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sábado, 22 de novembro de 2014

EBD LÇ. 8 OS IMPÉRIOS MUNDIAIS E O REINO DO MESSIAS.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, novembro 22, 2014 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 23/11/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS.
II – O CLIMAX DA VISÃO PROFÉTICA.
III – A VINDA DO FILHO DO HOMEM.

PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:  Peço desculpas pela demora na publicação; pela lição, deveria ter postado com mais tempo.


I – A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS.

1.1 A VISÃO.
Temos aqui uma das formas de comunicação entre os céus e a terra; é a linguagem de Deus. Isaias, Ezequiel,  Daniel e João,  tiveram muitas visões e cheias de profundos significados, sempre ligados aos acontecimentos mundiais, iniciados pelos grandes impérios para concluir com o maior reino a ser estabelecido, o Reino de Cristo na terra.
O leão com asas de águia  – Asas arrancadas; ascensão e queda do Império Babilônico.
O Urso – Império Medo-Persa com toda sua exuberância.
O leopardo com quatro asas – Império Grego. As grandes conquistas de Alexandre Magno e o final dividido desse império.
Último e mais terrível dos animais – Representação do Império Romano cuja história ainda não acabou a quem se pode creditar toda “bagunça” da sociedade moderna, materialista e contrária a Deus. Entendi isso como os pés de barro da estátua do sonho de Nabudonosor.


1.2 A INTERPRETAÇÃO.

As duas figuras introduzidas no sonho; Ancião de dias, tronos e um como o filho do homem. Pode-se simplificar esta complexa série de revelações com o entendimento que diante de Deus, nada para diante de Deus para que se cumpram todos os seus propósitos até que venha o seu Reino.

Confesso que o tempo de aula dedicado às Escolas Bíblicas Dominicais não permitiriam desdobrar essa lição para esclarecer de forma didática o estudo de cada elemento do sonho, todavia, algum aluno possivelmente, tendo lido, se interesse por entender algum elemento do sonho, aí, cabe ao professor usar de sabedoria e tato, para simplificar suas explicações, já esclarecidas pelo próprio autor.


II – O CLIMAX DA VISÃO PROFÉTICA.

2.1 Tronos, “ancião de dias” e juízo divino.

O que nos traz tranquilidade diante de tanta desarmonia, perversão e destruição é saber que o “ancião de dias” tem contagem própria de tempo para exercer o juízo sobre esta terra e as nações, lembrando que na atual conjuntura, por mais que nos esforcemos, condenemos as atitudes imorais dos seres humanos, não conseguiremos deter a manifestação do homem do pecado e filho da perdição, até que o Senhor venha.


2.2 O “Filho do Homem”.

Recomendável que o professor peça a leitura deste tópico, muito bem explicado e que alegra a nossa alma. JESUS transita pelo antigo testamento mostrando-se aos profetas de muitas maneiras. Um dia todos o verão face a face e outros, nem tanto, pois, surgiram na ressurreição final para receber a sentença pelo que fizeram por meio do corpo.

2.3 A grande tribulação.

Já me perguntaram se o Anticristo já nasceu e está no mundo. A minha resposta orbita sempre na questão dos sinais preditos pelo próprio Senhor Jesus, as advertências de Paulo, principalmente as do capítulo 2 da segunda carta aos Tessalonicenses; as manifestações que precedem a vinda do Senhor. Dá para sentir no ar o cheiro podre dessas manifestações e dá para perceber que ninguém conseguirá detê-lo e o seu braço se estende pelo aborto, a prostituição masculina e feminina e o crescimento da imoralidade principalmente na área da cultura; televisão e filmes.
  
III – A VINDA DO FILHO DO HOMEM.

3.1 A visão.

A visão se volta inteiramente para o que é mais esperado, a vindo do Senhor para tirar deste mundo a sua igreja. Há um que resiste até que do meio seja tirado, 2Ts 2:7. Deus nos deu o penhor da herança, o Espírito de verdade que o mundo não vê nem conhece; o Paracleto ou Consolador.

3.2 “Os santos do altíssimo”.

O autor deixa claro que esses santos, considerando a grandeza do plano de Deus, não se restringe aos santos da antiga aliança, é muito mais abrangente para que nos lembremos que os filhos que Deus daria a Abraão, eram como as estrelas ou como areia da praia, incontáveis.

3.3 A destruição do Anticristo.

O Anticristo não é o Diabo, mas, um ser, cheio dele e como homem, será julgado pelo Senhor e o porá no lugar devido com o Diabo e seus anjos; lugar de fogo e enxofre.

Ora vem Senhor Jesus!


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

EBD LÇ. 7 INTEGRIDADE EM TEMPOS DE CRISE.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, novembro 14, 2014 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 16/11/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO.
II – DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM A SUA FÉ.
III – DANIEL NA COVA DOS LEÕES.




PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Mantenha-se fiel e não se deixe levar por qualquer proposta vantajosa que possa afasta-lo de Deus.


I – DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO EM UM MEIO POLÍTICO CORRUPTO.

1.1 Dario reorganiza o governo e delega autoridade administrativa.

Perceba-se que a história se repete, sempre.
Se você não for 100% capaz, tripudiam sobre você.
Se você for muito capaz, falam mal e tentam desestabilizar procurando falhas para acusar publicamente.

Resumindo: Quem pretende servir a Deus, torna-se uma pessoa pública e com certeza, sofrerá ataques e nessa hora, é olhar o menos possível para os lados, seguir em frente e impor a sua personalidade. Exigir sempre o respeito é fundamental, todavia, respeito não se impõe, planta-se como uma semente a partir de atitudes coerentes e firmeza de caráter.

Há muitos que querem o respeito, impondo-se com ares de coronel, trazendo “ares de coronel” para um sentido figurado.

1.2 Daniel se torna alvo de uma conspiração.

Vida de Daniel é o que importa. Quem ninguém ache nada em nossas vidas como também na liderança dos trabalhos a que venha servir como ponto de apoio para os que atacam.

Daniel tinha uma vida íntegra e não dava chances para o azar.

Não encontraram nada na vizinhança, vamos procurar na sua própria fé. Notem que quem quer o mal, não consegue esconder a sua astucia e capacidades para essa prática.

O poder econômico é uma das armas para atacar obreiros fieis, oferecendo presentes, mimos e  paparicar para ter a confiança. Depois de tudo, as unhas penetram na carne. É preciso muito cuidado. Muitos obreiros se deixam levar pelas aparências e muitas vezes, elevam o moral de certos indivíduos que serão os primeiros a destruí-lo.

1.3 O perigo das confabulações políticas.

Quanta astucia, conheciam os hábitos de Daniel.

Muitos políticos evangélicos caem em desgraça por não atentar na malícia alheia.

Muitos irmãos responsáveis por departamentos de compras nas empresas, são prejudicados pelos mesmos motivos  ocorridos na política. Receba essa comissão, pagaríamos de qualquer maneira aos nossos funcionários, dizem eles! Nunca aceite suborno.

Daniel manteve o seu excelente hábito de orar a Deus, pois, precisava mudar a história do seu povo.
  
II – DANIEL, UM HOMEM ÍNTEGRO QUE NÃO TRANSIGIU COM A SUA FÉ.

2.1 Nenhuma trama política mudaria em Daniel o seu hábito devocional da oração.

Daniel entendera que a sua vida dependia de sua relação com Deus escreve o autor e completa:  “a oração era a maneira de orientar de ele ser orientado em suas decisões pessoais e políticas”.

É um tanto incompreensível que pessoas transformem os momentos de oração a Deus, em verdadeiras batalhas espirituais, como propagam.

A oração é antes de tudo, devoção para uma vida de submissão e reconhecido do monitoramento divino sobre as nossas vidas.

Os hábitos podem ser mudados, quando outros interesses se mostram indispensáveis em determinados momentos.

 2.2 A momentânea vitória dos conspiradores.

Não se avalia tudo na vida dentro de um tempo, mas, na soma dos tempos para depois perceber que os maus nunca terminam bem.

Que bom lembrar-se de Hamã e sua insana busca em prejudicar Mardoqueu. Que fim horrível teve Hamã. (Livro de Ester).

Não precisamos tomar vingança em nossas mãos, Deus trabalha para quem se mantém no caminho da justiça.

2.3 Preservando a integridade.

Recomendo a leitura deste tópico que oferece importantes considerações sobre a preservação da integridade.

A vida de Daniel anula o comentário dos que buscam se defender sob a declaração de que; ninguém é de ferro.

O crente verdadeiro pode morar ao lado de ímpios, conviver com impíos profissionalmente e até politicamente, sem se contaminar.

Salmo 15 para todos nós.


III – DANIEL NA COVA DOS LEÕES.

3.1 Daniel preferiu morrer a se dobrar diante de um edito maligno.

Olhando pela ótica de Daniel, sequer deveríamos estar contestando decisões políticas sobre aborto, homossexualismo e etc.

É bom não confundir os momentos nem as realidades; hoje, somos parte de uma sociedade e temos o dever de proteger os mais fracos e menos favorecidos; não é impróprio que o cristão opine, questione, até porque, não se trata de defender interesses pessoais diante de alguma adversidade e sim, como ser social, preservar os valores esposados na Palavra de Deus, como o reconhecimento e sustentação do casamento nos moldes bíblicos, temos também o aborto e a tentativa de reduzir a maioridade sexual das crianças.

3.2 Daniel foi protegido da morte pelo anjo de Deus.

Ao ser lançado na cova, Daniel não contava com essa proteção, mas, ela veio para ele como para os seus amigos na fornalha.

Neste tópico temos outra importante lição. O rei reconhecia a inocência de Daniel, todavia, fez cumprir o edito. Quantos hoje sacrificam pessoas de Deus, simplesmente para não ferir interesses protagonizados por terceiros em prejudicar alguém.

Na fidelidade, a proteção de Deus.
  
3.3 Deus mais uma vez, foi glorificado através da vida de Daniel.

 Um novo decreto impunha a todos em toda extensão do império que somente o Deus de Daniel devia ser adorado.

O fato de essa nova decisão do rei ter sido recebida, possivelmente, com festas e agradável ao povo judeu em todas as províncias, temos que ter muito cuidado para não achar que as coisas de Deus, são feitas por decreto.

Em 391 Teodósio oficializou o cristianismo em todo território dominado por Roma e conhecemos bem os desdobramentos dessa inventiva cujos males foram tão danosos para a humanidade, até a ruptura no século XI com a reforma luterana.





segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Integridade em Tempos de Crise - Uma Anatomia de Daniel 6

Posted by ALTAIR GERMANO on segunda-feira, novembro 10, 2014 with No comments

Em termos práticos as lições que podem ser extraídas dos eventos narrados no capítulo 6 do livro do profeta Daniel podem se dividir em alguns temas perfeitamente aplicáveis à vida do crente dentro e fora do ambiente da igreja.

A Excelência nas Realizações (Dn 6.1-3)

E pareceu bem a Dario constituir sobre o reino a cento e vinte presidentes, que estivessem sobre todo o reino; e sobre eles três príncipes, dos quais Daniel era um, aos quais esses presidentes dessem conta, para que o rei não sofresse dano. Então, o mesmo Daniel se distinguiu desses príncipes e presidentes, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.

A integridade do caráter de Daniel nas tarefas lhe confiadas já era notória entre as principais lideranças do reino. O convite recebido por Dario não foi por acaso. Há crentes que desejam oportunidades de realizações, mas não demonstram competência naquilo que fazem. Convites para grandes empreendimentos são feitos apenas àqueles que alcançam um alto nível de confiança para sua execução.

A atitude de Dario é uma lição para os atuais líderes no diz respeito à necessidade de delegar. Ninguém consegue presidir sozinho e alcançar progresso e sucesso em seu governo, gestão e administração. Delegar é preciso, mas conforme observamos no texto acima, não se delegam grandes responsabilidades a qualquer pessoa. Filhos, genros, noras, cunhados, cunhadas, demais parentes e amigos de alguns líderes recebem delegação sem as mínimas condições de atender às necessidades reais do trabalho. É o conhecido nepotismo. Aos nossos familiares e amigos devem confiadas tarefas e atividades que de fato estejam a altura de realizá-las, caso contrário, sofrerão o líder, o delegado e a obra.

Daniel não apenas cumpriu a missão lhe confiada, mas o fez com um espírito excelente, com esmero, com qualidade, com dedicação, como quem serve ao Senhor e não a homens (Ef 6. 5-8), destacando-se dessa maneira dentre os demais.

A Inveja (Dn 6.4-5)

Então, os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa. Então, estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.

O filósofo e escritor Olavo de Carvalho afirma que: “A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível mas porque se compõe, em essência, de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio da autovalorização. [...] A inveja é o único sentimento que se alimenta de sua própria ocultação.”

A inveja é a podridão dos ossos (Pv 14.30b).

O invejoso é aquele que se entristece, para em seguida arder de ciúmes das conquistas e dos méritos alheios. Ela queria estar, ser e receber o que temos recebido, mas, como não consegue, alimenta silenciosamente esse sentimento nefasto, transformando-o em seguida em ações contra a nossa vida e realizações.

No trabalho, na escola, na faculdade, na igreja, na família, em todos os lugares há os invejosos e os vitimados pela inveja. Basta que nos destaquemos em algo e os invejosos logo se assanham, para depois se revelarem. Eles não conseguem ficar ocultos, nem ocultar seus sentimentos por tanto tempo. Acabam traídos por si mesmos. Você já foi vítima da inveja de alguém? Se já realizastes grandes e excelentes feitos, se de alguma forma te destacastes em algum contexto, com certeza o olhar e a mente dos invejosos já te fulminaram vivo. Não se preocupe com os invejosos, e continue realizando com excelência o que te chegou às mãos para realizar.

Os Invejosos e seus Planos Malignos e Covardes (Dn 6.6-9)

Então, estes príncipes e presidentes foram juntos ao rei e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive eternamente! Todos os príncipes do reino, os prefeitos e presidentes, capitães e governadores tomaram conselho, a fim de estabelecerem um edito real e fazerem firme este mandamento: que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. Agora, pois, ó rei, confirma o edito e assina a escritura, para que não seja mudada, conforme a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogarPor esta causa, o rei Dario assinou esta escritura e edito.

Todo invejoso é um covarde, um traidor, um inimigo disfarçado. Eles geralmente elaboram planos para atingir aquele que é objeto se sua inveja. Com Daniel não foi diferente, nem o será conosco.

Não são poucos, assim acredito, dentre aqueles que estão lendo o presente texto, que já foram atingidos por invejosos covardes. Eu mesmo teria mais de uma experiência para relatar. Enquanto você lê este texto, é provável que algum invejoso esteja armando algo contra você, elaborando um plano para destruir tua carreira profissional ou ministerial, lutando com todas as forças para impedir a tua ascensão.

Para pavor, frustração e desespero deles, ninguém pode impedir os planos de Deus em tua vida! Mesmo que venhamos a sofrer, por fim a vontade de Deus se realizará plenamente em nós e por nós, par ao louvor e glória do Seu santo nome. A covardia de algum invejoso servirá de testemunho e experiência em sua vida para outros, e para as novas e futuras gerações. Se mantenha firme com o caráter cristão lhe outorgado pela Palavra no poder do Espírito.

Infelizmente, há nas empresas e nas igrejas líderes que se deixam levar pelos conselhos dos invejosos, que não pensam antes de agir, que sucumbem diante dos bajuladores. Sim, geralmente os invejosos são também grandes bajuladores dos seus “chefes”. O pior é que tem “chefes” profissionais e eclesiásticos que adoram uma bajulação.

Tal realidade acaba provocando juízo, decisões e ações precipitadas por parte dos líderes. Se algum líder já errou, seguindo o conselho maldoso de algum assessor ou delegado mal intencionado, que buscava o mal de um companheiro seu bem sucedido, espero que já tenha aprendido a lição, e que não repita o erro, par que não venha a sofrer com a injustiça cometida.

A Postura de Daniel Diante da Covardia dos Invejosos (Dn 6.10-15)

Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora, havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. Então, aqueles homens foram juntos e acharam Daniel orando e suplicando diante do seu Deus. Então, se apresentaram e disseram ao rei: No tocante ao mandamento real, porventura não assinaste o edito pelo qual todo homem que fizesse uma petição a qualquer deus ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, seria lançado na cova dos leões? Respondeu o rei e disse: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. Então, responderam e disseram diante do rei: Daniel, que é dos transportados de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste; antes, três vezes por dia faz a sua oração. Ouvindo, então, o rei o negócio, ficou muito penalizado e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou por salvá-lo. Então, aqueles homens foram juntos ao rei e disseram ao rei: Sabe, ó rei, que é uma lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou ordenança, que o rei determine, se pode mudar.

Repito e insisto que não há como ser próspero nas realizações e não ser invejado. A grande questão é como vamos lidar com a inveja e com os invejosos.

Daniel respondeu aos covardes invejosos e à equivocada resolução do rei com oração. Ele não relativizou os seus valores morais e espirituais. Há crente que negociam valores morais e espirituais para alcançarem ou se manter em altas posições. Estão dispostos a vender a própria alma ao diabo por isso. Conheço muitos assim. Perderam o temor de Deus. Estão enfeitiçados e dominados por suas intensas e loucas vaidades. Querem poder, cargos, tronos, prestígio e reconhecimento a todo o custo. Daniel não buscou tais coisas, elas vieram em sua direção na medida em que se mantinha fiel a Deus e trabalhava com excelência. Quando conquistou altos patamares de confiança e autoridade no reino, Daniel também não se apegou a estas coisas. Não havia para ele nada mais importante do que a sua comunhão com o seu Deus.

Ouvi de um líder conhecido nacionalmente, embriagado por cargos e posições, que o poder não se conquista, se toma. De fato, a ação de tal líder, e de tantos outros embriagados pelo poder, é de que vale tudo para se manter e para se tomar poder. Que o Senhor tenha misericórdia destes.

Deve nos chamar também a atenção, o fato de que as atividades políticas e administrativas de Daniel não lhe roubaram o seu tempo de oração, de intimidade com o Pai celestial. Nossas atuais ocupações profissionais ou eclesiásticas tem nos afastado da oração? Se a resposta for positiva, devemos rever urgentemente as nossas prioridades (Lc 10.38-41).

Na Cova dos Leões (Dn 6.16-24)

Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará.

E foi trazida uma pedra e foi posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus grandes, para que se não mudasse a sentença acerca de Daniel. Então, o rei dirigiu-se para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono. E, pela manhã cedo, se levantou e foi com pressa à cova dos leões. E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e, falando o rei, disse a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?    Então, Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre! O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum. Então, o rei muito se alegrou em si mesmo e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado Daniel e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.

Deus permite que soframos temporariamente com as ações dos covardes invejosos. Daniel não escapou, nem tampouco nós escapamos de nossas “covas dos leões”. Na realidade, há um grupo de leões dentro da cova, e outro que fica fora, torcendo por nossa destruição e falência. Deus trata dos dois grupos.

Por uma intervenção divina na história, os leões de dentro da cova não tocaram em Daniel. O instinto animal deles foi neutralizado, de maneira que Daniel ficou intacto. Um mensageiro de Deus fechara a bocas dos leões. Covas de leões não são lugares confortáveis de se estar, mas às vezes são indispensáveis para o nosso crescimento integral. Na cova o Senhor demonstra o seu poder e a sua fidelidade para com os seus filhos amados. Conforme o testemunho do rei, de fato Daniel era um servo do Deus vivo, do Deus que intervém.

Quanto aos leões que ficaram fora da cova, falo dos covardes invejosos, os tais colheram o que semearam. Para eles nenhum anjo foi enviado, e consequentemente, as bocas dos leões de dentro da cova não foram fechadas. Morreram desgraçadamente.

No intuito de matar os outros, os invejosos acabam se matando. No desejo de acabar com a ascensão profissional e eclesial de alguns, os invejosos do alto daquilo que já conquistaram desabam. Os da história aqui narrada perderam os seus assentos de príncipes e presidentes, e acabaram dentro de uma cova, tornando-se ração de feras, tendo os ossos esmigalhados.

A Retratação do Rei, a Glória de Deus e a Contínua Prosperidade de Daniel (Dn 6.25-27)

Então, o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e gente de diferentes línguas, que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada! Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e para sempre permanente, e o seu reino não se pode destruir; o seu domínio é até ao fim. Ele livra, e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões. Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.

Quando o líder erra e toma consciência do seu erro, o mínimo que se espera dele é a retratação e a correção do erro. Assim agiu Dario, assim devem agir todos aqueles investidos de autoridade. Reconhece o erro é um sinal de humildade, dignidade e integridade de caráter.

Em meio a todo o ocorrido, Deus foi mais uma vez exaltado por seu bondoso e poderoso livramento, e seu servo Daniel continuou prosperando em suas realizações. Daniel não sua integridade arranhada pelas feras humanas, nem seu corpo pelos leões.

O episódio deste capítulo 6 de Daniel é lenitivo para as nossas almas, e fortaleza para a nossa fé no Deus vivo!
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sábado, 8 de novembro de 2014

EBD. LÇ.6 A QUEDA DO IMPÉRIO BABILÔNICO.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, novembro 08, 2014 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 09/11/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR.
II – O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS.
III – A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DE BABILÔNIA.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A Bíblia recomenda que devamos viver neste presente século, justa, sóbria e piamente, Tt.2:12   
  
I – O FESTIM PROFANO DE BELSAZAR.

1.1 A zombaria de Belsazar.

Belsazar é o típico zombador, soberbo e insensato. Certamente não tinha noção do tamanho de Deus e o zelo pelos objetos de culto.

Ainda hoje, vemos muitos abusando daquilo que é utilizado nos cultos de adoração ao Senhor; riscam bíblias, harpas, colam chicletes nos bancos da igreja, colocam os pés na parede para descansar, não há o mínimo respeito pelo local de culto e tudo que diga respeito.
Já vi caso de uma harpa cristã, ter acréscimos tolos nos títulos de quase todos os hinos disponíveis.


1.2 A insensatez e a crueldade do autocrata Belsazar.

Todos os grandes impérios tiveram governantes tolos e até reinos como no caso de Israel após a divisão entre o norte e o sul.

O erro mais comum desses governantes assentava-se no tripé: Poder, riqueza e mulheres.

Nada mudou. Os três ou qualquer deles levam líderes à perdição.


1.3 Uma festa profana.

Quando um governante ignora os conselhos de Deus, não revela qualquer temor, não há limites para o que pretendam praticar.

Vejam que orgia não é coisa do lado podre da nossa sociedade que a tudo se entrega. Li o livro “Messalina” e deixei de ler outros por não convir, para ver o quanto um governante sem controle moral pode tentar comprometer toda a sociedade sob seus olhos.

Calígula por exemplo, rendeu filmes e livros.

Há uma banda podre no nosso governo que tenta de tudo para perverter os bons caminhos que a igreja vem tracejando para que  deixemos de receber as bênçãos do Senhor, como nação.



II – O IRREVOGÁVEL JUÍZO DE DEUS.

2.1 O dedo de Deus escreve na parede.

É possível imaginar o que de fato aconteceu naquele momento?

Bem! Eu imagino que a presença do Senhor naquele momento, aliada ao movimento da escrita na parede deve ter causado calafrios em todos os presentes, algo semelhante à morte dos primogênitos no Egito, um sentimento, um pavor.

- Seus pensamentos turbaram.
- Os lombos relaxaram.
- Os joelhos bateram um no outro Dn 5.6.

2.2 A rainha lembrou-se do profeta Daniel.

Falam mal dos pentecostais, mas, na hora do aperto, correm a chamar aquela “irmãzinha” que ora tanto e é capaz de buscar em Deus o entendimento dos problemas que parecem sem solução.

Daniel saberá entender isto e dar entendimento.

- Há no teu reino um homem que tem o espírito dos deuses santos; disse a rainha. Como é ruim desconhecer o tamanho do nosso Deus.

Um dia Jean Wyllys vai vê-lo de perto.

- Aparentemente Daniel não estava no palácio.


2.3 Daniel entra na presença de Belsazar.

Que santa ignorância do Belsazar, onde foi criado; não conhecia sequer a história dos seus pais? “...és tu aquele Daniel dos cativos de Judá que o rei meu pai trouxe de Judá?...”.

“Daniel era um homem que não fazia concessões a sua fé...” gosto dessa expressão, usada pelo autor da lição.
Não fazia concessões a sua fé, não queria e não recebia presentes por mais dadivosos que parecessem. E nós, pregadores, cantores e aqueles que receberam algo de Deus por sua graça?

- “...as tuas dádivas fiquem contigo e dá os teus presentes a outrem...”
Hummmm!!! Mal educado esse Daniel não?

Lembremo-nos de Eliseu e o general Naamã, outro grosso, não?

O maior problema é que temos muita gente fina e bem educada nos nossos dias, resguardadas as devidas proporções. É preciso saber o momento de falar assim como eles.



III – A SENTENÇA CONTRA BELSAZAR E A QUEDA DE BABILÔNIA.

3.1 Os sábios não decifraram...

Deus revelou o significado daquelas palavras.

Algo que não faço qualquer esforço para entender é o que chamamos de “línguas estranhas”. Quando recebi o batismo com o Espírito Santo, falei poucas palavras e nada inteligíveis, quando fui renovado, pois, buscava isso, falei palavras realmente estranhas diferente das primeiras.

O grande problema é que tem muitas pessoas que acham que batismo com o Espírito Santo é pronunciar sempre palavras longe do alcance da nossa inteligência, porém, em Atos 2, vimos que através do batismo, o Espírito de Deus que comanda tudo, pode nos movimentar na direção que queira.

Não esqueçamos de que o dom de interpretar foi concedido para isto mesmo, dar entendimento daquilo que está fora do nosso alcance e tudo para glorificação do nome do Senhor.

Assim foram as palavras escritas na caiadura da parede e assim, Deus deu a Daniel o entendimento das mesmas.
O que foi escrito na parede era realmente estranho, afinal de contas, na Babilônia estavam os sábios e certamente entendiam todos os idiomas e dialetos do seu tempo.


3.2 As quatro palavras misteriosas.

MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM.

- Contou Deus o teu reino e acabou.
- Pesado na balança e achado em falta.
- Dividido foi o teu reino e dado aos medos e persas.

Com Deus não se brinca. Deus não se deixa escarnecer Gal. 6:7.

3.3 O fim repentino do império babilônico.

Recomendo a leitura em classe desse último ponto da lição, por cada aluno e levar em conta o último parágrafo: “...Deus não suporta uma vida de egoísmo, soberba e perversidade...”

“Nada fica impune diante dos seus olhos, quando alguém por puro egoísmo causa prejuízo ao seu irmão.”.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A Bíblia no tablet e em smartphones. Heresia tecnológica?

Posted by Eliseu Antonio Gomes on quinta-feira, novembro 06, 2014 with 1 comment
Por Robson Silva

Depois de ouvir, passiva e mansamente, pastores néscios e recalcados (palavra da moda) esbravejarem contra a internet, contra o Facebook e até contra o uso de notebooks e tablets nas igrejas e, de acusarem – equivocada e falsamente –, dedicados pregadores, ensinadores e amantes das escrituras de se servirem daqueles recursos – em detrimento da Bíblia impressa, segundo eles – para “destilarem um pseudoconhecimento” diante da igreja de Deus, decidi escrever algumas considerações singelas, mas fundamentadas, sobre o uso da tecnologia em prol do evangelho e do Reino de Deus.

Antes de qualquer coisa é preciso que se entenda que, todo conhecimento emana de Deus – “Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.” (Provérbios 2:6) – e que toda tecnologia é ciência e toda ciência é conhecimento. (Ver Ex.31.1-6). A controvérsia talvez resida no propósito ou finalidade para a qual ela é utilizada. Mas não é sobre o que pretendemos discorrer.

Pois bem! Vencida a barreira da origem ou fonte de todo conhecimento, temos que entender o que vem a ser tecnologia ou instrumentos tecnológicos e, neste caso – conquanto tenha em casa algumas obras impressas que tratam do assunto –, preferi recorrer – por uma questão de praticidade – aos recursos da internet, tendo à mão um notebook com conexão Wi-Fi.

De acordo com a Wikipédia (salvo melhor ensino), “Tecnologia vem do grego τεχνη — "técnica, arte, ofício" e λογια — "estudo", sendo um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e a aplicação deste conhecimento através de sua transformação no uso de ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.”, do que podemos depreender que, basicamente (sic), quase tudo que está a nossa volta, hoje, é ou foi produzido através ou com o uso de tecnologia.

O terno, o sapato, os acessórios, as vestimentas e apetrechos, de uma maneira geral, que usamos para ir ao culto; nossas casas, meios de transporte, alimentos (na sua maioria industrializado), os produtos de higiene e limpeza... tudo é ou provém de algum tipo de tecnologia. Até o “Livro da Capa Preta”, com bordas douradas, letras com destaque em vermelho e notas de rodapé (Ah! As notas de rodapé!): a Bíblia impressa, tal como a conhecemos, é produto da tecnologia!

Não entendeu ainda? Então deixa eu explicar melhor.

Durante séculos, homens inspirados por Deus produziram, com o uso de ferramentas tecnológicas primitivas, os primeiros manuscritos da Palavra de Deus (Ver, e.g., Dt.17.18; 31.24; Is.30.8; Jr.30.2; 36.32; Ap.1.11). Para tanto eles se serviram de tabuinhas de madeira ou de argila, peles de animais (pergaminhos), tramas de papiro (papel primitivo), até que, finalmente, o acúmulo de conhecimentos (ciência) nos levou às fibras de celulose e ao papel alcalino, branquinho, com o qual produzimos as nossas Bíblias.

Mas, nem sempre foi assim! Foi apenas por volta de 1439 que, Johannes Gutenberg, um dedicado inventor e gráfico, elevou a técnica da escrita manual das obras literárias a um patamar nunca antes imaginado: a produção em larga escala de páginas impressas a partir do uso de tipos gráficos padronizados em uma prensa de madeira. Sua principal e mais célebre obra foi a Bíblia Sagrada! (Consulte na Wikipéd
ia: Bíblia de Gutemberg).

Graças a esta tecnologia, aprimorada ao longo de mais de 500 anos, podemos nos dar o prazer de folhear, examinar, ler e reler não apenas uma, mas, dúzias de versões de Bíblias produzidas dentro e fora do nosso país, nos mais variados idiomas. Eu particularmente tenho um bom acervo, e louvo a Deus por esta graça! Nem todos desfrutam da mesma liberdade ou tem o mesmo privilégio.

Isto posto, voltamos à questão primordial: “O uso das tecnologias e equipamentos do século XXI na igreja inviabiliza ou substitui a Bíblia impressa, ou põe em 'xeque' a capacidade do crente compromissado com a genuína Palavra de Deus de preparar seus estudos bíblicos, esboços de mensagens etc.?" Penso que não! Pelo contrário! [continuação da leitura no blog do autor]


Artigo publicado originalmente com o título Não Abro Mão da Minha Bíblia, Mas Não Dispenso um Tablet

sábado, 1 de novembro de 2014

#UBEbooks - RECEBA!!! Reflexões de um Blogueiro

Posted by Felipe M. Nascimento on sábado, novembro 01, 2014 with No comments





 Tema: RECEBA!!! Reflexões de um Blogueiro
Textos do Blog: receba-blog.blogspot.com.br
Editores do blog Receba!!!: Fábio Stefani da Silva  & Simone Stefani da Silva
Arte da capa: Felipe M.Nascimento - Vida Profética- Equipe UBEblogs.


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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

EBD LÇ 5 Deus Abomina a Soberba

Posted by Carla Ribas on quarta-feira, outubro 29, 2014 with 1 comment
Integridade Moral e Espiritual
Lição 5 - 2/11/2014

Por: Carla Ribas

Integridade Moral e Espiritual 

Introdução: O que é a soberba?

O primeiro passo para a compreensão dessa aula é pesquisar o significado de soberba:

Segundo o dicionário Aurélio, soberba significa: orgulho, altivez, elevação, arrogância, sobrançaria.

Assistindo ao Portal EBD, aprendemos a raiz da palavra soberba: supérbia - qualidade de algo que se acha superior. A definição de soberba também aplica-se quando a pessoa acha que é a fonte dos seus próprios bens materiais e espirituais. 

Quanto à abominação, vale ressaltar o seu significado: repulsa, asco.

O professor,  dr. Caramuru Francisco, faz um link com Thiago 1.17, onde lemos que tudo vem do Senhor; também  com Isaías 14 onde satanás - antes um querubim ungido - se ensoberbeceu a ponto de almejar e tentar ser “semelhante ao Altíssimo”. Mas, o exemplo da sua queda e condenação ao fogo eterno demonstram que o juízo de Deus é severo. 

Um comentário que chama a atenção é que o período de 12 meses entre o sonho de Nabucodonozor foi a chance dada por Deus para que o rei se arrependesse dos seus pecados. 



Esse tempo que Deus deu a Nabucodonozor é uma figura da Dispensarão da Graça. É o tempo em que a humanidade está vivendo. É o que Jesus, citando o profeta Isaías, chama de ano aceitável do Senhor.

 Em Lucas 4. 18, lemos que Jesus entra na sinagoga, recebe o livro do profeta Isaías cap. 61 e lê: 



"O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor." RA




"O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor”. NVI

Então Jesus fechou o livro (rolo), pois estamos no ano aceitável do Senhor, no tempo que Deus nos deu para confessarmos e deixarmos os nossos pecados e usar de misericórdia para com os povos. 



Assim com ocorreu com Nabucodonozor, o juízo de Deus virá sobre a humanidade, a chance de arrependimento está sendo oferecida.



O livro de Daniel

O quarto capítulo de Daniel tem sito descrito como o documento governamental mais marcante dos tempos antigos. Iniciando com a inscrição Nabucodonosor, rei, esse documento falava com autoridade imperial a todos os povos, nações e línguas.

Sem expressar vergonha ou apresentar desculpas, essa proclamação exaltava a Deus, o Altíssimo. Poucos líderes mundiais em qualquer época têm sobrepujado Nabucodonosor em dar glória a Deus ou em expressar de forma correta Seu sublime caráter. Esse capítulo bem poderia ser chamado de “Teodicéia do Imperador” - uma vindicação sublime dos julgamentos de Deus e sua justiça.

Como são grandes os seus sinais, como são poderosas as suas maravilhas!
O seu reino é um reino eterno; o seu domínio dura de geração em geração (3, NVI)

O período em que se deu o Sonho:

Não há indicação clara acerca do período no reinado de Nabucodonosor em que essa experiência humilde e esclarecedora veio a ele. Keil sugere que ela ocorreu “no período final do seu reinado, depois de ter participado de muitas guerras para a fundação e estabelecimento do seu império mundial, mas também, após concluir a maior parte das suas construções esplêndidas."

A septuaginta data os acontecimentos descritos no décimo oitavo ano do reinado de Nabucodonozor

O sonho e seu cumprimento:



O rei reconheceu que o espírito dos santos deuses estava em Daniel. A tradução HCSBreflete o fato de que Nabucodonozor persistiu em acreditar na pluralidade dos deuses. Porém, tendo sido repreendido (3.24-30) e sabendo que somente Deus poderia revelar o que estava escondido (2.47), é possível corrigir a frase alternativamente como "o espírito do Santo Deus está nele." durante todo o capítulo Daniel é mais frequentemente chamado por seu nome Beltesazar, pois essa é uma escrita sob a perspectiva do rei babilônico, não do exílio hebreu.

O sonho do rei foi sobre uma árvore cujo topo encostava no céu. Encontramos uma expressão semelhante em Gênesis 11:4 para a torre da Babilônia, cujo topo deveria chegar aos céus.

O tronco e as raízes poupados indicava a continuação da vida, o ferro e o bronze apontam para a proteção do tronco. A árvore representa o homem (o rei) pois o anjo declarou que a sua mente humana seria trocada pela de um animal durante sete tempos ou sete anos.

Mas, no meio desse presságio chocante de julgamento, que para o rei deve ter soado mais terrível do que a morte, veio a garantia da infinita fidelidade e misericórdia de Deus. Embora a árvore fosse cortada, o tronco foi deixado para reviver e crescer novamente. Além disso foi cercado de cadeias de ferro e bronze, um símbolo da firmeza e constância da promessa de Deus de sobrevivência e restauração. 

Como servo fiel do rei, Daniel ficou alarmado com a severa disciplina que sobreviria ao rei.
A arvore representava o rei Nabucodonozor, que seria acometido de uma doença mental que o faria viver na natureza, com os animais selvagens (ou do campo) durante sete anos até que se arrependesse do seu orgulho e reconhecesse que "o Altíssimo domina sobre todos os reinos dos homens e os dá a quem ele quer.”

Esse é o único versículo em todo o AT onde Céus é usado como um eufemismo para Deus.
Daniel advertiu para que o rei se arrependesse (fazer o que era certo) na esperança de que isso evitaria a disciplina de Deus.

Nabucodozonozor não possuía menos do que três palácios na cidade da Babilônia. Ele estava andando no terraço de um deles quando ficou maravilhado com a glória da cidade e consumido pelo orgulho. Ao exclamar “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu (“eu eu mesmo”) construí … com meu enorme poder e para a glória da minha majestade? 

Nabucodonozor enfatizou a si próprio como a fonte da majestade. Ele pecou ao não dar o crédito e a glória a Deus como soberano Doador de todas as boas dádivas. Muitos anos mais tarde, o apóstolo Paulo repreendeu os coríntios fazendo a seguinte pergunta: “O que você tem que não tenha recebido? (1Co 4.7)

Ao retardar a sentença de Nabucodonozor em um ano (v 28), Deus o disciplinou no mesmo instante em que ele se deixou consumir pelo orgulho, enquanto "as palavras ainda estavam nos seus lábios”.

Nabucodonosor pode ter sofrido de Licantropia: Psicopatologia. Forma de loucura através da qual um indivíduo pensa ter se transformado em lobo ou em outro animal selvagem, e não tira completamente de suas vítimas a habilidade de raciocínio ou compreensão do que está acontecendo com elas. Dessa forma é possível que o rei tenha percebido que seu próprio orgulho fora a causa da sua insanidade. 

Nabucodonozor arrependeu-se dos seu orgulho e reconheceu o Deus Altíssimo. Sua sanidade voltou instantaneamente, um sinal de que Deus havia suspendido a sentença.

Como um epílogo à narrativa, Nabucodonozor glorificou a Deus, usando palavras que descrevem sua conscientização de que o domínio de Deus é eterno e também resume apropriadamente o tema do livro de Daniel.

Agora eu, Nabucodonosor, louvo e exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância. Dn 4.37




Fontes: 

Comentário Bíblico Beacon vl 4 Editora CPAD              
HCSB Bible               
O AT Comentado Versículo por Versículo - Editora Hagnos e CPAD


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