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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A SOBREVIVÊNCIA EM TEMPOS DE CRISE, EBD LÇ.1 PARA 02/10/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, setembro 26, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 01  PARA O DIA 02/10/2016.
“A SOBREVIVÊNCIA EM TEMPOS DE CRISE”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CRISE COMO UMA REALIDADE.
II – A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO.
III – A CRISE.

Um chamado a lutar pela regularidade de vida. Se não der tempo, O  Rei está voltando.





I – A CRISE COMO UMA REALIDADE.

1.1 Deus criou um mundo perfeito.

O autor considera a situação do mundo antes e depois da queda do homem no Paraíso.

No paraíso, antes da queda como dito pelo autor, não havia crise. A Terra e a terra eram abençoadas pelo Senhor. A terra produzia seus frutos (Gn 1:11-12)  e era recompensada com uma vapor de água que subia mantendo a sua umidade (Gn.1:6) e não havia seca que a maltratasse nem inundações que destruísse o solo. Além disso, o polo criado contava com a presença de quatro braços de rios (Gn.2:10-14).


         1.2 Uma sociedade em crise.   
                
Não se pode negar que a queda que resultou no afastamento do homem do Éden, foi o início do chamado “período da consciência”, quando o homem passou a ter o controle da sua vida. O bem e o mal estavam agora no controle das suas vontades, mas   as escolhas sempre foram para pior resguardados os justos como Abraão.

Na atual conjuntura,  as coisas se tornaram ainda muito piores, podemos até mesmo considerar que a sociedade entrou em colapso.

II – A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO.

2.1 A crise na sociedade antediluviana.

O que pode ser entendido como crise?
Tudo o que interfere de forma paralisante e contrária ao processo natural de desenvolvimento; o que prejudica o andamento normal da vida ou o que a ela se relacione.

As crises carregam características próprias de cada período histórico.

Penso que a crise no período antediluviano era uma crise de ordem moral  veja o relato de Gn. 6:5 e já tínhamos tomado conhecimento pela bíblia do primeiro homicídio.

O restante deve ser lido e considerado o que o autor diz a respeito. 

2.2 Crise na sociedade pós-diluviana.

Logicamente o que discutimos nesta e quem sabe nas lições seguintes não segue a linha das discussões de problemas sociais de forma científica, e acadêmica na linguagem comum dos sociólogos, pois é preciso perceber pelo texto do autor que a palavra “pecado” está sempre vinculado aos desvios e nem podia ser diferente, pois todos os males sociais tem como origem, a natureza rebelde do homem em relação ao conceito de ordem social estabelecido pela Palavra do Senhor que é muito mais puro que qualquer conceito humano de convivência social; temos a fonte.

No período pós-diluviano o mal viralizou da mesma forma e já começa a atingir a raça humano causando danos a sua longevidade. O homem que vivia em média 950 anos, passou a viver  120 em média sentença proferida ainda antes do diluvio Gn. 6:24. Noé viveu 950 anos Gn.9:29.

Teve inicio a divisão de tempos estabelecendo as quatro estações do ano cujos efeitos são conhecidos até os dias de hoje. Gn. 8:22.

Após o diluvio, Torre de Babel construída para alimentar a vaidade humana e já manifestando o gosto pelo poder, tão bem descritos pelo autor.

O restante deve ser lido e considerado o que o autor diz a respeito.

Ops! O autor faz uma importante referência neste tópico sobre a vaidade de construir monumentos pessoais em nossos dias, tudo pela vaidade pessoal e com certeza, apelo para a mesma discrição citando apenas o já conhecido, Templo de Salomão.

É preciso separar o essencial  do não essencial para reunir o povo de Deus.

Neste ponto recomendo aos professores serem igualmente cuidadosos, pois há muita gente lutando nas redes sociais para desqualificar o uso dos templos e generalizam o que pode e não pode.  Você é o professor, não relaxe a guarda.


2.3  Crise nos tempos de Jesus e na Igreja Primitiva.

Com graça o autor aproveita o curto espaço para mostrar as crises e agora sim, uma crise mais ampla na vida do povo e na vida da igreja. Os cristãos primitivos  em inteireza de espírito obediente, souberam como resolver os problemas dos irmãos. Tenho certeza que nessa fase, não havia que se falar em dízimos, pois os corações era abertos e não precisavam de postular uma contribuição de valor fixado como o dízimo, pois a Palavra declara que tudo era de todos.

As demais aflições promovidas pelo domínio romano, não tinha jeito a dar a não ser esperar em Deus e administrar o tempo para cultuar.

Uma questão que não quero deixar passar é com respeito a preocupação com os pobres. Invariavelmente   “quase” que em todos os livros da Bíblia o pobre é lembrado pelo próprio Deus e chamo a atenção para o capítulo primeiro de Isaias que os irmãos leiam com muita atenção, nesse sentido, o que era para Israel, deve ser para nós.


III –  A CRISE.


3.1 A crise política.

O autor começa citando a divisão do reino de Israel a partir de Roboão e mostrando quanto sofrimento isso causou a nação e ao povo. A impiedade é um câncer danoso à saúde do povo. Os reis que vieram depois, principalmente no Norte, foram na maioria maus governantes. A crise política desencadeou outras crises e principalmente a crise espiritual e depois, moral.

 Na segunda parte o autor cita as nossas crises, a brasileira, da qual somos testemunhas e vítimas.

Considero dispensável neste subsídio comentar o que já está na lição e que nós mesmos vivenciamos.

3.2 A crise econômica.

A crise econômica brasileira tem peculiaridades decorrentes da crise política e a má administração do governo federal, todavia não ignoramos que a política econômica mundial tem um peso considerável na vida de cada nação e tudo isto tem a ver com o tamanho de investimentos que se faça aos meios de produção.

O governo que esteve no poder por tantos anos, deu preferência a enviar dinheiro para fora, vultosa soma para empreendimentos externos e agora, nem sabemos se em algum dia esses bilhões voltarão para casa e não significa que devamos virar as costas para o mundo. Faltaram moderação e conhecimento público, exceto o que a imprensa publicou já tendo sido consumados.

Uma lição nos trouxe; não podemos abraçar como irmãos políticos que se permitiram corromper nem aceitar ajudas financeiras de fonte duvidosa.
.

3.3 A crise espiritual.

Penso que depois de ter iniciado minha incursão pela rede social, tomei conhecimento de maneira mais ampla dos efeitos da crise espiritual. As postagens em grande parte mostram as fraquezas do nosso povo. Os ensinadores;  pastores, líderes e “teólogos” que saíram dos bancos da escola onde aprenderam riquezas bíblicas, se gastam em críticas pesadas e na maioria quase absoluta tentam desqualificar a igreja no uso dos templos e os dízimos, de forma irresponsável considerando que muitos deles não tem responsabilidade com pequenos ou grandes rebanhos.

A crise espiritual esconde as práticas vergonhosas de homens e mulheres que se entregam aos desvarios da sexualidade, do destempero, da falta de amor dando largas ao cumprimento das profecias bíblicas de caráter escatológico.

Professor! Seja cauteloso quando falar de homossexualidade aos alunos, porém não omita que toda relação fora do casamento ou a relação com seres do mesmo sexo como com animais e outras formas como sexo anal, alimentam a crise espiritual e o afastamento do homem à comunhão com Deus.

Os discordantes que busquem se converter.

A PERDA DA INDIVIDUALIDADE CRISTÃ

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, setembro 26, 2016 with No comments
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A Igreja “ekklesia” é o Corpo místico de Cristo; entretanto, essa mesma Igreja não é, a priori, a nossa congregação ou denominação evangélica, uma vez que cada uma dessas instituições é apenas a parte material, visível, física, do Corpo invisível do Senhor. Aqui se detecta um problema tão incômodo quanto sério: a perda da individualidade responsável para com Deus.

Corpo é um organismo constituído de partes. Sabe-se que nenhuma dessas partes é mais - nem menos - importante no organismo. Deus vê a saúde do Corpo, por meio da saúde dos membros. A humanidade perdeu a glória de Deus, por causa do pecado de num indivíduo: Adão. O povo de Israel foi prejudicado por causa do pecado de Acã. Por causa dessa constatação, cada um de nós deve manter em ordem um relacionamento absolutamente pessoal com Deus.

Por outro lado, nosso envolvimento com a congregação, isto é, nosso senso de inclusão denominacional pode causar uma grave distorção na responsabilidade que nos atinge individualmente no relacionamento com o Senhor. Em vez de notarmos a nossa própria situação, transferimos o problema para a igreja, quando nela vemos problemas que, não raro, estão em nós pessoalmente. Como resultado disso, terminamos sendo empecilhos para a boa saúde de todo o Corpo.

Ensina o apóstolo Paulo: “Ora, vós sois o corpo de Cristo e, individualmente, um de seus membros” (1Co 12.27). Essa tradução, a Versão Brasileira, da SBB, 2015, oportunamente traduz do grego a palavra individualmente. A versão KJ diz: “Vós sois o Corpo de Cristo e, cada pessoa entre vós, individualmente, é membro desse Corpo”. Note-se a ênfase: “cada pessoa entre vós, individualmente”.

Existe uma tendência contemporânea de se apontarem os descuidos da “igreja”: é a igreja que não participa, é a igreja que não coopera, é a igreja que não comparece, é a igreja que não contribui. Como está mal a igreja (entenda-se a congregação ou a denominação)!

Mais prejudicial ainda é o fato de algumas lideranças não perceberem que entre os faltosos há os disciplinados: há joio, sim; mas Jesus recomendou cautela nesse assunto. Certos discursos ferem o coração de muitos fiéis e a situação fica mais complicada. Já ouvi líderes fazendo sermões duros e, para justificarem sua decisão, valeram-se da passagem em que Jesus foi severo em sua fala (Jo 6. 66-67). Acontece que não leram os versículos 67 e 68. Palavras de vida eterna só Jesus tem!

Certa ocasião, o diretor de determinada instituição de ensino chamava a atenção dos professores sobre os problemas que eles causaram no ano letivo anterior. Um dos colegas interpelou-o com relação aos que não causaram problemas. A resposta foi ríspida, desanimadora. Disse aquele péssimo administrador: “Vocês quererão ganhar uma medalhinha por isso?”. Se esse comportamento é reprovável no mundo corporativo, que se dirá na igreja!

Todavia, voltando à questão da perda da individualidade responsável para com Deus, é urgente, extremamente urgente, que todas as congregações, todas as denominações, instruam sobre a necessidade de que cada crente traga sobre si mesmo a responsabilidade de ser um saudável membro do Corpo místico de Cristo (não simplesmente alguém diluído na liquefação da instituição denominacional).  É nesse espaço vago - entre o individual e o coletivo - que se estabelecem a falsidade, a máscara, os relacionamentos meramente virtuais de que muitos se aproveitam para expor uma pseudosantidade; aí também nascem os grupos mantenedores de interesses particulares. Isso causa as dissensões, as tristezas e os desajustes na congregação.

É necessário temos um mesmo espírito, uma só maneira de agir (1Co 1.10). Essa uniformidade de vida não vem da determinação humana, mas tem como regra a infalível palavra de Deus, na qual cada crente alicerça o seu conviver pessoal com Deus.

Antes de ver o cisco que embaça a visão do nosso companheiro, devemos ver a venda que nos torna cegos (Mt 7.3). Devemos entende que o nosso mau relacionamento com Deus afeta todo o Corpo. Um membro doente faz padecer o corpo inteiro. Por isso não há sabedoria em se espancar o corpo pelo fato de a mão não estar bem. É necessário tratar a mão enferma. Sou eu uma mão, ou um pé, ou um braço, ou um dedo mínimo... Preciso estar saudável, para que o corpo não padeça.

Quando uma congregação está em crise, somente a reconciliação pessoal de seus membros para com Deus trará os efeitos desejados. Cada um veja como edifica (1Co 3. 10-14).

Ev. Izaldil Tavares de Castro.

sábado, 24 de setembro de 2016

A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL NESTA ÚLTIMA HORA, EBD Lç. 13 para 25/09/2016 (Subsídio).

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, setembro 24, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 13  PARA O DIA 25/09/2016.
“EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL NESTA ÚLTIMA HORA”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUE É A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.
II – DISCIPULADO INTEGRAL.
III – A IGREJA DA EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.

 Este é o tempo do fim. O que estamos fazendo para que tudo se cumpra como determinado? 




I – O QUE É A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.

Na introdução deste primeiro ponto o autor diz que não precisamos de fórmulas extravagantes para cumprir o cronograma divino do anúncio universal do Evangelho e com razão; basta copiarmos o que os nossos pais fizeram quando o Evangelho chegou no Brasil onde prevalecia política e religiosamente o catolicismo: Jejum, oração e pregação bíblica sem acréscimos, mas com vigor do Espírito de Deus pela manifestação dos dons.

1.1 Evangelização integral.

O autor fala do “plano diretor”, termo muito usado pelos poderes municipais para o planejamento gestor da cidade, assim por similaridade, temos um plano diretor que é a Bíblia Sagrada; tudo o que precisamos e devemos fazer, está na sua escritura. Para uma evangelização integral o autor sugere, a partir de Atos 1:8 alcançar todas as nações e esclarece que o texto “ser-me-eis testemunhas” não estabelece ordem de prioridade.
“Tanto em Jerusalém como....”.  é o mesmo que dizer: Onde quer que estejamos.

1.2       Avivamento e evangelização.

O autor declara que sem o batismo com o Espírito Santo, qualquer plano de evangelização não alcançará êxito.

Se dissermos isto publicamente, abriremos uma fronteira de guerra já que tem um grupo chamado de “cessacionistas” que não creem na continuidade do Batismo com o Espírito Santo.

É possível simplificar, pois de certa forma, não podemos desqualificar o trabalho das igrejas tradicionais não pentecostais, mas veja:

O Batismo com o Espírito Santo dá pelos dons, ferramentas adequadas para evangelização pela manifestação do poder de Deus que opera das mais variadas formas, assim concluímos que sem ferramentas, não dá.

Quanto ao avivamento, precisa começar pelo altar.


II – DISCIPULADO INTEGRAL.

O autor declara que a E.I. precisa ser acompanhada do D.I. = Doutrinação, integração, treinamento e identificação. O que de fato acontece? Uma dura constatação impossível de negar: O novo convertido chega à igreja e para segura-lo,  encaminham-no para participar de algum grupo de louvor. Ele se “enturma” e daí para frente, só mesmo a graça de Deus.

2.1 Doutrinação.

Consiste no ensino das verdades centrais da fé cristã, diz o autor.

As verdades centrais devem ser compreendidas como as doutrinas basilares da Bíblia Sagrada, portanto, imagine que nenhum de nós tira diploma e fecha grade curricular na igreja.

2.2 Integração.

Toda igreja deveria ser com frequência ensinada e bem treinada para receber os novos convertidos.

Considero fundamental ensinar que não é pelo fato de estar dentro de uma igreja (no plano físico) que pode confiar cegamente em todos, abrindo a guarda. Há pessoas mal intencionadas em qualquer área da vida.

2.3  Treinamento.

Treinamento é a preparação para que o novo convertido entenda o que Deus quer de cada um de nós.

2.4 Identificação.

O autor trata da identificação como a maneira pela qual somos reconhecidos em nossa vizinhança, fora do templo.   A doutrina da ética cristã responde todas as questões da vida fora do convívio da igreja.

O Cristão precisa ser conhecido pelo seu porte como cidadão.


III –  A IGREJA E A EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL.

O autor propõe três ações básicas.

3.1 Promoção.

O autor aponta a igreja de Antioquia como modelo de promoção ou cumprir a missão de forma plena. Atos 13:1-3.

Fala-se muito em avivamento, renovação, reforma e tantos outros adjetivos, mas o que falta mesmo é a igreja olhar os objetivos e esses objetivos estão muito perto de nós, entre nós e na vizinhança. Tudo precisa começar pelo altar.

Promover significa estar atento à toda movimentação e carências dos crentes principalmente os novos convertidos e falamos do papel social da igreja. Somos inescusáveis.


3.2 Comissão.

A igreja precisa agir como agência evangelizadora. Se ela deixar este papel incorrerá em dois grandes erros:

1 - Assemelha-se a negar a verdadeira fé.

2 - Entregar os homens aos cuidados dos exploradores da fé.

3.3 Manutenção.
Recomendo a leitura deste tópico para avaliar se realmente estamos tratando da manutenção em todos os sentidos para preservação nos  dias futuros e angustiosos.

Como fazer para que a liderança entenda que as empresas tomaram o modelo da igreja, trabalharam e alcançaram seus resultados. Nós paramos no tempo. Temos milhares de obreiros que com muito pouco, estariam satisfeitos para encarar o tempo integral no serviço do Senhor.

Para que se comissione obreiros em tempo integral, é preciso orar e fazer a escolha certa para evitar frustrações ate mesmo no candidato ao ministério.

Se os homens se frustram quando demitidos de uma empresa como não deve ser quando perceberem que a pessoa escolhida não atende bem o trabalho do Senhor depois de ter sido nele gerado expectativas?


Findamos mais uma tarefa.

Desejamos que não tenha sido mais um trimestre jogado para trás. Qual seria o sentido da Escolha bíblica Dominical se assim fosse?

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

COMUNHÃO VIRTUAL É PRECÁRIA E PERIGOSA

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, setembro 21, 2016 with No comments
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 A tecnologia da comunicação tem afetado todo o sistema de relacionamento social no mundo. Muitas pessoas não contam com a proximidade de dez amigos, mas contam centenas (ou milhares) de amigos (?) virtuais. Entre o indivíduo e a proximidade com o semelhante está a moderna "tecnologia da amizade".
Diz o Salmo 133.1: "Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!" Evidentemente o salmista não dispunha dos aparelhos e das tecnologias à disposição deste tempo. Todavia, já saboreava a vida social entre os irmãos. E conclui: "Porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre" (v.5).
A Bíblia também diz que nos últimos tempos "o amor de muitos esfriará". Ouso dizer que as relações meramente virtuais são uma forma de um amor frio, petrificado, ausente do outro, fingido e não profundo. O cristão sabe que o amor não deve ser fingido.
É pratica comum entre nós evitar a exposição da verdade em que sempre estamos mergulhados; por isso, ficou estabelecida a resposta clichê dada a pergunta sobre como se está: "Tudo bem!", a qual alivia qualquer responsabilidade do outro quanto à nossa realidade. Mas, continuamos "grandes" amigos no facebook!
Outro problema que vem engolfando os membros de quase todas as igrejas são os grupos sociais sem objetivo específico. Dão-se belos nomes a isso: "Homens em comunhão"; Mulheres Unidas", "Jovens de Cristo", entre outras verdadeiras camuflagens que evitam a verdadeira união. Os mesmos participantes dos grupos, não raro, deixam de cumprimentar-se nas igrejas que frequentam.
Outro grande problema é a porta que nisso se abre para a divulgação de fofocas, ou de mensagens não filtradas pela doutrina bíblica, opostas ao ensino que emana dos púlpitos. Não há dúvida de que o diabo anda der olho nesse espaço também, a fim de implantar o que é indevido e causador de confusão.
Devo esclarecer, neste ponto, que não me oponho a relacionamentos nas mídias sociais, mas eles só são válidos se banhados pelo verdadeiro amor cristão e sujeitos a finalidade claramente definida. Nesse caso, qualquer intromissão fora do padrão estabelecido deve ser coibida.
O amor cristão não se revela nas formas frívolas de tratamento, tão comuns entre algumas irmãs, quais sejam "minhas amadas", "queridinha" etc. É necessário perceber o cheiro de falsidade que essas formas petrificadas de linguagem exalam. Quando os apóstolos se dirigiam às igrejas, tratavam os conservos com a expressão "amados", mas o conteúdo de suas mensagens garantiam o tratamento. Os "amados e amadas" devem, de fato, ser amados!
É mister que se dê menos valor ao expediente nas mídias sociais, e se aplique mais atenção ao contato pessoal. As igrejas estão lotadas de pessoas que carecem de abraço, de aproximação, de cuidado cristão, que o facebook não é capaz de suprir.
É mister que o "amor seja não fingido"; seja o nosso olhar, prioritariamente, posto no olhar do irmão; não na tela do aparelho. Vale a pena atentar para o perigo do duvidoso "amor cristão virtual", mormente nos grupos sem finalidade mais específica que se vêm formando entre os irmãos.
"Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. [...] E perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar" (At 2.44; 46-47).
Vale lembrar o que disse, numa conversa com meu pai, há muitas décadas, um irmão alegre por ter-se convertido a Cristo: "A Bíblia educa, instrui e civiliza".
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

sábado, 17 de setembro de 2016

A EVANGELIZAÇÃO REAL NA ERA DIGITAL, EBD Lç.12 para 18/09/2016 (Subsídio)

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, setembro 17, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 12 PARA O DIA 18/09/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO REAL NA ERA DIGITAL”
PONTOS A ESTUDAR:
I – PECADORES DIGITAIS NAS MÃOS DE UM DEUS REAL.
II – CONSERTANDO A REDE PARA CRISTO.
III – EVANGELHO REAL PARA PESCADORES DIGITAIS.

 USAR BEM O TECLADO É CONSTRUIR VIDAS EVANGELIZANDO 




I – PECADORES DIGITAIS NAS MÃOS DE UM DEUS REAL.


1.1       Pecados em série.

O autor cita o que se considerava da televisão no seu maior momento, quando era considerada a porta do inferno. Nada fizemos de importante e o inferno cresceu para tristeza nossa.

Não se pode subestimar a televisão por conta da rede mundial. Tenho observado que as novelas da Globo transmitidas em horário inteiramente acessível (18:00 hrs.)  a jovens e adolescentes, está carregada de libidinagens ostensivas, considerando que o efeito na libido é maior quando induzidas de forma sutil;  causam estragos aos valores morais.

Os porões da rede mundial não causam estragos, os já estragados buscam esses porões sabendo o que vai encontrar e comem como cães famintos o que se produz. Excetuo nessa afirmação os iniciados ou crianças com liberdade de acesso que acabam tendo a sua pureza sacrificada ou abortada.

O mundo escancarou as portas da devassidão e em muitos casos, o mal está dentro de muitos lares.


1.2       Rede de intrigas.

 Na descrição do autor  no primeiro parágrafo, com o exemplo do crime cometido por Ammon filho do rei Davi que estuprou a própria irmã Tamar (2Sm. 13:1-14) fica a mostra que os meios para consumação do mal sempre esteve na mente doentia do ser humano e para sua consumação, qualquer veículo vale para comunicar o mal.

Quanto a facilitação de bons encontros pela rede social, eu particularmente uso e encontrei pessoas maravilhosas, todavia o sistema apresenta canal de comunicação privado ou “inbox” de alta periculosidade para quem se entrega aos vícios.


 1.3 O e-mail fatal.

O que posso recomendar como amigo é que nunca passem notícias difamatórias nem façam críticas públicas denegrindo a imagem de quem quer que seja. Todos tem o direito ao arrependimento, todavia o que tem seu nome “emporcalhado” terá muitas dificuldades para  organizar sua vida no convívio com as igrejas.  Não tem perdão que dê jeito.

II – CONSERTANDO A REDE PARA CRISTO.

Vejo muitos homens que ocupam posições ministeriais como pastores, evangelistas e professores de teologia usando muito mal a rede e isto pode ser consertado com uma mudança de atitude.

2.1 Vocação.

Excelente conselho do autor, fazer bom uso da rede social, evangelizar. Acho muito mais uma questão de bom senso que de vocação e explico essa razão: Mesmo não sabendo pregar, pode-se adicionar um texto bíblico sem grandes esforços. Só não pode se “abestalhar” escrevendo frases tolas tais como:  “O Senhor está abrindo uma porta hoje, pra você”; se você tem fé digite um “amém”.

2.2 Mensagem.

A rede social não é um campo que deva ser usado para combater de forma estúpida princípios geralmente aceitos pelas igrejas conservadoras. O ataque direto a pessoas e instituições não produzem o resultado que se espera de um semeador.

Combater heresias exige inteligência e conhecimento bíblico. Quando combato biblicamente qualquer heresia ou mau costume perturbador da ordem do culto, conferindo tudo com a Bíblia, dificilmente o debate se estende muito e as argumentações não bíblicas caem no desprezo de quem lê.

Cabe ao professor, dar exemplo e orientar seus alunos para que nunca use a rede social para falar mal de pastor ou de ministérios. Esse tipo de comunicação eu chamo de “bala perdida” que mata gente inocente e não atinge o alvo.

Tem provas da desonestidade do seu líder? Peça reunião do conselho da igreja e trate do assunto à luz da Bíblia. Não confia nos resultados, entregue em suas orações que Deus trabalhará, afinal, Deus não é cego, surdo ou mudo.

2.3 Habilidade.

Nenhum campo exige tanta habilidade no trato com as palavras e textos que a rede social. Há uma riqueza infindável de temas e é bom saber que milhares de pessoas nos acompanham até com cunho investigativo.

Sinto-me investigado muito mais pelos de dentro que pelos de fora, mas louvo a Deus e uso da liberdade de Cristo para escrever tanto no blogger como no facebook e deixo sempre a porta aberta para os embates desde que sejam bíblicos e coerentes.


 III –  O EVANGELHO REAL PARA PE(S)CADORES DIGITAIS.

3.1 Fator Habacuque.

Comecei usando o Blogger como forma de ocupar melhor o meu tempo já que tinha pedido a minha jubilação e ele foi uma salvaguarda, pois, quem aprecia estar envolvido com os irmãos, jubilar é morte e assim, consolei a minha alma escrevendo.

Surgiu na minha vida o facebook por sugestão de um amigo. Grudei nele atentando que no face, as mensagens precisam ser  muito curtas e objetivas, evitando usar nomes de pessoas ou instituições, excedendo-me um pouco, quando algo cai no domínio público e o meu comentário me garante tranquilidade jurídica para não ser alvo de alguma ação por improbidade.

3.2 Fator Eliseu.

O fator Eliseu remete ao que a mulher sunamita disse dele: “Santo homem de Deus”. O comportamento na rede social passa a ser um grande testemunho a favor do Reino de Deus.  IIRs. 4:9.

Intolerância e principalmente isto, não pode ser esquecida. Há uma verdadeira enxurrada de mensagens com profunda manifestação de intolerância e extremismos.

Para quem já conviveu com a intolerância deve saber o quanto esse comportamento é indigesto e quando passados na rede social, fica mais indigesto ainda.


3.3 Fator Paulo.

O autor cita a chegada de Paulo em Atenas. Encontrou o ponto de contato e usou-o de forma inteligente. Sem detratar os atenienses. De forma delicada Paulo tirou proveito do que tinha visto na entrada da cidade. Constitui-se numa boa dica para quem quer evangelizar.

3.4 Fator Filipe.

A abordagem de Filipe foi muito sábia, sutil e prudente aliada ao respeito ao interlocutor que era um homem público e mesmo que não fosse.

Aqui vai uma dica muito importante para quem usa a rede social.
Percebi que muita gente, saídos das escolas teológicas e mestres nas questões pertinentes, cometem um grave erro: Falam pouco de Jesus e muito dos reformadores, longos textos, acadêmicos e complexos de tal forma que fica mais fácil entender a Bíblia que o pensamento teológico deles.

Professor, aproveite a riqueza desta lição e boa aula.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

LIBERTOS, MAS NÃO NECESSARIAMENTE LIVRES.

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quinta-feira, setembro 15, 2016 with No comments
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Duas palavras interessantes: livre e liberto. Ambas remontam a um mesmo radical latino, líber, mas cada uma assumiu um sentido diferente, donde se depreende que o fato de alguém estar na condição de liberto não o põe, necessariamente, na condição de livre. Trata-se, pois, de nuances semânticas bem ligadas a um pensamento filosófico.

A forma livre, tanto quanto a forma liberto são - a priori - particípios irregulares dos respectivos verbos livrar e libertar, normalmente empregadas como adjetivo. Assim, diremos homem livre/homem liberto. Na condição de particípios verbais, obedecem à norma do emprego dos particípios nas conjugações perifrásticas ou compostas. Assim, tendo-se como auxiliares os verbos ter ou haver, serão empregados os particípios regulares: Ele tinha livrado/libertado. Com os auxiliares ser, estar ou ficar, emprega-se, em geral, o particípio irregular: Ele deve ser, estar ou ficar livre/liberto. Porém, não se tome essa última orientação como definitiva, considerando-se os aspectos semânticos envolvidos.

Voltando à questão inicial, vale a pena entrar no mérito semântico de alguém ser livre e ser liberto. Que é ser livre? Os melhores dicionários informam que se trata da situação em que alguém não traz sobre si nenhum jugo; trata-se de quem seja senhor de si mesmo, para decidir, realizar atos, e assumir total responsabilidade pelo que faz. Entenda-se, portanto, que o homem socialmente relacionado é livre, em tese, uma vez que todos estão sob o jugo da legislação de sua sociedade.

No aspecto da organização social, ou política, o homem livre será aquele que em tempo algum - ele mesmo, ou seus descendentes - foi escravo, isto é, jamais esteve à disposição ou sob imposições de outro homem. Nas civilizações antigas, Egito, Grécia e Roma, por exemplo, havia cidadãos livres (os senhores) e os escravos.

A civilização hebreia foi tornada escrava no Egito, até que Deus lhe providenciou a liberdade, por intermédio de Moisés. Algumas leis romanas também promoveram liberdade a escravos e, não longe de nós, a Princesa Isabel, de Portugal, assinou a discutível Lei Áurea, em favor dos escravos africanos, no Brasil.

Ora, de acordo com esse ponto de vista, os homens que viveram sob a escravidão não se tornaram homens livres; mas libertos. Assim, pode-se estabelecer a diferença conceitual entre ser livre e ser liberto. O livre nunca precisou de libertação.

Que é ser liberto? Entende-se por liberto aquele a quem se concedeu a liberdade, ou seja, aquele que, por meio da libertação, saiu da situação de escravo. O escravo não se liberta a si mesmo; pode, no máximo, rebelar-se contra a sua escravidão, mas não se livra dela.

O ser humano, no princípio, quando Deus o criou, recebeu do Pai a condição de ser livre. “E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente,...” (Gn 2.16 - grifo meu). A desobediência de Adão, por ter dado ouvidos a quem o queria escravizar, tornou-o servo, escravo do mal, sujeito à atuação da morte espiritual e física (Gn 2.17). A humanidade permanece escravizada pelo pecado. Os homens são carentes de libertação. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23).

A carência de liberdade humana só pode ser satisfeita pelo unigênito Filho de Deus, Jesus Cristo, o Senhor. Ele declarou: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Disse ainda: “... e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

Bem, uma vez que toda a humanidade se tornou escrava do pecado, por causa da desobediência de Adão, Deus lhe apresentou um plano de liberdade: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Nós, os que já aceitamos essa tão grandiosa dádiva de Deus, tornamo-nos libertados por sua graça. Nossa libertação não nos tornou livres, no sentido de nada dever a ninguém: quem foi libertado lembra-se de que fora escravo e deve a liberdade a quem o libertou! “Mas, graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Rm 6.17).

Somos libertos, mas não livres, no sentido de independência que a palavra pode sugerir, porque agora servimos àquele que nos libertou. Somos livres em Cristo e para Cristo, que nos libertou!

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A QUEM OUVIR: AO PAPA FRANCISCO OU A JESUS?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, setembro 14, 2016 with No comments
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 As palavras do papa Francisco são tão importantes que "até" Jesus concorda com ele! Pelo menos isso é o que afirmou o bispo petista, Dom Angélico Sândalo Bernardino. A referida autoridade católica desnudou, em Aparecida, a veemência do seu lado petista, portanto, anticristão.
Inflamado em seu rubro discurso, o bispo afirmou que as palavras do Senhor Jesus, as quais criticavam os ricos exploradores dos miseráveis naquelas regiões, "...casam perfeitamente com o que diz o papa Francisco. Expressamente diz: "... impressionante como a mensagem de Jesus casa bem com a palavra do papa Francisco!"
Que inversão desrespeitosa! Melhor seria que o papa Francisco dissesse palavras que casam com o que disse o Filho de Deus. Mas a fala do religioso deixa a inequívoca intenção de exaltar o papa e seu posicionamento esquerdista, "fazendo" que a mensagem do Senhor esteja em concordância com a voz papal.
Interessante é haver por aqui quem queira calar politicamente a palavra dos evangélicos, alegando que o Brasil é um país laico! Todavia, parece que a Catedral de Aparecida é território livre para as bandeiras vermelhas.
O bispo deveria saber que Jesus não fez pregação política, nem partidária. Ele mesmo declarou a Pilatos: "...o meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, lutariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas, agora, o meu reino não é daqui" (João, 18.36). Usar as palavras de Jesus para defesa de ideais políticos é agir como Pôncio Pilatos, que ignorava quem é o Cristo de Deus.
O bispo católico remete, ainda, a sua fúria contra o atual governo da República, e profere apoio irrestrito à prática de greves. Aplaude e incentiva a greve dos bancários. Que evangelho é esse? Não é do Reino do Mestre! Trata-se, sim, de um falso evangelho, sobre o qual o apóstolo Paulo advertiu, chamando-o de anátema, isto é, totalmente maldito (Gl 1.8-9) Diz, ainda, o apóstolo dos gentios: "Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho" (Gl 1.6).
Portanto, caso se considere que o Brasil é país laico, a homilia de Dom Angélico torna-se dispensável. Por outro lado, a mesma homilia mostra quanto a preeminência das palavras de Jesus foi posta à parte e violada em favor de Francisco.
Ev. Izaldil Tavares de Castro

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