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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Cristãos à beira do caminho

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, junho 27, 2016 with No comments

Cristãos à beira do caminho, se alimentam da Palavra de Deus, que é farta na Dispensação da Graça, pois a porta ainda está aberta para todos. Saem pelo mundo, se aventurando nos campos da rebeldia, desejosos em encontrar satisfações de seu ego. Com o passar do tempo, pouco ou muito tempo distantes, eles se arrependem e voltam. No entanto, as Escrituras Sagradas anunciam que um dia a Porta da Graça se fechará, quando o acesso for bloqueado não mais será possível reencontrar abrigo e alimento outra vez.
“Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” – Mateus 7.14.

Meu gato vive de comer aquelas rações em grãos e em sachê que compramos no mercado. Depois que o Pingo está com o estômago cheio, se não quer dormir em seu cantinho confortável, pula a janela e sai para passear pelas redondezas. Ao voltar, arranha portas se elas estiverem fechadas, faz barulho chamando a atenção, como se pedisse para dar passagem.

Hoje, veio em minha mente uma analogia observando esta situação. Pensei no comportamento do felino doméstico e comparei com o procedimento de alguns cristãos desatentos. Eles não vigiam, não parecem firmes em sua devoção a Deus. 

Alguns se alimentam da Palavra de Deus, que é farta na Dispensação da Graça, pois a porta ainda está aberta para todos. Precisamos permanecer do lado de dentro desta porta, em obediência às recomendações das Escrituras Sagradas; porém, são tantos que se afastam de Jesus Cristo, saem pelo mundo se aventurando nos campos da rebeldia, desejosos em encontrar as satisfações de seu ego. Com o passar do tempo, pouco ou muito tempo distantes, eles se arrependem e voltam para a nova rodada de alimentação e aconchego nos braços do Senhor, que é misericordioso e os recebe de braços abertos.

No entanto, as Escrituras Sagradas anunciam que um dia a Porta da Graça se fechará, quando o acesso for bloqueado não mais será possível reencontrar abrigo e alimento outra vez. Quem estiver do lado de fora perderá a salvação, e chorará amargamente na eternidade, que será cheia de sofrimentos indescritíveis.

Cuidemos de nossas almas!

E.A.G.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

O CULTIVO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS, EBD LÇ. 13 para 26/06/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, junho 23, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 13 PARA O DIA 26/06/2016.
“O CULTIVO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS” (subsídio).
PONTOS A ESTUDAR:
I – A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.
II – AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.
III – A FONTE DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.

Escolhi esta foto que retrata a simplicidade de vida de uma comunidade de idosos que buscam relacionar-se de maneira quase infantil, sem medo de serem felizes ou ignorados. 

União de Blogueiros Evangélicos - Genivaldo Tavares de Melo. O Cultivo de relações interpessoais.

I – A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.

Não envolvemos conceitos de sociedade no sentido mais amplo e buscamos tratar disto, dentro das igrejas por serem essas instituições que agregam pessoas das mais diferentes matizes tanto do ponto de vista humano quanto ideológico e mais ainda, dentro de um mesmo propósito espiritual dias, meses e anos.


1.1       Valorizando pessoas, não coisas.

Cremos que o livro de Atos poderia também chamar-se de o livro do modelo das relações interpessoais, não obstante, ter havido conflito para mostrar que onde há reunião de pessoas, não se pode esperar que todos estejam no mesmo espírito.

A outra questão importante é que as relações interpessoais só tem valor real bíblico, se for acompanhado de obras e damos como exemplo Tabita (Atos 9:36-39).

A igreja precisa ser rigorosamente ensinada a ir ao templo, reunir com todos e saber que todos tem a mesma importância e doar-se para que se entenda que o evangelho é levado em conta na sua totalidade.

O autor trata bem do caso de Febe que serviu à igreja em Cencréia e aos apóstolos, sendo considerada pela “atuação” uma verdadeira diaconisa, sem que isto consigne a todas as mulheres, o título de diaconisa, como pretendem fazer e que serve também para homens que nada fazem, mas gostam do título.


1.2       O valor das mulheres.

Em nosso tempo e mais presente, aprendemos a colocar o nome da mulher e depois do marido como respeito a elas. No caso de Priscila, com certeza era por conta do valor do seu trabalho e com certeza mostra que Paulo não era machista como atribuem. Paulo via tudo pela ótica do Espírito do Senhor.

Muitas igrejas e prefiro dizer muitos pastores, não valorizam a mulher como precisa. Não estou falando de cargos ou títulos, coisa que “babamos” por eles, mas valorizar aquelas que são uma coluna na casa do Senhor que podem ser assistidas até financeiramente em circunstâncias especiais.


1.3       Irmandade e companheirismo.

Modelo de condomínio é o que parece muitas igrejas no pensamento do autor e concordo plenamente. As chamadas “panelinhas”. Para fazer justiça, há formação de grupos na igreja, ligados pela amizade e não podemos censura-los por conta disso, mas chamar-lhes a atenção para que compreendam que na igreja, o vizinho, amigo ou parente, são e devem ser servos e nessa hora é preciso procurar quem precisa de carinho, quem nada tem, os desamparados pela baixa condição social. Se assim fizerem perceberão que a graça de Cristo fará o coração transbordar de gozo, alegria e paz. Nem tudo é panelinha.

II –  AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.

2.1 Individualismo.

No meu ensino pessoal, dividiria o texto do autor em três partes:

1- Claro que o versículo 17 de Rm. 16 está perfeitamente alocado no lugar certo e Paulo, mais uma vez, à semelhança do conselho dado aos anciãos de Éfeso, (Atos 20:17)  mostra o cuidado com a igreja, com a unidade da fé e com a doutrina.

2 - Há como houve naquele tempo, pessoas que se isolam e provocam dissensões com vistas a quebrar a harmonia da comunhão e usam todo tipo de argumento para alcançar o seu mau intento.

3 - Cabe aos pastores, vigiarem para não dar lenha para essas fogueiras. Há argumentos difíceis de serem contestados e não cabe aqui, pontuar e um professor sensato, mesmo entendendo o que quero dizer, não vai abrir o leque para falar mal de quem quer que seja. Só mesmo a pregação da fé e da pura verdade pode derrubar o muro dos abusos e dos erros cometidos por muitos. Eu creio na verdade da palavra de Deus e se ela não consertar,  o exército que esta dentro do meu coração não vai resolver, pelo contrário, à semelhança das guerras no Oriente Médio, matará ímpios e justos com ele.

Lembremo-nos da parábola do joio e do trigo. Mt. 13:28


2.2 Sensualismo e antinomismo.

Sensualismo quando o pensamento do homem se concentra nos prazeres da vida.
Antinomismo, já usado em lição passada, o que é contra a lei ou contra o sistema.

O autor os chama de facciosos por causarem dissensões e promoverem escândalos.
Essa categoria de pessoas não estão apenas  entre os carnais, estão entre os que ensinam heresias para corromper e afastar os santos de Cristo.

O autor cita a maioria dos comentaristas que creditam a preocupação de Paulo ao comportamento dos gnósticos. Seja lá o que for,  Paulo queria manter a igreja  limpa de carnais e hereges.

Palavras suaves e lisonjas. É o que diz o autor acerca deles certamente com base na história. Hoje não falta quem queira conduzir a igreja com palavras suaves e lisonjas que misturam pessoas com uma massa que tem um pouco da igreja e outro pouco do mundo.

Cada um tem lá o seu gosto pessoal, mas ver pastores se derretendo literalmente, pelo time de futebol da sua preferência, diante do momento espiritual em que vivemos é muito estranho.

III –  A FONTE DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.

3.1 Existe em razão da sabedoria e soberania de Deus.


Fica muito estranho ver um crente que confessa amar a Deus e guardar a sua palavra e não contribuir para o aquecimento das relações interpessoais dentro da igreja. Quem ama a Verdade e almeja o céu, segue o exemplo de Jesus e dos seus apóstolos que com ele aprenderam, a cultivar as relações interpessoais.

De professor de EBD para professores, sejam firmes nesse propósito, trabalhe seus alunos, ensine-os a buscar convivência permanente e pacífica com todos e a alargarem suas tendas de amizade de sorte que caiba sempre mais.

3.2 Existe em razão da graça de Deus.

Quem nos aproximou foi Deus pela sua graça. Pela graça do Senhor, façamos o que convém para crescimento pacífico e santo de toda a comunidade cristã.


Assim, termina este grupamento de preciosas lições.

FERVURA NÃO É FERVOR

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quinta-feira, junho 23, 2016 with No comments
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 Fervura é ebulição, ou seja, o estado em que se encontra um líquido que ferve. A água entra em fervura a 100 graus centígrados. Ferevura pode ser agitação intensa, excitação ou alvoroço. Um pouco de água fria desfaz imediatamente o estado de fervura, aquele em que o líquido passa ao estado gasoso. É por isso que se diz "jogar água na fervura" quando se pretende acalmar uma exaltação ou desestimular o grande interesse de alguém.
Por outro lado, fervor, ainda que dado com o mesmo sentido de fervura, aplica-se em maior número de casos ao sentido de ardor, intensa dedicação a um objetivo. A Canção do Soldado brasileiro diz: diz: "A paz queremos com fervor...". Queremos a paz com toda a dedicação. Fervor também se refere à preocupação de uma vida íntegra, de piedade. Há fervor na oração intensa. Não existe "oração forte" como costumam dizer os líderes aventureiros; mas existe oração fervorosa: aquela em que a pessoa busca com muita intensidade a atenção do Senhor, seja para glorificá-Lo, seja para pedir por uma necessidade. Fervor é contrição. Fervor não se identifica por intensidade de voz. Fervor não é gritaria!
Ana, mãe do profeta Samuel, orava fervorosamente no templo (1Sm 1.9-17), mas sua voz não foi ouvida pelo sacerdote Eli, uma vez que ela só "balbuciava fervorosamente".
Não é raro ver igrejas em que os irmãos pensam que fervor é gritaria: cantam com um sistema de som em volume descomunal; oram como se Deus fosse surdo, pregam aos berros e dão a toda essa balbúrdia o nome de fervor.
A prova de que não há fervor está em que, terminado o cântico, a oração ou o incentivo do pregador, o silêncio se faz sentir imediato, até o próximo estímulo. Isso não é fervor, não é contrição, não é piedade. Isso é fervura!
Grande número de igrejas pentecostais trocou o fervor contrito pela fervura alvoroçada. Quantos gritam "Aleluia", "Glória", até quando o pastor dá uma nota de falecimento? Os "pregadores" e "cantores" mais procurados são os que incentivam a fervura. Quem não viu um pregador qualquer dizer ao público: "Não, vocês não ouviram! Vou repetir! Ele repete; a congregação quase desaba num "aleluia" que o deixa feliz.
Tudo isso é mera fervura, desordem das moléculas, ebulição, falta de contrição, de respeito a Deus, costume deseducado; ainda que muitos digam que é a "alegria do crente". Por causa disso, o fervor é que se apaga, porque não pode haver fervor na desordem. O apóstolo Paulo manda que tudo seja feito decentemente e com ordem (1Co 14.40).
Mas ele mesmo recomenda: "Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque essa é a vontade de Deus em Cristo para convosco. Não extingais o Espírito" (1 Ts 5.16-19). Para não extinguir o Espírito é necessário extinguir a fervura, e valorizar o fervor.
Ev. Izaldil Tavares de Castro

terça-feira, 21 de junho de 2016

UM MUNDO QUE DESMORONA RAPIDAMENTE

Posted by Izaldil Tavares de Castro on terça-feira, junho 21, 2016 with No comments
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Vem cá! Você está mesmo consciente de tudo quanto acontece ao nosso redor? Já se deu conta do desmoronamento das estruturas macrossocial, microssocial, governamental e religiosa? O mundo está quebrado, a família detonada, os poderes administrativos corrompidos e muitas igrejas decadentes, por serem falsas em seus ideais.
A derrocada é ininterrupta; tudo vai-se dissolvendo num terrível e acelerado movimento, à medida que uma parcela incalculável da humanidade só vê a goteira que cai no telhado da sua varanda! Meu! O mundo está derretendo, cara! Olhando para a sua goteira, você será rapidamente engolido pela avalanche que aí está!
É triste, e - além de triste - é decepcionante ver as pessoas andarem em roda de si mesmas, meio atônitas; porém, sem notar que não é o chãozinho dela que se abala: é o planeta!
Então, não adianta buscar solução que remedeie o seu momento. A questão não é você estar desempregado; milhões estão, e outros milhões estarão amanhã, engrossando essa fila de desesperançados.
O mundo já se tornou a estrada dos fugitivos. Há mais pessoas em busca de um "lugar ao sol" do que se possa imaginar. Quantos são os refugiados que invadem todas as nações do mundo, as quais não suportam manter nem os seus próprios filhos?
Mas você se preocupa com a feira que está muito cara! Não é a feira, não, cara!
Nem o mundo, nem o país acharão saída para o desmoronamento de tudo. A Bíblia, através dos séculos, avisa que essas ocorrências chegariam e iriam ao máximo das más consequências. Tudo vai piorar, e a humanidade se afligirá em busca de um líder que tenha a grande capacidade de trazer soluções.
Antes de ele chegar, para mais uma vez enganar o mundo, a humanidade acordará para uma realidade para a qual não quis dar atenção. Essa realidade é o arrebatamento de um povo que, mesmo sofrendo as agruras destes tempos, não deixou de observar as Escrituras Sagradas, em tudo quanto nela está registrado.
Esse será o povo salvo: trata-se da Igreja edificada por Cristo, independentemente das instituições humanas; a Igreja resgatada do mundo por Ele, que se entregou à cruz, para alcançá-la. Esse é o povo que no mundo, passou da morte para a vida, porque creu no nome do unigênito Filho de Deus (João, 3.18).
Vem cá! Você ainda está preocupado com a goteira do seu telhado, e desatento para aquilo que está acontecendo?
Vem cá! Você está achando que existe problema social, político e religioso; mas concorda com que cada um escolhe o próprio modo de viver; que o que importa é a liberdade de cada um, ainda que escolha a imoralidade, a desobediência, enfim, o pecado contra Deus?
Vem cá! Você acha que os desmandos da sociedade não afetam os desprevenidos, como pode ser o seu caso?
Então pare! Pense nisso tudo e entenda que neste mundo a aflição vai aumentar; mas, se você quiser, terá alívio, paz consolo, salvação. Jesus disse: "Venham a mim os cansados e sobrecarregados e eu lhes darei alívio" (Mateus, 11.28).
Vem cá! Eu convido você para dar atenção a essa informação: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça; mas tenha a vida eterna" (João 3.16).
Sabe quem vai resolver de modo interessante, mas por pouco tempo a confusão em que o mundo está mergulhado? O Anticristo, que virá governar para os que rejeitaram o Senhor Jesus. Esses descobrirão, em pouco tempo, que, pela sua rejeição, cairam nas mãos do maior agente que Satanás usou contra a humanidade que se fez perdida na condenação eterna.
Os salvos, porém, aqueles que deram ouvidos à Palavra de Deus, estarão para sempre com o Senhor que os libertou de todo mal.
Vem cá! Não é melhor você se dar conta disso e procurar salvar-se, antes que a noite chegue?
Ev. Izaldil Tavares de Castro

domingo, 19 de junho de 2016

O nome de Jesus

Posted by Izaldil Tavares de Castro on domingo, junho 19, 2016 with No comments

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

Meditemos:

O que significa pedir? Significa solicitar de alguém aquilo que não se alcançará ou resolverá por meios próprios; a noção de pedir sugere fraqueza, inabilidade ou humildade daquele que pede.

O que significa exigir? Significa impor uma ordem a outrem, sem permissão para ação oposta. A noção de exigir sugere a posse de um poder próprio ou outorgado por quem seja superior àquele que exige por delegação.

Isto posto, convém pensar nas situações em que o ...crente se vale do Nome de Jesus. O Senhor disse: "E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei para que o Pai seja glorificado (Jo 14.13). Aqui emprega-se a noção de pedir, por causa da impossibilidade dos meios próprios do solicitante. O Nome de Jesus é o penhor que tem o salvo, para ser atendido em suas necessidades.

Pedimos ao Senhor e somos atendidos, pela confluência de duas situações: o nosso reconhecimento pessoal de fraqueza e inabilidade diante de uma circunstância, por um lado e por outro a perene e inalienável promessa de que o Pai nos atende em Seu nome.


Muitas vezes pedimos e não recebemos, porque não nos colocamos na posição de inábeis e fracos. "Pedis e não recebeis, porque pedis mal..." (Tg 4.2). Segundo diz Tiago, o pedir mal é pedir para, apenas, ter satisfação pessoal. Isso não glorifica ao Pai. Quem assim faz não se vê inábil, mas arroga-se o direito de receber.


Noutro plano está o exigir em nome de Jesus. Aqui não se trata de solicitar ajuda, mas envolve a manifestação de poder outorgado por Jesus. Paulo escreve: "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder..." (1Co 2.4).


A exigência de que algo se cumpra, em nome de Jesus, justifica-se pela promessa que o Senhor nos deixou: "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios..." (Mc 16.16-17). Aqui se trata de investidura; Jesus delega poder aos seus servos.


O crente não pede para Jesus expulsar demônios, porque o Senhor já lhe delegou tal poder. O crente recebeu a virtude do Espírito Santo (At 1.8).


Dessa forma, com inteligência espiritual, precisamos discernir as circunstâncias ao apelarmos para o Nome Santo. Não se exige cura, nem solução de problemas materiais em nome de Jesus. Para tais casos, apelamos para o atendimento que ele prometeu, se for do agrado d'Ele. Ele cura se lhe convier (a Ele, não a nós); Ele resolve nossas dificuldades, se lhe convier. Ele governa todas as situações.


Quanto aos demônios, eles são expulso da vida do oprimido pelo poder que está no Seu Nome; um poder outorgado à Igreja do Senhor.


Isso não implica que não haja empenho do crente, conforme relata a passagem no evangelho de Mateus, 17.19-21.


Que Deus nos ajude a bem discernir a Sua vontade e a participar com entendimento das riquezas inefáveis de Suas promessas aos que creem.

sábado, 18 de junho de 2016

COSMOVISÃO MISSIONÁRIA, EBD LÇ.12 para 19/06/2016 (subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, junho 18, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 12 PARA O DIA 19/06/2016.
“COSMOVISÃO MISSIONÁRIA” (subsídio).
PONTOS A ESTUDAR:
I – A NECESSIDADE DE UMA COSMOVISÃO MISSIONÁRIA.
II – A NECESSIDADE DO PLANEJAMENTO MISSIONÁRIO.
III – A NECESSIDADE ESPIRITUAL NA OBRA MISSIONÁRIA.

          
 O campo é o mundo e está branco para a ceifa. Quem quer ir por Jesus, a nova proclamar.


I – A NECESSIDADE DE UMA COSMOVISÃO MISSIONÁRIA.

Para mim o sentido mais simples para o termo “cosmovisão” é a visão no sentido mais amplo nada subjetivo, sobre determinado assunto, assim, uma visão ampla e cósmica   sobre missão. A missão no sentido da chamada celestial quanto a sua realização sustento ou manutenção.

1.1       O propósito da missão.

Convém ler do início (Rm.15:14-18) para compreender o que Paulo queria que a igreja entendesse como ele o verdadeiro propósito de servir a Deus e fosse liberal na sua disposição em servir como ele servia.

Penso que nas duas referências feitas pelo autor:

Primeira: Como Paulo queria  que a igreja o visse? Como quem tinha um compromisso com Deus e não podia abrir mão, como ministro que tinha o povo gentio como alvo. Ministro dos gentios.

Segunda: O mesmo empenho com que os sacerdotes ofereciam sacrifícios a Deus, assim era o seu empenho; um sacerdócio.


1.2       O agente da missão.

O Espírito do Senhor, o Espírito Santo se move para que o missionário ou o ministro tenha bom êxito em sua tarefa e temos em Atos, essa comprovação na vida dos apóstolos
e dos irmãos que com eles trabalhavam, bastando ver o trabalho de Filipe em Samaria, Atos 8.

Como já dissemos em outras ocasiões, os dons espirituais funcionam como ferramenta na evangelização. A evangelização vira missão quando o campo que é o mundo leva o missionário para outras plagas.

É diferente quando uma pessoa está disposta a morar em outro país sendo este interesse muito maior que o de ganhar almas e evangelizar não passa de pretexto.

Podemos afirmar sem qualquer exagero que a igreja no Brasil teve uma forte atuação que a levou a romper todo tipo de impedimento, do norte ao sul do país, por conta da fé que ardia nos corações dos pastores, com parcos recursos, mas com poder e graça.

Jesus e a salvação era o ponto central das pregações e assim, ele curava, salvava e batizava com o Espírito Santo, sem reteté.


1.3       A esfera da missão.

É muito interessante que este tópico da lição seja lido em classe.

O maior compromisso de Deus é com a sua palavra. Se uma igreja procura se estabelecer onde já existe outra da mesma ordem,  claro que não seria bom terreno para semear,  salvo se houver algum propósito de caráter duvidoso.

Como a questão precisa ser vista sobre outro enfoque, vejamos:

Certa igreja está na cidade “A”  há  mais de 10 anos; não tem um crescimento compatível com o crescimento populacional, o pastor se sente um “cardeal” parou no tempo e no espaço e ainda maltrata o povo.  A maior lição é ter alguém fincando estacas perto da sua igreja, isto o fará acordar. Na atual conjuntura, o que precisa é conquistar para ter sem se preocupar em ser.

Independente de qualquer coisa, fiquemos com Paulo, semear onde o campo está inteiramente disponível, não importa o lugar.

II –  A NECESSIDADE DO PLANEJAMENTO MISSIONÁRIO.

2.1 Estabelecer bases.

A palavra usada pelo autor é: “ponto de apoio” quem enviou quem e se realmente sustenta, é a maior questão.

O autor parece parar na expressão “seja encaminhado por vós” que denota uma chamada à responsabilidade com o sustento do apóstolo.

A bem da verdade é que este não é um assunto para ser digerido com uma rápida e objetiva pincelada, quando conhecemos pela história caso de homens e mulheres  que sem qualquer apoio buscaram uma forma de evangelizar outros povos e neste momento, vem a lembrança a vida do pastor José Satírio quando foi para a Colômbia e a vitória alcançada. (*)

Para mim, missão é abrir portas e preparar terreno para que o pastor vá atrás e cuide das vidas conquistadas para o Senhor.

Bendito seja o que tem missão como prioridade no seu coração e bendito é o que envia o sustento.

2.2 Estabelecer intercâmbio.

Intercâmbio não parece ser o gosto da maioria e Paulo até por conta do seu empenho missionário buscava manter a aproximação entre as igrejas e perceba-se que os pastores da igreja de Jerusalém, não tinham qualquer pretensão de manter algum domínio sobre as demais, aqui chamada pelo autor de “igreja mãe”.

Meu Deus, onde foi que nós erramos para que fossemos tão divididos dessa maneira? Lembro-me de maneira tão próxima do missionário Eurico Bergstén como era doce no falar, como se importava com a unidade da igreja e assim eram outros missionários suecos que com frequência visitavam nossas igrejas.

Missão se faz melhor ainda onde não há interesse em estar sob a luz dos holofotes  por parte de quem envia.



III –  A NECESSIDADE ESPIRITUAL NA OBRA MISSIONÁRIA.

3.1 A necessidade de cobertura espiritual.

Muitos estão usando o termo “cobertura espiritual” com sentido diverso do aplicado aqui pelo autor. Cobertura quer dizer no contexto, estar sob os cuidados da oração dos santos e do apoio espiritual das igrejas, saber que quem sai para fazer missão, não está só.

Quando se vai para missão é necessário estar bem recomendado,  pois além das lutas espirituais, existem as lutas no campo social, as perseguições que surgem de todas as partes, para impedir o avanço da obra do Senhor.

Ninguém deve se aventurar sozinho, salvo se tiver profunda convicção da sua capacidade de suportar as aflições próprias da vida no estrangeiro ou simplesmente, longe de casa.

3.2 A necessidade do refrigério espiritual.

Esse desfecho é muito interessante (Rm, 15:31,32) para mostrar que nada é novo principalmente o comportamento dos rebeldes, Paulo desejava estar tranquilo quanto a isso, mas sabia que teria alguma dificuldade nas igrejas da judeia. Surpresos?

Mas graças a Deus por todos aqueles que promovem pelas boas ações a alegria de quem serve.

Pelo que vemos nas redes sociais, dá para mensurar, em tese, o que significa ato de rebeldia e quantos agem para realizar  um verdadeiro desserviço ao Reino de Deus. Deus os julgará.


sexta-feira, 17 de junho de 2016

SEM EXAMINAR AS ESCRITURAS, ERRAMOS SEMPRE!

Posted by Izaldil Tavares de Castro on sexta-feira, junho 17, 2016 with No comments
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 A maior parte dos ensinamentos provindos dessa corrente chamada neopentecostalismo (muitos chamam de pós-neopentecostalismo) conduz as pessoas a atitudes religiosas que ferem gravemente os princípios bíblicos. Aliás, para eles, a Bíblia só serve para recortar trechos do Antigo Testamento, adaptáveis aos seus mais escusos interesses.
Vem basicamente das igrejas Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo e Internacional da Graça de Deus, de seu cunhado RR Soares a falsa doutrina do direito de exigir a ação de Deus. Isso mesmo: "Exigir, porque você tem direito!".
Essa falsa doutrina já invadiu corações e mentes de tal maneira que, mesmo não frequentando os ambientes citados, muitos crentes, influenciados pelas composições "gospel" (um reforço daquela pseudoteologia) têm caído nessa cilada.
Por acaso, é cabível compreender que Deus ordene que a igreja se reúna, em tal dia, hora ou lugar, para pedir algo que ele não vai fazer? Claro que não precisa ser profeta, nem muito inteligente, para perceber o erro doutrinário! O que falta a essa gente é estudo bíblico, mesmo! Isso é um grave desrespeito à Soberania de Deus.
Não é raro que crentes, movidos por uma necessidade, elevem orações pedindo a providência divina. Isso não é errado, pois Jesus disse que o que for pedido em seu Nome o Pai o fará.
Mas, o que é pedir "em nome de Jesus"? Será que em nome d'Ele estou capacitado para cobrar uma bênção que me interesse? Evidentemente não! "Pedir em Nome de Jesus" é pedir segundo o seu exemplo, que, no Gólgota, pediu ao Pai que o livrasse da morte angustiante. Esse era desejo do Senhor Jesus naquela circunstância. Entretanto, Jesus entregou o seu pedido à vontade de Deus, quando disse: "Seja feita a Tua vontade". (Lc 22.42).
O Senhor Jesus sempre enfatizou a vontade do Pai. Quando ensinou os discípulos a orar, disse: "...Seja feita a Tua vontade".
Tiago ensina que devemos em tudo compreender e antecipar a vontade de Deus. "Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo" (Tg 4.13-15).
A Bíblia não pode ser deixada à parte, se quisermos procurar uma vida que se conforme à vontade de Deus.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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