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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

EBD LÇ 5 Deus Abomina a Soberba

Posted by Carla Ribas on quarta-feira, outubro 29, 2014 with 1 comment
Integridade Moral e Espiritual
Lição 5 - 2/11/2014

Por: Carla Ribas

Integridade Moral e Espiritual 

Introdução: O que é a soberba?

O primeiro passo para a compreensão dessa aula é pesquisar o significado de soberba:

Segundo o dicionário Aurélio, soberba significa: orgulho, altivez, elevação, arrogância, sobrançaria.

Assistindo ao Portal EBD, aprendemos a raiz da palavra soberba: supérbia - qualidade de algo que se acha superior. A definição de soberba também aplica-se quando a pessoa acha que é a fonte dos seus próprios bens materiais e espirituais. 

Quanto à abominação, vale ressaltar o seu significado: repulsa, asco.

O professor,  dr. Caramuru Francisco, faz um link com Thiago 1.17, onde lemos que tudo vem do Senhor; também  com Isaías 14 onde satanás - antes um querubim ungido - se ensoberbeceu a ponto de almejar e tentar ser “semelhante ao Altíssimo”. Mas, o exemplo da sua queda e condenação ao fogo eterno demonstram que o juízo de Deus é severo. 

Um comentário que chama a atenção é que o período de 12 meses entre o sonho de Nabucodonozor foi a chance dada por Deus para que o rei se arrependesse dos seus pecados. 



Esse tempo que Deus deu a Nabucodonozor é uma figura da Dispensarão da Graça. É o tempo em que a humanidade está vivendo. É o que Jesus, citando o profeta Isaías, chama de ano aceitável do Senhor.

 Em Lucas 4. 18, lemos que Jesus entra na sinagoga, recebe o livro do profeta Isaías cap. 61 e lê: 



"O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor." RA




"O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor”. NVI

Então Jesus fechou o livro (rolo), pois estamos no ano aceitável do Senhor, no tempo que Deus nos deu para confessarmos e deixarmos os nossos pecados e usar de misericórdia para com os povos. 



Assim com ocorreu com Nabucodonozor, o juízo de Deus virá sobre a humanidade, a chance de arrependimento está sendo oferecida.



O livro de Daniel

O quarto capítulo de Daniel tem sito descrito como o documento governamental mais marcante dos tempos antigos. Iniciando com a inscrição Nabucodonosor, rei, esse documento falava com autoridade imperial a todos os povos, nações e línguas.

Sem expressar vergonha ou apresentar desculpas, essa proclamação exaltava a Deus, o Altíssimo. Poucos líderes mundiais em qualquer época têm sobrepujado Nabucodonosor em dar glória a Deus ou em expressar de forma correta Seu sublime caráter. Esse capítulo bem poderia ser chamado de “Teodicéia do Imperador” - uma vindicação sublime dos julgamentos de Deus e sua justiça.

Como são grandes os seus sinais, como são poderosas as suas maravilhas!
O seu reino é um reino eterno; o seu domínio dura de geração em geração (3, NVI)

O período em que se deu o Sonho:

Não há indicação clara acerca do período no reinado de Nabucodonosor em que essa experiência humilde e esclarecedora veio a ele. Keil sugere que ela ocorreu “no período final do seu reinado, depois de ter participado de muitas guerras para a fundação e estabelecimento do seu império mundial, mas também, após concluir a maior parte das suas construções esplêndidas."

A septuaginta data os acontecimentos descritos no décimo oitavo ano do reinado de Nabucodonozor

O sonho e seu cumprimento:



O rei reconheceu que o espírito dos santos deuses estava em Daniel. A tradução HCSBreflete o fato de que Nabucodonozor persistiu em acreditar na pluralidade dos deuses. Porém, tendo sido repreendido (3.24-30) e sabendo que somente Deus poderia revelar o que estava escondido (2.47), é possível corrigir a frase alternativamente como "o espírito do Santo Deus está nele." durante todo o capítulo Daniel é mais frequentemente chamado por seu nome Beltesazar, pois essa é uma escrita sob a perspectiva do rei babilônico, não do exílio hebreu.

O sonho do rei foi sobre uma árvore cujo topo encostava no céu. Encontramos uma expressão semelhante em Gênesis 11:4 para a torre da Babilônia, cujo topo deveria chegar aos céus.

O tronco e as raízes poupados indicava a continuação da vida, o ferro e o bronze apontam para a proteção do tronco. A árvore representa o homem (o rei) pois o anjo declarou que a sua mente humana seria trocada pela de um animal durante sete tempos ou sete anos.

Mas, no meio desse presságio chocante de julgamento, que para o rei deve ter soado mais terrível do que a morte, veio a garantia da infinita fidelidade e misericórdia de Deus. Embora a árvore fosse cortada, o tronco foi deixado para reviver e crescer novamente. Além disso foi cercado de cadeias de ferro e bronze, um símbolo da firmeza e constância da promessa de Deus de sobrevivência e restauração. 

Como servo fiel do rei, Daniel ficou alarmado com a severa disciplina que sobreviria ao rei.
A arvore representava o rei Nabucodonozor, que seria acometido de uma doença mental que o faria viver na natureza, com os animais selvagens (ou do campo) durante sete anos até que se arrependesse do seu orgulho e reconhecesse que "o Altíssimo domina sobre todos os reinos dos homens e os dá a quem ele quer.”

Esse é o único versículo em todo o AT onde Céus é usado como um eufemismo para Deus.
Daniel advertiu para que o rei se arrependesse (fazer o que era certo) na esperança de que isso evitaria a disciplina de Deus.

Nabucodozonozor não possuía menos do que três palácios na cidade da Babilônia. Ele estava andando no terraço de um deles quando ficou maravilhado com a glória da cidade e consumido pelo orgulho. Ao exclamar “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu (“eu eu mesmo”) construí … com meu enorme poder e para a glória da minha majestade? 

Nabucodonozor enfatizou a si próprio como a fonte da majestade. Ele pecou ao não dar o crédito e a glória a Deus como soberano Doador de todas as boas dádivas. Muitos anos mais tarde, o apóstolo Paulo repreendeu os coríntios fazendo a seguinte pergunta: “O que você tem que não tenha recebido? (1Co 4.7)

Ao retardar a sentença de Nabucodonozor em um ano (v 28), Deus o disciplinou no mesmo instante em que ele se deixou consumir pelo orgulho, enquanto "as palavras ainda estavam nos seus lábios”.

Nabucodonosor pode ter sofrido de Licantropia: Psicopatologia. Forma de loucura através da qual um indivíduo pensa ter se transformado em lobo ou em outro animal selvagem, e não tira completamente de suas vítimas a habilidade de raciocínio ou compreensão do que está acontecendo com elas. Dessa forma é possível que o rei tenha percebido que seu próprio orgulho fora a causa da sua insanidade. 

Nabucodonozor arrependeu-se dos seu orgulho e reconheceu o Deus Altíssimo. Sua sanidade voltou instantaneamente, um sinal de que Deus havia suspendido a sentença.

Como um epílogo à narrativa, Nabucodonozor glorificou a Deus, usando palavras que descrevem sua conscientização de que o domínio de Deus é eterno e também resume apropriadamente o tema do livro de Daniel.

Agora eu, Nabucodonosor, louvo e exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância. Dn 4.37




Fontes: 

Comentário Bíblico Beacon vl 4 Editora CPAD              
HCSB Bible               
O AT Comentado Versículo por Versículo - Editora Hagnos e CPAD


www.ubeblogs.net

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

EBD LÇ 4 - A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, outubro 27, 2014 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL.
II – O DESAFIO A IDOLATRIA.
III – A FIDELIDADE A DEUS ANTE A FORNALHA ARDENTE.



 PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Fosse nos nossos dias, somos tão politicamente corretos que arranjar-se-ia uma maneira de dobrar meia perna na adoração para escapar da fornalha.


I – A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL.

1.1 A grande estátua.

Os indicativos proféticos contidos na história dessa estátua,  remete-nos para o final dos tempos quando se fará uma imagem à besta e exigir-se-á  que a adorem. Ap. 13:15. Melhor subir na vida do Senhor que ficar aqui para rever a cena.

Há muitos que buscam adoração sem precisar de estátua. Aí seria demais.


1.2 A diferença entre as estátuas.

A primeira,  fruto do sonho do rei com profundo significado profético para o que viria, os grandes impérios e o final dos tempos; já a segunda estátua, o rei não perdeu tempo e mandou edifica-la para que todos a adorassem como tributo ao seu nome.

A soberba encheu o coração do rei como acontece em nossos dias quando se conquista popularidade.

Popularidade e poder são dois amargos venenos para entorpecer a mente humana e afastar o nome de Cristo do centro da adoração.

1.3 A inauguração da estátua de ouro.

Ser adorado como deus sempre foi o tempero dos grandes imperadores, principalmente dos egípcios que já deixavam à sepultura pronta para serem recebidos e recebidos onde, todos nós sabemos.

Lúcifer plantou a sua semente e através dos séculos ela germina em muitos corações. O último coração a ser fertilizado de maneira plena será o coração do Anticristo.
  

II – O DESAFIO A IDOLATRIA.

2.1 A ordem do rei a todos os seus súditos.

É importante refletir sobre a soberba que tomava conta do coração dos históricos imperadores; a satisfação pessoal em construir algo que engrandecesse o nome deles.

Sempre nos poupamos de aproximar líderes religiosos do nosso tempo ao espírito desses imperadores, porém, penso que seria covardia não mostrar essas semelhanças. Muitos constroem magníficos templos e mesmo sem arrogar para si, a grandeza do nome, essa vontade é muito visível.

Quantas pequenas igrejas sofrem por má assistência dos seus ministérios e ajuda-las, não dá ibope.

Ser adorado como divindade é outra revelação da face oculta da personalidade humana; o ar de satisfação quando se fazem elogios públicos.

São Paulo tem hoje “um templo” chamado de templo de Salomão e um nome sobre ele.

Não sei se podemos chamar os católicos de idolatras sem olhar para o nosso rastro para não dizer “rabo”.


2.2 A intenção do rei e o espírito do Anticristo.

Há uma referência direta; a obra de Nabucodonosor aponta para a adoração consentida à besta que se levantará nos últimos dias, assentando-se no trono de Deus (na cidade santa, na terra) dizendo ser e querendo parecer Deus. 2Ts 2:3-4.

Muitos agem de forma semelhante, esquecem que a graça, verdade e poder vêm do Senhor, como uma concessão ao homem e não como propriedade; não somos deuses.

 2.3 Coragem para não fazer concessões à idolatria.

Todos conhecemos o relato bíblico que envolve os três jovens amigos de Daniel; Hananias, Misael e Azarias ou Sadraque, Mesaque e Abedinego. A decisão deles em não adorar, serve de lição para muitos crentes em nossos dias que alegam dificuldades de servir a Deus em determinadas circunstâncias.

 III – A FIDELIDADE A DEUS ANTE A FORNALHA ARDENTE.

3.1 Os jovens hebreus foram acusados e denunciados.

Este ponto dá margem a muita discussão e reflexão.

Nenhum de nós está isento de sermos vítimas de denuncias que causem danos a vida cristã; já sofri essas coisas, todavia, devemos nos manter serenos em qualquer situação, pois, nada se pode contra a verdade senão pela verdade e não podemos perder a confiança naquele que tudo pode e nos acompanha a curtíssimos passos.

A ele, toda glória.


3.2 A resposta corajosa dos jovens hebreus.

Os jovens sabiam que a fidelidade a Deus é algo inegociável, diz o comentador.

O lado belo da vida cristã, é saber que podemos fazer muitas coisas e saber que não devemos fazer todas as coisas.


3.3 Reação à intimidação.
A resposta dos jovens ao rei mostra; educação, firmeza de caráter e decisão sem enrolação; foram direto ao ponto.

-O Deus a quem servimos é quem nos pode livrar.
-Ele nos livrará da fornalha e da tua mão,

Emendaram com uma resposta digna de nota, diante das cansativas mensagens dos pregadores da prosperidade que dizem não aceitar a derrota nem uma vida carregada de provações.

“...e, se não, fica sabendo ó rei que não serviremos aos teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste”.

Precisamos de mais alguma coisa, diante dessas verdades e afirmações de fé?

Guarde-nos o Senhor.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

5 Maneiras para saber se é a voz de Deus

Posted by Carla Ribas on segunda-feira, outubro 20, 2014 with No comments
5 Maneiras para saber se é a voz de Deus
Por: Marl Virkler
Tradução e Versão: Carla Ribas

Pode ser difícil diferenciar entre a voz de Deus e nossos próprios pensamentos. Aqui estão cinco testes essenciais para ajudá-lo a reconhecer qual é qual. 



1) Teste a origem (1 João 4.1)

Nossas mentes pensam de forma progressivas, de um pensamento ao próximo, no entanto tangencialmente. Os pensamentos do mundo espiritual são espontâneos. A palavra hebraica para a verdadeira profecia é naba, que literalmente significa "borbulhar", enquanto a falsa profecia é ziyd, que significa "ferver". As palavras verdadeiras do Senhor vão borbulhar do nosso íntimo; não precisamos cozinhá-las. 

2) Compare-a com os princípios bíblicos

Deus nunca dirá alguma coisa para você, pessoalmente, que seja contrária à Sua revelação universal, expressa nas Escrituras. Se a Bíblia diz claramente que algo é pecado, nenhuma quantidade de journaling pode fazer isso direito. Boa parte dos dados que você armazena em sua mente (como que uma revista) não é abordada de forma específica na Bíblia, no entanto, a compreensão dos princípios bíblicos é necessária.

3) Compare-a com os nomes e o caráter de Deus revelados na Bíblia 

Qualquer coisa dita por Deus a você estará em harmonia com a Sua natureza essencial. O journaling pode ajudá-lo a conhecer a Deus pessoalmente, mas saber o que a Bíblia diz sobre Ele irá ajudá-lo a discernir se as palavras são dEle. Certifique-se o teor do seu journaling esteja alinhado com o caráter de Deus, como descrito nos nomes do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 

4) Teste o fruto (Mt 7.15-20) 

Qual o efeito do que você está ouvindo sobre a sua alma e o seu espírito? As palavras vindas do Senhor irão acelerar a sua fé e aumentar o seu amor, paz e alegria. Elas vão estimular um senso de humildade, ajudando-o a tornar-se mais consciente de quem é Deus e quem você é. Por outro lado, todas as palavras que você recebe que provocam medo ou dúvida, que causam confusão ou ansiedade ou que atingem o seu ego (especialmente se você ouvir algo "exclusivo, pois ninguém mais é digno") deve ser imediatamente repreendida e rejeitada como mentiras do inimigo. 

5) Compartilhe-a com os seus conselheiros espirituais (Prov. 11.14) 

Somos membros do corpo de Cristo. Nós não fomos projetados ou chamados para caminhar sozinhos. Nada poderá aumentar a sua fé e a sua capacidade de ouvir de Deus como a confirmação por duas ou três outras pessoas! Compartilhe o que ouviu com o seu cônjuge, seus pais, amigos, ancião,  líder de grupo ou até mesmo seus filhos crescidos. Eles não precisam ser perfeitos ou super-espirituais para serem seus interlocutores; eles só precisam te amar, ter o compromisso de estarem disponíveis, possuírem uma orientação bíblica sólida e, mais importante, serem pessoas que também recebem conselhos de bom grado e facilmente. Evite os autoritários, que insistem que, devido à sua posição na igreja ou com Deus,  não precisam de ouvir os outros. Encontre duas ou três pessoas para confirmar que você está ouvindo a Deus.

Fonte em português: www.vivabonsmomentos.com 
Fonte: charismamag.com
Foto:  Lightstock




sábado, 18 de outubro de 2014

EBD LÇ.3 O DEUS QUE INTERVÉM NA HISTÓRIA

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, outubro 18, 2014 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR.
II – A ATITUDE SÁBIA DE DANIEL.
III – DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Sempre digo que Deus trabalha por exceção e nós por regras. Nas exceções, Deus faz como quer, usa quem quer e nunca perguntaremos por que.

 I – O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR.

1.1 O tempo do sonho.

O autor explica a aparente divergência de datas considerando o tempo de permanência de Daniel no palácio e a declaração bíblica do tempo de reinado de Nabucodonosor. A forma de contar o tempo à semelhança do terceiro dia da ressurreição de Cristo.


1.2 A habilidade dos sábios é desafiada no palácio.

É comum esquecermos um sonho, talvez não um sonho como o de Nabucodonosor pela sua magnitude, já que muitos sonhos decorrem das preocupações diárias, porém, esse, devia conter alguma informação a mais e o rei queria saber, pior que ele tinha se esquecido do conteúdo do sonho. Não é forçar o sentido para perceber que a mão de Deus estava sobre esse sonho e principalmente sobre o esquecimento. Deus queria usar uma das suas exceções; fazer como queria.

1.3 O fracasso da sabedoria pagã.

Em todo tempo, nunca faltou adivinhos para todos os gostos e a adivinhação era uma das proibições da parte de Deus ao seu povo, daí, a razão de Daniel buscar em Deus a precisa revelação e não contar com a habilidade humana para agradar a quem quer que fosse principalmente o rei. Quantos há que gostam de dar interpretação a sonhos e acabam induzindo pessoas ao erro.



II – A ATITUDE SÁBIA DE DANIEL.

2.1 A cautela de Daniel.

Prudência e conselhos nessa hora servem de bom remédio. Durante o meu ministério, era comum ser procurado por irmãos que contavam seus sonhos e sempre procurei primeiro; desmontar as preocupações em torno dos sonhos e depois, avaliar se realmente havia algum sentido e na maioria das vezes, não havia sentido, portanto, nada de enrolação em uma hora dessas.

2.2 Deus ainda revela mistérios.

O sonho é uma forma ou canal de comunicação de Deus para o homem e quando Deus quer revelar algo através dos sonhos, ele o faz. Há sentido na revelação.

2.3 O caráter profético do sonho de Nabucodonosor.

O sonho continha a revelação de acontecimentos dos quais, ainda aguardamos o cumprimento final ou total. Daniel adorou a Deus e fez o rei compreender que tudo aquilo procedia de Deus a quem deveria ser dada toda glória e honra.
Nestes dias, muitos agem com a aparência de quem quer glorificar o Senhor, todavia, babam na expectativa de serem reconhecidos como homens de Deus. Lamentável.


III – DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O

3.1 A correta descrição do sonho.

O autor descreve neste ponto, o sentido de cada parte do corpo da estátua como está na Bíblia, dando ênfase a pedra que foi cortada, sem mãos e lançada contra a estátua despedaçando-a por completo de tal maneira que se fez um montão e encheu toda a terra.

3.2 A interpretação dos elementos materiais da grande estátua.

Neste ponto o autor comenta sobre cada parte da estátua e seu significado;
a) Cabeça de ouro, o império babilônico.
b) Peito e braços de prata, império medo-persa.
c) Ventre e quadris retratam o império grego de Alexandre magno.
d) Pernas de ferro e os pés,  parte de ferro e outra de barro, representando o império romano.

Quanto aos pés da estátua, temos alguma coisa a mais, pois, Daniel diz ao rei o sentido dessa aproximação de matérias, mas, perceba-se no verso 43 do capítulo 2 que Daniel fala que a parte de ferro misturada com barro de lodo significa a mistura com semente humana. O que o profeta queria dizer sobre isso?

Já vimos que noutro sentido, ferro e barro falam da força e da fragilidade do mesmo reino, o romano.

O que vou falar a seguir, não obriga a ninguém acompanhar o meu pensamento de muitos e muitos anos, todavia, espero em Deus que seja realmente útil e isso, exigiria não seis linhas, mas, quem sabe um livro sobre essa abordagem.

O império romano foi diferente de todos os anteriores; cresceu, criou a capital do império romano oriental em Constantinopla, antiga Bizâncio.

O império romano agigantou-se exatamente no período do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo e antes de ser totalmente destruído, abriu as portas para o cristianismo, assim, podemos dizer que o império romano não tinha apenas duas capitais, tinha o sentido político e o espiritual que se misturou com semente humana através do papado. Foi ferido de morte, mas, reviveu e tem dado mostras da sua influência no mundo religioso dos nossos dias, até que Cristo venha e consuma a sua destruição sobre esse reino ou império romano espiritual.

3.3 “A pedra cortada, sem ajuda de mãos”.

A pedra cortada, muito bem explicada pelo autor, mostra o poder de Cristo vindo para o domínio final pelo seu reino.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

UBE books, o novo projeto da UBE Blogs

Posted by Felipe M. Nascimento on segunda-feira, outubro 13, 2014 with 6 comments

UBEbooks trata-se de uma ferramenta/projeto  desenvolvida pela União de Blogueiros  Evangélicos .
Observamos que muitos blogs de bons conteúdos , não tem uma divulgação expressiva, e muitos blogueiros desistem de postar novos textos .
 O projeto UBEbooks veio para  dar a esses autores a oportunidade de terem seus textos  publicados em um portal com uma maior visibilidade. A idéia das publicações serem feitas em formato e-book é para melhor ampliar as plataformas em que os textos poderão ser lidos, visando a comodidade do leitor, ou seja, você!
 Uma das questões que se faz necessário saber, é que os textos contidos nos  e-books são de total responsabilidade do(s) autor dos textos, pois os textos estarão da mesma forma em que são encontrados nos blogs de origem.


Quais textos serão publicados nos e-books?
Os textos de conteúdo cristão, que esteja em um  blog afiliado, na realidade os
 e-books serão seleções  de postagens de um blog ou de vários blogs.
  Claro que com a autorização dos autores e os devidos reconhecimentos.  (obs: A autoria dos textos devem ser do autor mencionado, quaisquer autoria de cunho duvidoso não será postado nos e-books)


Quem vai selecionar o que publicaremos?
 A equipe administradora da UBEblogs.


Como criaremos os E-books?
Iremos utilizar a plataforma  do site 
calameo.com para a criação dos e-books , ou outras semelhantes.

Arte das capas
Criaremos  as capas dos livros.


Quanto vai custar?
Os e-books serão gratuitos para baixar no site
portanto não será permitida a venda ou quaisquer formas de obter lucro através das obras.


E quando publicaremos os E-books?
O objetivo e de publicamos pelo menos um e-book a cada bimestre.

Como faço para ter meu blog postado como um E-book na UBE?
Para participar do projeto, deixe o teu link no comentário desta postagem, o conteúdo será avaliado pela equipe UBE, e caso aprovado entraremos em contato.


Recebi a confirmação de que meu blog(ou texto) foi selecionado, e agora?
Um integrante da equipe UBEblogs lhe dará as informações necessárias, para você envia os seus textos.



Em Breve Publicaremos os E-books

By Felipe M.Nascimento.
www.ubeblogs.net

domingo, 12 de outubro de 2014

Dia das crianças - uma mensagem de resignação, encorajamento e esperança

Posted by Sidnei Moura on domingo, outubro 12, 2014 with No comments




Sidnei Moura

“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá” (Salmos 127:3 – NVI)

Partindo do princípio de que os filhos são herança de Deus aos homens, necessariamente teremos que admitir que o papel dos pais na geração e criação de seus filhos não se configura tão somente como uma tarefa social, mas principalmente como uma missão divina. O âmago dessa missão está exatamente claro nas palavras do salmista, o que nos remete a idéia de administração de bens confiados a nós pelo criador de todas as coisas. Uma missão que possui sua parcela de deleite, mas também de muitos desafios, principalmente nos dias em que estamos vivendo.

É cada vez mais notório o fato de que a missão dos pais na geração e criação, e consequentemente encaminhamento de seus filhos para a vida, quando não reconhecida como tal, quando negligenciada, ou quando colocada como algo desprovido de seu real valor, compromete significativamente o bom desenvolvimento psíquico, emocional e espiritual do indivíduo como pessoa. Com o aumento dos números de gestações indesejadas, fora do casamento, ou dentro de uma estrutura ainda que formalmente constituída porém não bem estruturada, os números de indivíduos com anomalias crescem vertiginosamente, transformando indivíduos em pessoas desprovidas de condições básicas para o bom relacionamento, a aprendizagem, além de uma série de fatores adversos à vida em sociedade.

Como você procede quanto à administração de seus bens materiais? Ou qual seria seu procedimento diante da administração de uma grande fortuna herdada? Administrar vidas, administrar pessoas, administrar seus próprios filhos como herança do Senhor requer muito mais diligência do que na administração de qualquer outro empreendimento. A vida é a principal encarregada em manifestar essa realidade de forma visível aos olhos de todas as pessoas que lhe cercam, assim também como responsável por lhe manifestar o sucesso ou fracasso no cumprimento da missão. Uma missão que deve ser aceita com responsabilidade e diligência.

“... aqueles que conduzem muitos a justiça serão como as estrelas para todo o sempre” (Daniel 12:3 – NVI)

Como professor e mestre dos pequeninos, seu papel de conduzi-los a justiça não se trata de uma posição sem privilégio, pois no contexto da educação e da aprendizagem sua missão se assemelha a dos país (não interprete isso como “transferência de responsabilidade”, ou “troca de papeis”, usei o termo assemelha exatamente para não dizer que os propósitos são os mesmos).

De certa forma, havemos de inferir do texto bíblico em apreço que a comparação bíblica refere-se a um estado de recompensa espiritual, no entanto, seus alunos o terão sempre como “estrela” caso seu ministério ou profissão seja bem-sucedido – você sempre estará em seus pensamentos como modelo a ser seguido, e é exatamente aqui que pesa a responsabilidade, a missão e o caráter de sua individualidade e personalidade!

O trabalho de ensinar, assim como também o da família, é desgastante, árduo, porém recompensador seja no ensino cristão ou secular. Já parou para pensar no futuro de seus pequenos alunos? Você poderá estar preparando um futuro presidente da república, um futuro líder, indivíduos que influenciarão vidas para a justiça com a mesma influência com a qual foram influenciados, e pelo fato de você e eu nunca ter conhecimento prévio do que vem a frente, é momento de investirmos toda nossa força e animo na realização dos propósitos da missão para a qual fomos chamados.

“Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no reino dos céus” (Mateus 18:2, 4 - NVI)

No nosso caso específico como adultos, é importante que tenhamos consciência de que é preciso reverter nosso atual modelo – é preciso retomar as características interiores que tínhamos em nossa infância, a fim de que agrademos a Deus, e sirvamos ao próximo com a qualidade devida. É obvio que não me refiro “as coisas de criança” a que se referiu Paulo ao dizer que agora como adulto, já tinha abandonado. Não me refiro a “inconstância” (se bem que a inocência pueril é que transporta o indivíduo a atitudes impensadas nessa faixa etária), mas sim a humildade, a que Cristo se referiu.

Nesse dia das crianças, que possamos experimentar em nossas vidas esse tipo de humildade a qual Cristo propôs como pré-requisito para a entrada no Reino. E não nos esqueçamos da prudência!

Parabéns as nossas crianças, a seus pais e mestres!

Que no cumprimento de sua missão, pais e mestres possam contribuir para a formação de indivíduos preparados para a vida, encaminhados no conhecimento de Deus, a fim de que “... mesmo com o passar dos anos não se desvie dele”.

Sidnei Moura é licenciado em Letras e professor de Língua Portuguesa e literatura. É editor do blog Sidnei Moura, filiado à UBE - União de Blogueiros Evangélicos, e  reside em São Carlos - SP
Facebook: sidnei.moura  |  Twitter: @sidneimoura

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Quando chegam as tribulações...

Posted by Wilma Rejane on sexta-feira, outubro 10, 2014 with No comments



Wilma Rejane


Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os cavalos? Se tão-somente numa terra de paz estás confiado, como farás na enchente do Jordão? Jeremias 12:5

Como está seu coração hoje? Ansioso, preocupado, atribulado? Assim estava o profeta Jeremias quando Deus lhe dirigiu as palavras acima. Penso que não era bem o que ele queria ouvir, mas o que precisava ouvir. Deus diz que ele tinha de ser forte e tranquilo, mesmo em meio a adversidades maiores. Precisava correr mais que os cavalos e enfrentar a enchente do Jordão com disposição. Em resumo: Jeremias tinha que parar de se lamentar e manter o coração confiante, porque Deus estava a seu lado e sabia perfeitamente até onde ia sua força e fé. Jeremias precisava "esticar"  suas medidas de crente e manter o olhar firme em Deus.

Claro que Jeremias é um de nós. Grandes homens e mulheres da Bíblia foram exatamente como um de nós; sofreram, ganharam, perderam, choraram, passaram tempos difíceis e também de bonança. Quem não sabe o que é sofrer, não aprende a viver, não é mesmo? Agora, um dos grandes triunfos de ser cristão, consiste no fato de que a fé nos mantém de pé, em qualquer circunstância. Se as pernas cambaleiam, os joelhos tremem e os temores querem nos assaltar, olhemos para Cristo. Ele autor e consumador da nossa fé. Sendo morto, ressuscitou ao terceiro dia e intercede por nós diariamente. Essa é a vitória que venceu o mundo e que nos fará vencer também.

Porque vencer, como costumo dizer, não é nunca perder, mas prosseguir confiante, mesmo depois das perdas. Vencer não é receber tudo que pedimos e nada nos faltar. É crer em Deus e continuar amando-O mesmo quando ainda nos falta, quando as respostas parecem não vir. Uma doença grave, um parente drogado, um casamento desfeito...enchentes do Jordão,fatigas, cansaço, tristezas. Como agir?


A resposta que não encontramos nos homens está disponível em Deus. Tudo é possível para Ele. E esse "possível", não significa que Ele irá resolver o que precisamos, da maneira que queremos. Mas, que Ele irá fazer o que precisamos do modo que nem sempre imaginamos. Jeremias, provavelmente não queria sofrer mais, já estava sendo rejeitado, perseguido, humilhado, desacreditado. Apesar de suas orações, a situação chegou a extremos, e ele foi capaz de superar tudo sem desfalecer porque descansava em Deus.

Não sei se você já ouviu falar sobre os peixes de aquário. Eles nadam para lá e para cá e não se chocam contra o vidro do recipiente onde estão. É que eles se acostumam com as medidas, as dimensões do nado são limitadas pelo espaço e são condicionados a viver daquela forma. Se algum dia, um peixe de aquário for liberto para nadar em um oceano morrerá, porque não irá além do que estava condicionado em seu aquário. Estará suscetível a ataques de peixes maiores. Visão e viver limitados pelo espaço e pelo tempo.


Não fomos feitos para viver como peixes de aquários. Nem para vivermos confiados em uma terra de paz, apenas. Todos haveremos de enfrentar dias, situações, longas ou breves de "enchentes",onde quem sabe, mediremos nossas forças pela corrida dos que correm conosco. Quando na verdade, poderemos até competir com o correr dos cavalos. poderemos vencer a força das águas, porque o impossível Deus faz por nós, quando descansamos Nele.

Deus o abençoe.

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