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segunda-feira, 30 de maio de 2016

A PARADA GAY AFRONTA TODA A CRISTANDADE

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, maio 30, 2016 with No comments
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Sou cristão evangélico, assembleiano. Não apoio a Marcha para Jesus, pois estou convicto da sua inutilidade e de qual seja o escopo de seus organizadores. Esse ponto de vista deixa-me plenamente à vontade para o que vou dizer.
1) Nenhum desses eventos ditos evangélicos jamais afrontou qualquer parcela da sociedade; sejam entidades sérias como as diversas religiões cristãs ou não; sejam grupos de ativistas de qualquer segmento social, dos mais aceitáveis até os mais desprezíveis.
Os eventos evangélicos sempre trataram de assuntos pertinentes às suas democraticamente respeitáveis crenças, sem ataques políticos ou de qualquer outra espécie, ainda que a prefeitura paulistana lhes tenha negado o espaço mais tradicional para eventos: a Avenida Paulista.
2) São Paulo abre a conceituada avenida para eventos politico-partidários, o que é justo, mas o faz também para a Parada Gay: administrativamente um ato de discriminação (ou temor pelo enorme continente cristão?). Porém, a questão aqui não é o local, mas a desavergonhada e zombeteira falta de respeito para com TODOS os cristãos do mundo.
Os movimentos gayzistas têm afrontado a fé em Cristo, trazendo para a rua suas versões nojentas da crucificação de nosso Senhor e, nessa última passeata, atacam com ferocidade o livro mais precioso da cristandade em toda a Terra: a Bíblia Sagrada.
Como querem esses bandidos o respeito cristão, se, atacam vilmente com suas intolerâncias execráveis a nação que ama e respeita a Bíblia Sagrada?
3) por outro lado, esse sórdido comportamento atesta que, dada a forma ignominiosa de vida a que se submetem, como escravos da rebeldia contra Deus, não poderiam agir diferentemente, o que faz do Texto Sagrado o documento divino que os condena de modo inexorável, e dos cristãos faz um povo que lhes aponta a possibilidade de irem ao encontro do Salvador da humanidade, o qual entregou a sua vida na cruz, para redimir a todos quantos nele crerem.
A mesma Bíblia desrespeitada pelos ativistas gays informa-os sobre sua condenação: "Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João, 3.18).
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

O Cristão e a Universidade - obra literária de Valmir Nascimento lançada pela CPAD

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, maio 30, 2016 with No comments

O Cristão e a Universidade - livro de Valmir Nascimento Milomem Santos lançada pela CPAD.

"Com muita gratidão a Deus comunico o lançamento do meu livro "O Cristão e a Universidade" pela CPAD. Trata-se de um guia abrangente para a defesa e o anúncio da cosmovisão cristã no ambiente universitário, com o objetivo de formar uma mentalidade eminentemente cristã na vida daqueles que ingressam nesse meio. A obra será lançada oficialmente no encontro Liderar, em Brasília, dia 17 de junho. Em breve, estará a venda em todas as redes de livrarias e no site da Editora CPAD" - Valmir Nascimento Milomem Santos.

E.A.G.


domingo, 29 de maio de 2016

DIREITOS CIVIS, MORAIS E ESPIRITUAIS - EBD LÇ 10 para 15/05/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on domingo, maio 29, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 10 PARA O DIA 05/06/2016.
“DIREITOS CIVIS, MORAIS E ESPIRITUAIS” (subsídio).
PONTOS A ESTUDAR:
I – DEVERES CIVIS.
II – DEVERES MORAIS.
III – DEVERES ESPIRITUAIS.

 Examine se os ensinamentos da sua igreja (local) estão consubstanciados nos ensinos bíblicos. Caso ela não passe na mais elementar análise, acredite, não é igreja.



I – DEVERES CIVIS.

Quero chamar a atenção que a minha opinião é opinião pessoal, sujeita a contestações e não tem o propósito de confrontar o autor da lição nem a casa que a produziu. Como subsídio e na condição de “velho” professor de Escola Bíblica Dominical, procuro dar o tom na forma como sempre ensinei, buscando facilitar o entendimento de alguns pontos propostos, ou seja: Como interpreto o pensamento do autor para passar aos alunos?

1.1       A natureza do Estado.

Com razão o autor estabelece a ordem da fiel tradução em relação ao texto original, considerando que na própria bíblia, quando se fala em potestades, nos conduz sempre ao entendimento do poder das trevas.

No texto ou na tradução de Almeida, potestade nos leva a pensar em governo humano pelo sentido geral do texto.

Basta olhar para a construção política de muitos países dos tempos do antigo testamento para perceber a ingerência divina.

Penso que o texto de I Sm 8 é muito esclarecedor quanto ao dever e os limites da nossa obediência e penso que os limites estão na linha que separa a conduta de Acabe e Jezabel como exemplo de um péssimo governo e reprovado pelo Senhor.

Nos exemplos atuais, exagero na citação do Estado Islâmico, mas temos aí, o governo da Coreia do Norte, simplesmente deplorável e não podemos dizer que Deus tenha compartilhado da sua criação.


 1.2 O propósito do Estado.

Vamos buscar compreensão do texto, ponto a ponto.

No primeiro parágrafo o autor fala de “autoridade espiritual” o que isto pode significar?

O que não é ideológico e o que está acima das questões de ordem política, ou seja, o que está ligado pelo reconhecimento divino quanto a autoridade delegada a cada governo.
Em Rm 13:3-4 Paulo fala de um governo responsável cujo papel é organizar a sociedade para que haja distribuição do bem de forma igualitária. Outra questão é o tempo em que vivia e o papel da igreja diante da dominação do Império Romano, obedecer ou não, pagar tributo ou não? Jesus já tinha se posicionado sobre isso, Mt. 22:21.

Quanto a anarquia ela é produto da existência das diversas ideologias políticas que se assentam na tríplice base; Direita, Esquerda ou Centro, podendo ser um governo democrático ou totalitário.

O Cristão não deve compartilhar de qualquer movimento de caráter ideológico. A bíblia é suficiente para nos encaminhar pelo caminho da graça, da verdade e da sabedoria.


1.3 A igreja e o Estado.

Não há o que esclarecer neste ponto quanto ao reconhecimento do Estado, suas leis e aplicações; sempre acordamos que não se pode organizar uma sociedade que respeite os limites se não houver lei coercitiva para o cumprimento da ordem pública em todos os sentidos.

O Estado é laico quando não interfere de forma parcial nas questões religiosas.

A igreja (local) não tem qualquer papel no cenário político não significando que ela deva ser omissa quanto á orientação também imparcial devida aos seus membros e quando o momento o exigir, lembrando que os membros são cidadãos em potencial.  Não se pode transformar o culto a Deus em oportunidade de politização ou proselitismos.

É bom que o professor leia este tópico com seus alunos. Pensamento completo.

II –  DEVERES MORAIS.

2.1 A dívida que todos devem ter.

Muitos sofrem com essa questão de dívida refiro-me a dívida financeira na relação entre credores e devedores.

Há pastores insensíveis que pregam sem separar o joio do trigo na igreja e até afirmam que nessa condição o crente não será salvo.

Joio – O mau caráter que compra na certeza de não poder pagar e ainda supérfluos.
Trigo – O que foi vítima de riscos como desemprego, saúde etc.

O crente trigo sobe e os despojos ficam.

Não se deve julgar o irmão por eventual citação do seu nome no controle de maus pagadores.

2.2 A segunda tábua da lei.

Já estudamos em lição anterior acerca da lei e sua importância no contexto do Evangelho. O aluno pode achar impróprio este ponto, porém sem entender o pensamento do autor, isto pode até ficar confuso.

A repetição da lei decorreu da quebra das tábuas sobre o bezerro de ouro e assim, a segunda parecia tão somente consolidar o que Deus havia determinado ao povo na primeira. Ex. 32:19-24.

Para nós ficam as questões legais do Sinai que digam respeito ao controle da vida moral e o temor devido ao Senhor.

O autor neste ponto enfatiza e divide a lei em dois grupos. No primeiro a que chama de relação vertical, que trata da relação direta entre Deus e os homens e no segundo grupo a que chama de “horizontal” das relações entre homens e homens, ou seja; Deus se preocupa conosco e com nossa sociedade.

2.3 O segundo grande mandamento.

Sem dúvida alguma, ao amar, dispensamos as ordenanças que tratam das nossas relações. O melhor que possa acontecer em nossas vidas é sempre fruto do amor; até para ser um verdadeiro discípulo do Senhor. Jo.13:35

Deus promoveu a salvação dos homens por amor. Jo. 3:16.

III –  DEVERES ESPIRITUAIS.

3.1 Consciência escatológica.

A consciência escatológica citada pelo autor trata dos nossos cuidados em relação ao tempo que resta e como dever espiritual, nem precisaria dizer que a tarefa mais importante da igreja não é organizar a sua programação ao longo do ano, agendar seus compromissos, administrar as emoções dos diversos grupos que representam 80% da preocupação de um pastor na administração da igreja local e sim, preocupar-se com a salvação das almas. Nisto pecamos.


3.2 Consciência da salvação e do Espírito Santo.

CONSCIÊNCIA SOTERIOLÓGICA – Soteriologia  ou mais simplesmente chamada de doutrina da salvação não é o simples ato de agregar pessoas ao grupo, mas pessoas ao corpo de Cristo pelo novo nascimento mediante a pregação da fé. Diferente de tudo o que se vê no chamado movimento neopentecostal onde as pessoas são desafiadas todos os dias a buscarem sua saúde e vitórias na vida econômica. Os padres estão fazendo isto também; imitando a quem não oferece exemplo para imitar.

CONSCIÊNCIA PNEUMATOLÓGICA – Pneumatologia ou simples a doutrina que trata do Espírito Santo e das suas obras entre nós. Termos criados pelos estudiosos para definir as bases do estudo da Bíblia de forma racional e por divisão.

Perceba que o autor chama de referência indireta certamente pelo fato de relacionar os cuidados e ação do Espírito Santo, como o nosso Paracleto ou Consolador nas questões morais da vida cristã, não cabendo aqui, a discussão sobre batismo com o Espírito Santo ou dons espirituais.

Toda a nossa caminhada deve estar sendo monitorada pelo Espírito de Deus e assim, por ele conduzida sem que isto signifique subestimar o valor da nossa razão sobre os nossos atos, ou seja O fato de o Espírito de Deus estar em nós conforme Jo. 14:17 não anula a nossa capacidade de escolhas.


 A vida segundo o Espírito estabelece o mais perfeito e puro vínculo entre nós e Deus.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

A NOVA VIDA EM CRISTO, LÇ9 para EBD 29/05/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, maio 26, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 9 PARA O DIA 29/05/2016.
“A NOVA VIDA E CRISTO”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A MORDOMIA DA ADORAÇÃO CRISTÃ.
II – A MORDOMIA DO EXERCÍCIO DOS DONS.
III – A MORDOMIA DA PRÁTICA DAS VIRTUDES CRISTÃS.

SEM A EXPERIÊNCIA DO NOVO NASCIMENTO NÃO HÁ NOVA VIDA.

I – EM RELAÇÃO A MORDOMIA DA ADORAÇÃO CRISTÃ.

1.1       Uma exortação em forma de apelo.

Que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus...

Eu penso que o verbo rogar tem muita força como expressão e sentido em nossa língua e uma riqueza de sinônimos; entre tantos, “suplicar” para este pedido de Paulo, soa como um apelo que sai do fundo da alma.

Se devemos fazer algo nesse sentido, que seja com muito amor e diligência.

Se tivéssemos que fazer apelo semelhante por conta dos desvios na celebração de cultos, isto viraria uma gritaria. Copo de água que vai e vem, movimentação de pessoas nas horas impróprias e conversas furtivas.

E acreditem, há pastores que gastam verbos cobrando postura moral sobre costumes e na sua igreja, os cultos deixam a desejar no quesito, comportamento.

 1.2 Um palavra concernente ao corpo.

O corpo, além de “templo do Espírito Santo” (ICo 3:16) é instrumento de adoração e não deve se fazer representar pelo “não fui ao culto, mas estava orando em espírito pelos irmãos...”; ele precisa estar presente.

O corpo não deve ditar regras de como cultuar a Deus, a mente sim, racional é a resposta.

Nada mais rebelde que um corpo sem domínio, inquieto e que acaba perturbando a ordem do  culto.

1.3 Uma palavra concernente a mente.

O culto a Deus se faz com a emoção e com a razão.

A emoção desperta o lado sensitivo da alma preparando-a para ouvir a Palavra do Senhor e para isto, os louvores funcionam como agentes. Tudo no seu lugar e tempo certos.

Alma preparada;  louvou,  adorou e agora quer uma mensagem genuinamente bíblica que produza conversão em alguns e construção de vida pura na maioria. Nesse momento, a razão se sobrepõe para ouvir e julgar a mensagem à semelhança dos crentes bereanos, Atos 17:11.

O professor precisa deixar claro aos seus alunos que o Espírito de Deus não tira o domínio da razão, não a turva por conta das eventuais manifestações de alegria pentecostal.


II –  EM RELAÇÃO À MORDOMIA DO EXERCÍCIO DOS DONS.

2.1 Exercitá-lo com moderação e humildade.

O autor traz o entendimento à luz da palavra grega encontrada nos textos originais cuja riqueza de sentido ou significado que é amplo sendo o principal; Charisma ou ainda carisma como forma aportuguesada, igual à dádiva de caráter imaterial concedido pela graça e por graça. Tudo o que recebemos de Deus e até a capacitação para o serviço, à semelhança de Bezalel em Ex. 31:1-5.

A proposta do autor é que os dons sejam exercitados à mordomia, ou seja, a serviço dos crentes, com moderação e essa moderação pode ser entendida como forma de; não abusiva tampouco para proveito em ganhos financeiros e popularidade.

Quem usa os dons como forma de ser reconhecido não passa de um usurpador da graça do Senhor.

2.2 Exercitá-lo respeitando a sua diversidade.

O que pode ser entendido como “diversidade” neste contexto?

Aparentemente o autor não trata apenas da diversidade dos dons, há uma grande variedade, mas com relação a individualidade no uso em prejuízo do individualismo.

INDIVIDUALIDADE – Deus usa quem ele queira usar, notadamente quem está com o coração amorosamente aberto, disponível.

INDIVIDUALISMO – É o sentimento inapropriado de alguns que se acham prediletos, escolhidos de Deus para uma ou outra operação.

Ser um instrumento nas mãos de Deus já é muito para quem nasceu sob o pecado. 


2.3 Exercitá-lo com esmero e regularidade.

Nunca entendi essa linha criada para separar leigos e clérigos.

Quem é leigo na casa do Senhor senão aquele que ignora os ensinos bíblicos? Quem tem a mente de Cristo não pode ser declarado leigo.  ICo 2:16 e IJo.2:27.

A regularidade deve ser compreendida como alguém que tendo recebido algum dom pela graça do Senhor, seja sempre ativo, não podendo ser compreendida como se o qualquer dos dons estivesse 100% sob o nosso governo.
                     
III –  EM RELAÇÃO Á MORDOMIA DA PRÁTICA DAS VIRTUDES CRISTÃS.

3.1 Exercitar o amor.

Sobre o exercício do amor e o sentido bíblico para ele, está muito claro no texto e de fácil compreensão.

No grego, o amor está bem direcionado às circunstâncias tais como: Philias ou filéu, que trata do amor filial, em família, desapaixonado. Eros, para o amor carnal e Ágape para o amor entre pessoas e grupos sem conotação com eros.

Em nosso idioma o “amor” funciona para o que é e o que não é.


3.2 Exercitar o serviço cristão.

O texto da lição neste ponto é ótimo, de fácil compreensão e merece ser lido por qualquer dos alunos na classe de forma que todos possam acompanhar a leitura.

O serviço cristão na maioria das igrejas deixa de ser bem compreendido e por conta disso, muitos destroem os sonhos de poucos que tem vontade de servir, mas logo é chamado de “puxa saco” e execrado. Essa é uma das razões para a existência de muitos desigrejados.

Infelizmente um número significativo de pessoas tornaram-se meros frequentadores de igreja. Quando dizem: “Não temos tempo...”, declaram conhecer a igreja como um fim em si mesmo. Perderam a noção que o serviço cristão começa dentro da igreja pelo contato humano e  resulta em ações consoladoras fora dela.


3.3 Exercitar a resistência ao mal.

A resistência ao mal deve significar a rejeição pessoal de tudo o que fere a nossa relação com Deus, que toma toda a nossa atenção mesmo que não fira qualquer código de ética ou cause prejuízo social.

Outro enfoque para “resistência ao mal” é rejeitar os falsos ensinadores que pela televisão, jornal ou qualquer outro meio de divulgação visam dominar pessoas para proveito próprio, para enriquecimento ilícito ou simplesmente pela ignorância, plantar heresias que causam grandes estragos na seara do Mestre.


 A NOVA VIDA EM CRISTO tem como ponto de partida, o novo nascimento que se processa pela ação do Espírito Santo mediante a entrega do coração em propósito de crer na palavra salvadora e no serviço cristão. João 3.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

AFINAL, QUE FAZER?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, maio 25, 2016 with No comments
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 Acabo de ler ferrenha discussão a respeito de uma pregação do pastor Ed René Kevitz. Não vou entrar no sentido teológico da pregação, mas tratar um pouquinho da semântica do texto.
Há necessidade de sempre se estar atento para a sagacidade (no bom sentido) dos discursos. Políticos e oradores sacros bem formados dominam bem essa Arte.
O discurso, em geral, baseia-se em um viés: aquele que o receptor capta imediatamente, sem perceber que há um conteúdo mediato, uma intenção subjacente à forma. Eis o perigo, porque aquele viés pode ocultar outro, não explícito, todavia, mais importante. Sobre isso, os interessados podem consultar uma excelente obra dos professores Platão Savioli e Luiz Fiorin: "Para entender o texto: leitura e redação" (Ática).
Na pregação, Ed René constrói um discurso que desmonta as teses vistas na maior parte das pregações, como se ele viesse na contramão de todos os pregadores. Isso não se comprova, se for buscado o segundo viés, o subjacente, baseado na relatividade dos raciocínios.
Uma mente mais aguçada poderá perceber que a orientação para "deixar de fazer" talvez pretenda levar ao "fazer", desde que...
O citado pregador não deixa explícito o segundo viés (pelo menos, na parte que está disponível na gravação), mas não se deve duvidar de que, como cristão convicto, ele queira que seus ouvintes não usem práticas inócuas, mas que pratiquem tudo aquilo que foi negado, desde que tenham um coração genuinamente convertido ao evangelho de Cristo.
É, no fundo, dizer: "Não faça nada disso por fazer; mas, faça tudo isso por amor a Cristo".
É! Discursos exigem muito também do receptor. Estejamos atentos!
Ev. Izaldil Tavares de Castro

segunda-feira, 23 de maio de 2016

QUEM ESTÁ CERTO?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, maio 23, 2016 with No comments
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 Ser uma nova criatura em Cristo não nos isenta das falhas próprias desta existência. Mas não nos é dado o direito de navegar tranquilos nas águas turvas da nossa personalidade, se é que temos o Espírito de Cristo (Romanos, 8.9).
Nossa condição humana faz-nos seletivos e exigentes quanto às demais pessoas; se temos uma desavença, o outro recebe a totalidade da culpa, e nós plenos de razão.
Acontece que os amigos selecionados hoje não têm a garantia de permanência nessa condição: poderão ser destituídos e defenestrados, assim que nos desagradarem. Nós, porém, temos à mão o salvo-conduto que nos dá a condição de inerrantes, a razão é nossa companheira inseparável.
Que fazemos com os considerados ex-amigos? Afastamo-nos deles, tornamo-los desconhecidos, viramos-lhes as costas, sempre protegidos pela fiel razão que nos acompanha.
O perigo, entretanto, é que nos dizemos filhos de Deus, e por sua misericórdia o somos; desde que o Espírito Santo - Esse sim, nosso companheiro e guia - toque em nossas consciências para percebemos a grande falha em que nos metemos e, a necessidade do perdão divino nos faça perceber a condição misericordiosa de nova criatura em Cristo.
Jesus não nos ensinou o enfrentamento, nem a disputa pela razão; ensinou-nos aceitar a posição menos interessante para a nossa personalidade: "Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e, ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a vestimenta, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas..." (Mateus,5.39-41).
Ser nova criatura em Cristo implica observar nossas ações, nossos caminhos, nossas decisões, ainda que sujeitos a enormes falhas. "Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João, 1.8-9).
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

sábado, 21 de maio de 2016

AOS DEVEDORES, O PESO DA LEI.

Posted by Izaldil Tavares de Castro on sábado, maio 21, 2016 with No comments
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 Por que motivo Edir Macedo, RR Soares, Waldemiro Santiago, Samuel Ferreira e Silas Malafaia são citados pelo líder de UMA DAS Assembleias de Deus (a Igreja Assembleia de Deus não é uma só) como os primeiros líderes a serem perseguidos no Brasil?
Qual a causa dessa pretensa "perseguição"?
Vale lembrar que investigação de falcatrua não é perseguição. Que se investiguem quaisquer acusações, a fim de comprová-las, ou refutá-las. Limpeza é necessário.
Entretanto, hoje, em programa de televisão, aquele líder sediado no Brás, chega ao absurdo de conclamar os crentes para se prepararem a sair às ruas em manifestações, a fazerem "panelaços" em defesa dos nomes citados acima. Será esse um critério evangélico? Merece apoio uma proposta tão díspar da atitude cristã?
Outra pergunta que se manifesta: qual a razão de pastores de formação (e talvez conduta) assembleiana estarem numa lista em que se mencionam pessoas como Edir Macedo, que não é pastor evangélico, mas líder de uma seita espúria; RR Soares que diz ter a missão (missionário) de propagar a "teologia da exigência de bênçãos" pelos méritos do solicitante; de um Waldemiro Santiago, inventor da "toalhinha abençoada", do "trízimo" e de outros meios de arrecadar dinheiro? Faltou na lista dele o Agenor Duque, rei da papagaiada!
Pois bem, se a Justiça brasileira tiver de intimar QUALQUER PESSOA, para prestar contas sobre seus negócios, suas administrações, seus relacionamentos políticos, não cabe à Igreja fazer manifestação pública alguma, pelo menos, até que todas as coisas estejam postas em pratos limpos. Aos devedores o peso da Lei.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.,

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