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segunda-feira, 25 de abril de 2016

QUAL A MELHOR IGREJA?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, abril 25, 2016 with No comments
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 As entidades religiosas ditas cristãs costumam denominar-se "igrejas", ou, como define O. S. Boyer: "Conjunto dos fiéis ligados pela mesma fé e sujeitos aos mesmos chefes espirituais". Deste ponto de vista, são diversas as igrejas distribuídas por este país. Em princípio, não é a fé que distingue uma igreja cristã de outra, mas as orientações doutrinário-eclesiásticas de seus respectivos chefes espirituais.
Quanto à fé, os componentes das igrejas cristãs podem ser chamados de "irmãos de fé"; quanto à interpretação doutrinária adotada e normas eclesiásticas, há variantes consideráveis.
Aqui, é possível entender-se o termo fé no sentido de consciência religiosa; ou seja, toda igreja cristã evangélica tem como regra exclusiva de sua fé a Bíblia Sagrada. Trata-se da Teologia cristã: por este ângulo, a Bíblia explica-se a si mesma e sua aceitação é inequívoca, independentemente da denominação.
A causa das diversas denominações eclesiásticas é exatamente a interpretação doutrinária e o sistema de administração. Portanto, não há espanto em se verem "tantas igrejas evangélicas". Vale lembrar, em tempo, a existência de pseudoigrejas evangélicas, as quais vivem à sombra, margeando a seara evangélica e causando terrível mal à compreensão do cristianismo bíblico.
O Senhor Jesus disse que estabeleceria a "Sua Igreja", e que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela (Mt 16.18). A que denominação evangélica o Senhor se referiu? Dentre tantas igrejas qual se tirará como a Igreja referida por Jesus? Jesus não se referiu a qualquer denominação.
Na verdade, a Igreja de Jesus é mística, invisível, inacessível à identificação humana. A igreja de Jesus Cristo não se identifica por uma placa, por um endereço, nem por uma administração humana; todavia, ela (a Igreja de Cristo) está disseminada entre as diversas denominações eclesiásticas. As denominações são, portanto, núcleos permitidos por Deus, a fim de congregar os seus escolhidos, encarregados de promover a causa do evangelho. "...Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (At 2.47).
Não é raro que haja pessoas procurando "uma igreja em que se sinta bem". Ora, aquele que está ligado à Igreja mística do Senhor jamais estará perdido, à procura de um espaço "para sentir-se bem", pois é dirigido pelo Espírito Santo. "Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos; seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? Mas, graças a Deus porque, outrora escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça" (Rm 6.16-18).
"O próprio Espírito (Santo) testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Rm 8.16 - parênteses meus).
Não existe "igreja perfeita", porque nela se reúnem pessoas - portanto, falhas - além de a ela se ajuntarem, também, os que não pertencem à Igreja que o Senhor Jesus edificou. A igreja-denominação é uma espécie de hospital de almas: algumas são curadas, outras mantêm-se enfermas, por causa da dureza dos seus corações.
A procura de uma igreja à qual se filiar exige a direção divina e a consciência de que se liga a um núcleo em que a regulação da fé (mencionada acima) está em absoluta conformidade com a Escritura Sagrada.
Medite em sua situação perante Cristo. Aceite o convite que Ele nos fez: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mt 11.28). Só os que, de fato, vêm a Jesus Cristo constituem a sua verdadeira igreja; não basta frequentar uma denominação cristã, pois, "Nem todo aquele que me diz "Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mt 7.21).
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

terça-feira, 19 de abril de 2016

PALMAS! APLAUSOS! OLHE O SEU IRMÃO DO SEU LADO! SORRIA!

Posted by Izaldil Tavares de Castro on terça-feira, abril 19, 2016 with No comments
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A admiração excessiva pelo ser humano (um narcisismo às avessas, que os psicólogos explicam) é um problema contundente entre os evangélicos destes tempos. Aplaudem-se com entusiasmo quaisquer cantores, pregadores, ou telepregadores e "conferencistas".
Entretanto, ficam ignorados, desprezados, os conteúdos (geralmente péssimos) desse estrelato gospel. Ninguém se dá conta da letra entoada pela elegante (?) e bem paga cantora, ou da porção bíblica e da explanação (quase sempre deturpada) feita pelo famoso e reluzente pregador.
Isso os enche de maior vaidade: amam a vestimenta cara, os sapatos reluzentes, as gravatas caras e o indefectível lencinho no bolso do paletó (todo mundo já viu isso em televisão sabatina!). As estrelas mais jovens assemelham-se aos partidários do "funk ostentação". Uma maravilha a encantar uma plateia de aspirantes a essa glória.
Hoje se enaltece o homem (cantor, cantora, debatedor, sei lá mais quem) com adjetivos esfusiantes. Antes de irem ao ar os programas de televisão, o "importante convidado" já tem postada no facebook a sua foto colorida, em pose de contrição, impondo mãos sobre cabeças que não pensam, entre outras baboseiras como um cartão de visitas em que se lê "conferencista internacional".
Chegou o tempo da limpeza política neste país. Mas também chegou o tempo de os crentes brasileiros embevecidos por essa gente começarem a RACIOCINAR. É hora de se trocarem as palmas, os aplausos, pela análise do que se oferece aqui, ali e acolá.
O aplauso ininterrupto, que tem invadido as igrejas, provavelmente nos leva a perceber o grau de alienação da maioria das pessoas. Se duvida do que eu digo, no próximo culto, inicie um aplauso e verifique que "todos" o acompanharão, independentemente da motivação.
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

OS BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO - EBD LÇ.4 24/04/16

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on terça-feira, abril 19, 2016 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO  PARA O DIA 17/04/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A BÊNÇÃO DA GRAÇA JUSTIFICADORA.
II – AS BÊNÇÃOS DO AMOR TRINITÁRIO.
III – AS BÊNÇÃOS DA NOVA CRIAÇÃO.

 O NOVO NASCIMENTO ENCERRA UM CICLO DE VIDA SOB O PECADO.



I – A BÊNÇÃO DA GRAÇA JUSTIFICADORA.


1.1       A bênção da paz com Deus.

 Vamos buscar a razoabilidade desta paz a que Paulo se refere, considerando inicialmente que éramos inimigos de Deus por conta do pecado. Rm. 5:10

1 – Estávamos separados de Deus e sem paz. Ef. 2:12.

2 – As nossas iniquidades faziam separação entre  nós e Deus,  Is. 59-2.

Fomos reconciliados. -  Rm. 5:10
Fomos declarados filhos de Deus – IJo. 3:2.
Fomos agraciados com o milagre do novo nascimento.   Ef. 2:15.
Tornamo-nos herdeiros da maior herança que alguém possa desejar. Rm 8:17  
A lista é grande.


1.2       A bênção de esperar em Deus.

Este tópico abordado pelo autor que certamente poderia expandir o pensamento para outras direções, caso houvesse espaço suficiente, nos permite pensar e resumir o que significa esperar e não esperar quando depender do ponto de referência:

1 – Esperar em Deus conforme o propósito da lição é suportar com paciência e resignação o que representar sofrimento, sabendo para qual eternidade nos destinou pela esperança da nossa salvação. Cristo em nós, esperança da glória. Cl.1:27.

2 – Esperar em Deus não significa abandonar todas as possibilidades que por ele nos foi entregue no tocante a vida comum, suas conquistas e defesa da justiça.

  
1.3 A bênção de sofrer por Jesus.

Na linguagem de muitos significa pagar o preço.
A bem da verdade, não sei se pagamos algum preço quando o maior preço foi pago pelo Senhor, por nossas vidas.   ICo 6:20.

Cada período da história tem características próprias do seu tempo e governos. No tempo atual, grande parte dos nossos sofrimentos são os sofrimentos de todos independente da fé.

Penso que é possível separar perseguição e tribulação.

A perseguição tem caráter odioso causa tribulação e geralmente leva a morte.

A tribulação não tem como causa necessária, a perseguição, mas o desprezo, o que chamam de “bullying” e a perseguição velada em local de trabalho, aliás, comum em sistema competitivo como o nosso.

O que nos leva a sofrer por Jesus:
Lutamos por uma vida honesta.
Lutamos para não causar danos a quem quer que seja.
Lutamos para manter nossas vidas e famílias segundo os padrões bíblicos.
Plena obediência à palavra do Senhor.

Dispenso comentar o que um cristão decente e sincero pode passar dentro de algumas igrejas quando há visível prática de injustiças.

De qualquer maneira, suportar tudo por amor a Jesus é o maior ganho.


II –  AS BÊNÇÃOS DO AMOR TRINITÁRIO.
É reconhecidamente o amor dispensado pelo Pai, pelo filho e pelo Espírito Santo.

2.1 O amor que o pai outorga.

A visão que Paulo tem acerca de Deus é muito diferente da visão que o judaísmo tem acerca do mesmo Deus.

A visão judaica acerca de Deus ficou parada no Sinai.

Deus não evoluiu no percurso do Sinai ao Calvário, mas, fez evoluir seu plano de salvar as vidas por tê-las amado. Jo. 3:16.

Quem nos separará do amor de Cristo? Rm. 8:35.


2.2 O amor que o Espírito distribui.

 e abençoar o homem de coração aberto. A dádiva do Espírito Santo, que além de consolar e interceder por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8:26), ainda reveste de poder os crentes desejosos de servi-lo de maneira eficaz.

Rm 5:5 “O amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”.

Significa dizer que além de nos amar, Deus ainda facilitou o nosso caminho para receber e dar este amor, razão pela qual, o crente sincero não é raivoso nem vingativo.


2.3 O amor que o Filho realiza.

Não daria para colocar o filho em uma escala menor de poder ou de demonstração de afeto e amor. O que o mundo não conheceu de Deus, ele nos revelou em sua própria vida.

Jo.13:1 declara a forma intensa do amor de Cristo por nossas vidas.  
Jo.14:11 O Senhor queria mostrar aos discípulos que ele não era uma pessoa comum e isto podia ser visto pelas obras.

Deus amou o mundo de tal maneira? O filho igualmente nos amou e se entregou por nós.
Jo. 3:16 e Ef. 5:2.

                     
III –  AS BÊNÇÃOS DA NOVA CRIAÇÃO.

3.1 O homem em Adão. 

O texto do autor indica que há  algum grau de complexidade quando afirma que “existem várias interpretações a respeito de Rm 5:12-14 quando o apóstolo declara que pelo pecado de um homem, a morte veio a todos.

As dificuldades deixam de existir quando percebemos que não foi um ato viral. termo usado com frequência nas redes sociais para mostrar que algo saiu do controle, mas Adão pelo seu ato inconsequente, deu conhecimento de uma nova vida a que chamamos; vida de pecado, muito mais “próxima” de uma questão genética que filosófica.

“Como se” o código genético trouxesse as características da natureza do pecado original; consideremos Salmos 51:5 “Eis que em iniquidade eu fui formado e em pecado me concebeu a minha mãe”.

Uma nova possibilidade se abriu para o homem em Adão e todos assumiram o risco para viver sob o pecado e pelo pecado a morte.

Não podemos ignorar que o apóstolo Paulo declara textualmente que pela ofensa de um “morreram muitos”. Morte aqui, não significa aniquilação da espécie, mas separação entre o homem e Deus. Rm 5:15.


3.2 O homem em Cristo.

A algo que está sendo ignorado em nossas igrejas pela falta de ensino  e dispensa comentários sobre o desprezo dado pelas igrejas chamadas “neopentecostais” a um assunto que diz tanto sobre a nossa salvação como a nossa reconciliação com Deus e mais importante ainda, o novo nascimento traz à vida os verdadeiros filhos de Deus, não segundo a carne, mas segundo o espírito. IJo 3:2.

Diz o texto citado (IJo.3:2) que ainda nem está manifestado o que havemos de ser, mas quando ele JESUS, se manifestar seremos semelhantes a ele.

Paulo escreve a igreja de Coríntios que o corpo é semeado em ignomínia,  em fraqueza e ressuscitará em glória e em força.  ICo 15:43.




segunda-feira, 18 de abril de 2016

MEU PAÍS NÃO EXISTE MAIS!

Posted by Izaldil Tavares de Castro on segunda-feira, abril 18, 2016 with No comments
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 Quando eu era menino, eu e minha família (lá havia isso) morávamos em outro país, no qual eu nasci, chamado Brasil. Na escola brasileira do meu tempo, os alunos, que usavam obrigatoriamente uniformes, antes das aulas formavam filas no pátio, onde aprendiam a cantar, com as professoras à frente, o Hino Nacional, o Hino à Bandeira, entre outras canções patrióticas. Entrando na sala de aulas, ficávamos de pé, até que a professora dissesse "Sentem-se!".
Lá, naquele país, aprendi que o Brasil era varonil e que seus filhos eram homens honrados, capazes de dar a vida pela sua Pátria.
Lá aprendi respeito e obediência sincera aos bons princípios éticos (como a atenção aos mais idosos e às autoridades - essas eram dignas, mesmo!). Fui muito feliz, crescendo naquele país, no tempo em que a mãe até ia buscar a gente na porta da escola. Depois de maiorzinho, a gente já podia ir sozinho ao colégio; mas tinha hora marcada para retornar a casa.
Naquele país, também a educação religiosa era levada a sério. Os brasileiros tinham religiões diversas: católicos uns; crentes outros; além de seguidores de outras crenças. Tudo bem. Minha família era crente (hoje, aqui, dizem evangélica). Meus pais me ensinaram a respeitar as crenças alheias, mas também a ter firmeza e conhecimento da nossa crença.
Lembro-me de que íamos à igreja (toda a família) todos os domingos. Lá estudávamos a Bíblia com professores dedicados e também participávamos do culto. Interessante, eu me lembro: as crianças ficavam junto de seus pais; não andavam, nem corriam dentro da igreja, porque o respeito ao ambiente era levado a sério.
Pois bem, no país em que nasci as coisas funcionavam assim: e iam bem!
O que causa certa estranheza é que, contada aqui neste país onde moro agora, esta história parece ridícula. Nem preciso dizer como a escola aqui é diferente; ensina-se cada coisa! Mas não se ensinam o Hino Nacional, o Hino à Bandeira. Isso não seria o ridículo num país que se preza?!
Não se ensina respeito aos idosos (nos assentos reservados dos trens, ônibus e metrôs a realidade é clara). Respeito às autoridade - que não são tão sóbrias assim - virou piada!
Este país aqui me envergonha; se eu fosse loiro, enrubesceria (quem sabe o que é isso?). A família, aqui, nada tem com aquelas do meu país; elas se formavam com um homem, uma mulher e seus filhos. Mas o melhor é nem mexer nisso, porque, aqui, até a sexualidade é opcional! Vejam! Eu posso escolher à vontade, se me acho homem ou mulher!
Quanto à religião, a coisa aqui é muito diferente: os pais não se esforçam para mostrar aos filhos o caminho a seguir (nem eles mesmos têm um caminho). Quando esses pais seguem algum caminho, deixam que seus filhos decidam sozinhos o que querem. Acho que eles pensam serem os filhos como muitos pássaros: sozinhos aprendem a voar.
Se, lá no meu país aprendíamos a nos comportar decentemente em qualquer ambiente, principalmente no templo a que íamos; hoje, aqui neste país, o comportamento social é decido pela própria pessoa, desde a tenra idade. Chamam a tudo isso evolução.
Eu moro aqui atualmente. Sei que o país em que nasci, onde cresci, já não existe, porque a "evolução" o destruiu. Resta-me a resignação de comparar o que já foi com o que aí está e contar para uns poucos essas diferenças. Ah, terminando, ontem tive mais um desprazer neste país: vi como são os deputados federais deste Brasil! Bom dia!
Izaldil Tavares de Castro.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

GLOSSOLÁLIA EXPLICA O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO?

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quinta-feira, abril 14, 2016 with No comments
GLOSSOLÁLIA EXPLICA O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO?

Nunca fui muito apreciador do termo “glossolália”  que conheci há 60 anos em uma literatura escrita por um teólogo Batista com a clara intenção de desqualificar esta grande obra. Tão grave e ofensivo ao Espírito do Senhor era que fiz picadinho e dei descarga. 

Nunca apreciei pelo fato de dar margem a que tentem explicar tecnicamente ou até mesmo teologicamente algo que foi derramado sobre os apóstolos por promessa de Deus e nem de “milagre” podemos chamar.

Pedro  declara que o acontecimento, fora predito pelo profeta Joel (Jl.2:28-sgts)  e teve ali o seu cumprimento.

Quando Rebeca (figura da igreja) respondeu a Eliezer (figura do Espírito Santo) que iria com ele ao encontro de Isaque (figura de Jesus), Eliezer tirou dos camelos todos os presentes que levara para dar a Rebeca, roupas e joias representando enfeites que a dignificariam ainda mais. Gn. 24:53.

O nosso Isaque, Jesus, deixou para sua igreja, ornamentos que a tornaram ainda mais digna e forte, diante dos homens, tendo feito duas promessas; a vinda do Consolador e o “Revestimento de Poder”,  João 14:16 e Atos 1:5-8.

E começaram a falar em “outras línguas” conforme o Espírito lhes concedia que falassem. Alguns diziam; “estão cheios de mosto” o que nos leva a crer que além das línguas conhecidas e nativas entendidas pelos visitantes, havia outras que não se entendiam.

O que os crentes sabiam sobre o assunto? Nada. Tinham a experiência, mas não sabiam explica-la. Deus não é Deus de confusão.

Paulo vendo o “caos” instalado na igreja de Coríntios  trouxe luz ao assunto de maneira clara e mais extensa ainda, pois, explicou que ao lado do “dom de línguas”, temos o dom de interpreta-la e não havendo intérprete, eles deveriam falar consigo e com Deus; não precisavam fazer barulho para toda igreja ouvir. ICo 14:5.

Penso que o texto mais contundente da carta apostólica está no verso 2 do capitulo 14: 

“Porque  o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque  ninguém o entende e em espírito fala de mistérios”.  Palavra chave do texto: “Não fala aos homens...”

Quando recebi o batismo com o Espírito Santo, não estava em meio a gritarias desvairadas. Era “coralista” e nesse momento, 25/08/1966, louvava a Deus como componente do coro da igreja de Vila Carolina que cooperava com a igreja co-irmã em Caieiras/SP;  quando na metade do hino, veio sobre mim, como uma bola de fogo e falei em línguas pela primeira vez.

 A experiência foi tão maravilhosa que chorei como uma criança, semelhante ao choro da noite em que recebi oração por ter recebido Cristo como Senhor em meu coração.

Depois disso, tive uma experiência de 30 dias quando, diariamente uma voz que eu conhecia dizia na minha mente: “Você não foi batizado com o Espírito Santo...” e eu procurava os amigos que estavam pertos e perguntava-lhes  se tinham ouvido eu falar em línguas; confirmavam que sim e logo a luta voltava até que fui renovado e nunca mais deixei de falar em outras línguas; experimentei a variedade de línguas, mas, sempre agi de forma comedida como Paulo ensinou a igreja.

Com o crescimento das igrejas O Brasil para Cristo e Deus é amor (início anos 80),  surgiram os desdobramentos e logo comecei a perceber mudanças no meio do nosso povo. Começaram a aparecer os “ensinadores” que ensinavam como fazer para receber, esses, davam preferências às reuniões de senhoras e os “pregadores itinerantes” que armavam uma tenda de mágicos nos púlpitos por onde passavam. Era lamentável e isso crescia de maneira comprometedora.

O que acontece nos nossos dias, principalmente entre os neopentecostais e católicos carismáticos, nada têm a ver com o batismo com o Espírito Santo.

A verdadeira igreja do Senhor segue triunfante tendo que conviver com o joio até que o Senhor venha e os separe.

Genivaldo
13/04/2016.










quarta-feira, 13 de abril de 2016

DÁ PARA DISCORDAR?

Posted by Izaldil Tavares de Castro on quarta-feira, abril 13, 2016 with No comments
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 Não estou cansado; estou irritado com o excesso de "evangeliquês" vazio, inócuo, viciado, durante os cultos em grande parte das igrejas.
A maioria das pessoas não têm noção alguma do que é estar no templo: dizem "amém" e "gloriadeusaleluia" até para anúncio de falecimento do pastor. Sem contar a "grossolalia" que incomoda quem está assentado ao redor do "frevoroso" personalista.
Fico irritado por "ter que falar pro irmão ao lado", coisas que ele já sabe como "Você é bem vindo, irmão!", "Dê um sorriso de alegria, irmão!", Não vou ao templo para, necessariamente, falar ao irmão ao lado, durante o culto. Vou para falar com Deus, juntamente com os irmãos. Vou para cultuar ao Senhor.
Sabem o que é "cultuar"?
Cultuar é participar de uma cerimônia. A Bíblia relata o culto que no Céu é feito a Deus (Apocalipse, 4) Todo ato de culto tem uma finalidade e um referente; esse referente, porém, não é nenhum irmão que esteja lá.
Nosso social pode ser feito antes - ou depois - do culto, com um cafezinho, um abraço, um bom papo. Quando dá a hora de iniciar o culto, cada um se compenetre do que veio fazer. Posso ouvir um "aleluia"? Fale não, irmão!
Os nossos cultos têm que ter 99% de disposição interior, e 1% de demonstração exterior. Mas creio que, em geral, ocorre o contrário.
Falta educar o comportamento "religioso" da igreja evangélica, ou falta aos evangélicos o bom senso de levar a sério aquilo que já sabem?
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

terça-feira, 12 de abril de 2016

PARA PENSAR COM SERIEDADE

Posted by Izaldil Tavares de Castro on terça-feira, abril 12, 2016 with No comments
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 Sou pentecostal, nascido (literalmente) e criado na maior denominação pentecostal, onde aprendi o bom pentecostalismo, o bíblico, prometido e cumprido pelo Senhor Jesus.
"E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder" (Lucas, 24.49).
O batismo no Espírito Santo já era buscado na infância, coisa que hoje é raridade.
Sei também que a falta de correto ensino bíblico, bem como o criticável interesse de muitas lideranças em mostrar a "grande espiritualidade" nos cultos, têm gerado alguma desordem nas reuniões, no tocante às "línguas estranhas".
Ora, o papel primordial do crente é o exame acurado da Escritura Sagrada. Quantos se desdobram em línguas estranhas, porém, jamais estudaram a Bíblia, principalmente, 1Corintios? Isso acontece, porque foram induzidos ao pensamento de que o entusiasmo pentecostal é o auge da aproximação com o Senhor.
Ora, "entusiasmo" não resulta de atitude espiritual, mas emocional. Excesso emotivo é meninice, imaturidade psicológica! Nada a ver com a espiritualidade.
O ensino de Paulo, apóstolo, faz referência a esse assunto. Além disso, a experiência mostra grande quantidade de indivíduos "falantes espirituais" cuja vida não lhes endossa o comportamento.
Sintetizando está reflexão, vamos a uma das recomendações bíblicas sobre o assunto:
"Dou graças a Deus, porque falo em outras línguas, mais do que todos vós; contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras em meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua. Irmãos, não sejais meninos no juízo; na malícia, sim, sede crianças; quanto ao juízo, sede homens amadurecidos.
(1Coríntios, 14.18-20).
Continuaremos meninos, imaturos?
Ev. Izaldil Tavares de Castro.

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