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sábado, 16 de maio de 2015

EBD.LÇ.7 PODER SOBRE AS DOENÇAS E CURAS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, maio 16, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 17/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA.
II – RAZÕES PARA CURAR.
III – AUTORIDADE PARA CURAR.
IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO.
  



I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA.

1.1 Culpa, perdão e cura.

Há três tipos de fontes de enfermidades  que se instalam no corpo de uma pessoa.
a)  Física que se evidencia pelos distúrbios físicos desde um simples mal estar por conta de má alimentação até as doenças graves como o câncer.

b) Psíquicas – Distúrbios psíquicos desde uma simples dor de cabeça ocasionada por estresses emocional até a loucura e as síndromes como o pânico.

c) Doenças de caráter e procedências malignas, negadas por muitos.

Alguns casos de doenças psíquicas que atuam no campo  emocional e até outras, são decorrentes da falta de perdão, ódio e ressentimentos a que podemos chamar (sem generalizar e criar doutrina) de cura espiritual.

Muitas doenças se instalam no corpo pela fragilidade ocasionada por dramas emocionais; as guerras diárias pela sobrevivência.

O amor e o perdão agem beneficamente, mas, as doenças graves, Jesus ainda cura.


1.2 A ação de Satanás.

O autor relata neste tópico o que de fato todos sabem, que a queda do homem no Eden, fragilizou-os e como consequência, passou a estar sujeito as doenças e morte.

Quando o autor diz que nem toda doença pode ser atribuída a Satanás, é bom que o professor se dedique a mostrar aos alunos pois,  muitos generalizam os fatos perturbando muitas vidas com,  “tudo é do Diabo”.


II RAZÕES PARA CURAR.


2.1 A compaixão.

O autor explica o que é compaixão e declara que Jesus sempre foi cheio de compaixão e o que nos chama a atenção no ministério do Senhor é que aproximava-se dos homens sem questionamentos, salvo, por razões que nos levassem a compreender a relação de causa e efeito.

Provocou a seguinte interrogação: Quem pecou, este ou seus pais. João 9:2.

A resposta do Senhor também não dá margem a que se diga que Deus pôs a doença para depois cura-la. João 9:3


2.2 Manifestação messiânica.

As promessas da vinda do Messias traziam consigo as propostas de salvação e cura tanto na alma quanto no corpo. Is. 53.

Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si.

Pelas suas pisaduras fomos sarados – Da maior doença, o pecado.

Muitos maldosamente podem querer tomar esse texto para determinar a cura de muitos, todavia, convém lembrar que a proposta de cura era o maior sinal da obra que ele viera fazer entre os homens.

Nem todos no seu tempo foram curados e o poder da sua Palavra não se universalizou sarando todos os homens como acontecerá no milênio.

Cura – Sinal da presença de Deus na obra do Evangelho.

Paulo declarou que sua pregação não consistiu em palavras, mas, em demonstração de poder e assim deve ser a nossa. ICo. 2:4.

III – AUTORIDADE PARA CURAR.

3.1  Autoridade recebida.


Algum aluno poderá perguntar: “Se ele era Deus, porque, fora provido do poder do Espírito Santo?  Da mesma forma que nós hoje recebemos e a única, singular e maior diferença é que nele habita(va)  corporalmente toda a plenitude da Divindade, isto é; Deus estava em Cristo... Cl. 2:9.

Foram os dons espirituais principalmente os milagres que alavancaram a obra de Deus pelas Assembleias que foram marcando terreno em todo o Brasil, onde predominava o catolicismo, protegida pelas autoridades desde os tempos do reinado.


3.2 Autoridade delegada.

A mesma autoridade de Jesus para curar é dada aos seus discípulos Lc. 10:19.

O que lamentamos profundamente é que em nossos dias, quando alguém manifesta ser dotado de dons espirituais, logo se descobre ou percebe que o seu portador usa isto para sua glória e vaidade pessoal e outros engordam as contas bancárias, todavia, a Palavra de Deus permanece para sempre.

Se alguém deseja servir a Deus de forma bíblica, submeta-se a saia a campo para o trabalho por que os dons não se manifestam na rede ou na espreguiçadeira, mas, nas visitas ou nas evangelizações.

Os dons ainda são delegados aos fieis.

IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO.

4.1 O reino presente.

Certamente o autor se reporta a todas as manifestações tanto a cura  das enfermidades quanto os milagres de ressurreição.

Filho; perdoados são os teus pecados. Se fosse apenas isto, todos continuariam sem entender muita coisa, porém, Jesus completou a obra quando disse: “toma tua cama e vai para tua casa...”. Lc. 5:24

Não seria possível dar conhecimento aos homens da chegada do Reino de Deus sem as manifestações pela demonstração de poder. São as ferramentas de trabalho da igreja.

Não se pode generalizar por conta das exceções. Jesus salva com ou sem curas e a salvação é o milagre mais importante.

O reino presente é o reino que a igreja torna visível ao homem pelos seus atos.

4.2 O reino futuro.

Todos os que o esperam, esperam para a redenção completa dos nossos corpos. Tomaremos posse do reino futuro, sem doença, sem mortes e sem violência.

É preciso fortalecer esse pensamento no meio dos irmãos, pois, a esperança no reino futuro é o que sustenta em pé os que herdarão a vida eterna.

Jó 13:15 – “Ainda que ele me mate, nele esperarei, contudo, os meus caminhos defenderei diante dele”.

O Senhor abençoe a todos.



sexta-feira, 8 de maio de 2015

EBD. LÇ.6 "MULHERES QUE AJUDARAM JESUS".

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, maio 08, 2015 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 10/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS, O JUDAÍSMO E AS MULHERES.
II – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER.
III – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA SERVIR.
IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PRA OFERTAR.





I – JESUS, O JUDAÍSMO E AS MULHERES.

1.1 A presença feminina no ministério de Jesus.

A presença feminina tem gerado discussão que faz muito barulho nos nossos dias e é com respeito a presença da mulher no ministério que escrevo no final.

Há pastores que tem medo da presença da mulher na igreja, medo de que esta ofusque a sua falta de criatividade e pelos exemplos, mostre a inépcia do ministro. Melhor afasta-las nesses casos.

Quanto a presença da mulher no ministério do Senhor, não da forma ostensiva como se pretenda  e o carinho dispensados pelo Senhor é visível nas páginas dos evangelhos.

1.2 Jesus valorizou as mulheres.

O autor descreve como a mulher era tratada pelo judaísmo e não somente pelo judaísmo, mas, em muitas culturas a mulher não passa de um objeto.

O diálogo com a mulher samaritana mostra o respeito com que Jesus tratava a todos e principalmente as mulheres.

A despeito de acharem que Paulo, apóstolo do Senhor era machista, não é o que se depreende do texto de Efésios 5:28-29. O texto impõe o dever do homem em relação à mulher.
  

II MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER.


2.1 Maria, a mãe do Salvador.

A maneira como a Igreja Católica reconhece Maria pelos seus dogmas e doutrinas marianas têm-na como:
1 - Maria mãe de Deus.
2 - Virgindade Perpétua – Antes e depois do parto.
3 - Elevação de Maria em corpo e alma ao céu.
4 - Maria mãe de Deus que nem ela própria aceitaria.

A maneira como a vemos à luz da Bíblia:
Agraciada, mãe do Salvador e jovem virtuosa na sua mocidade.

Quando o autor fala em: “Rejeição (...) que prevalece entre muitos protestantes por conta do anticatolicismo deve estar se referindo a rejeição dogmática, pois, jamais rejeitaríamos aquela que deu a luz ao nosso Salvador.   


2.2 Isabel, a mãe do precursor.

Disse Zacarias ao anjo: “Como saberei isto? pois eu já sou velho e minha mulher avançada em idade.”. Muita semelhança com o anúncio do nascimento do Messias exceto que no o aviso foi primeiramente dado a Maria.

Traz a lembrança o anúncio do nascimento de Isaque no caso, Abraão e Sara.

Leva-nos a refletir sobre a providência de Deus e os seus planos; não há quem impeça.


III – O TREINAMENTO.
Os tópicos II e III podem passar a impressão que o autor classifica as mulheres em dois grupos: As obedientes (passivas) e as que servem (ativas), mas, não é.

3.1 Mulheres servas.

O autor carrega bem o texto com referências bíblicas e essas referências fortalecem a ideia que temos do importante papel da mulher na vida do Mestre, dos próprios apóstolos e finalmente, do Reino, todavia, Jesus escolheu doze homens  para acompanha-lo e servi-lo no compromisso da evangelização ou nem diria da evangelização para que ninguém diga que a mulher não pode evangelizar; diria ação ministerial por caber aos apóstolos fazerem discípulos em todas as nações. Mt. 28:19.

Não me lembro de alguém ter achado que o Senhor era machista como dizem de Paulo. 


3.2 Mulheres abnegadas.

O autor mostra duas situações semelhantes, mas, distintas pelo lugar, tempo e personagens envolvidas. Muito bom.

Elas gastaram dinheiro na obra, acompanharam os passos do Senhor e quem sabe não tenham influenciado seus maridos, alguns, figuras importantes do cenário político.


IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OFERTAR.

4.1 O trabalho rabínico.

Lendo Lc 10:7 sobre a instrução de Jesus aos doze, fico extasiado. Seguir o modelo que ele deixou é abençoar e ser abençoado.

Digno é o trabalhador do seu salário, que sirva de lição para as centenas de pastores espalhados pelo Brasil que convoca obreiros para a seara do Mestre e larga-os pelos cantões sem lhes dar a devida assistência.

A falta de assistência a um pastor e sua família, leva os filhos a crescerem revoltados com a igreja.

Conheço um amigo que quando criança, crescia os olhos pela quantidade e qualidade de comida na casa do pastor presidente.

Guarde-nos o Senhor.

  
4.2 Apoio feminino.

Não apenas na cultura judaica que na verdade é o que importa no presente estudo, mas, a mulher sempre pagou um alto preço por ser mulher em todo o tempo e em todos os lugares.

A mulher erra e acerta em tudo o que faz. Acerta por ser mais sensível e obstinada e erra por colocar a emoção acima de tudo o que faz.

O presente século abriu uma enorme fenda nas relações sociais que envolvam homens e mulheres e estas, conquistam cada vez mais espaço; reclama seus direitos e nos países em que prevalece o fanatismo religioso elas são sempre as maiores vítimas.

O Evangelho de Cristo, o verdadeiro Evangelho notabilizou a mulher e acerca de uma delas disse Jesus: “Onde quer que o evangelho seja pregado, o que ela fez será contado para sua memória.”. Mc 14:9.

                                                           "APÊNDICE"
A MULHER E O MINISTÉRIO.

Há muitas coisas que estão acontecendo no mundo das igrejas por pura permissão de Deus, por conta do abandono doutrinário a que essas igrejas têm sido relegadas como por conta de homens com o coração endurecido.

Os dons ministeriais descritos em Efésios 4:8-13; a instituição dos diáconos em Atos 6; o estabelecimento do presbitério com o objetivo de organizar e manter a boa administração das igrejas Tt. 1:5 seguido da orientação no verso 6 para que fossem maridos de uma mulher e não as mulheres com a recomendação; aquelas que tenham apenas um marido e etc.

Não há nos dons e ofícios acima, cargos que honrem os homens tão somente para ocupa-los, mas, dons e ofícios para servir a igreja do Senhor.

Que não tentem subverter a Palavra do Senhor.

O que digo acima, não significa desprezo ao trabalho feminino e vou ainda mais longe; as mulheres a quem Deus usa são por vezes, mal assistidas na maioria dos ministérios e muitas trabalham sem qualquer apoio financeiro visto que, muitos acham que por ser mulher, não se deve assalariar para a realização de missões que cumprem de maneira exemplar.

Se acho horrível ver homens nos púlpitos, cheios de si, vaidosos, e soberbos sentindo-se os donos do poder e filhos prediletos de Deus, quanto mais a mulher.

Infelizmente deixaram-se corromper pelo poder, pelo dinheiro e pela popularidade.




segunda-feira, 4 de maio de 2015

Resumo da atuação evangélica no front político

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, maio 04, 2015 with No comments
Por João Cruzué

Bispo Rodovalho e Pr. Silas Malafaia

Na semana passada, a chapa esquentou. Pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembleia de Deus e o Bispo Robson Rodovalho, da Igreja Sara Nossa Terra tiveram um pequeno encontro com o Vice-Presidente Michel Temer. Eles avisaram sobre a importância de votar logo a Lei Geral das Religiões no Brasil. Esta lei, com certeza vai trazer isonomia para o tratamento oficial do governo que, até o momento, privilegia a Igreja Católica Romana.

Na semana que vem, a chapa vai continuar quente. Os deputados da Frente Evangélica vão conversar com o Senador Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional que analise melhor a questão Fachin, o escolhido da Presidente Dilma para ocupar a vaga do Ministro Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal. A quantidade de besteiras que este candidato disse e escreveu no passado tem deixado a sociedade, principalmente os evangélicos, de orelha em pé. Um Ministro do Supremo que defende abertamente o "direito" de amantes a botarem a mão em pensões de viúvas e herança, etc, passando por invasão de terras produtivas, etc, ect. Este sr. Fachim, é afinadíssimo com João Pedro Stedille, o líder do MST, aquela entidade que deseja tornar nulo o direito de propriedade, além de estimular a destruição de pesquisas científicas na área agrícola.

Tem mais. A batata da novela Babilônia TV Globo queimou

Segundo o Radar da Revista Veja desta semana (06.5.15), página 36, a emissora enviou uma alta autoridade administrativa para conversar com a Frente [Parlamentar] Evangélica, para pedir que... [continuação da leitura na página original do artigo]

E.A.G.

sábado, 2 de maio de 2015

EBD Lição nº 5 Jesus escolhe seus discípulos

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, maio 02, 2015 with No comments
Por Genivaldo Tavares de Melo

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 03/05/2015

PONTOS A ESTUDAR:
I – O MESTRE.
II – O CHAMADO.
III – O TREINAMENTO.
IV – A MISSÃO.



Poucos querem seguir os verdadeiros ensinamentos. 

Caro professor, a lição é muito importante e aborda questões ligadas ao dever ministerial, não deixe que alunos contenciosos tomem as rédeas da sua classe.

I – O MESTRE.

1.1 Seu ensino.

Quanta falta faz hoje, o estilo de trabalho feito pelo Senhor; pregação com autoridade, que não é o mesmo que pregar com gritos histéricos, como fazem a maioria dos pregadores, principalmente os mais jovens, que tiram o paletó para impressionar e correm o púlpito de canto a canto, repousam os cotovelos sobre o parlatório fazendo pose de astros de primeira grandeza.

A autoridade de Jesus era a fala acompanhada de ação; pregava com poder e a pregação gerava resultados positivos.

Hebreus 6.1-1. O autor da carta deixa claro que os ensinos de Jesus não tiveram caráter de doutrinação e organização de igrejas, visava a salvação, a cura e a alimentação das almas sob todos os aspectos.

A igreja, no tocante ao ensino é secundária e tem um único objetivo: reunir as pessoas em torno de si mesmas e todas em torno de Cristo.

1.2 Seu exemplo.

Quem tenta embelezar seus ensinos com retóricas e demonstração de conhecimentos perde um enorme tempo e com certeza, nunca atentaram para os ensinos do Mestre.

Na causa do Reino vale a força do exemplo e não o exemplo da força e muito menos do convencimento visando vantagens.

Dá-lhe vós de comer, Mc.6:37.

II O CHAMADO

2.1 O método.

A indicação de João citado conforme Jo.1:35-39 é o que, em tese, todos devemos fazer a qualquer que queira ingressar nas fileiras do ministério.

Consideremos como muito sério apresentar alguém para o santo ministério, pois, com certeza, há muitos que são levados ao ministério sabendo-se de antemão que o tal não capacidade nem para ser crente quanto mais ser um pastor. Assim veremos a razão de Jesus ter separado Judas Iscariotes.

Não precisaríamos dizer que Jesus ao escolher os doze, tenha feito com base nas “revelações dos montes”. Havia algo de muito racional nessas escolhas como há nas escolhas de hoje e daí o cuidado que temos que usar.

Mesmo com todos os cuidados é possível errar, porém, temos a obrigação de minimizar esses erros eliminando as probabilidades, tais como:

• Conhecendo a família do candidato;
• Conhecendo o histórico profissional do candidato. Há pessoas que apenas olhando a sua carteira profissional de trabalho (CTPS) percebe-se que não leva jeito.v Foi ótimo Jesus ter escolhido Judas e certamente o fez para aliviar as críticas em nossas próprias escolhas.

2.2 O custo.

Quem está preocupado com o custo quando usam o ministério para estabilizar sua vidas.

Meu avô preocupava-se Sim, ele saia de casa com colher de pedreiro em uma mão e a bíblia na outra, deixando sua família sob às graças de Deus, evangelizava, conquistava vidas para Cristo.

Ensinemos o que realmente é ser discípulo de Jesus e como reconhecer os maus. Assim poucos inaptos desejarão ser um ministro.

III – O TREINAMENTO.

3.1 Mudança de destino.

Quem conhece profundamente o ministério e os riscos foge dele, mas quem ama a Cristo de todo o coração abraça-o com todo vigor e desejo por saber que recompensa o Senhor trará na sua vinda.

Is. 40:10. O galardão vem com ele e o salário diante da sua face. Ninguém precisa abrir conta bancária para fazer dela o relicário do seu ministério.

As obras de cada um serão julgadas no tempo próprio e aí se verá a diferença entre o justo e o ímpio. 1 Co 3:13.

3.2 Mudança de valores.

Os exemplos que temos visto tem sido a mudança de valores para pior. Cada um quer defender o seu território não importando os meios para isto.

Alguns sugerem que a família deva ser a primeira na visão do ministro. Nunca pude encontrar na prática essa possibilidade, salvo se o ministro for mais executivo que pastor e assim a família acaba entendendo o lado da missão.

Muitas famílias sofreram o ministério pastoral em razão da falta de entendimento de muitos ministros. O ministro deve tratar sua esposa e filhos com o mesmo carinho e respeito com que trata as famílias dos membros da igreja, respeitar o tamanho espiritual de cada um e jamais conduzi-los para agradar os olhos da igreja. ■

IV – A MISSÃO.

4.1 Pregar e ensinar.

Segundo o autor, pregar e ensinar deve ser o foco da igreja, a falta de empenho nessa área compromete a vida de muitos que poderiam ser alcançados pela mensagem salvadora.

Pode ser duro querer responsabilizar apenas o pastor da igreja com relação à grande missão de pregar o evangelho, porém, cabe ao pastor abrir espaço e oportunidade aos que queiram transitar por este terreno.

O apoio não deve ser apenas no sentido de franquear a igreja para o livre trânsito, mas aproximar-se de todo aquele que mostra estar instruído e carregado de paixão pelas almas.

4.2 Libertar e curar.

Por muito tempo conduzi as igrejas da qual fui pastor de maneira rigorosa atentando para as instruções do ministério. As circunstâncias me mostraram que era necessário impor a minha própria personalidade ao trabalho, sem contudo negar ou contestar os que confiaram os trabalhos em minhas mãos.

Vale dizer que temos que confiar na Palavra do Senhor e não negar em nossas pregações, o lado real da demonstração de poder. Considere o que Paulo diz a igreja de Coríntios em sua primeira carta, no capítulo 2 e versículo 4.

 Os crentes precisam ser provocados em sua fé com o objetivo de que aprendam a recorrer ao Senhor e, em alguns casos, às orações dos santos.

Percebam como funcionam os desafios da fé nas igrejas daqueles que querem alcançar objetivos com os quais não compactuamos. O povo acorre em busca.

sábado, 25 de abril de 2015

EBD.LÇ.4 A TENTAÇÃO DE JESUS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 25, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A REALIDADE DA TENTAÇÃO.
II – A TENTAÇÃO DE SER SACIADO.
III – A TENTAÇÃO DE SER CELEBRADO.
IV – A TENTAÇÃO DE SER NOTADO.

                              

I – A REALIDADE DA TENTAÇÃO.

1.1 Uma realidade humana.

Nada pode nos demover do pensamento bíblico em reconhecer a humanidade de Jesus, no mesmo tamanho que todos os demais mortais.

Os mortais se diferenciam pelas ideias, planos de vida, inteligência e sensibilidade. Quando temos a certeza de que algo nos aproxima de Deus e que temos uma missão a cumprir, isso nos torna diferente e idealista.

Jesus foi um grande idealista como homem e o Espírito de Deus completou a boa obra. Fil. 1:6.

Jesus era 100% humano, física e intelectualmente com todas as necessidades que qualquer de nós.

A Bíblia declara que não lhe foi dado o Espírito por medida e aqui reside a diferença entre ele e os demais.

1.2 Vencendo a tentação.

Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo Diabo. Essa forma de condução não é a trasladação, mas, o convencimento no homem interior.

O trabalho do Espírito de Deus é o de comunicar a vontade dele próprio – pois o Espírito é Deus – de nos preparar para os embates do mundo espiritual nos fortalecendo no homem interior.

O fortalecimento no homem interior é o “algo” que os homens naturais não possuem. Ef. 6:10.

Vencer a tentação exige do homem. Ceder é pecar.


II A TENTAÇÃO DE SER SACIADO.

2.1 A sutileza da tentação.

A tentação não vem carimbada; “sou a tentação”.

As sutilezas ocorrem no sentido em que o inimigo age “quase” dentro dos nossos ideais de vida: É preciso tomar cuidado para que não sejamos empurrados dentro do nosso próprio terreno;  naquilo que mais queremos para nossas vidas; dinheiro, prosperidade, amizades, apetites sob as mais variadas formas.

Há dois termos que apontam para os grandes perigos da vida disponibilizando-nos à tentação:  O SER e o TER.

Não deixar que o “ser” e o “ter” desperte grandes paixões.

2.2 Gratificação pessoal.

Na abordagem do autor, gratificação pessoal é tudo aquilo que realizamos ou fazemos, nos dê maior prazer e estas, tem afastado muitos crentes dos pés do Senhor.

A satisfação pessoal é o elemento de combustão que desencadeia o fogo da paixão; paixão por tudo o que é confortável levando-nos ao ócio espiritual. Precisamos tomar cuidado, segundo o autor, para não converter o natural desejo em pecado pela excessiva demanda.


III – A TENTAÇÃO DE SER CELEBRADO.

3.1 O príncipe deste mundo.

É possível comparar o sistema mundano do qual ele é príncipe com o “globo da morte”. Todos fomos crianças, alguns foram a circos e conhecem o globo da morte; um tombo ali dentro e pode ser fatal.

A salvação é um plano; estamos dentro ou fora dele?
O sistema mundano é um plano; estamos dentro ou fora dele?

O sistema mundano tem algo de interessante em relação ao prazer pessoal; ele oferece mais atrativos nessa área que os elementos que nos mantém sentados nos bancos das diversas igrejas. Somente o prazer em adorar o Senhor suplanta toda e qualquer dificuldade e faz com que o mundo perca a atração sob nossos olhos.

3.2 A busca pelo poder terreno.

Ao longo de cinquenta anos convivendo em comum nas igrejas a que pertenci como membro depois como pastor cansei de ver pessoas e ministros preocupados com o pecado da carne; a fornicação e fracassarem vergonhosamente em outras áreas.

Áreas que levam ao fracasso:
Amor ao dinheiro.
Apego às coisas desta vida.
A fome de acumular bens e a riqueza.
Desprezar os pequenos para saciar-se com os grandes e “poderosos” da igreja pelo que representam com seus dízimos.
Fracassar diante das mulheres.

IV – A TENTAÇÃO DE SER NOTADO.

4.1 A artimanha do inimigo.

O autor caminha pela preocupação do “ser” mostrando como o Diabo tentou Jesus, provocando-o: “Se tu és...”.

Você sabe quem sou eu? Amigo do presidente do Ministério, tenho liberdade e até tomo café na casa dele.

Esse sou eu.

Vá as filas de almoço nas escolas bíblicas e verás as carteiradas que muitos dão, sentindo-se o maior e se tiver um anel de “dotô” no dedo, fica maior ainda e o Diabo aplaude em forma de gente.

 4.2 A busca pelo prestígio.

Fico envergonhado só em ver obreiros bajulando seus líderes somente para manter-se em evidência. São capazes de difamar só para afastar quem lhes pareça ser um obstáculo.

Amar o pastor é algo que todos nós devemos ter como dívida, mas, gastar

todo nosso charme (rss),  só com Jesus.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O sono da razão: As lições de Goya e a teologia na igreja evangélica brasileira

Posted by Sidnei Moura on quarta-feira, abril 22, 2015 with No comments

O sonho da razão
Luiz Sayão

Francisco de Goya foi um dos grandes expoentes da pintura espanhola. No final do século 18, o pintor romântico fez história ao deixar-nos seu famoso quadro, o Sonho da Razão.  Nele, Goya expressa o que marcou muito a sua existência: o sonho da razão produz monstros. Os anos passam e os contextos se multiplicam, mas as lições de Goya e sua obra ainda nos atingem. 

Não há como negar que nós evangélicos estamos diante do “Sono da Reflexão Teológica”. É o nosso“sono da razão”. É claro que não se deve ingenuamente pensar que um mundo racionalista e iluminista nos traria um mundo melhor. O nosso mundo “civilizado” e “evoluído” tantas vezes comprovou como isso é fatal e desolador. Hoje vemos uma efervescência evangélica no Brasil que impressiona. Alguns até sugerem que em breve metade do país será evangélico. Todavia, o multiforme mundo evangélico precisa amadurecer e crescer na direção certa. Para isso é preciso “despertar o seu bom senso”, é preciso “acordar a razão”. Esse despertamento, que deve ocorrer pela reflexão teológica promovida pela boa literatura na área, é uma necessidade urgente. Afinal, temos vários monstros soltos nos descaminhos evangélicos atuais.

Vamos destacar alguns: 

O monstro do misticismo de grupos que enxergam objetos como capazes de libertar uma energia mágica que resolverá todos os dramas humanos. Como faria bem um pouco de reflexão teológica para quem está nesse caminho! 

O monstro do sectarismo, que solapa a unidade cristã e prejudica o evangelho. Geralmente temos grupos que nunca abriram a mente para refletir sobre o texto bíblico, mas apenas reproduzem uma perspectiva tacanha e limitada da fé e a universalizam ingenuamente. Como isso confunde a cabeça de quem não conhece a Cristo! 

O monstro da beligerância. Como tem sido assustador descobrir a rispidez e a agressividade que permeia certos desencontros de uma comunidade que devia ser marcada pelo amor. Quantos grupos, denominações, linhas de pensamento estão em verdadeira guerra contra outros, e muitas vezes por motivos políticos e de poder. É de chorar. 

O monstro da indiferença que nasce de preocupações irrelevantes, de questões inúteis e até fúteis. Há uma torpe indiferença para com uma sociedade que agoniza sem esperança. É o abandono do sonho do reino e o triunfo do “rei na barriga” que gera desprezo para o que realmente importa. 

Espero que estas poucas linhas nos ajudem a reconhecer nossa ignorância, a estudar mais, a nos humilhar mais diante do Deus tão sábio e a respeitar mais o próximo e a compreender seu universo e a ser menos arrogante. Acorde razão!

Fonte: Revista Vox - edição 1 - 1º trimestre de 2012 - Editora Hagnos



Luiz Sayão é teólogolinguista e hebraísta. Tradutor da Bíblia, professor da área bíblica (Seminário Servo de Cristo e Faculdade Teológica Batista de São Paulo). Produtor e apresentador de programas bíblicos (Rádio Trans Mundial) e pastor da Igreja Batista Nações Unidas.

sábado, 18 de abril de 2015

EBD LÇ.3 A INFÂNCIA DE JESUS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 18, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS CRESCEU FISICAMENTE.
II – JESUS CRESCEU SOCIALMENTE.
III – JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE.
IV – JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE.




I – JESUS CRESCEU FISICAMENTE.

1.1 A dimensão corpórea de Jesus.

Quando o autor se refere a dimensão corpórea ele mostra que o texto original se repete ao fazer menção de outros personagens, tratando do tamanho físico como no caso de Mateus.

Um pensamento religioso doentio, tentar esconder a ideia de que Jesus não era tão gente, tão humano quanto se pretenda mostrar ou o que dele, a Bíblia fala.

Lc 2:42 “E tendo ele já com doze anos”.  – Por acaso alguém pensa que ele não teve um desenvolvimento humano (intelectual) e corporal como qualquer dos nossos filhos?

O homem é  tendencioso ao dar uma expressão mística aos fatos; isto é da nossa natureza. Tendo sido salvos pelo Senhor, nos inclinamos à Palavra de Deus para entender de forma racional o aspecto humano de Jesus.

Jesus era 100% humano, física e intelectualmente com todas as necessidades que qualquer de nós temos.

A Bíblia declara que não lhe foi dado o Espírito por medida e aqui reside a diferença entre ele e os demais.

1.2 O cuidado com o corpo.

Já que o autor abriu espaço para falar deste assunto e ao final questionando-nos se não deveríamos também cuidar do nosso corpo.

Vamos primeiro compreender as necessidades de Cristo:
Tinha fome, sede, cansaço, abatimento de espírito, enfim, tudo o que um ser humano normal tem, portanto, não era um anjo, mas, um homem.

Não era um homem qualquer e desde a sua infância, certamente a sua mente foi povoada pela ideia de compaixão pelo ser humano.

Nós.
Percebi que na academia onde faço meus exercícios (68 anos exige mais cuidados) tem um horário em que as moscas voam. Por conta disso, pensei em conversar com a diretoria para que no horário da tarde, pudéssemos promover atendimento à mulheres com uma boa idade para que sob preço acessível,  abrisse espaço para senhoras.

Pensei nas irmãs da igreja, muitas sem condições financeiras para frequentar uma academia, que sofrem com a idade,  obesidade e naturalmente perda de massa óssea; fale com o seu pastor sobre esse assunto e aguarde a resposta. A maioria acha que é coisa do Diabo, por que conhece academia pela televisão ou revistas,  sediadas na zona sul do Rio de Janeiro ou nos jardins em São Paulo que fornecem material abundante para as revistas da categoria. 

II JESUS CRESCEU SOCIALMENTE.

2.1 Jesus e a família.

O contexto social e familiar da época de Cristo é disso que o autor fala e introduz muitas palavras pouco usadas no vocabulário diário e menos ainda em uma Escola Dominical; vejamos:

a) Endógama ou endogamia – Penso que na época do Senhor o casamento entre parentes, primos, principalmente, eram comuns; cercava-se a família pelo casamento, como forma  de preservar a riqueza adquirida.

b) Patrilinear – Em que  a descendência obedece uma ordem de valor em que sob o pai, pesa o governo da casa ou da família, patriarcalismo e o pai transmite esse poder ao filho mais velho.

c) Patriolocal – Quando a família convive no mesmo local.

O maior exemplo de tudo isto é a família dos patriarcas de Israel, inclua-se Elcana.

Queremos lembrar que há muita especulação sobre a infância de Jesus e até mesmo, produzida por “teólogos” nossos.  O que temos é pouca informação e muita presunção.  A razão de tudo isto foi para evitar que religiosos construíssem oráculos e histórias.

2.2 Jesus e a cultura local.
Não é de duvidar que Jesus tenha absorvido não somente a cultura do local, mas, a linguagem e os trejeitos. A mulher samaritana identificou-o,  como dizem: “De bate pronto”;  vejo que tu és judeu.

O autor aponta para duas questões importantíssimas sobre a vida de Jesus:
A leitura (não podia como judeu desprezar a leitura da Torá) e a profissão. Incompreensível ouvir declarações de que Pedro o pescador era analfabeto. 


III – JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE.

3.1 A dimensão psicológica de Jesus.

Perfeita a abordagem do autor neste tópico. Certamente os alunos terão somente neste mundo, muito a compreender sobre o Senhor e sobre nós mesmos, principalmente os ministros da sua causa.

a)     Na maioria das vezes, oramos e pregamos dentro dessa dimensão psicológica e erroneamente dizemos; Deus mandou-me falar esta palavra e da parte do ouvinte, Deus falou comigo.

b)    A Palavra de Deus é a semente que procuramos plantar no coração do homem com a ajuda do Espírito de Deus.


c)     Dentro do campo da razão e da psique, temos todo o texto sagrado e o uso que dele fazemos para convencer os contradizentes e os pecadores ao arrependimento.

d)     O que sai do campo da razão e passa ao campo das revelações, chamamos de mensagem ou profecia; quando Deus por intermédio de quem esteja usando, fala com mais calor nos corações, alegrando a alma dos ouvintes.

Assim Jesus crescia em sabedoria, e em estatura e em graça para com Deus e os homens. Lc. 2:52.

Jesus crescia; física, intelectualmente, psicologicamente, com graça e sabedoria.

3.2 Jesus e as emoções.

Alguém pode questionar que Jesus era tudo o que o autor cita por que era Jesus. Na verdade Jesus não podia ser contado entre os “sem parafusos”, porém, isto não basta para que se identifique uma pessoa equilibrada.

O Espírito de Deus concede o que não temos ou complementa; sabedoria para entrar e sair no meio deste tão grande povo.

Jesus tinha a missão gravada no seu coração, sabia a razão do seu viver e isto o aproximava das pessoas de forma amorosa. Não queria perder nenhum.

Tem muita gente que permite que a sua emoção seja dominada pelas circunstâncias, razão pela qual, muitos perdem esposa, família e até igreja.


IV – JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE.

4.1 Crescendo na graça e fortalecendo o espírito.

Gostaria de oferecer como contribuição para esta aula e tópico o seguinte pensamento.

Crescer na graça é:

Conquistar a confiança do ministério a que servimos, sem usar de meios ilícitos, transmitir paz, segurança e confiança.

É estar com uma vida cheia de entranháveis afetos de tal maneira que a igreja sente prazer quando nos vê adentrando ao templo para cultuar a Deus. Aquele ar de satisfação em apertar nossas mãos, de nos cumprimentar, o mesmo acontecendo com as crianças e os jovens; ser amado por todos, não por que temos dinheiro e compramos a atenção da igreja.

Ser sem graça é quando se entra no templo para adorar e o povo olha no corredor e pensa: Lá vem o chato.

4.2 Jesus e sua maioridade.

Concluído o papel de filho em família e consciente da missão que o esperava,  deduzimos sem muito esforço que ele deve ter chamado os pais e sem revelar muito detalhe, despediu-se para ir ao encontro de João Batista, ser batizado e iniciar o seu ministério terreno.

Fl.2:8 Achado na forme de homem Jesus humilhou-se mais ainda, daí a sua vida de oração entregando ao pai toda a sua dependência e esta é a resposta para nós; sem oração, não tem ministério que resista, não tem vida cristã.





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