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quinta-feira, 28 de julho de 2016

A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS, EBD para 31/07/2016 (Subsídio)

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, julho 28, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 05 PARA O DIA 31/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO.
II – OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA.
III – COMO FAZER EVANGELISMO URBANO.

 Disse o Senhor: "(...) Vai chamar e traze-os, quero que a minha casa se encha".




I – ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO.

1.1       A ESTRATÉGIA DE JONAS.

O autor usa a figura emblemática de Jonas para mostrar uma estratégia, assim, o tópico pode ser lido para os seus alunos, considerando que Jonas era um profeta, tinha uma chamada específica para a cidade de Nínive. A espada de Deus estava desembainhada, um lado para o profeta caso insistisse em não cumprir o mandado e sobre a cidade caso não desse ouvidos a pregação de Jonas.

1.2       A estratégia do Pentecostes.

Esta é uma lição de EBD e ao passar as informações aos alunos, certamente poderão questionar alguns pontos e o professor precisar estar preparado para responder-lhes.

O autor fala no primeiro parágrafo que “Não foi sem motivo que Deus escolheu o Pentecostes para fundar a sua igreja” (sic).

Para mim, a igreja foi formada com a escolha dos primeiros discípulos e oficialmente constituída logo após a ressurreição e dar-lhes o sopro de vida registrado em Jo.20:22.

O movimento ocorrido no Pentecostes abriu uma enorme porta para alcançar os pecadores e a manifestação nos idiomas contemporâneos foi mais uma demonstração do  que o Espírito de Deus faz para alcançar os corações e concedeu os dons como ferramenta para evangelização.

Sim, nós temos os dons, mas talvez falte paixão. Precisamos pedir graça ao Senhor e perdão por nossas negligências.

1.3       A estratégia dos pioneiros.

A estratégia divina enviou para Belém, capital do estado do Pará os pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren e estes com certeza, entenderam a vontade de Deus; permaneceram nela.

O Sudeste estava em franco desenvolvimento e o povo nordestino migrou em massa para o sudeste e por onde passaram, polinizaram com a semente do Evangelho como resultado, a Assembleia de Deus tornou-se a maior igreja pentecostal. Pena que as heresias têm atacado por todos os lados.

II – OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA.


2.1 Incredulidade e perseguição.

Recomendo que o professor leia este tópico aos seus alunos e com muita introspecção. Penso que não ouvi nada tão sério quanto essa declaração do autor:

“Nossa mensagem não pode ser confundida com a dos mercenários e falsos profetas. A mensagem da cruz precisa ser pregada na virtude do Espírito Santo”.

Gostaria que essas palavras ecoassem pelo Brasil inteiro e que os jovens que almejam alcançar o ministério a tenham como um grito de alerta: Não sigam as ideologias plantadas pelo neopentecostalismo. Preguem o evangelho da Bíblia.

2.2 Enfermos.

Penso que lidar com os problemas urbanos como saúde, desemprego, drogas, conflitos familiares  e tantos outros problemas,  oferece grande oportunidade para a igreja por em prática o mandado do Senhor, “Ide e pregai...” lembrando que isto exige investimentos, unidade de fé e propósitos.

Acabem-se as festas nas igrejas que tomam o tempo do povo e dinheiro e ensine esse povo que a igreja não é um fim em si mesmo.

2.3 Endemoninhados.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, tão bem mostrado, como devemos ser e agir diante das opressões e levar em conta o que disse o autor: “A igreja não pode fazer da libertação dos oprimidos, um espetáculo...”.

É o que muitos têm feito.

Durante a minha vida encontrei problemas dessa ordem, Deus sempre me deu vitória, mas já encontrei problemas que gostaria de não estar ali, como se estivesse diante do inferno após tornar-se uma habitação de demônios.

A vida moral precisa estar em ordem e a comunhão com Deus deve passada à limpo todos os dias.

Esses encontros sempre foram a grande porta para o avanço do Reino de Deus.


III –  COMO FAZER EVANGELISMO URBANO.

3.1 Treinamento e equipe.

Alguém pode achar que para se pregar o Evangelho, não precisa de tanta técnica. É preciso saber diferenciar o Evangelho pregado pelo amor depositado no coração de um servo com mobilizar a igreja para esse serviço.

Em todo lugar, Deus tem servos fieis carregados de paixão pela obra redentora de Cristo e dispostos a entregarem-se na tarefa de evangelizar.

Toda igreja precisa ser envolvida nessa tarefa e para isto é preciso treinar os irmãos em como abordar pessoas nos mais diferentes locais e principalmente dentro de coletivos, trens, hospitais cadeias  e outros locais onde um deslize pode causar um enorme problema.

O segundo plano diz respeito as equipes cuja liderança precisa ser capaz de influenciar os participantes.


3.2 Estabelecimento de postos-chave.

Recomendo a leitura do tópico.

Nos grandes centros urbanos ou mesmo longe dele, os lares sempre foram os principais pontos para inicio de uma obra, até mesmo para missões transculturais.

3.3 Acompanhamento do trabalho.

Este ponto é de suma importância e é o chamamos de “feedback”, palavra de origem inglesa que significa na prática, obter respostas sobre determinadas ações e assim, avaliar os resultados.

O fracasso de muitos trabalhos que começam bem e acabam mal é que muitas vezes os líderes responsáveis não procuram tomar pé da situação,  se o que foi planejado está dando resultados ou se exige maior presença e investimentos no projeto.

O que sei é que a maioria das igrejas não está se lançando na tarefa de evangelizar em tempos de tanta carência.


A maioria dos programas de TV e rádio não tem prestado o serviço que deveriam, pois seus idealizadores colocam as pessoas em torno de si pelos resultados que desejam e este é um outro grande desafio para as igrejas sérias.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

MEMBROS DO CORPO OU MEMBROS DA CORPORAÇÃO?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, julho 27, 2016 with No comments
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“Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular” (1Co 12.27)

 

 

É do apóstolo Paulo a analogia da constituição da Igreja de Cristo com a noção de corpo. A partir desse princípio, o escritor da Carta aos Coríntios estabelece a relação de cada crente com a Igreja que o Senhor instituiu neste mundo. Por isso, ele declara que o conjunto dos salvos forma o corpo de Cristo, ressalvando que, de modo particular, individualmente, cada qual é um membro. Esse dado também torna evidente a passagem em que Jesus diz: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda vara, em mim que não dá fruto, ele a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto” (Jo 15.1). A Igreja é o corpo de Cristo, o qual é a cabeça desse corpo - a videira verdadeira, cuidada pelo Pai. O Pai cuida da Igreja de Cristo, por conseguinte, sendo nós as varas, o Pai cuida de nós. Glória a Deus!

Os membros do corpo têm funções a cumprir (Rm 12.4), pois as varas precisam produzir frutos. Para isso o Pai as limpa, a fim de mais produzirem. Todavia, as infrutíferas são cortadas do corpo. Ser membro do corpo impõe ser produtivo!

A Igreja é o conjunto universal dos resgatados por Jesus Cristo, por meio de sua morte na cruz e sua ressurreição ao terceiro dia. Esse conjunto, formado por pessoas de “toda tribo, e língua, e povo, e nação” (Ap 5.9) cuja lista está no Livro da Vida, é o Corpo de Cristo.

Neste mundo, o corpo de Cristo forma um rebanho, que cumpre as suas ordenanças (batismo e a Ceia do Senhor) e que, normalmente, desde o dia de Pentecoste, congrega-se em vários lugares, hoje denominados “igrejas”, ou seja, templos que, juridicamente organizados por força de lei, formam as denominações cristãs. Essas denominações agregam os seus membros, os quais, diferentemente da relação espiritual acima mencionada, tornaram-se participantes (membros) de uma corporação.

Chama-se corporação a um conjunto de pessoas com alguma afinidade, as quais se organizam em associação, constituída segundo a legislação do país em que estiver. Assim, a “igreja-denominação” não é entidade espiritual, mas social. Neste caso, os seus membros podem estar, ou não, na condição dos membros do corpo de Cristo. Os que se incluem no segundo caso tornam-se “varas tiradas da videira” (Jo 15.1).

Ultimamente têm surgido grupos que julgam acertado excluir-se de sua igreja-denominação, ficando ausente da comunhão com os irmãos. Tal expediente a Palavra de Deus não apoia. Quem está ligado ao corpo de Cristo necessariamente está ligado a uma igreja-denominação, na qual reparte o conhecimento bíblico e dele se alimenta também. O membro do corpo de Cristo louva a Deus na congregação. “Então declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação” (Sl 22.22) “E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém!” (Lc 24.53 – grifo meu).

Conclui-se, portanto, que há um corpo de Cristo, a Igreja, contra a qual as portas do inferno não terão vitória (Mt 16.18), e há corporações*: entidades cristãs que congregam os seus afiliados, esses podem, até mesmo, não ser membros do corpo de Cristo, os quais só o Senhor identifica, porque só ele conhece os corações.

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

 

 

*Nas corporações ocorre inevitavelmente o corporativismo, e isso pode ser boa ou má prática. Será boa prática, se o corporativismo se resumir à preservação dos princípios basilares de sua constituição. Será ruim, se ele servir a outros fins de natureza política. Convém ler Romanos, 8.35.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

AJUDANDO A DESIGREJAR O POVO DE DEUS

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, julho 25, 2016 with No comments
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 Enquanto muitos cristãos lutam para fazer crescer a igreja instituída por Jesus Cristo e trabalhada pelo poder do Espírito Santo, desde o dia de Pentecostes, aparecem na mídia social (e por outros meios) os destruidores da obra; crentes antibíblicos, fazendo um desserviço ao evangelho.
É necessária a leitura de Atos 2, que relata a descida do Espírito Santo sobre os que estavam "reunidos no mesmo lugar". Mas, se quiserem contestar esse ponto de vista, também deverão ler Atos, 5.7, que narra a chegada de Safira (mulher de Ananias) à igreja; aliás, pelo que se pode depreender, atrasada.
Se quiserem prosseguir, leiam Atos, 6, onde o escritor e pesquisador da História eclesiástica, o médico Lucas, narra a instituição do diaconato. Será que cada diácono trabalhava isoladamente, fora da "igreja instituída"?
É possível continuar pelas páginas do Novo Testamento, para contestar o mau serviço a que muitos irmãos se têm, infeliz e inadvertidamente, dedicado, usando da maneira mais indevida possível o trecho de Apocalipse 18.6.
Outro dado que refuta essa absurda posição do desigrejamento é o fato de que Deus tem um "povo", e um povo não é um indivíduo. O Senhor comprou com o seu sangue uma Igreja - "homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação" (Ap 5.9) que, vivendo neste século, tem prazer em reunir-se para a comunhão com o Mestre. Quando Jesus tomou a última ceia com os discípulos, um retirou-se. Seu nome era Judas.
Está à disposição dos interessados o meu livro "Fugindo da Igreja", recomendado por ilustres pastores e estudiosos das Escrituras Sagradas.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

O CRENTE E O SENTIDO DAS PALAVRAS

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, julho 25, 2016 with No comments
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O sentido (significado) de qualquer vocábulo não está, necessariamente, nele mesmo, em seu isolamento; os dicionários registram os significados mais frequentes (mas não todos os possíveis) que, na condição de palavra, um significante pode ser aplicado. Essa afirmação parece complicada para quem não é do ramo, mas é possível explicar. Vejamos:

1.       Vocábulo é o nome que se dá a uma “palavra” isolada de um conteúdo: sol, terra, camisa etc. Observe que a frequência dos exemplos leva-nos a atribuir um conteúdo que pode ser falso. Pense numa linguagem figurada, para perceber o que digo.

2.       Palavra é o nome que se dá ao vocábulo, agora, constituinte de numa frase. A palavra sempre envolve um contexto.

3.       Dá-se o nome de significante à forma (falada). O significante encerra um significado, um conceito, um conteúdo. Significante e significado formam o signo linguístico.

Dadas essas ligeiras – e até frágeis – explicações, podemos abordar o assunto que nos interessa.

O vocabulário cristão evangélico é - de modo geral - enriquecido pelo texto da Escritura Sagrada. Muito se transfere dali para o linguajar dos cristãos. Por esse motivo, não é raro que se compreenda de forma indevida um grande número de palavras empregadas na Bíblia. Além disso, o apego ao estrito vocabulário bíblico gera o que se pode chamar de jargão evangélico - uma prática nem sempre salutar, pelo fato de que grande parte dos falantes não domina as possibilidades de significados em seus devidos contextos.

Mesmo que eu não registre aqui, há, à disposição de quem se interessar, fartos exemplos dessa particularidade linguística. Um dos casos é o uso de palavras como levita, altar, entre inúmeras outras.

O termo levita tem servido para nomear o cristão que se dedica ao canto solo na congregação; trata-se de uma transposição de sentido de uma palavra hebraica que identificava as pessoas que serviam no culto do Antigo Testamento, uma espécie de diáconos. Os cantores não devem representar, na igreja, uma classe à parte. Essa perspectiva tem despertado a vaidade de muitos cantores, os quais já não dispensam esse tratamento indevido. O louvor e a adoração a Deus são atividades de toda a congregação. Evidentemente alguém lidera a condução do cântico na igreja, mas sua atuação não é a de um levita. A figura do levita já não existe, como não existe a figura do sacerdote, nem do altar; ainda que algumas pseudoigrejas cristãs imitem de modo ridículo um passado hebraico. Ao que conduz o cântico na igreja, é mais saudável chamá-lo líder de louvor, reservando o uso de ministro àquele que ministra (entrega) a mensagem da Palavra de Deus.

É comum, também, que se atribua ao termo altar um sentido diverso da sua etimologia. Não existe hoje um lugar santo, no sentido original da palavra. Não há santidade específica em nenhum espaço da igreja. A santidade deve estar naquele que ministra no templo, ou fora dele. O cristianismo evangélico não admite a existência de um altar, ou seja, lugar de sacrifício como ocorre na liturgia católico-romana. Trata-se, portanto, de uma impropriedade na linguagem. O lugar de onde se entrega a mensagem bíblica é uma tribuna, um púlpito.

Fica aqui a sugestão para que os crentes demonstrem vivo interesse pelo uso de um vocabulário adequado à sua convicção. Que as igrejas sejam grandemente atenciosas às escolas bíblicas, levando aos seus membros bons ensinos litúrgicos, assim como uma boa compreensão do vocabulário evangélico, para que os crentes sirvam de testemunho da sua fé, impressionando a sociedade tal qual os servos da casa do rei Salomão diante da rainha de Sabá.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

sábado, 23 de julho de 2016

AS PATACOADAS NO TEMPLO.

Posted by Izaldil Tavares de Castro on sábado, julho 23, 2016 with No comments
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Patacoada. Você sabe o que é isso? Significa palhaçada, falta de bom senso, desequilíbrio emocional.
Nestes dias, as patacoadas acontecem em muitos púlpitos evangélicos pentecostais e, praticamente, entre todos os seus ouvintes. Quem duvidar assista aos programas sabatinos nas redes de televisão. Aliás, não vejo como aceitável programas de televisão para crentes. Seus apresentadores deveriam divulgar a Palavra do evangelho, porque crente deve alimentar-se em sua igreja.
Bem, retomando a questão das patacoadas, precisamos entender que a verdadeira alegria espiritual não se manifesta com os brados (às vezes coletivamente induzidos) de inconsequentes "aleluias" é "glórias".
Muitos pregadores intensificam a voz, usam acompanhamento "musical" respectivamente crescente, a fim de estimular os ouvintes a essa ridícula patacoada, não raro, acompanhada de outra: as palmas também automáticas. Palmas para quem, para quê? Para o pregador? Para incentivá-lo?
Os crentes pentecostais não podem continuar com essa tão grande manifestação de despreparo bíblico. É necessário ter em mente o que o apóstolo Paulo recomenda: "inteligência espiritual" (Cl 1.9) e "decência e ordem" (1Co 14.40). Além disso, zelar pelo discernimento (Hb 5.14).
Não me digam que estou inibindo expressões de louvor ao Senhor, ou a doce manifestação do Espírito Santo. Na verdade, só estou recriminando as patacoadas. Posso?
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

CUIDADO COM O SEU DINHEIRO!

Posted by Izaldil Tavares de Castro on sexta-feira, julho 22, 2016 with No comments
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O ser humano tem natureza rebelde. Sua propensão é a prática do erro, por causa da herança adâmica. Deus alertara a Adão, quanto às consequências da infração daquilo que lhe fora determinado (Gn 2.17-18). Cometida a desobediência, toda a geração humana ficou contaminada pelo mal. Adão não previra a extensão de seu desajuste; toda sorte de desvio maligno instalou-se no caráter humano, ora morto em sua relação com Deus.

Sem amor a Deus, o ser humano destinou seu amor a si mesmo e às coisas terrenas, de modo tão intenso, que ficou dominado por sentimentos que lhe roubam a nobreza, a paz e a felicidade. Entre esses sentimentos projeta-se o amor à riqueza material, a avareza incontrolável.

Incapaz de bem conduzir e de refrear os seus sentimentos, o homem tem agido instintivamente guiado pela concupiscência, que é a corrupção de sua mente, levando todas as gerações às mais terríveis consequências. O mundo cresceu demograficamente e, com ele, uma enorme ansiedade pelo poder e pela riqueza de bens materiais. As sociedades formaram-se em cima do poder da riqueza, promovendo a distinção social, apoiada no poder econômico e financeiro de cada indivíduo. Maior poder de domínio é dado àquele que tem mais.

O homem descobriu meios de sobrepor-se ao seu semelhante: acumulou terras, gado, dominou regiões, usou a inteligência e a aplicou ao preparo intelectual, sempre tendo como objetivo a dominação do outro. Nessa tarefa desonesta de dominação, exercida tanto pelo indivíduo quanto pelo Estado que ele mesmo construiu, apareceu a moeda corrente, representando o valor com que o homem pode manipular e gerir as relações com toda a humanidade.

O dinheiro, então, passou a ser o meio pelo qual o ser humano extrapola quase todas as suas más intenções. O dinheiro tornou-se o deus da humanidade perdida de Deus. O homem anseia pelo dinheiro, vive pelo dinheiro, trabalha pelo dinheiro, rouba para ter dinheiro, mata o semelhante por dinheiro. Tudo quanto devia levar os indivíduos à busca de Deus, leva-os, agora, à busca desse deus miserável, mostrando quão tola é a humanidade.

Mas não é a espécie monetária, em si, a causadora de males; ela é algo neutro, serve apenas como instrumento que os homens maus utilizam para a prática dos seus pecados. As armas de fogo não são ruins nelas mesmas; elas são simplesmente o instrumento que a humanidade criou para praticar seu instinto assassino. As coisas não são más; o homem não regenerado é mau.

Quando Deus prometeu a Abraão dar-lhe riqueza abundante, informou-lhe que ele seria uma bênção (Gn 12.2). Abraão não seria apenas abençoado; ele seria “uma bênção”, evidentemente, para outras pessoas. Hoje, procura-se muito mais ser abençoado do que ser bênção!

No Sermão da Montanha, Jesus alerta contra o amor ao dinheiro e contra a ansiedade pelas coisas materiais Diz o Senhor: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque, ou há de odiar um e amar o outro; ou se dedicará a um, e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”¹ (Mt 6.24). Quanto à ansiedade pelos bens da vida, Jesus dá instruções maravilhosas nos versículos seguintes, do mesmo capítulo.

¹mamom é um termo aramaico que nomeia dinheiro e bens valiosos.

Paulo, apóstolo, declara que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm 6.10). Por causa desse apego morreram Ananias e Safira, Judas traiu a Jesus, e suicidou-se. Por causa desse apego, milhões de pessoas em todo o mundo têm matado, têm-se suicidado, têm roubado. Por essa causa nações entram e cruentas guerras, governos escorcham com impostos a população que os sustenta e até falsos religiosos criam entidades para arrecadarem o vil metal que os enriqueça. A maldade gananciosa do homem leva-o ao inferno!

Para aqueles que amam a Deus e lhe obedecem, a quantidade de bens materiais (que lhes proveio dignamente) é recurso com o qual se tornam uma bênção. Para esses tanto o muito quanto o pouco têm a mesma medida, porque a utilização é sempre proporcional ao que têm. Aí está o segredo do que seja vida próspera. A prosperidade do cristão está no equilíbrio entre o que satisfaz às suas necessidades e a obediência aos preceitos divinos. O cristão sabe que, se Deus cuida das aves do campo, não há dúvida de que ele proverá a sua prosperidade. Diz o salmista que o justo será com a árvore frutífera, plantada junto ao ribeiro: tem folhas verdes e dá bons frutos. Também diz que os incrédulos, desobedientes e afastados de Deus, são como a palha que o vento leva e nada lhes fica.

Medite sobre a sua relação com os bens, com o dinheiro; não deixe que essas coisas se tornem o deus de sua vida, ainda que você se declare cristão.

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O TRABALHO E ATRIBUTOS DO GANHADOR DE ALMAS, EBD LÇ. 4 para 24/07/2016 (Subsídio)

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, julho 21, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 04 PARA O DIA 24/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – EVANGELISTA, GANHADOR DE ALMAS.
II – ATRBUTOS DE UM EVANGELISTA.
III – O TRABALHO DE UM EVANGELISTA.

 Não há tarefa mais gratificante que evangelizar e isto não é feito dentro e sim fora do templo. Milhares estão perecendo e urgente essa necessidade. Despertemos.




I – EVANGELISTA, GANHADOR DE ALMAS.

1.1       DEFINIÇÃO.

Definir o que de fato é ser um evangelista exige a compreensão de alguns apontamentos bíblicos:

a)  Na convocação dos doze chamados apóstolos (Mt. 10, Lc. 9) enviados às ovelhas perdidas da casa de Israel e dos setenta chamados (Lc.10) com a orientação para que entrassem em qualquer casa, em qualquer cidade.

b) O dom ministerial de evangelista ou o ministro evangelista Ef. 4.4

c) A ordem geral, ide por todo mundo e pregai o evangelho a TODA CRIATURA começando em Jerusalém, Judeia, Samaria e os confins da terra.  Mc. 16:15 e Atos 1:8.

Isso pode ser compreendido pelos talentos dados ao ministro e as testemunhas de forma geral.


1.2       O evangelista no Antigo Testamento.

Os textos citados pelo autor em Isaias 40:9 e 52:7 fala do anunciador de boas novas  e chama de bem aventurado aquele anuncia as boas novas e a voz dos atalaias, (52:8) para buscar o despertamento de Israel, uma mensagem diferente da pregada pelos evangelistas do Novo Testamento.

O professor precisa estar atento ao explicar para seus alunos que o “evangelista” do Antigo Testamento, não tem as mesmas características do evangelista do novo testamento isso também diz respeito as mensagens de cada um.


1.3       O evangelista do Novo Testamento.


O autor cita Filipe o diácono de Atos 6:5 chamado de evangelista em Atos 21:8 ao receber em sua casa o apóstolo Paulo e os que com ele estavam, representavam o  desempenho da igreja primitiva no tocante a ordem de evangelizar e a perseguição, doída, mas serviu para alavancar o trabalho, fazendo-nos lembrar que no Brasil, a ordem econômica nacional, forçou o movimento migratório do norte para  o sul expandindo o evangelho e forma gloriosa, assim, louvamos a Deus.


1.4       O evangelista na era da Igreja Cristã.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, acrescentando apenas que o autor desperta nossa atenção para algo relevante: “O espírito Santo destaca a evangelização como o principal evento da igreja”, assim, cabe a pergunta: Quais ou quais eventos são destacados durante o ano em nossas igrejas é o que precisa ser visto e considerado por todos os pastores antes que o tempo de semear cesse pela perseguição e pelo arrebatamento.

Quando a igreja cumprir a sua parte a mão de Deus estará confirmando todas as bênçãos prometidas pela sua Palavra, como poder e curas bíblicas.

II – ATRIBUTOS DE UM EVANGELISTA.


2.1 Amor às almas.

Novamente recomendo a leitura do tópico, muito interessante.

Percebam que os sentimentos que em muitas ocasiões levavam Paulo ao abatimento espiritual tinham como principal causa a situação do povo e assim, ele gemia sentindo dores de parto, tanto pelas novas  igrejas constituídas como pelos que precisavam ouvir a mensagem do Evangelho.

Filipe deixou Samaria no melhor momento para ir ao caminho que desce de Jerusalém a Gaza, que estava “deserto”. Apenas um homem passaria por ali.

Os pregadores que usam a mídia TV e rádio, não manifestam esse sentimento, pois tudo fica vinculado ao pagamento que chamam de “contribuição’.

2.2 Conhecimento da Palavra de Deus.

O discurso de Estevão é uma prova o quanto o conhecimento da escritura era para eles, como o batimento cardíaco é para nossa vida. Filipe, citado pelo autor e a explicação da Palavra de Deus dispensada ao servo etíope começou e terminou na escritura. Pedro começou o seu discurso centrado na escritura, Estevão da mesma forma.

A falta de conhecimento bíblico é algo chocante e os que saem das escolas teológicas, muitos saem para ganhar dinheiro  ou para discutir teologia nas redes sociais.
Vamos mudar essa realidade.

2.3 Espiritualidade plena.

O livro de Atos é marcado do primeiro ao último capítulo como atos do Espírito Santo. Havia intromissões e esses eram rechaçados imediatamente, mas todos era cheios do Espírito Santo e não se pode confundir com a presença do Consolador, mas do revestimento de poder que representa o adorno da igreja e fornece as ferramentas ideais para o trabalho de evangelização.

O povo precisa voltar à prática da busca do batismo com o Espírito Santo, cuidando para que pessoas interessadas não se intrometam para oferecer o batismo de forma fácil. Que os irmãos sejam levados a buscar em todos os cultos. Deus não mudou e o batismo é uma promessa permanente.

2.4 Disponibilidade.

Que ponto interessante, recomendo que o professor leia ou peça aos seus alunos para que leiam. O autor exalta a movimentação de Filipe em diversas cidades e ainda assim, tinha uma casa bem ordenada, as quatro filhas eram profetisas que traduzindo quer dizer que eram usadas pelo Senhor para consolação das igrejas.

Não é conveniente discutir aqui a questão do ministério feminino, mas tenho certeza que uma das razões pelas quais nenhuma página da escritura dedica apoio ministerial em favor da mulher para que ela não deixe de cumprir o papel de mãe, esposa e dona de casa. Claro que há irmãs que tem a vida independente e fazem grandes trabalhos para o Senhor e precisam ser assistidas pela igreja do Senhor.  


III –  O TRABALHO DE UM EVANGELISTA.

3.1 Proclamação do Evangelho.

Rico texto do autor que mostra como deve ser e viver um evangelista, que sinta realmente, nem vou dizer chamada, mas ardor no coração pelas almas, paixão pelas almas.

Burocracias inúteis e paralisantes. Tem muitos pastores e evangelistas que ficam diariamente envolvidos em trabalhos administrativos da igreja.

É preciso ser fiel à vocação.

3.2 Apologia da fé cristã.

O auto explica e nos aceitamos como verdade que o evangelista e nos, crentes em geral precisamos aprender a ser apologetas,  ou seja, aquele que defende com ardor a fé cristã e para que isto aconteça, é necessário adquirir conhecimento da Palavra de Deus.

Quanto mais lemos a bíblia, mas crescemos na intimidade com ela e conhecimento.

Quanto maior o conhecimento, maior a facilidade em evangelizar.

3.3 Integração do novo convertido.

A integração do novo convertido é um passo importante após a evangelização e o melhor é não empurra-lo a participar de órgãos musicais, mas primeiramente estar sob os cuidados de quem ama preparar alguém para ser discípulo, lembrando ainda que conhecer o lar e a família do novo convertido é algo indispensável.

Você que é professor da escola dominical não deve manter-se frio diante da nossa realidade. Entra, ensina e some da vida dos alunos.


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