disse: "Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" - Marcos 10.6-9.

É importante continuar a crer em Deus quando as crises na relação conjugal chegam. O Senhor nos indica procedimentos que consequentemente resolvem os problemas que enfrentamos, as orientações que Ele nos dá restabelece o convívio tranquilo em nossas casas. Se no círculo familiar o amor prevalecer entre as diferenças individuais de homem e mulher, as desavenças se dissiparão como a névoa desaparece ao raiar do sol.

A união entre os cônjuges é muito valiosa e jamais o marido e a esposa devem se esquecer desse valor. O matrimônio é a relação humana que precisa ser protegida mais do que se protege as grandes fortunas em cofres de instituições bancárias. Esta proteção se consiste em o marido cultivar ao longo dos anos o seu amor pela esposa, amá-la como ama a si mesmo; a esposa estar disposta a renovar diariamente o compromisso de acompanhar o marido, exercendo o encargo de auxiladora que Deus lhe confiou. Proteção exercida através da troca de gentilezas, por intermédio de diálogos, exercício do respeito e perdão mútuos.

Que cada cristão não permita que as crises sejam desculpas para a separação do casal. Que não se deixe levar por opiniões propagadas neste mundo, afirmações que desejam nos fazer crer que a satisfação em viver pode ser conhecida nas relações extraconjugais; que cada um de nós despreze o senso comum da sociedade que diz não existir alegria em manter fidelidade a pessoa com quem um dia casamos e dividimos o leito matrimonial.

E, nesta permanência do estilo de vida a dois estabelecido por Deus, que possamos ser genitor ou genitora que gerem filhos que venham a ter a consciência plena de que são almas que têm a liberdade de viver a vida intensamente, porém, um dia terão que prestar contas por tudo que fizerem (Eclesiastes 11.9-10).

"E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele..." - Gênesis 2.18.

"Deus faz que o solitário viva em família..." - Salmo 68.6 a.

"Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará" - Hebreus 13.4.

E.A.G.

Reflexão publicada originalmente no blog Belverede.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

EBD - Lição nº 13: A ressurreição de Jesus

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, junho 26, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 28/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO.
II – A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
IV – O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
  


I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO.

1.1       No contexto do Antigo Testamento.

Significa que no Antigo Testamento a questão já era sentida pela declaração  de Abraão, citada pelo autor, com referência em Hebreus 11:18.

 Os fatos bíblicos que resultaram em três ressurreições no A.T.

Impossível falar em esperança sem esbarrar nesse tema majestoso que é a ressurreição, um dos maiores e mais profundo assunto abordado na doutrina bíblica.


1.2 No contexto do Novo Testamento.

No Novo Testamento a questão esquenta; os fatos ocorridos e apresentados nos evangelhos e no período apostólico, além de os ensinamentos sendo o mais detalhado, encontrado no capítulo 15 de ICor.

Negar a ressurreição é negar as Escrituras Sagradas.

Negar as Escrituras Sagradas é negar o autor.


II A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

2.1 Uma ressurreição literal.

Quando se fala em literalidade da ressurreição fala-se em retorno a vida com o mesmo corpo, presume-se por razões óbvias que sem a doença que o levou a morte.

A malfadada doutrina da reencarnação quer nos convencer que a vida volta reencarnada em outra pessoa ou ser. É o mesmo que dizer que a vida é caminho de mão dupla.

Se a ideia de reencarnação tivesse um pingo de verdade, metade dos escritos do Novo Testamento não teria qualquer validade.  Metade, para não dizer que estou sendo pesado no julgamento.

  
2.2 Uma ressurreição corporal.

Diferente das demais ressurreições, Jesus saiu da sepultura do jeito que entrara nela, com os sinais dos cravos e o lado furado pela lança;  a diferença reside no fato de ter subido ao céu com um corpo glorioso. Até onde as vistas alcançaram, era o Jesus que comera pão e peixe com os discípulos após a sua ressurreição. Fora das nossas vistas, Ele retoma a glória que tinha com o Pai.

III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

3.1  Evidências diretas.

As evidências são muitas, principalmente o desafio feito a Tomé para que lhe tocasse. A questão está em crer ou não nas escrituras.

3.2 Evidências indiretas.

As evidências indiretas são mostradas na lição como a baixa auto estima dos discípulos, o que levou Pedro a tomar uma decisão: “... vou pescar”;  e os demais também resolveram fazer o mesmo.   João 21:3.

IV –  O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

4.1 Salvação e justificação.

Fico imaginando se JESUS não tivesse ressuscitado, (rsss). Estaríamos sendo engolidos vivos.

Disse o anjo às mulheres que tinham ido à sepultura dele: “ELE NÃO ESTÁ AQUI, ELE RESSUSCITOU...” -  Mt. 28:6.

  
4.2 A redenção do corpo.

Se somos crentes e mantemos nossa fidelidade, devemos isto a ressurreição do Senhor.  Paulo, o apóstolo, deixou bem claro quando disse:  “ ... e se Cristo não ressuscitou, a nossa fé é vã”. ICo. 15:17.

A arte na comunicação da mensagem cristã

Posted by Sidnei Moura on sexta-feira, junho 26, 2015 with No comments



Mark Carpenter

Quem pensa que sabe como são os africanos nunca imaginaria que Mia Couto fosse natural do continente negro. O romancista mais celebrado de Moçambique é branco, enche seus livros do realismo mágico da tradição latino-americana e tem um estilo que lembra Guimarães Rosa. Foi contado entre os melhores escritores africanos do século 20.

Em entrevista recente ao Estadão, perguntaram-lhe se há influência brasileira em sua literatura. Respondeu: “Sim. Ela veio justamente da música de Chico, de Caetano. Muitos músicos moçambicanos tinham tentado cantar em português, mas o português duro, rápido, de Portugal, não tinha musicalidade. Aí ouvimos Chico, Caetano, Gil e descobrimos que o português poderia ser outra coisa. Foi uma descoberta.”

Talvez tenha sido crítico demais ao português dos fadistas e trovadores, mas a descoberta de que a língua da mera comunicação corriqueira poderia ser também a língua da poesia e dos sonhos abriu-lhe um novo mundo. Muitos anos mais  tarde, o comitê Nobel também reconheceu que a língua portuguesa possui a maleabilidade necessária para ser talhada por alguém com o talento de José Saramago. Aqueles que se importam com os idiomas enxergam na nossa gramática, nos nossos vocábulos e na nossa sintaxe as ferramentas para criar e perpetuar aquilo que só existe na língua. O português pode ser usado para emocionar, agregar e inspirar.

Como cristãos, temos o privilégio de servir e adorar a um Deus literário. A linguagem da Bíblia evidencia sua preocupação com a arte de expressar-se. Há nela não apenas a Verdade Revelada, mas as múltiplas verdades reveladas por meio de uma riqueza estonteante de poemas, acrósticos, canções, parábolas, paralelismos, hipérboles, metáforas, figuras de linguagem e artifícios da retórica.

Não resta a menor dúvida de que Deus — o Verbo — se relaciona conosco através da Palavra, e que esta palavra tem forma intencional, bela e artística. Leland Ryken afirma que “os escritores da Bíblia e o próprio Jesus Cristo perceberam que é impossível comunicar a verdade de Deus sem usar os recursos da imaginação. A Bíblia faz muito mais que apenas sancionar o uso da arte. Ela demonstra que a arte é indispensável” (The Imagination as a Means of Grace, Communiqué, 2003).

Penso, às vezes, que a linguagem usada em muitas igrejas é como o português “duro e rápido” que Mia Couto ouvia quando criança. É utilitária, descritiva e funcional, mas carece do tipo de imagística e musicalidade que despertam a alma. Como pastores e líderes, concentramo-nos no conteúdo de nossas doutrinas em detrimento de sua forma. Esquecemos que a Bíblia não divide a arte em sacra e secular. Nela, a arte possui valor igual tanto em ambientes de louvor quanto do cotidiano (Nm 21.16-18; Is 16.10; 52.8-9).

Como seria se nossos pastores se importassem tanto com a linguagem quanto se importam Chico, Caetano e Gil, assim também como Davi, Salomão e Jesus? Tenho a impressão que, se a poesia de nossas teologias saturasse as nossas palavras, os muitos Mias Coutos das nossas congregações de repente ouviriam algo diferente, algo novo, capaz de agarrar suas imaginações, inspirar-lhes e enviar-lhes correndo de volta à Palavra, fonte de nossa inspiração.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Maconha reduz QI de jovens e adolescentes, diz estudo

Posted by Wallace Sousa on quinta-feira, junho 25, 2015 with 2 comments

filosofo-maconheiro
Um gêneo filosofando

do The New York Times, via MSN Brasil.

Maconha reduz QI de jovens e adolescentes, diz estudo publicado no jornal The New York Times

Nota: para ler o artigo original completo, acesse o link acima do MSN Brasil.


Esclarecimento: Foram abordados apenas alguns excertos do estudo, tendo em vista que o artigo original somente poderá ser transcrito com autorização, conforme se lê no rodapé do site. Além disso, o texto aqui publicado é uma adaptação que tem praticamente o mesmo sentido do original, mas que não é uma simples cópia. 

Também faço questão de dizer que os grifos (negrito, itálico, sublinhado) não estão presentes no original, sendo apontados aqui justamente para embasarem nossa análise.

Segue texto, acrescido de nossos comentários e reflexões.

O Estudo afirma que fumar maconha regularmente na adolescência resulta em uma diminuição da capacidade cognitiva (nota: isso quer dizer, na prática, um emburrecimento), que não é observada quando o uso dessa droga tem início na vida adulta.
Uma psicóloga clínica, chamada Madeline Meier, da Universidade Duke, em Durham, Carolina do Norte, juntamente com outros colegas, utilizou-se de dados do notório "Estudo Longitudinal de Dunedin", que é uma pesquisa envolvendo um universo de mais de mil neozelandeses e que foram acompanhados desde seu nascimento. Essa pesquisa abrange um período de 40 anos de estudo. 
Nesse estudo foram aplicados testes de Q.I. (quociente de inteligência), bem como outros testes de avaliação neuropsicológica nos participantes. Os participantes responderam várias perguntas sobre seu comportamento, inclusive sobre o uso de drogas, e as conclusões versam sobre a maconha, em especial. 

O estudo foi publicado originalmente no periódico "Proceedings of the National Academy of Sciences".
Comento: um estudo bem fundamentado, e que merece a atenção de todos os nossos formadores de opinião, educadores e, principalmente, pais. Se possível, alguém avise um certo velho gagá FHC...
Quando foram realizados testes nos participantes aos 38 anos, o Q.I. daqueles que fumaram maconha com maior frequência desde o período da adolescência apresentou uma redução média de 8 pontos do período da infância para a idade adulta. O Q.I. dos não usuários havia aumentado aproximadamente um ponto. 

Mesmo depois que os usuários mais ativos terem sido excluídos, ainda foi possível mensurar a diminuição de Q.I. tomando por base os números da infância nos usuários menos ativos e que iniciaram o uso do entorpecente durante a adolescência. 

O mais preocupante disso é que essa acentuada diminuição dos processos cognitivos se mostrava irreversível mesmo depois de os participantes terem interrompido o uso da maconha. Entretanto, o nível de Q.I. dos usuários contínuos que iniciaram o uso após os 18 anos não apresentava a mesma tendência de diminuição. 
Comento: para que você tenha uma real noção do dano associado ao uso da maconha na adolescência, chamo a atenção a um outro fato preocupante, qual seja: o uso de fones de ouvido por adolescentes. O uso contínuo e indiscriminado dos fones de ouvido está causando ensurdecimento nos adolescentes. 
Eles começam ouvindo - música, principalmente, se bem que não considero funk música, mas tudo bem - o som a determinada altura (volume) e, com o tempo, vão aumentando, aumentando o volume até produzirem danos PERMANENTES em seu aparelho auditivo. Permanentes e, em alguns casos, irreversíveis, diga-se de passagem.
E você com isso? Esse ensurdecimento paulatino vai resultar em um futuro com maiores limitações em seus relacionamentos pessoais, por dificuldades de comunicação; em limitações profissionais, pois algumas profissões não aceitam pessoas com deficiências auditivas; em problemas familiares, emocionais, etc. 
Péssima notícia: não é apenas nos ouvidos que o problema está localizado. Os fones acabam por prejudicar também a memorização e a capacidade de aprendizagem (obrigado pela dica, Sammis!). Desgraça pouca é bobagem, já diria o pessimista. É, como diriam alguns, a "zumbificação" duplamente consentida: zumbificação de zumbi (apalermamento, idiotização) e de zumbido (surdez).
Enfim, um potencial não desprezível de graves problemas futuros, por conta de um simples fone de ouvido com volume estrondoso elevado. Se você já tentou convencer um adolescente a diminuir o volume de seu fone de ouvido, deve saber do que estou falando. #tarefa ingrata
Porém o estudo observou que as descobertas representam uma pequena  diminuição do Q.I. como consequência do uso intenso por vários anos, mas que não tem relação com o uso recreativo
Comento: o que seria "uso recreativo", talvez uma espécie de "trago social" ou "fumei, mas não traguei"? Se for o mesmo tipo de recreação dos fones de ouvido por adolescentes, de jovens portando um MP25 com som (muito) alto nos vagões de metrô e ônibus, carros turbinados de playboys nas esquinas, tocando o terror funk nas maiores alturas nos fins de semana, naquelas festinhas regadas a muito álcool e sexo, então parece que não precisamos nos preocupar com mais nada, não é mesmo? Só que não.  (Nota: isso foi uma ironia)
Observe como é deprimente ver pessoas cultas tentando tapar o sol com a peneira, e depois ainda ficam se questionando: "onde este mundo vai parar? O que está acontecendo com as pessoas? Por que há tanta violência e falta de amor nas pessoas"? Ora bolas, se a tragédia é anunciada, por que ficar fazendo perguntas hipócritas, como se não soubesse de nada?
Outro dado preocupante: Pesquisas recentes apontam que poucos adolescentes entendem como prejudicial a sua saúde o hábito de fumar maconha regularmente. E não somente isso: eles agora estão começando a fumar maconha mais cedo e com mais frequência, ou seja, eles estão começando a consumir maconha com menos idadetodos os dias. 
Comento: se com a maconha proibida e criminalizada, os jovens e adolescentes NÃO acreditam que seu uso faz mal e prejudica seu futuro, e se ela for liberada? Algo que não foi explorado nessa pesquisa, mas que é amplamente conhecido, é que a maconha é a porta de entrada para outras drogas mais pesadas, tais como o crack. 
Esse argumento falacioso de que liberar é mais vantajoso e menos custoso ($$) do que reprimir apenas empurra o problema para o futuro. Ora, com o futuro de nossos jovens e adolescentes comprometido, o que será do futuro de nossa nação? 
A quem interessa que nossos jovens sejam pessoas de baixo QI, de baixo senso crítico, emocionalmente frágeis e mais fáceis de de serem manipulados? A quem interessa que o comando de uma nação riquíssima em terras cultiváveis, jazidas imensas de minérios raros e valiosos, com o maior potencial hidráulico do mundo, tanto hidrelétrico como de água potável esteja nas mãos de pessoas manipuláveis?
Será que veremos, no futuro do Brasil, um "maconheiro" como temos um fantoche e marionete "cocaleiro" no país vizinho? Todos sabemos que FHC, infelizmente, vendeu boa parte de nossas riquezas a preço de banana e mais um pacote de balas 7 Belo num processo apelidado de liquidação privatização. Agora, esse senhor também quer vender o futuro de nossas crianças a quem quer lhes roubar a alma? E nós vamos nos calar diante dessa excrescência? 
Se a maconha for descriminalizada (deixa de ser crime e fica liberada para uso, com restrições semelhantes às do álcool, cigarro, etc.), como quer o gagá FHC, que futuro terão nossos jovens e adolescentes? E que futuro terá nosso país? Responda-me, se souber.
A partir desse estudo, os autores afirmam que essas descobertas devem servir de subsídio para que os responsáveis pela formulação de políticas públicas considerem intensificar os esforços para "adiar" o uso da maconha pelos adolescentes, deixando isso para a vida adulta! 

Nota: nesse último parágrafo eu fiz minha interpretação da afirmação do estudo, e isso pode não representar fielmente o que o texto diz. Para não ficar dúvidas, segue o trecho ipsis literis para seu julgamento:
"os autores afirmam que suas descobertas sugerem que os responsáveis pela formulação de políticas devem aumentar os esforços para adiar o início do uso da maconha pelos adolescentes".
Agora meu comentário: eu não güento um trem desses, eu não güento... alguém me segura, por favor! As pessoa pegam dados de mais de mil participantes, durante 40 anos de acompanhamento, descobrem aquilo que já estávamos carecas de saber sabíamos empiricamente e que é mais óbvio do que andar pra frente, e depois vem e diz que adolescente não deve fumar maconha, mas que for adulto pode??? Quem foi o infeliz que soltou o cabresto desse jumento?
Oh, ser sapientíssimo, dotado de uma inteligência feromenal, você vive em que mundo, no mundo da lua? Será que você também não fumou uma refletiu bem para chegar a essa conclusão? Quem, em sã consciência, acredita que uma medida que vise proibir algo aos jovens e adolescentes enquanto libera a mesma coisa aos adultos tem mínimas chances de sucesso? 
Aqui cabe um adendo: poder dirigir apenas após os 18 anos de idade e fumar maconha são coisas diferentes. Beeeeeem diferentes. Não vamos confundir responsabilidade, maturidade, limitações físicas, motoras e técnicas com substâncias entorpecentes, delirantes, viciantes e fomentadoras de violência e desordem social.
Voltando: é mais fácil um filho de alcoólatra nutrir asco pelas bebidas alcoólicas, olhando para a vida destruída de seu pai, não querendo ter o mesmo destino. Mas, estatisticamente, isso é um ponto fora da curva. Filhos tendem a seguir o (mau) exemplo de seus pais!
É fato: adolescentes e jovens espelham-se em quem, para formar seu caráter? Quem são os primeiros modelos dos adolescentes e jovens? O vizinho ou o coleguinha do colégio? Normalmente, são seus pais. E pais desajustados, isso é óbvio, geram filhos problemáticos. 
E serão necessários outros 40 anos se chegar à conclusão que a maconha também é prejudicial quando consumida frequentemente na vida adulta? Talvez não haja diminuição do QI de adultos porque ele se estabilizou (como  ocorre com a miopia, por exemplo), mas isso não quer dizer que outros efeitos negativos não estejam presentes. 
Talvez não tenham sido descobertos porque se estava procurando olhando pelo ângulo inadequado. Se algo faz (muito) mal na infância, não quer dizer que fará o mesmo mal na vida adulta. Vai continuar fazendo mal, mas um mal diferente.
Mas, o fato que ficou claro: Quem quer liberar o uso da maconha, descriminalizando-a, está condenando uma geração inteira de jovens e adolescentes que terão seu futuro comprometido. E isso vai, fatalmente, impactar negativamente o futuro do país. 
Tal proposta, vinda de alguém que fez graça com o chapéu alheio, entregando de mãos beijadas riquezas nacionais que deveriam ser utilizadas para um fim que ninguém sabe, ninguém viu, ninguém comenta, não é de causar espanto. 
Sim, Fernando Henrique, estou olhando para você. Eu tenho vergonha de ver um ex-presidente, em quem um dia eu confiei meu voto, agir desse modo irresponsável e inconsequente, como se fosse um adolescente desmiolado. 
Saiba, FHC: Eu tenho vergonha de você, e muito mais vergonha quando você abre a boca. E nem estou me referindo aquela frase em que você chama os aposentados de vagabundos (e que você também era um deles). Tão culto, cheio de títulos, diplomas e anéis, mas tão tolo...

maconheiro-alimenta-violencia-trafico


Observação (ridícula): todo mundo sabe* que nós só usamos 10% de nossa capacidade mental. Se a maconha compromete 8% do QI dos adolescentes, o que eles conseguirão fazer com esses 2% que sobraram? (risos)

É... tem que rir pra não chorar...

Postou Wallace, do blog Desafiando Limites, indignado até...

ps. não querendo abusar (mas, já abusando), replique em seu blog, compartilhe, comente, recomende no G+ (+1), se considerar importantes as informações aqui veiculadas.

* isso é um mito, até porque não conheço ninguém (exceto eu) que utilize apenas 10% da capacidade mental, mas pra efeito de piada, tá valendo! (risos)


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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Publique seu Livro com a Oxigênio, qualidade e profissionalismo

Posted by Wallace Sousa on quarta-feira, junho 24, 2015 with No comments

Publique seu Livro com a Oxigênio, qualidade e profissionalismo


Um escritor de primeira viagem sem um acompanhamento profissional nem sempre alcança as expectativas ao publicar um livro pela primeira vez. Essa experiência pode ser ainda mais difícil quando se trata de livros evangélicos. Por ser um nicho muito específico, se a publicação não for feita com qualidade, o resultado pode frustrar ao invés de satisfazer.

Os escritores Wallace Sousa e Wilma Rejane Neri Moura já passaram pela experiência da primeira publicação e garantem que escolher bem a editora faz toda diferença. Wilma reside em Teresina e é editora do Blog Tenda na Rocha. Ela publicou dois livros: “Às Margens do Quebar” e “A Primavera de Sara”. A autora também participou de uma Antologia sobre "Blogs Evangélicos, O Impacto da Mensagem Cristã na Internet".

Ao entrar no mercado literário, Wilma conta que entrou em contato com diversas editoras e encontrou muitos obstáculos. Através da internet, ela conheceu a Editora Oxigênio por meio 
do livro “O Amor Tudo Vence”, do editor e escritor Léo Kades. 

Wilma entrou em contato com a Oxigênio e desde o começo se surpreendeu com a qualidade e o profissionalismo. “Fiz contato com a editora e posso afirmar que existe um grande diferencial no atendimento a novos autores e relação editora/autor na Oxigênio. Eles sonham junto com o autor e isso é importante porque o processo de publicação se torna agradável e não desgastante, prático e possível”, destaca.

A autora ainda comenta que no universo editorial brasileiro, novos autores são desconsiderados até provarem ter potencial de venda, o que leva certo tempo. “Enquanto isso, (novos autores) sofrem o desprezo de editoras que preferem publicar quem já é popular e consagrado, ou que pague muito caro para ver sua obra pronta e no mercado”, comenta.

Decepção ao publicar O também blogueiro e escritor Wallace Sousa passou por uma situação um pouco diferente. Autor de “Vou Desistir... Não Aguento Mais!”, ao publicar o livro pela primeira vez, não teve o resultado esperado. Ele conta que os serviços prometidos não atingiram as expectativas. Erros de digitação, de diagramação e até mesmo a revisão prometida não foi feita.

Então, por indicação de Wilma, Wallace procurou a editora Oxigênio e teve outro resultado. “Somente bem depois, quando do lançamento da segunda edição, eu pude comparar as duas em mãos e perceber a diferença entre ambas. Por isso, por conta da dor de cabeça enfrentada, 

do serviço de qualidade questionável e do custo envolvido, eu sugiro a quem quer publicar um livro que, desde o início, procure pessoas sérias, honestas e competentes para não passar pelos estresses que passei”, aconselha o escritor.

Como publicar um livro com a Oxigênio


A editora Oxigênio busca auxiliar pastores, líderes cristãos e autores evangélicos em todo o Brasil na publicação de seus livros. Basta o autor acessar a seção Publique e preencher o formulário de cadastro e solicitar o seu orçamento. A editora oferece opções de impressão por demanda a partir de 200 exemplares ou impressão padrão de mil a 50 mil exemplares incluindo os serviços de capa, revisão , diagramação, ISBN e código de barras.

A Editora Oxigênio tem sede em Santa Catarina e tem como missão publicar livros que possam trazer qualidade de vida e bem estar aos seus leitores. Com anos de experiência no mercado editorial brasileiro e contando com cerca de 500 obras editadas e publicadas, a empresa oferece o suporte necessário ao novo autor na realização de seu sonho, contando com uma equipe de revisores, designers e diagramadores, além de assessoria editorial personalizada para cada projeto.

Acesse o site e solicite orçamento: http://editoraoxigenio.com.br/editora/publique-seu-livro/

Este post faz parte da campanha de divulgação em parceria com a Editora Oxigênio.

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