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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

SALVAÇÃO E LIVRE-ARBÍTRIO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, novembro 16, 2017 with No comments

EBD LÇ. 8  19/11/2017 “SALVAÇÃO E LIVRE-ARBÍTRIO”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A ELEIÇÃO BÍBLICA É SEGUNDO A PRESCIÊNCIA DIVINA.
II – ARMÍNIO E O LIVRE ARBÍTRIO.
III – ELEIÇÃO DIVINA E  O LIVRE-ARBÍTRIO.


 A Bíblia mostra que o pecado cega o entendimento do homem, mas não o incapacita de fazer suas escolhas e hoje, mais do que em outros tempos os caminhos, para a vida e para a perdição eterna estão bem evidenciados pelas escolhas feitas.  (IICor.4:4).


    
I –  A ELEIÇÃO BÍBLICA É SEGUNDO A PRESCIÊNCIA DIVINA.


1.1   A eleição de Israel.

Com base no texto do autor, que é bíblico, poderíamos afirmar que a eleição de Israel, serve de espelho para refletir o que é a chamada e eleição do cristão, individualmente?

Plenamente possível.

Imaginemos: De Abraão a Cristo o povo de Israel passando pelos diversos períodos:

(Eles) Assentamento em Canaã. (Nós) Pela fé “habitamos” as regiões celestiais em Cristo. (Ef. 2:6)

(Eles) A Lei.  (Nós) As ordenações doutrinárias sob a graça. (IPd. 1:2)

Os altos e baixos da vida da nação apontam para os altos e baixos da vida cristã individualmente.

Após o advento do Messias e por um tempo  ambos se fundem:  Israel deixa de ser (em tese), tratada como nação  para  se fundir aos gentios pela redenção na cruz. O relógio profético parou para o povo judeu por um tempo.  (Rm.2:29)(*).

(*) É preciso tomar cuidado pois há os que se  pegam na letra para tentar desqualificar Israel como nação. No milênio, a sua glória será restabelecida.

A igreja ascende com Cristo na sua vinda  e no milênio Israel como nação.

Israel se misturou com os povos e a igreja (Eclésia) se mistura igualmente.

Israel gozava do livre-arbítrio e o cristão, igualmente. Ambos tem liberdade de fazer suas escolhas. Ml.2:11 e  Gl. 5:7.


“Israel esteve sujeito a queda e nós entramos em sua história:
(Rm 11:18-19): “(...) Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado...”. A resposta é; ocasionalmente  sim..
Não misturar a igreja do Senhor, a noiva de Cristo com qualquer desajuste do cristão.

Rm.11:21 é também um texto que mostra que a salvação está condicionada a obediência a Cristo e a sua palavra.

“Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.”.  Deus não tem filhos prediletos, eleitos e impecáveis. Somos todos filhos por sua graça e a fidelidade convém a igreja.
   
1.2 A eleição para a salvação.

Deus quer que todos se salvem.

ITm. 2:3-4 “Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.”.

A salvação é um plano. Ou se está dentro dele ou fora dele. A escolha é do homem.
Há quem defenda outra linha doutrinaria alegando que o homem morto em peado, não pode decidir pela sua salvação. Ignoram que “morte” não significa aniquilação da espécie e no caso, significa “separação”.

Os que são visto sob a presciência de Deus são chamados eleitos.  Ef. 1:5.

1.3 A presciência divina.
O autor faz considerações importantes neste ponto:

Deus sabe de todas as coisas de antemão.
Deus pode interferir na história da humanidade.
Deus sabe quem responderá positivamente ao convite.
Nem todas as pessoas atenderão ao apelo  (Is.53:1). A graça é resistível.

Vale lembrar que as parábolas do Senhor, quase sempre apontam para os homens na aceitação ou rejeição voluntaria como pelo descuido da vida espiritual; Vejamos:

As dez virgens – representa o descuido da vida espiritual quando alguns afirmam que a salvação é eterna para os eleitos. Não há possibilidade de queda. (Mt.25).

A grande festa (Lc.14:16) Mostrando o empenho para trazer as pessoas e de qualquer plano social.

Entre tantos outros textos.

II – ARMÍNIO E O LIVRE ARBÍTRIO.


2.1 Breve histórico de Jacó Armínio.

As informações do autor acerca de Jacó Armínio, atendem ao espaço para dar uma mostra de quem foi Armínio cuja escola, convencionou-se chamar de “arminianismo”.
Defendeu o livre-arbítrio e essa doutrina é a doutrina esposada pelas Assembleias de Deus que ainda conservam a boa doutrina.

Precisamos estar atentos para que ninguém venha ensinar esta importante doutrina com desvios à calvinista.

Quero apenas lembrar que esta divergente visão entre dois grandes grupos não comprometem a salvação, todavia quem segue a escola “arminiana”, tem maior disposição para evangelizar. O tempo nos mostrou isso diante de quase 55 anos(*)  militando a vida cristã.

(*) Tempo de crente não dá privilégios. É apenas para mostrar as coisas vividas e observadas através dos anos.

2.2 O livre arbítrio.

Dt. 30:19 “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.

Como dizem: “desde que o mundo é mundo...” Já no Éden, a livre e má escolha do casal marcou os destinos da humanidade.
Para que ninguém diga que apenas citamos texto do A.T. vamos citar pelo menos um do Novo Testamento.

(Mt. 19:11-12) “(...) Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me. O jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades”.  Se isso não for liberdade de escolha, nada mais será.
  
2.3 O livre-arbítrio na Bíblia.

Funde-se ao texto anterior (2.2), mas o professor, conforme o tempo disponível pode ainda citar os textos oferecidos na lição.

III –  ELEIÇÃO DIVINA E O LIVRE-ARBÍTRIO.

3.1 A eleição divina.

Com base no texto do autor, quero selecionar algumas frases:

“A eleição é uma escolha soberana de Deus.”.
“Tem como objeto  de seu amor, os seres humanos”.
“(...) Não leva em conta o mérito humano”. Não considera em tese, a prática das boas obras que parte do dever social de todos ainda quem nem todos pratiquem.

Assim, conforme o autor e que corresponde ao nosso entendimento, pela eleição nos aproximamos de  Cristo e ele em nós fazendo um corpo espiritual.

Obs. As obras não são suficientes para a eleição/salvação, todavia agrada e muito ao Senhor a exemplo de Cornélio. (Atos 10:1).

3.2 A possibilidade da escolha humana.

Poderia copiar aqui os apontamentos do autor, todavia ressalto-os para compreensão de quem não é aluno das EBDs.

Jo.3:16 “Para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna”. (grifo meu).  A obediência é o fim da lei ou de qualquer outra ordenança.


3.3 A possibilidade da escolha humana.

Confere o autor, a possibilidade de escolha do ser humano, declarando que não fomos criados como “robôs autômatos”, mas com capacidade de pensar e de fazer as nossas escolhas.

Os que contra argumentam essas verdades, apela para o entendimento visto em seus argumentos, que o morto não pode escolher amanha graça e já dissemos em várias outras publicações que mortos em delitos e pecados, trata das coisas espirituais, sem afetar o cérebro do individuo. Morte nunca representa “aniquilação” e sim, separação.

“Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.”.  Gálatas 5:4

“Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.”.  2 Coríntios 13:5

“E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.”. Apocalipse 3:1

domingo, 5 de novembro de 2017

A SALVAÇÃO PELA GRAÇA

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on domingo, novembro 05, 2017 with No comments
EBD LÇ. 7  12/11/2017 “A SALVAÇÃO PELA GRAÇA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – LEI E GRAÇA.
II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS.
III –  O ESCÂNDALO DA GRAÇA.


O dinheiro perde  o valor, mas a salvação tem o preço eterno, o sangue de Cristo.

 I –  LEI E GRAÇA.


1.1   O propósito da Lei.

Neste primeiro ponto já encontramos uma riqueza de informações, desconhecidas por muitos:

1 – A lei não trata apenas de “normatizar” a vida do povo judeu.
2 – Existem aspectos da lei que continuam válidos até hoje, em plena dispensação da graça.
3 – Não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho entre outras ordenanças legais, preservam-se pelos valores morais e éticos que estão intimamente ligados a doutrina da santificação.

Não há o que tirar.

   
1.2 A Lei nos conduziu a Cristo.

Para o povo de Israel em particular e para nós em geral, a Lei se revestia de ordenanças que deveriam propiciar a aproximação do homem a Deus e consequentemente a salvação.

Ao longo dos anos seguintes, após a promulgação da Lei que se deu no ato de entrega ao povo para que a cumprisse, verificamos a incapacidade da mesma promover qualquer melhoria interior considerando que o coração do homem sempre esteve dividido entre o bem e o mal; daí a expressão de Paulo:

(Rm. 7:7 “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.”.

Assim, o reconhecimento do pecado pela Lei nos fez perceber a carência de Cristo na vida interior.

Diz o autor: “Quando a Lei se faz a própria justiça do homem como mérito dele, ela se torna  depreciativa” . Isto leva a compreender que na Lei existe o mérito do homem enquanto na Graça, o mérito é de Cristo que pagou o preço da redenção.

1.3 A graça revela que a Lei é imperfeita.

Diz o autor que Paulo constata a superioridade do Espírito em relação à Lei.

Com razão!  Podemos esquecer algum mandamento, mas a graça nos mostra sempre o que somos e como estamos vivendo com a diferença que a Graça, mostra a solução para os problemas enquanto a Lei, apenas apontava o pecado e pelo pecado, a morte

II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS.

2.1 Superabundante graça.

Não há homem no mundo capaz de compreender pela “razão”  o alcance da graça de Deus sobre o homem. A prova que temos, são os piores elementos da sociedade, devidamente transformados pelo evangelho, vivendo em novidade de vida; inteiramente recuperados como cidadão, esposo, pai de família e profissional.

2.2 Fé e graça.
                                               
A graça pode ser comparado ao “salvo conduto” que permite passar as fronteiras do mundo para uma nova vida e a Fé, a certeza que nossa caminhada não será interrompida e mais ainda; a certeza que somente pela graça chegaremos na eternidade com Deus.

2.3 A graça não é salvo conduto para pecar.

A graça não abre espaço para o pecado em nossa vida por um importante motivo:

Quem alimenta a graça em nossa vida é o Espírito Santo que não pode ser entristecido e disso sabemos.

Lembrar aos alunos que quem vai agir em nosso corpo, transformando-o  para o arrebatamento é o Espírito Santo e que causar-lhe tristeza resultará no seu afastamento e consequente perda de embarque, na viagem celestial.

“(..)  não retires de mim o teu Espírito Santo”. Salmo 51:11.


III – O ESCÂNDALO DA GRAÇA.


3.1 Seria a graça injusta?

Segundo que lemos no profeta Isaias!

(Is. 64:6) “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.”.

Só resta compreender o quanto a justiça do homem é incapaz de o conduzir a Cristo e assim, ser uma loucura para os que perecem.
                                                                
(ICo. 1:18) “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.”.

A Lei é excludente e a graça também se tentarmos nos justificar pela lei ou pelas obras. Ef. 2:9.


3.2 A divina graça incompreendida.

Há três pontos importantes neste tópico que precisam ser considerados para que entendamos a razão da incompreensão sendo dois deles, citados pelo autor:

1 – O autor considera ser humanamente impossível o homem retribuir a salvação prometida e alcançada.

2 – “Se fosse possível, já não seria graça”.

3 – Por conta da doutrina da eleição, muitos entendem equivocadamente que o homem é alcançado pela graça sem que mova  os sobrolhos e também, não pode dizer que “aceitou Jesus, pois um morto não aceita nada e é Jesus quem o busca por conta da eleição.

O gesto do homem em procurar conhecer o Deus da graça é um gesto aceito por Deus por conta do “livre arbítrio” senão, vejamos:

Jo.4:16 – “Chama o teu marido e vem cá...”. Ação do homem.
Mt.22:3 – Os convidados recusaram o convite para as bodas.
Lc. 14:23 “Força-os a entrar; quero que a minha casa se encha”. Ação do homem.

Morte espiritual não significa aniquilação e sim, separação nem tampouco rouba a capacidade de pensar         , de aceitar ou recusar o convite.

Pela ótica divina: (IPd. 1:2) “Eleitos segundo a “presciência” de Deus Pai, (...)”.
                                       

3.3 Se deixar presentear pela graça.

Explica o autor a as razões pelas quais o mérito humano não tem lugar a esta graça:

Se fosse possível pagar ou ter atitudes que pudessem de alguma forma recompensar Deus, não seria graça, mas uma ofensa ao Espirito Santo da graça.

O preço foi totalmente pago pelo Senhor e não foi pouco.

(IPd.1:18-19) “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais,  mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,”.




terça-feira, 31 de outubro de 2017

O que a Fernanda Brum foi fazer no "Encontro com Fátima Bernardes" da Rede Globo?

Posted by Eliseu Antonio Gomes on terça-feira, outubro 31, 2017 with No comments

Qual seria o propósito da Fernanda Brum, e de outros cantores, que se apresentam em programas da Rede Globo? O pensamento mais rápido que chega em minha mente é a busca pela visibilidade que a emissora proporciona, amplitude visual sempre maior do que qualquer outra mídia desse seguimento. 

Mas, o objetivo de visualização, por parte de quem se identifica como gente que crê em Cristo como único Senhor e Salvador, não é atitude condenável. Que a análise seja sobre o motivo desse desejo. No mundo evangélico, os evangelistas devem “mostrar a cara” para pregar o Evangelho, e de modo igual quem divulga a Palavra de Deus através da música. 

Para o cristão, permanecer na rotina de idas e vindas, da casa para a igreja e em sentido inverso, não é o costume mais correto a se viver. Jesus não nos chama ao conforto interno das quatro paredes do templo. Não abandonemos o hábito de congregar. Porém, apenas a assiduidade em reuniões na congregação não é o suficiente para agradar ao Senhor. Relembremos que o termo "igreja"  significa “chamados para fora”. Então, mais que marcar presença em cultos no meio da semana e de domingo, existe a obrigação de realizar a divulgação do Evangelho aos perdidos, indo onde estiverem.

Se o objetivo da Fernanda Brum era comunicar-se com telespectadores descrentes, refletir o brilho de Cristo aos que estão na escuridão espiritual, não há razão para criticá-la. E se ela não chegou a fazer isso à contento, é necessário lembrar que as rédeas do programa não são tocadas pelos visitantes da atração. 

Pude assistir a passagem de Fernanda Brum por lá. Após ler as críticas nas mídias sociais, fiquei curioso e acessei o sistema de transmissão via streaming. Termino este comentário sugerindo que quem puder ver, que assista prestando bastante atenção às falas da cantora. Enfim, se opinamos, que nossa opinião tenha por base "a reta justiça" (João 7.24). 

E.A.G.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A ABRANGÊNCIA UNIVERSAL DA SALVAÇÃO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, outubro 30, 2017 with No comments
EBD LÇ. 6  05/11/2017 “A ABRANGÊNCIA UNIVERSAL DA SALVAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.
II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.
III –  CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO MUNDO.


 "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito par que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna,  (Jo.3:16).


   
I –  O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.


1.1   A necessidade de expiação.

Remir que significa; resgatar, retomar, adquirir de novo o que foi perdido, é um termo – verbo – muito forte porém é o que melhor exprime a ação de Deus para tirar o homem da escravidão do pecado e o preço, como já sabemos, foi preço de sangue, o sangue do seu filho derramado por todos.

Expiação – A morte sacrificial de Cristo deu sentido eterno a esta palavra, pois a conhecíamos pela lei e pela  prática sacerdotal cuja prática era tão temporal que o autor escreveu que todo ano, fazia-se comemoração dos pecados (Hb.10:13).
   
1.2 A abrangência do pecado.

A consequência do pecado na vida do homem foi tão destruidor cujas causas podem ser pontuadas:
- Separou o homem e de Deus que o visitava com frequência.
- Conduziu o homem à experiência da morte física e espiritual.
- Doenças físicas resultado da destruição da natureza pela ganância e também resultante da composição dos produtos industrializados. A seita chamada “Seicho-No-Ie” nega a existência de doenças.
- Doenças mentais que vai dos conflitos emocionais às doenças mentais propriamente ditas.

Obs. Morte não significa “aniquilação”,  mas separação e o fato de estarem os homens, mortos em delitos e pecados  (Ef. 2:1) não embotou a razão que lhes permite decidir pela vida ou pela morte; aceitando ou rejeitando a morte expiatória de Cristo ao que chamamos de “livre arbítrio”.


1.3 A expiação de Cristo.

Penso ser importante lembrar que a morte de Cristo não foi uma fatalidade, mas uma proposital crueldade e dureza de coração.

Nesse sentido, penso que não é forçar interpretação mesmo à luz de Isaias 53:10 que Deus enviou o seu filho já sabendo pela sua presciência, o que fariam com ele.

(Mt. 21:37) “...E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho.”.  Também Lucas 17:25 “Convém que padeça e seja reprovado por esta geração”.

Os fatos aconteceram, não porque estavam escritos, mas foram escritos porque Deus sabia o que ia acontecer, assim, ofereceu o filho em oferta pelos nossos pecados.

(Gn. 22:8) “E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.”.


II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO.


2.1 A impossibilidade humana.

O gosto pelo pecado e pela prática do mal foi sempre o condimento principal na vida do homem sem Deus.
Se Deus não tivesse interferido, não teríamos mundo, mas um prostíbulo e assassinatos sem contas, bastando para isso, tomar como exemplo a geração de Noé e os pecados de Sodoma e Gomorra, ambos lembrados por Jesus. Não estamos longe disso!  (Lc. 17:26-29).


2.2 Cristo ocupou o lugar do pecador.
                                               
O texto do autor é rico e de fácil compreensão.

Nós cometemos o crime e Jesus pagou a conta em nosso lugar. Nos nossos dias, isto ocorre quando há efetiva falta de provas e a polícia pega quem estiver mais próximo da cena do crime.

Nós, sequer estávamos próximos da cena do crime, quando somos o próprio crime, mas Jesus se entregou  em preço de redenção.

Certamente esta é a razão pela qual disse o Senhor:

(Lc.15:7) “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”.

2.3 Alcance universal da obra expiatória.

Seria interessante, pontuar o que disse o autor a respeito, da seguinte forma:

1 – O alcance é universal, valendo dizer que é para todos os povos sem distinção.

2 – Ela alcança o homem por completo, no espírito, na alma e no corpo.

3 – Garante a reconciliação, a justificação, adoção e perdão dos pecados, sendo assim, uma obra completa e perfeita.

Finalmente  a palavra chave: ‘Precisa ser aceita pela fé...”  e em aceitando, o homem torna-se um eleito de Deus pela sua presciência.

ELEIÇÃO – Pela ótica divina, Deus tem no seu livro os nomes.
ELEIÇÃO – Pela ótica humana – “Quem” crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.  (Mc. 16:16). Isto é doutrina bíblica.     

III – CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO O MUNDO.


3.1 Perdão, libertação e cura.

Desde o início do evangelho, as boas novas vieram ao encontro do homem trazendo-lhes: O perdão, a reconciliação e a cura tanto do corpo quanto da alma.

A cura do corpo tinha no motivo a demonstração de poder do evangelho.

O fato de fazerem mau uso dos dons e do poder de curar, não desqualifica o ensino bíblico para este assunto e assim, não justifica os que dizem que tudo isto cessou depois da era apostólica.

Para receber poder é preciso ter um coração apaixonado pelas vidas e uma profunda dedicação à oração.

Temos na bíblia o exemplo de quem gosta de fazer mau uso:

E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo, .mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro”.

 3.2 A salvação é para todo o mundo.

O plano da salvação oferece oportunidade para todos os homens. Quem espera que o eleito venha, só arranja pretexto para não ir buscar os pecadores.

(Lc. 14:21-23) “E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos. E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar.  E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha”.

“Quero que a minha casa se encha...”.

3.3 A responsabilidade do cristão.

Levar vidas a Cristo, pelo testemunho moral, oral e pela pregação da fé.

A massificação do evangelho pela televisão trouxe mais danos que benefícios pela maneira como é divulgado e pela falta de vida moral dos seus proclamadores.

Transformaram o evangelho em banca de negócios.


Quando Vingren e Berg aportaram no Brasil, incendiaram os novos convertidos que romperam barreiras e perseguições pela pregação da fé e do bom testemunho. O domínio católico, de norte ao sul do país foi interrompido e  Jesus salvava, curava e batizava com o Espirito Santo. Isto precisa voltar.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A OBRA SALVÍFICA DE JESUS CRISTO

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, outubro 26, 2017 with No comments
EBD LÇ. 05  29/10/2017 “A OBRA SALVÍFICA DE JESUS CRISTO”.
 so extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que 
O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posinutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O SACRIFÍCIO DE JESUS.
II – A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS, PAI.
III –  A REDENÇÃO ETERNA.

 O preço pago pela nossa redenção foi muito caro e dolorido. Somente o seu amor o fez suportar.



Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I –  O SACRIFÍCIO DE JESUS.


1.1 O sacrifício completo.

Um texto que deixa mais claro o significado de “completo” está em:

(Cl.2:13-14) “E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.”.
Perdoando TODAS as ofensas.
Riscou a cédula que era contra nós e cravando-a na cruz.

Nada mas resta ao homem a não ser, CRER e ACEITAR.

   
1.2 O sacrifício meritório.

Têm-se usado muito o termo “meritório” nos debates para mostrar que não há nada no homem que seja útil para que ele alcance a salvação. Assim o autor lembra que a sociedade judaica do AT desenvolveu a ideia de mérito pelo fato de, ele mesmo, escolher o animal de acordo com as suas ofensas e  

O que Deus respondeu sobre isto?

(Is. 1:12) “Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios?”.

Portanto se o homem, pensava ser meritório, sempre foi engano e até porque, com os sacrifícios faziam comemoração dos seus pecados. (Hb.10-13).


1.3 O sacrifício remidor.

É magnífico o texto do autor e recomendável para que se leia na classe “sugando” o que há de riqueza nele.

“Como o pecado deteriora o ser humano”,  diz o autor.

Adão foi expulso do paraíso pela desobediência fazendo-se uma contradição a tudo o que Deus queria dele e do lado de fora do jardim, Satanás deu mais um empurrão, jogando-o escada abaixo, pois o que o homem hoje pratica, é uma grave ofensa ao criador.

Há coisas que até dize-lo é torpe.

(Ef. 5:12) “Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe.”.

 O sacrifício remidor resgata e restaura o homem, por dentro e por fora.


II – A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS PAI.

 2.1 O fim da inimizade.

O sacrifício de Cristo foi a porta de entrada para a reconciliação, mas uma coisa ele não fez; tornar-nos perfeitos e  assim, o sacrifício perfeito de Cristo requer empenho para a conservação da alma e dessa aliança.. Veja o que a bíblia diz a respeito:

(Hb.10:39) “Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma.”.

 A relação com Deus pode ser interrompida pelo homem, apesar de alguns grupos acharem que não, por conta da eleição. A parábola do filho pródigo (Lc.15) é um exemplo e há ainda muitos textos que o momento e espaço dispensa cita-los.

2.2 A eliminação da causa da inimizade.
                                               
Sempre comparo o pecado, não pela espécie dos atos praticados, mas como uma árvore. Na raiz está o pecado que chamamos de “pecado original”, responsável pela manutenção daquilo que se vê; flores e frutos e os frutos, revelando a natureza dos pecados, cometidos sob as mais variadas formas.

Jesus trata a raiz, modificando os frutos.

2.3 A vivificação.

A vivificação é o despertar para uma nova vida, cheia de encanto e livres das mazelas da vida.

Ao longo dos anos, vimos o que o evangelho fez e faz de bom na vida de todo o ser humano.

Não tem preço, ver uma família dizimada, recuperar sua relação fraterna e todo o mal se banido de casa para que a paz reine entre seus membros.

III – A REDENÇÃO ETERNA.


3.1 O estado perdido do pecador.

O pecado nas suas mais variadas formas, não vem no código genético, apesar de que, herdamos o pecado original, produzido no Éden pela desobediência.

A medida em que o ser humano cresce e conforme o ambiente, isto vai alimentando os pensamentos e por ele as vontades realizadas na forma do mal.

É como o limbo na pedra.


3.2 A redenção do pecador.

O texto do autor é claro.

Nesta vida temos muitas imagens que nos remete ao ato de remir e um deles, era o preço que se pagava por um escravo no mercado com as seguintes diferenças:

No mercado, o escravo passa por uma rigorosa vistoria para avaliação e fixação do preço.

Jesus não olhou para as deficiências. Resgatou a todos os que a ele vieram ou foram levados pelo cuidadoso pregador.

3.3 Uma redenção plena.

A redenção plena inclui a promessa da vida eterna. Assim os benefícios da salvação pela remissão, são cem vezes mais nesta vida e por fim, a vida eterna.


(Mt.19:29) “E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.”.

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