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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Eu precisava tocar em Jesus

Posted by Carla Ribas on quinta-feira, abril 24, 2014 with No comments
Por Carla Ribas

"Eu precisava tocar em Jesus!" - contava ela. "Havia uma multidão ao redor dEle e eu estava fraca, cansada, triste, doente e desesperada. Você sabe o que é perder sangue durante 12 anos? Tem idéia de como eu estava debilitada? Excluída da sociedade. A vida nem fazia mais sentido, as pessoas me desprezavam e me rejeitavam. Estava solitária em meio a uma multidão. Meus amigos pouco a pouco tinham me abandonado. 
Quando soube que Cristo estava tão perto, resolvi reunir as poucas forças que restavam, lutei contra tudo e contra todos! Não liguei para os olhares, para as palavras de desânimo, para a falta de humanidade das pessoas, para as chacotas, para os olhares de desaprovação.....não! Eles nada haviam feito por mim nesses doze anos! 

Então fui em Sua direção, me arrastei para chegar até Ele, ninguém queria me deixar passar, mas eu não desisti. Imprensada, apertada, pisada; não tem problema. Abri o meu caminho. Venci a maioria e toquei na orla das vestes de Jesus! 

Ah, eu sabia, eu tinha certeza que seria curada! Ele é Jesus! Mas para minha surpresa o Senhor não apenas me curou, como também olhou para mim. Ele me notou, me viu, se importou comigo, melhor ainda, falou comigo! Ele disse - "A tua fé te salvou". 

Que sensação maravilhosa! Fiquei curada, livre da dor, do peso, da angustia! Descobri que sou preciosa para Ele! Agora eu estava livre para viver!

Como esquecer este momento lindo? Nunca, nunca mais serei a mesma. Eu toquei em Jesus! Ele falou comigo! Jamais poderia ter desperdiçado essa oportunidade. Valeu a pena. 

Depois disso prossegui. Curada, livre, feliz e abençoada.

Quem tem um encontro com Deus nunca mais é o mesmo!

Mateus 9.21-22: Pois ela pensava assim: “Se eu apenas tocar na capa dele, ficarei curada.” Jesus virou, viu a mulher e disse: — Coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé. E naquele momento a mulher ficou curada.

domingo, 20 de abril de 2014

Os dons espirituais podem ser perdidos?

Posted by ALTAIR GERMANO, on domingo, abril 20, 2014 with 1 comment

No contexto pentecostal, no que diz respeito aos dons espirituais, sempre houve a discussão sobre a possibilidade ou não, de se perder os dons concedidos pelo Espírito. Para cooperar com essa discussão, resolvemos escrever este artigo, onde a ideia é esclarecer alguns fatos sobre a questão. 

Em primeiro lugar, entendo ser importante relembrarmos o conceito de “dom de Deus”. O termo grego para “dom” no sentido em que estamos tratando é charisma. Barclay afirma que no Novo Testamento a palavra ocorre dezessete vezes, catorze nas epístolas paulinas gerais, duas nas pastorais e uma vez em 1 Pedro. O termo, segundo Barclay[1];

(1) É usado para aquilo que podemos chamar de “dádivas da graça”, e envolve também os charismata (dons espirituais), conforme 1 Co 12.31.
(2) É usado para “graça e perdão” de Deus na situação em que o julgamento e a condenação teriam sido a perfeita justiça (Rm 5.15-16; Rm 6.23).
(3) É usado em relação aos “dotes naturais” que o homem possui (1 Co 7.7; 1 Pe 4.10).
(4) É usado como “dom que é implantado no homem quando é ordenado ao ministério” (1 Tm 4.14; 2 Tm 1.6).
(5) É especialmente utilizado para todos “os dons especiais que podem ser exercidos no serviço da Igreja” (Rm 12.6-8; 1 Co 12.8-10, 28-30).

A ideia básica da palavra é a de um dom gratuito e imerecido, alguma coisa dada ao homem sem trabalho nem merecimento, algo que vem da graça de Deus e que nunca poderia ter sido realizado, galgado ou possuído pelo esforço do próprio homem.

Não apenas a graça, mas também a soberania de Deus se relaciona com a concessão dos dons (1 Co 12.11; Ef 4.11; Atos 13.1-4; 20.24, 28; 2 Tm 1.8-11).

Para efeito de estudo (didática), algumas terminologias e classificações são utilizadas para descrever os dons do Espírito Santo, tais como “dons espirituais”, “dons sobrenaturais”, “dons ministeriais”, “dons de liderança”, “dons de serviço”, etc. Entendo ser importante afirmar que em última instância todos os dons do Espírito são “ESPIRITUAIS” (pneumatikôn) e “MINISTERIAIS” (diakonían), pelo simples fato de que todos são concedidos pelo Espírito e para o serviço ao próximo em todas as suas variadas formas ou manifestações.

Existe ainda o equívoco de reduzir os dons do Espírito a apenas nove, com base somente no texto de 1 Coríntios 12.8-10. É preciso considerar outras listas, tais como a de Romanos 12.6-8, Efésios 4.11, e ainda 1 Co 12.28-30.

A própria salvação é um dom espiritual de Deus, pois implica na ação graciosa e regeneradora operada pelo Espírito, mediante a sua Palavra (Jo 1.13; 3.1-8; Rm 8.3; 2 Co 5.17; Ef 4.23-24; Tg 1.18; 1 Pe 1.23):

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom (charisma) gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rm 6.23).

Se a salvação, condição essencial para o recebimento em forma de concessão dos demais dons operados pelo Espírito, que conforme a teologia pentecostal pode ser perdida, o que não dizer dos dons que dela dependem? Como não podemos perder um dom do Espírito, se afirmamos ser a própria salvação condicional (influência da teologia arminiana), com base em textos como Mateus 24.13; 25.1-13; 14-30; Hebreus 3.12-19; 12.14; Apocalipse 3.11? Caso mudemos de posicionamento, resta-nos adotarmos a teologia reformada calvinista com a sua doutrina da predestinação e seus desdobramentos. Afirmar que recebendo os dons os teremos para sempre, não seria o mesmo que afirmar que uma vez salvos, somos salvos para sempre?

Se a Bíblia alerta quanto ao não “apagar” ou “extinguir” (gr. sbénnyte) o Espírito (1 Ts 5.19), que significa literalmente “apagar o fogo ou a chama”, “oprimir a ação ou deter a ação”[2], não podemos, junto com o “apagar” ou “extinguir” o Espírito fazermos o mesmo com os dons que dele procede? Minha resposta é sim. Na realidade, a Bíblia nos adverte claramente sobre a possibilidade de perdermos coisas (dons, dádivas, bens, responsabilidades, etc.) que procedem de Deus (Jz 16.15-20; 1 Sm 15.27-28; 16.1; Jó 1.21; Sl 51.11; Hb 6.4-8; Ap 2.5).

Em segundo lugar, o que dizer sobre o significado do texto abaixo, utilizado por muitos para defender a ideia de que os dons espirituais não podem ser perdidos?

Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento. (Rm 11.29, ARC)
[...] porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. (Rm 11.29, ARA).

Os comentaristas bíblicos são praticamente unânimes em afirmar que o referido versículo está num contexto, onde a eleição de Israel como povo de Deus está sendo tratada por Paulo. Não há referência alguma aos dons espirituais. Além disso, a ênfase do texto está na imutável fidelidade de Deus, no fato de que Deus não muda de opinião a respeito dos seus dons, apesar do homem poder negligenciá-los e perdê-los. Stanley Horton, teólogo pentecostal, considera que os dons: 

Nunca são nossos no sentido de não precisarmos do Espírito Santo, pela fé, para cada expressão desses dons. Nunca se tornam parte da nossa própria natureza, ao ponto de não perdê-los, de serem tirados de nós.[3] 

A Bíblia de Estudo Pentecostal, publicada pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus, editora oficial da denominação, em sua nota de rodapé sobre Romanos 11.29 é enfática: 

Estas palavras se referem aos privilégios de Israel mencionados em 9.4, 5 e 11.26. O contexto desta passagem tem a ver com Israel e os propósitos de Deus para aquela nação e não aos dons espirituais à vocação ministerial relacionados com a obra do Espírito Santo na igreja (cf. 12.6-8; 1 Co 12).[4] 

Diante desta breve exposição, que não trata o tema de forma exaustiva, mas que busca apresentar fundamentos razoáveis para o entendimento de que os dons do Espírito (qualquer um deles) podem ser perdidos, esperamos contribuir de alguma forma para a discussão sobre o assunto.

____________________
[1] BARCKAY, William. Palavras Chaves do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2000, p 40.
[2] HAUBECK, Wilfrid; SIEBENTHAL, Heinrich Von. Nova chave linguística do Novo Testamento grego. São Paulo: Hagnos/Targumim, 2009, p. 1152. 
[3] HORTON, Stanley M. A doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 230. 
[4] Bíblia de Estudo Pentecostal. Flórida, EUA: CPAD, 1995, p. 1721.

Páscoa: o cordeiro ou o coelho?

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, abril 20, 2014 with No comments
Cristo, nosso cordeiro pascal, foi sacrificado por nós.

Cássio Castelo

Páscoa – palavra cujo significado em hebraico é passagem, passar por cima ou passar por sobre. 

O nome está intimamente ligado a última das pragas que foi enviada por Deus à terra do Egito na época de Moisés, quando os israelitas estavam escravizados. Faraó precisava ser convencido por ele, para deixar Israel sair do cativeiro que durava cerca de 400, ou 430, anos. 

Deus que havia enviado Moisés à faraó, cooperou com ele, realizando os sinais das dez pragas. A última praga constava da morte dos primogênitos dos egípcios, mas Israel estaria protegido. 

Como se deu esta proteção? Cada família Israelita precisava matar um cordeiro e aplicar o sangue do cordeiro na verga da porta. Um anjo passaria por cima do Egito e aquela casa que não tivesse a marca do sangue na verga, morreria o primogênito. Os egípcios foram atingidos, morrendo todos os seus filhos mais velhos, inclusive o de Faraó. Logo em seguida, faraó deixou o povo de Israel ir embora da terra do Egito.

Assim, o objetivo da páscoa é comemorar a libertação dos israelitas do jugo egípcio, ou cativeiro egípcio. Tem o sentido de libertação, de livramento do povo de Israel. E passou então a ser uma festa, uma das três grandes festas do povo hebreu, o povo de Israel. 

Depois disto a páscoa passou então a ser comemorada pelos israelitas anualmente como uma festa em família, uma refeição sacrificial que consistia em um cordeiro assado ou um cabrito, pães asmos (sem fermento) e ervas amargas. 

Cada elemento deste tinha o seu significado: O cordeiro - servia para recordação do sacrifício; O pão sem fermento – representava a pureza, visto que o fermento simbolizava a corrupção; E as ervas amargas - a servidão na terra do Egito. 

A páscoa tem sentido de redenção, festa, sacrifício e pureza. Este e o sentido da páscoa no Antigo Testamento. Agora, para os cristãos, no novo testamento, o assunto é tratado com a mesma importância, mas sobre um ponto de vista diferente. 

Paulo diz que Cristo é a nossa páscoa em 1 Coríntios 5.7. Deve-se fazer festa sem o fermento da maldade e da perversidade. Para os cristãos a páscoa é uma festa que pode ser celebrar porque houve um sacrifício. Jesus foi este sacrifício! 

Jesus foi o cordeiro de Deus morto, para remissão de pecados. E através deste sacrifício podemos nos aproximar de Deus e alcançar libertação e perdão dos pecados. Na verdade a morte do cordeiro é um dos pés que sustenta a nossa salvação.  

A salvação do homem está sustentada por um tripé: o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Gloria a Deus!

Fonte: Pastor Cássio Castelo

sábado, 19 de abril de 2014

Direitos Humanos para LGBT nas prisões e oração de Habacuque

Posted by Wilma Rejane on sábado, abril 19, 2014 with 1 comment




Foi publicada nesta quinta-feira (17/04/2014) resolução com regras para o sistema carcerário sobre presos gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis (representados pela sigla LGBT). As normas visam a proteger essas pessoas de violências e abusos e respeitar sua identidade, de acordo com o seu gênero. A resolução é assinada pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) e pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD-LGBT) e começa a valer a partir de hoje. 

Entre as determinações da nova norma, está a de que a pessoa presa deverá ser registrada pelo seu nome social, ou seja, o nome que escolheu e que representa seu gênero, e não seu nome de batismo. Além disso, segundo a resolução, travestis e transexuais que façam tratamentos hormonais terão direito assegurado a continuarem a tomar os medicamentos dentro do presídio e a receberem acompanhamento médico específico.

Para homens gays e travestis (aqueles que não rejeitaram seu sexo biológico), as novas regras definem que caso sejam levados a presídios masculinos, poderão ficar em espaços reservados, "considerando a sua segurança e especial vulnerabilidade", caso queiram. Esses espaços não podem ser aqueles reservados, no presídio, para punir presos em medida disciplinar, como solitárias.

Porém, os transexuais masculinos e femininos (a norma os definem como "pessoas que são psicologicamente de um sexo e anatomicamente de outro, rejeitando o próprio órgão sexual") devem ser encaminhados a presídios femininos e terão tratamento igual às mulheres presas nesses locais.

As pessoas protegidas por essa norma também poderão escolher o tipo de roupa que querem usar, respeitando as regras do presídio, e poderão manter cabelos compridos se desejarem.

O texto reforça que essa comunidade também terá direito à visita íntima no presídio, o que já vigorava desde 2011 e constava em resoluções do Ministério da Justiça. Outros direitos assegurados a detentos fora da comunidade LGBT também devem ser estendidos a esses presos, como acesso à educação e formação profissional, e auxílio-reclusão aos seus dependentes, inclusive cônjuge e companheiros do mesmo sexo.

Por fim, a norma expressa que os profissionais dos presídios deverão receber treinamento para atender os presos LGBT respeitando os direitos humanos e os princípios de não discriminação.

"A medida reforça as definições para cada componente do grupo LGBT e prevê que a pessoa travesti ou transexual em privação de liberdade tenha direito de ser chamada pelo seu nome social, de acordo com o seu gênero", afirmou o Ministério da Justiça, sobre as normas. Segundo o texto publicado no "Diário Oficial", a criação das novas normas atende às normas de direitos humanos expressas em convenções internacionais.


Opinião da blogueira: Enquanto isso...O Brasil amarga o caos no sistema penitenciário com superlotações de celas, processos arquivados, falta de equipamentos,pessoal e outra mazelas. Segundo pesquisa divulgada recentemente, cerca de 40% dos detentos estão aguardando um julgamento que nunca chega porque não há uma fiscalização atuante do judiciário. Significa que se um inocente estiver preso, terá que sofrer os horrores físicos, psicologicos e sociais, sem esperança de que o Estado faça justiça em tempo hábil e de forma oportuna. O caos está estabelecido dentro e fora dos presidios, pois a violência cresce a cada dia porque a impunidade prevalece.

Essa norma já oficializada pela Secretaria de Direitos Humanos é mais uma prova de que o governo não prioriza o priorizável e a iniquidade avança com o apoio das leis. Nesse tempo do fim, oro a oração de Habacuque: 


" Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia."Habacuque 3:2

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Ensinando Missões às crianças - Revista COLORINDO MISSÕES gratuita - e em 4 línguas

Posted by Sammis Reachers on quarta-feira, abril 16, 2014 with No comments

  Olá irmãos! É com felicidade que apresentamos a vocês a revista Colorindo Missões, uma revistinha totalmente gratuita de atividades para crianças, que tem como objetivo ensiná-las, de forma bíblica e divertida, valores da obra missionária da igreja de Cristo.

     Ao unir desenhos e atividades a alguns dos principais versículos missionários da Bíblia, nosso propósito é que as crianças possam desde já ir familiarizando-se com os mesmos, e associando-os à obra de alcançar todos os povos com o Evangelho, o que as ilustrações e atividades buscam transmitir.


     Como dissemos, este é um material gratuito, oferecido a partir do Brasil pelos blogs missionários Veredas Missionárias e Celeiro Missionário, em quatro línguas: português, inglês, espanhol e francês.  A revista possui 24 páginas e está disponibilizada em PDF, nos tamanhos A4 (210 x 297 mm) e A5 (148 x 210 mm). Você também pode copiar as imagens individualmente, no formato JPG. 

     Nós lhe incentivamos a baixar a revista, imprimi-la e/ou xerocá-la para ser distribuída entre crianças, educadores cristãos e igrejas evangélicas. Você pode usá-la no todo ou em partes, mas lembre-se:ela não pode ser vendida. Colabore conosco divulgando-a de todas as maneiras que puder.

     Nossa oração é para que o Senhor levante entre nossas crianças uma nova geração de missionários, como jamais houve, missionários que possam concluir a tarefa ordenada à igreja na Grande Comissão.

Sammis Reachers & Vilma Pires (editores)
Desenhos de: Fabiano Silva Souza (Fabico)

Para baixar o material, acesse o blog:

terça-feira, 15 de abril de 2014

EBD: Dons de revelação

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on terça-feira, abril 15, 2014 with No comments
Por Genivaldo Tavares de Melo

EBD para o dia 20 de abril de 2014. 
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PALAVRA DA SABEDORIA.
II – A PALAVRA DA CIÊNCIA. 
III – DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS.

Em tempo: Os nove dons espirituais podem ser agrupados também como órgãos de funções vitais da igreja.

Mãos: Fé, curas e operação de maravilhas. 
Olhos: Discernimento de espíritos.
Expressão verbal (voz): Palavra da sabedoria e da ciência; profecias, variedade de línguas e interpretação delas.

I – A PALAVRA DA SABEDORIA.

1.1 Conceito.

Tratando-se de um dos nove dons espirituais, está acima das manifestações promovidas pela presença do Espírito de Deus pelo novo nascimento.

Naturalmente, o crente nascido de novo recebe pelo Espírito Santo na sua vida e na medida do conhecimento da Palavra de Deus, capacidade de conviver com este mundo sem conflitar nas coisas que fala; usa suas palavras com sabedoria e comedimento.

1.2 A Bíblia e a palavra de sabedoria.

Neste tópico, o autor cita os exemplos de José com seus conselhos a Faraó sobre a crise no Egito e Salomão pela excelência dessa dádiva por tudo o que fez e falou estando registrado no livro de provérbios, mostrando a bondade de Deus no Antigo Testamento ou Aliança.

As escorregadas de Salomão (IRs.11) não depõem contra o conhecimento de Deus nem da sabedoria recebida, mas, mostram que mesmo com tudo o que recebemos do Senhor, precisamos estar atentos aos nossos passos. Os dons espirituais ou a manifesta e visível graça de Deus não blindam o homem contra o pecado.

1.3 Uma liderança sábia.

Penso que o legítimo exercício do ministério pastoral que demanda bons e sábios conselhos, traz consigo uma porção da sabedoria de Deus, caso contrário, não conseguiríamos conduzir uma diversidade de pessoas quanto o pensamento e personalidade de cada um.

II – A PALAVRA DA CIÊNCIA.

2.1 O que é?

Além de perguntar o que é eu perguntaria se há possibilidades de identificar um portador desse dom.

Para identificar um portador da palavra da ciência como um dom manifesto, é preciso gostar de sentar no banco da igreja, amar profundamente uma boa pregação e saber distingui-la de gritarias, sentir o peso e a profundidade, pois a palavra da ciência é a que coloca a igreja diante de um laboratório de grandes experiências com Deus pelo conhecimento.

2.2 Sua função.

É o que se pode chamar de verdadeiro ensino e revelações das coisas escritas.

2.3 Exemplos Bíblicos da palavra da ciência.

Os exemplos bíblicos para o sentido de ciência aqui aplicados, representam uma faceta desse dom a que chamamos também de revelação.

III – DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS.

3.1 O dom de discernir os espíritos.

Entre tantas definições, poderíamos acrescentar esta: O dom de discernir os espíritos é a lente da janela da alma; por onde tudo se torna visível, pensamentos e intenções. O último parágrafo exige atenção do leitor, pois, ao citar Stanley Horton, pode parecer que o pronome relativo “cuja” esteja ligando os espíritos a nossa proteção e o sentido correto é: cuja preocupação do dom é oferecer proteção contra o assédio do inimigo pelos espíritos malignos.

3.2 As fontes das manifestações espirituais.

No transcorrer de um culto, podem acontecer muitas coisas e penso que o portador deste maravilhoso dom, precisa estar em sintonia com o pastor da igreja para comunicar-lhe eventuais ocorrências que possam causar danos ao rebanho.

Infelizmente, pregadores, principalmente aqueles desigrejados exageram tanto nas suas revelações que mesmo sem esse dom, usando apenas a pedra de toque que é a Palavra de Deus, nos permite ver tantas coisas incertas ditas em nome do Senhor.

3.3 Discernindo as manifestações espirituais.

O que acho interessante nesta lição é que ela vai contra o pensamento de muitos crentes que; não se deve julgar.

Só não julga quem não tem discernimento e se tiver o dom de discernimento o julgamento tem peso maior.

Não confundir julgamento segundo a Bíblia e suas revelações com murmuração barata.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O justo Ló?

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, abril 09, 2014 with 1 comment
Por Genivaldo Tavares de Melo 

No começo da minha vida cristã, lendo e estudando a Palavra de Deus, nunca vi o sobrinho de Abraão, Ló, com bons olhos. A impressão tão negativa ocorreu por conta de algumas pregações cujos instrumentos sempre o descreviam de maneira contrária.

Mais tarde, eis que me deparo com um texto no novo testamento, de autoria do nosso irmão Pedro (2 Pd 2:7), que faz menção da destruição de Sodoma, exorta-nos sobre os falsos mestres e cita-o do seguinte modo: “... e livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis (porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, pelo que via e ouvia sobre suas obras injustas).

Diante disso, até hoje penso em Ló, ou Lot, de forma mais parcimoniosa.

Bem! Quando lemos sobre a chamada de Abraão entendemos que o convite era apenas para o tio de Ló com muita clareza: “Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”. 

Sai da tua parentela.  

Quando Deus chama alguém para sua obra, é para priorizá-la, deixar tudo e todos no sentido de abraçar a carreira proposta, sem qualquer comprometimento de relação familiar sob pena de sempre amarrar-se em lembranças. Com isto, não queremos dizer virar as costas de maneira total e definitiva.

No caso de Abrão, o futuro reaproximou as famílias quando teve que buscar uma noiva para Isaque. 

O fato de Ló ter sido declarado justo na própria Palavra de Deus, não significa que, como todo ser humano, não tivesse defeitos no uso da sua natureza humana e pecaminosa. 

É preciso ter em conta que nem todas as nossas fraquezas nos lançam no inferno, mas, são cobradas de maneira vigorosa e em muitos casos até com a morte, como temos exemplos mostrados em Atos 5 com Ananias e Safira e com o jovem aproveitador em 1 Co 5.3-4. 

O cristão sensato não deve transgredir apostando na misericórdia do Senhor, pois, o inimigo de nossas almas, vive em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar. 

A vida de Ló e os danos causados pela péssima escolha; a liberdade de escolher a direção a ser tomada para evitar os conflitos entre seus pastores de gado, deixaram transparecer o lado frágil da sua personalidade, que era egocêntrica, descuidada e inconsequente. Ao ir morar nas campinas de Sodoma, logo ocupou uma casa dentro da cidade permitindo assim que sua mulher e filhas vivessem confortavelmente no ambiente pecaminoso da cidade. 

Nós pagamos por nossas péssimas escolhas e não adianta reclamar depois.

O fato de Deus enviar dois anjos para tirar Ló de Sodoma e sua família antes da destruição da cidade mostra a complacência de Deus com nossas fraquezas e com nossas escolhas, o respeito com o nosso “livre arbítrio”. 

A mulher de Ló é figura da pessoa inconsequente cujo coração foi totalmente dominado pelos hábitos de Sodoma. Deu no que deu! O Apóstolo João teve boa razão quando nos exortou: “Não ameis o mundo nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” - 1 Jo 2:15.

Que lição tiramos da história de Ló? Que qualquer de nós, cercados de fraquezas de uma ou de outra forma, não devemos nos ocupar em viver julgando as pessoas por seus atos impensados, mas, fazer como Abraão, interceder, sabendo que as misericórdias do Senhor, são a causa de não sermos consumidos, Lm 3:22. 

Não devemos olhar para as pessoas como se todas as oportunidades lhes tivessem sido tiradas. Somente a morte risca para sempre as chances de reabilitar a comunhão com Deus. 

Mesmo em condições ruins, não devemos julgar por não sabermos o que se passa no coração e na alma de alguém que sinta não ter mais chances de viver. O malfeitor ao lado de Jesus, aproveitou muito bem, seus últimos momentos.

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