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quarta-feira, 1 de março de 2017

MANSIDÃO EVITA PELEJAS, EBD L.10 05/03/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, março 01, 2017 with No comments
EBD LÇ. 10 05/03/2017 “MANSIDÃO: “TORNA O CRENTE APTO PARA EVITAR PELEJAS”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – MANSIDÃO, O OPOSTO DA ARROGÂNCIA.
II – EVITANDO AS PELEJAS E CONTENDAS.
III – BEM-AVENTURADOS OS MANSOS.

Representam o que é de bom; saudáveis produzem, mas não são propriedades de homem algum. Quem delas fizer mau uso, enfrentará o verdadeiro dono.



I – MANSIDÃO, O OPOSTO DA ARROGÂNCIA.

1.1 Mansidão não é covardia.

É comum acharem que toda pessoa  de espírito manso e quieto  é covarde, ou medroso, incapaz de tomar decisões frente aos desafios. 

Quem pensa não faz bobagens.
Quem pensa, sabe esperar os melhores momentos para agir  e quem pensa, não age com brutalidade e ignorância evitando assim, um mal maior.

Voltando a carga para dizer que de forma geral, ser manso não é privilégio dos crentes, todavia o que não tínhamos, o Espírito do Senhor nos dá como ornamento e o que temos, ele aperfeiçoa.

O autor faz referência ao comportamento de Paulo diante de situações adversas. Novamente a rede social nos mostra como pessoas desprovidas de mansidão, age de maneira bruta e sem o exercício da sabedoria;  acabam prejudicando mais do que colaborando para o fortalecimento da fé de quem os lê.

O aposto Paulo sabia em que tinha crido e nós também pela graça do Senhor.


1.2 Ser manso é ser corajoso.

Nm.11:15 Moisés confronta Deus, não da maneira como os ímpios fazem.
Nm. 12:3 Moisés era o homem mais manso.
Jr. 11:19 Jeremias opina sobre ele mesmo quando diz que era um cordeiro diante da vida e dos desafios.

Gn. 13:9 E por que não se lembrar do equilibrado Abraão que na hora certa, soube apontar o caminho para o seu sobrinho Ló?

Ser manso é ser corajoso? Sim, quando o momento o exigir.


1.3 A mansidão, fruto do Espírito.

O capítulo 5 de Mateus, que trata das bem aventuranças e entre elas, a mansidão, tem como promessa, herdar a terra e logicamente refere-se a nova terra, no milênio e na eternidade.

Ap. 21:1 “E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.”.


II Pd. 3:13 “ (...) Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.”.

                   
II – EVITANDO AS PELEJAS E CONTENDAS.

2.1 Pelejas e discórdias.

Nem sempre a discórdia gera uma peleja, na maioria dos casos, afasta pessoas cujos interesses conflitam.

Quando a mansidão não está presente, a discórdia pode dar sequência a uma relação de conflito que por vezes chega as barras do tribunal deixando para trás, muitos estragos que poderiam ser evitados, principalmente nas relações conjugais.

Nunca houve tanta necessidade de equilíbrio e espírito de mansidão como nos nossos dias.


2.2 Ações do homem carnal.

O autor entra na questão da busca pelas oportunidades na igreja como se ela fosse uma empresa cujos objetivos são bem definidos e conhecidos.

É muito difícil lidar com homens carnais e interesseiros. Aqueles que perseguem um fim, pisando em tudo e em todos e com aquela carinha cínica, bajula sem se preocupar e muito menos perceber  que muitos pares de olhos o veem e despreza suas atitudes carnais.

Guarde-nos o Senhor desses expedientes.


2.3 Um espírito aguerrido.

O autor exorta neste ponto a que não nos deixemos  levar por pelejas  ou porfias considerando o conselho de Paulo a Timóteo em 2:24 da segunda carta.

Diz o autor:   “Precisamos nos manter incorruptos, santos, sinceros e justos...”.

O que mais desejo em nossas igrejas? Que os nossos pastores e quase na maioria, retornem ao abrigo da simplicidade e da sinceridade. Parar com esse negócio de “embromar”  aqueles que servem no ministério, seja local ou em grandes sedes, quando usam dizer: “Orei e o Senhor mandou...”.


Ef. 4:25 “Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.”.

III – BEM-AVENTURADOS OS MANSOS.

3.1 O sermão da montanha.

O Sermão do monte e as bem-aventuranças é uma declaração de vitória para os vitoriosos e a recompensa em cada quesito.

Mt. 11:12 Há os que se esforçam muito para conquistar o Reino dos Céus.        

Uma questão interessante é que não precisamos nos preocupar com  cada uma das bem-aventuranças, pois os remidos sob a direção do Espírito Santo e a ele submissos, vencem com facilidade é o Espírito do Senhor quem nos concede essa graça.

3.2 Estevão um homem manso.

Estevam, um ótimo exemplo tomado pelo autor, exemplo de quem sabe e conhece sua missão mesmo diante dos contrários.

O que se vê não é isso. Poucos  gostam de serem contraditados em suas proposituras e no aperto, apela para os expedientes mais vís. Perdem o controle e o respeito.


3.3 A mansidão de Cristo.

Não podia ser melhor o exemplo tomado, senão o próprio Senhor Jesus.  Quem suportaria tamanha atrocidade e humilhação e ainda continuaria de boca fechada.

Jo.19:9-10 “E entrou outra vez na audiência, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta.
Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?”.

Poucos sabem que o espírito manso conquista corações com mais facilidade que os intrigantes e intrigados.

Saíamos fora de toda contenda, principalmente nós que vivemos em ambiente coletivo.

A igreja, mesmo sendo um ambiente coletivo é um lugar de paz e harmonia para quem busca a paz. Em seu seio abrigam-se pessoas das mais diferentes opiniões pessoais; pelo menos vivo há quase 55 anos e não tenho dificuldades em administrar eventuais problemas que surjam para querer roubar a minha paz.


Tenhamos paz, sejamos mansos à semelhança de Cristo e daqueles que tiveram sua vida pontuada na Bíblia.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

FIDELIDADE, FIRMES NA FÉ, EBD Lç.9 26/02 subsidio

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, fevereiro 20, 2017 with No comments
EBD – SUBSÍDIO – LIÇÃO 9 26/02/2017
“FIDELIDADE, FIRMES NA FÉ".
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE.
II – IDOLATRIA E HERESIA, UM PERIGO À FIDELIDADE.
III – SEJAMOS FIEIS ATÉ O FIM.

 Hb.6:17-20 -  A turbulência do presente século pode fazer balançar o navio, menos arrasta-lo em suas ondas impetuosas. DIGAMOS NÃO,  ÀS HERESIAS.
 


I – O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE.

1.1       Definição.

Somos uma geração privilegiada. Enquanto digitamos ou lemos um texto, podemos recorrer aos vários dicionários existentes na rede mundial.

Já que falamos à professores, considerando a razão de nem todos sermos especializados na nossa gramática, todavia ao escrever alguma coisa e principalmente nas redes sociais, consultar palavras sobre as quais pesam alguma dúvida quanto a escrita ou até mesmo na fala.

Para fidelidade temos que é a característica do fiel. Fiel amigo e fiel servo.

Em relação a nossa comunhão a fidelidade precisa ser preservada mesmo que em algum momento a amizade venha ser interrompida. Há pessoas que depois de romper a amizade, resolve jogar ao vento tudo o que compartilhara no período do bom relacionamento.


1.2       A fidelidade como fruto do Espírito.

 Novamente uma virtude relacionada ao Espírito do Senhor ou Espírito Santo.

A razão é bem simples: Encontramos na vida muitas pessoas fieis sem serem crentes, mas ao aceitarmos a fé e nos tornarmos participantes dos dons celestiais, o Espírito do Senhor torna cada questão relacionada à nossa identidade moral, algo especial.

1.3 A fidelidade de Deus.

O autor trata neste ponto a fidelidade como sendo um atributo de Deus e com razão. Sendo um atributo de Deus, Deus  permanece fiel e sempre foi assim desde o princípio da criação do homem quando inicia a interação direta entre Ele e nós.

Deve ser também essa a nossa postura em relação a Ele. Ser fiel até a morte.

Deixo de citar muitos textos da Bíblia em relação a este assunto por considerar o texto do autor, completo para o tempo de aula nas EBDs.

Não sendo frequentador, recomendo usar a concordância bíblica e procurar sobre “fidelidade”.  Muitos não se dão conta da importância dessa concordância e a maioria ds novas versões, salvo melhor juízo, não vem com esse componente tão importante.



II – IDOLATRIA E HERESIA: UM PERIGO À FIDELIDADE.

2.1 O que é idolatria?

O autor trata este assunto com uma ampla explicação tomando como exemplo dos períodos na vida de Israel:

O primeiro diante do Sinai. Enquanto Moisés falava com Deus, o povo apertava com Arão para construir “deuses” e na verdade, uma imitação do touro Àpis, adorado no Egito como divindade e já no período regencial, a idolatria de Jeroboão.

Fonte: Wikipédia. “O "morto-vivo" (Osíris) encarnou num touro branco sagrado. Era o touro de Mênfis, simbolicamente representado como um touro negro com um triângulo branco na testa e o disco do sol entre os chifres.”.

É impressionante como os homens tem uma forte tendência de trocar o certo pelo duvidoso.


2.2 A idolatria no Novo Testamento.

A igreja no princípio enfrentou entre outros problemas, a idolatria, perceba-se que isto está ligado ao espirito religioso de todo ser humano. Só Jesus liberta.

No Brasil a nossa Assembleia de Deus encarou essa luta ao descer do extremo norte para o sul do país. Foi a sua missão desbravadora.

Quero tomar a seguinte frase do autor: “Qualquer pessoa ou objeto a que nos dedicamos com extremada atenção e que não podemos viver sem os quais, podem se tornar um ídolo.”.

Este tem sido um dos assuntos mais discutidos em toda rede social.

Não é proibido nem pecado amar alguém de projeção, todavia ninguém é mais importante que o Senhor e a nossa convivência saudável com a igreja que frequentamos.



2.3 O que significa heresia?

Imagine um trem seguindo de um ponto ao outro sem desviar a sua rota por conta dos trilhos que o mantém nessa linha.

Heresia é no sentido prático, inventar uma linha opcional. A linha é marcada pelo ensinamento bíblico em toda sua extensão.

A heresia pode ser extraída do Antigo Testamento e tem sido a forma mais comum em uso,  quando tomam textos isolados para conduzir o povo em um caminho duvidoso como a doutrina da prosperidade e a confissão positiva entre outras.

Tem muita coisa praticada nos chamados movimentos evangélicos que de evangélico, não tem nada que nem chamo de heresia, mas de lixo mesmo.

Tudo o que corre fora das Escrituras deve ser trada como heresia.

III –  SEJAMOS FIEIS ATÉ O FIM.

3.1 Olhando para o passado.

Base doutrinária com que fomos criados. Se a nossa avaliação está correta e confere com a maioria dos homens sérios que conduzem a obra de Deus, sem interesses mesquinhos ou popularescos; amém. Mantenhamos firmes a nossa confissão até o fim.

Todo desvio parte sempre de uma mente insana que se afasta do corpo de Cristo que é a igreja.

3.2 A fé que nos ajuda a permanecermos fieis.

O texto do autor é curto e retrata bem o que pretende em relação a fé.

Para quem não frequenta EBD, portanto sem acesso à Lição Bíblica utilizada e fruto deste subsídio, quero apenas considerar:

A própria Palavra de Deus trata a fé como sendo uma só:

“(...)  Um só Senhor, uma só fé, um só batismo (...)”. Ef. 4:5.

A fé cresce na proporção direta da nossa caminhada para o  fim que buscamos; poder, dons, curas e a própria salvação.
  
3.3 Seja fiel.

Confesso que ao longo da minha caminhada no Evangelho,  52 anos, nunca vi um período tão tremendo que exija fidelidade a Deus nas mínimas coisas da vida.

Fidelidade sem extremismos.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A BONDADE QUE CONFERE VIDA, EBD Lç.8 19/02 Subsídio.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, fevereiro 15, 2017 with No comments
EBD – SUBSÍDIO – LIÇÃO 8 19/02/2017
“A BONDADE QUE CONFERE VIDA”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A BENIGNIDADE FUNDAMENTA-SE NO AMOR.
II – A PORFIA FUNDAMENTA-SE NA INVEJA E NO ORGULHO.
III – REVISTAMO-NOS DE BENIGNIDADE.


 QUEM MANTÉM OS BRAÇOS ENCOLHIDOS NÃO PODE FALAR EM BONDADE.

I – BONDADE: O FIRME COMPROMISSO.

1.1       A bondade como fruto do Espírito.

Sabemos que a presença do Espírito do Senhor em nossas vidas produz frutos maravilhosos e nessa questão, muitos são envolvidos por enormes inquietações a qual passamos a pontuar:

Todos os crentes, nossos conhecidos de dias, meses e anos e alguns participando da mesma mesa e até batizados com o Espírito Santo, não obstante o batismo não representar o caminho para o desenvolvimento dos valores espirituais, apenas o acesso aos dons, não mostram esse fruto e cabe perguntar, o que falta?

Em contra partida, conhecemos muitas pessoas, sem a orientação que recebemos, exercitam a bondade com mais frequência e eficácia, o que sobra?

Só encontro como resposta, que muitos não se deixam envolver pela graça do Senhor de forma plena e outros não se desapegam dos valores terrenos, mesmo conhecendo a verdade.


1.2       A bondade de Deus.

 A bondade de Deus como prova do seu amor é extensiva a todos os homens, mas a bondade dos homens  recaem sobre aqueles a quem quer.

1.3 Um homem bondoso e uma mulher bondosa.

O autor faz menção de Jó e com verdade, até pela preocupação de orar por aqueles que o julgava merecedor de todos os acontecimentos fortuitos.

A segunda referência está para Dorcas (atos 9:36) e esta sim, é uma grande referência para quem os olhos das mulheres cristãs deviam se voltar. Com certeza a voz do Evangelho seria muita melhor ouvida pelo mundo.


II – HOMICIDIO, A DESTRUIÇÃO DO PRÓXIMO.

2.1 Não matarás.

Neste tópico o autor faz menção da lei de Moisés (Ex. 20:13) e outras advertências a respeito, fala do cuidado de Deus com quem mata acidentalmente contra o que faz de propósito, de forma criminosa.

Deus deixa ao homem, o maior exemplo de justo julgamento, estabelecendo as cidades de refúgio para aqueles que atingirem o seu próximo involuntariamente, (Dt.19:4-6).

Outros ensinos que estabelece como ordem sujeita a perda da salvação, o autor cita (IJo.3:15) onde o apóstolo declara que aquele que aborrece ao seu irmão é homicida e não tem permanecente nele a vida eterna. Isto é coisa séria.

Com relação a aborrecimento, aprendi que não se trata da nossa linguagem comum, aborrecer no sentido de momentaneamente causar tristeza a alguém.

ABORRECER – significa o limite da relação entre pessoas e lembro a conjugal em que um não suporta mais viver com o outro. O distrato conjugal é mais sério do que se possa imaginar.


2.2 Aborto a morte de um inocente indefeso.

Importante o conteúdo do tópico o que recomendo sua leitura em classe.

O aborto é um crime e a vítima não pode se defender, sendo um ato terrível e geralmente praticado para esconder um adultério ou uma gravidez indesejada no caso de solteiros.

Não se exclua também o caso de casais que não desejam filhos e apelam para o aborto.

2.3 O primeiro homicídio.

O autor faz referência ao crime de Caim contra o seu irmão Abel e nisto ficamos sabendo duas coisas importantes:

- Todo mal cometido sujeita-se ao julgamento divino. “Deus não se deixa escarnecer, aquilo que o homem semear, isso também ceifará”. Gl. 6:7.

Alguns pagam nesta vida e outros, na eternidade.

III –  SEJAMOS BONDOSOS E MISERICORDIOSOS.

3.1 Servindo ao outro com amor.

Há duas coisas que um pastor precisa atentar para gozar de paz no seu ministério:
- Estimular a evangelização com base no testemunho pessoal.

- Estar sempre envolvido em alimentar a igreja de forma conveniente e estimular a prática do amor pela ação viva. Igreja que exercita o amor, não dá trabalho.

Aliás, é bom lembrar o que o Senhor disse a respeito:

“O mundo saberá que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros”. Jo.13:35.

3.2 Ajudando o ferido.

A parábola do Bom Samaritano responde a qualquer questão.

Quando passei por fases terríveis na minha vida, não faltou quem viesse me consolar e atribuo isto primeiramente a Deus e depois, a minha disposição de servir, de procurar curar feridas.

Tem muita gente que na igreja reclama da falta de visita, todavia o tal nunca dedicou qualquer tempo em levar socorro para outrem.

3.3 Ajudando os irmãos.

O autor trata das questões relativas aos domésticos da fé e a falta de assistência no convívio diário com a igreja.

A indiferença mata mais do que a fome.

Deixa-me esclarecer uma coisa:

O nosso povo sempre foi ensinado que o crente não pede esmolas e com razão, não pede mesmo e o que de fato acontece é que muitos irmãos tem vergonha de falar da sua necessidade e prefiro pontuar as razões.

1 – Vergonha de ter a sua situação exposta publicamente, principalmente se teve uma vida confortável e está passando por situação difícil.

2 – Vergonha de ser visto como um fraco na fé, como se o fato não acontecesse também com outras pessoas que sabem esconder sua situação.

3 – A igreja deveria ser o melhor lugar para derramar nossas lágrimas mas nem sempre isso é possível e daí, volto a dizer que o pastor tem grande responsabilidade pelo comportamento da igreja diante dessas questões.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

BENIGNIDADE: UM ESCUDO PROTETOR CONTRA AS PORFIAS, EBD Lç. 7

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, fevereiro 11, 2017 with No comments

EBD – SUBSÍDIO – LIÇÃO 7 12/02/2017
“BENIGNIDADE: UM ESCUDO PROTETOR CONTRA AS PORFIAS”
PONTOS A ESTUDAR:
I – A BENIGNIDADE FUNDAMENTA-SE NO AMOR.
II – A PORFIA FUNDAMENTA-SE NA INVEJA E NO ORGULHO.
III – REVISTAMO-NOS DE BENIGNIDADE.

                         O TEMPERO DA PALAVRA É O GESTO.


I – A BENIGNIDADE SE FUNDAMENTA NO AMOR.

1.1       O que é benignidade.

É sabido que há seres humanos não cristãos, mais benevolentes que muitos cristãos.

A comparação acima é normalmente feita quando se vê cristãos sem qualquer expressão de benignidade que é no espírito, mais do que um gesto de bondade e a razão é simples:

Há cristãos que por convencimento mudaram de religião e há cristãos que experimentaram o novo nascimento e amam obedecer a Palavra do Senhor. Sobre esse segundo grupo, repousa o Espírito da Graça de Cristo, estimulando o que podemos chamar de fato de “fruto do Espírito”.

Pelo Senhor nos é concedido uma natureza benigna; aquela que sabe amar e perdoar de fato.


1.2       Jesus, exemplo de benignidade.

 É natural que o Senhor seja sempre citado como exemplo em tudo e isto não pode ter sentido apenas na forma literal, mas precisamos seguir seus passos.

A omissão é algo tão pecaminoso e feio quanto é o adultério ou o roubo.

Tiago 4:17 “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.”.

Considerando o volume de pessoas nas igrejas e os que realmente fazem acontecer, chega a ser assustador mesmo sabendo que há os que fazem e ninguém fica sabendo. Nem me refiro sobre aqueles que formam grupos nas igrejas para movimentar os interesses em relação aos que precisam.

É preciso ensinar os irmãos a importância das boas e velhas visitas.

1.3 A benignidade na pratica.

Muito interessante o texto do autor neste ponto e é recomendável as leitura em classe por um dos alunos e que seja uma leitura apreciada.

Na prática, não é o que vemos e a o facebook tem sido um grande instrumento de avaliação do comportamento de muitos, haja vista que muitos se utilizam da ferramente para destilar veneno e outros, para desabafo. Traduza isto para a convivência dentro de uma igreja onde a intimidade reina.

O pastor tem que ser muito rápido nos ensinamentos e fazer de tal maneira que o individualismo seja destruído até suas raízes, mesmo sabendo que isto é impossível.

Se todos fossem perfeitos, acreditaríamos nos Testemunhas de Jeová que acham estar vivendo no “mundo novo”.

II – A PORFIA FUNDAMENTA-SE NA INVEJA E NO ORGULHO.


2.1 Inimizade e porfia.

É preciso compreender que a igreja ainda não é o céu e que ela recebe pessoas com todas as suas diferenças e variações na temperatura emocional.  Se compreendermos isto, a convivência será mais saudável.

O autor define o que é inimizade e o que e contenda.

A inimizade se molda na frustração, para aqueles que mal ensinados ou que jamais chegarão a compreender, esperam  do grupo que frequentam, acima do que for devido ou natural. Outra causa  reside invariavelmente na infidelidade no trato e nas palavras.

O ódio vai depender da intensidade com que a inimizade foi produzida.

A porfia como contenda decorre geralmente da imaturidade das partes.

A solução é pedir ao Senhor que encha os corações de amor.

2.2 Evódia e Síntique.

Fl. 4:2 Na Bíblia em linguagem contemporânea:
“Insisto em que Evódia e Síntique resolvam suas diferenças e façam as pazes...’.

Acho essa declaração exagerada.

Fl.4:2 Almeida, RC:
“... rogo a Evódia e a Síntique que sintam o mesmo no Senhor...”.

É natural que haja diferenças porquanto somos diferentes e únicos quando juntos olhamos para Cristo.

FILIPENSES 2:1-4.
Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.

Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

Quero lembrar a “mordida” (Gl.2:11-14)  que Paulo deu em Pedro e com razão, como exemplo de fraqueza humana. Quanto mais nos aproximamos do Senhor  mais força teremos para vencer essas fraquezas.


2.3 Miriã e Arão.

O autor traz è lembrança, o trágico momento e que Miriã e Arão resolveram confrontar Moises. Muitos cometem o mesmo erro ainda hoje, assim devemos agradecer o autor pela oportunidade de relembrar esse episódio mostrados na Bíblia em Números Capítulo 12 com suas consequências.

O sentimento de inveja e orgulho tem feito muitos levantarem a mão contra fieis servos do Senhor.

III –  REVISTAMO-NOS DE BENIGNIDADE.

3.1 Retirando as vestes velhas.

Despindo-se da velha natureza, Cl.3:8.

Muitos pensam que a conversão e o novo nascimento retiram a velha natureza e coloca uma nova carregada de todas as virtudes. A mudança faz parte do crescimento espiritual e são ferramentas: A leitura da Bíblia, a frequência aos cultos e a convivência com os irmãos. Esse conjunto vai formando o homem interior.

Na leitura da bíblia, a escada que nos aproxima de Deus.
3.2 Sede benignos.

A benignidade para mim, está acima do gesto de bondade. A benignidade coexiste em Cristo e dessa forma, estaremos sempre dispostos a perdoar a todos indistintamente.

Perdoar é lembrar sempre, sem desejo de vingança ou revanchismo.

3.3 Imitando a conduta de Paulo.

Paulo podia se mostrar como exemplo dos fieis em tudo.

Lamentavelmente há muitos que não pode dizer a mesma coisa.


FINALIZANDO.
Aos professores de EBD. Devo pensar nesta lição como uma bela e grande exortação para que despertemos a consciência que a nossa tarefa não termina com a aula.


Se todos compreenderem a sua missão, saberão que suas atuações no seio da igreja tem um papel relevante e construtivo tornando esta lição um modelo de prática a ser seguida para o bem do povo de Deus.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O DESTINO ETERNO DAS CRIANÇAS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, fevereiro 08, 2017 with No comments
“O DESTINO ETERNO DAS CRIANÇAS”.


Causar danos a uma criança é afasta-la de Deus, porém os tais que fizerem mal responderão diante do seu trono.


Em primeiro lugar quero agradecer a Deus por ter adquirido há muitos anos, um livro com apenas setenta páginas, mas de um conteúdo magnífico acerca do tema:

“AS CRIANÇAS E O SEU DESTINO ETERNO” de autoria do pastor pernambucano Solon T. Gomes, editado em 1982 pela CPAD com cinco mil exemplares, guardei este livro com muito carinho e agora retomo à leitura para emprestar dele, algumas porções que nos ajudarão a entender melhor o que se pretende com o título.

Não conheço outro livro com abordagem semelhante.

Sempre que algo chama a minha atenção pelo  seu valor e que o assunto não é tratado de forma específica na Bíblia, advirto que não dou como ensinamento ou doutrina, mas como um pensamento sujeito a oposições.

Admitido que podemos ter compreensão de um texto e até diferente de muitos, todavia nenhum texto bíblico é de particular interpretação e também não se deve forçar interpretação para justificar um pensamento. (2Pd.1:20).

Assim Creio na salvação das crianças e descrevo a maneira de ver este importante assunto.

I - O DIREITO DO NASCITURO.

Reconhecido pelo Direito do Embrião pela Bioética que estuda a moralidade da conduta humana no campo das ciências da vida e principalmente no tocante ao direito do embrião com o que faz oposição com as pretendidas experiências embrionárias. Assim o ser humano torna-se portador do biodireito.

II - LEIS BRASILEIRAS.
Lendo uma matéria produzida pelo Dr  Ovidio Rocha Barros Sandoval, advogado especializado na área do Direito da Família, extraí a seguinte declaração: 1 – O Direito Romano apesar de desrespeitar a vida dos escravos  nunca deixou de respeitar vidas inocentes, ainda no útero materno e como consequência, estabelecia pena para o hediondo crime de aborto e não considerava lícito aplicar-se pena à mulher grávida.

2 – Ainda do mesmo autor:

“O Código Civil além de garantir os direitos do nascituro, possibilita o reconhecimento do filho apenas concebido (Artigo 1611 parágrafo único)”.

3 - Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
- a soberania;
II - a cidadania;
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
- o pluralismo político.


III – O ABORTO.


“Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras  e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito  e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.”.
“Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe...”.

As informações a seguir foram extraídas de diversas fontes da rede mundial.

“Numero de abortos por ano: entre 46 a 55 milhões
Numero de abortos por dia: aproximadamente 126.000
(Informações encontradas na rede mundial).

O  QUE É O ABORTO.

É a expulsão de um embrião ou de um feto antes do final do seu desenvolvimento e viabilidade em condições extra-uterino.

TIPOS DE ABORTO.
Aborto Espontâneo, induzido e o aborto ilegal; aquele que não tem registro, portanto muito maior que o aborto conhecido pelos registros que permitem sua divulgação numérica.

Espontâneo – Interrompido sem ação de agente externo.
Aborto Induzido – Diante de risco iminente para o bebê ou a mãe.
Aborto Ilegal – Sem amparo da lei, praticados na maioria quase absoluta em clinicas clandestinas.”.

As razões para a prática do aborto em clínicas clandestinas de forma indiscriminada, tem como pano de fundo, afastar o espectro do adultério ou por desinteresse dos protagonistas de assumirem a gravidez.
Não são poucas as pessoas que acusam e criticam o “Deus da Bíblia” de mandar matar crianças e são os mesmos que apoiam o aborto incondicionalmente.
Crianças morrem pelo aborto ou pela violência como abuso sexual. Não podemos mata-las mais uma vez quando se trata da eternidade.
Grande parte da sociedade apoia o aborto.

IV  – O NASCIMENTO E A DEDICAÇÃO DA CRIANÇA.

A - CRIANÇA FRUTO DO CASAMENTO CRISTÃO.

É abençoada nos pais e pelos pais.
Quando pequena é apresentada na igreja.
Ser apresentada não é garantia permanente de salvação, todavia a oração mediante a fé traz alívio à alma dos pais, pois dedicaram seus filhos a Deus rogando por suas vidas.

A SANTIFICAÇÃO DOS FILHOS.


13 - E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe.

14 - Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.

15 -  Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz.

16 - Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?

DEDICAÇÃO DE JESUS NO TEMPLO.


Lucas 2:21-24.

E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. Cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); e para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos.
DEDICAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO.

I SAMUEL1:27. Ana entrega Samuel aos cuidados do sacerdote Eli.

"Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito. Por isso também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido. E adorou ali ao Senhor”.


V – O PERÍODO DA INCONSCIÊNCIA – INIMPUTABILIDADE.

É o período em que a criança não responde por seus atos. A idade varia de lugar e cultura.  A lei protege a criança não reconhecendo seus atos como delinquentes.
Como há forte tendência e gosto por numerologia, atribui-se ao “sete” o divisor de águas entre o período da inocência e a consciência, todavia não há qualquer fundamentação bíblica e é moralmente improvável.

VI  -  O PERÍODO DA CONSCIÊNCIA. - INPUTABILIDADE.

É a  idade em que a criança descobre a razão da vida e começa a desenvolver-se intelectualmente. O discernimento não é completo que depende de amadurecimento, sempre em ascensão ao longo da vida.

VII - VIOLAÇÃO DAS CRIANÇAS.

Na maioria quase absoluta dos casos o que a criança viver na fase infantil vai determinar o curso da sua vida. Se amadas e bem conduzidas, o resultado será auspicioso e benéfico para toda a sociedade.
Fico imaginando o profundo desencanto pela vida quando uma criança confia no adulto, principalmente com aqueles que estão investidos de alguma autoridade eclesiástica e que deveriam a rigor, protege-las; algumas chegam a buscar a morte pelo suicídio.

Apurei alguns tipos de violência que provocam verdadeiro aborto moral na vida infantil e não pretendo estender o assunto por não ser a tônica do tema.

VIII - MUTILAÇÃO GENITAL.

Confesso que quando tomei conhecimento dessa prática e não é de longa data, foi como se o mundo desabasse sob meus pés.

Testemunho de quem sofreu mutilação.

"Naquele momento, só queria morrer", conta mulher mutilada.

ACHEI QUE ESSA PRÁTICA FOSSE COISA DE ALGUMA PEQUENA E PRIMITIVA TRIBO AFRICANA.

A mutilação genital feminina é uma prática ainda vigente em 29 países do mundo; 150 milhões de mulheres têm a vagina mutilada e, segundo a ONU, até 2030, outras 86 milhões podem ser cortadas.

IX - Estupros.

Infelizmente essa é uma triste realidade e cruel que não só o Brasil vive, mas muitos outros países que, por vezes tem embutida em sua cultura pervertida.

O estupro é um crime hediondo e particularmente, difícil de se tornar público e penalizado. Mulheres não denunciam tal brutalidade e fica por isso mesmo. Existem mulheres em determinados países que não prestam queixa, deixando assim que o crime passe impune, mas não pense que seja por vontade própria, mas pela cultura local, em que, em vez do violador ser o criminoso quem passa por culpados são as violadas, (estupradas).
E o que dizer de crianças na maior pobreza são conduzidas a prostituição muito cedo e tomamos conhecimento de casos em que a mãe se encarrega de desvirginar a filha com objeto para em seguida oferece-la por ninharia.

Já houve denúncia dessas práticas nos rios do Pará e outras regiões em extrema pobreza e as autoridades ignoram essas verdades.
Muitos transformam a vida da criança num verdadeiro inferno e ainda querem lança-las no inferno pela eternidade.

X – TODOS PECARAM (Considerações finais).


“E traziam-lhe meninos para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam.
Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus.”.

Igualmente em Lc. 18:16 e Mt. 19:14.

Lembrando que criança nos textos acima citados são crianças mesmo e que Jesus extraiu disso uma grande lição moral.

Mateus 18:1-7

“Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no reino dos céus?

E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles, e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.

Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.

E qualquer que receber em meu nome um menino, tal como este, a mim me recebe.

Mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar.

Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!
Romanos 3:23. 

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;

Romanos 11:32-34.

Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia.

JEREMIAS 1:5 Identidade embrionária.

“Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta”.

O texto acima nos mostra que a criança ainda em vida embrionária, já possui identidade diante de Deus.

XI - CITAÇÕES DO PASTOR SOLON T. GOMES.

“A doutrina cristã é ignorada por milhares de adultos plenamente conscientes. Diante disso, parece-nos difícil determinar até que idade permanece a criança na inocência, diante de Deus”.

“Parece-nos justo, mesmo sem querer basear a inocência da criança na Psicologia, voltarmos mais um vez ao lento desenvolvimento  dela que nos deixa claro ser a sua transição da fase da inocência para a fase da consciência também bastante lenta...  É inaceitável afirmar que aos 3 aos, 4 ou aos 5  anos de idade a criança já esteja apta a discernir entre o bem e o mal, escolher ou rejeitar a salvação”.
 “Diante disto, consideramos lamentável que um servo de Deis possuidor dos dons do Consolador, com o dever de guiar-nos em toda a verdade, permita penetrar em sua mente a insensata interpretação de que o imundo citado por Paulo em ICo 7:14 se refira a crianças não salvas”.

Finalmente, todo o histórico do Antigo Testamento em que as crianças morreram em decorrência da desobediência dos pais, crentes em Deus ou não, cuja desobediência foi condenada na carne de forma imediata à semelhança de Coré, Datã, Abirão;  pelo diluvio ou pela destruição de cidades como Sodoma e Gomorra, tenham sido lançadas no inferno.

A insensatez não deve ser a marca do nosso pensamento e coração.


Genivado Tavares de Melo.

08/02/2017 em São Paulo.

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