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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito

Posted by Carla Ribas on terça-feira, fevereiro 24, 2015 with No comments
Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito
Por Jayson Casper
Cairo - Egito
Tradução e Versão: Carla Ribas

Sem medo da matança de 21 cristãos na Líbia, o diretor da Sociedade Bíblica do Egito enxergou uma oportunidade de ouro para o Evangelho.
"Precisamos ter os folhetos das Escrituras prontos para distribuir para a nação assim que possível,"disse Tamez Atallah ao seu staff na noite em que um grupo ligado ao ISIS lançou o vídeo da sua horrível propaganda. Menos de 36 horas após o acontecimento, o folheto intitulado: Duas Fileiras na Areia (Two Rows by the Sea) foi enviado para impressão.

Uma semana depois, 1.65 milhões de cópias haviam sido distribuídas durante a maior campanha já feita pela Sociedade Bíblica, superando, inclusive, a marca de 1 milhão de folhetos distribuídos após a morte do Papa Copta, Shenouda III.
http://www.vivabonsmomentos.com/2015/02/como-os-martires-na-libia-estao.html
O folheto contém citações bíblicas sobre a promessa de bênção em meio ao sofrimento, juntamente com um comovente poema no idioma Árabe coloquial:

Quem teme quem? A fileira vestida de laranja, vendo o paraíso aberto?
Ou a fileira vestida de preto, com pensamentos malignos e violados?

"O design foi projetado para que o folheto fosse distribuído a qualquer egípcio sem causar ofensa," disse Atallah. "Para confortar os enlutados e desafiar as pessoas a comprometerem-se com Cristo."

A Sociedade Bíblica distribuiu os folhetos a todas as igrejas do Egito, porém, uma congregação foi além.
http://www.vivabonsmomentos.com/2015/02/como-os-martires-na-libia-estao.html
A Igreja Evangélica Isaaf, localizada bem no centro de uma das mais movimentadas ruas do Cairo, pendurou um cartaz na parede ao nível dos olhos dos pedestres. "Nós aprendemos com as palavras do Messias," lia-se com a imagem da bandeira do Egito ao fundo, "Amem os seus inimigos, façam bem aos que vos odeiam..."

O Pastor Francis Fahim afirmou que o cartaz servia para confortar todos os egípcios, muçulmanos e cristãos.

As decaptações efetuadas pelo estado islâmico na Líbia resultaram em uma simpatia sem precedente pelos cristãos egípcios, que tem encontrado uma crescente identidade comum com as linhas denominacionais. Os martirios também proporcionaram à Copta, uma plataforma para testemunho das realidades da sua fé, ao perdoarem publicamente os terroristas.

Mas o seu testemunho pode causar riscos. Antes das decaptações, a Fraternidade Muçulmada do Egito especulou em seu website que os coptas podem ter sido sequestrados por estarem evangelizando.

A afirmção era sem fundamento, mas o site da Cristianity Today (de onde foi traduzida essa notícia) examinou acusações similares em 2013 contra os cristãos na Libia logo após os primeiros martírios modernos coptas fora do Egito. Os detidos estavam de posse de materiais devocionais destinados à importante comunidade de trabalhadores migrantes de Copta.

Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito

O novo folheto - Duas Fileiras na Areia - revela quão abertamente o material cristão circula hoje em dia no Egito. Considere o que pode ser encontrado na maior feira de livros árabe, que recebe 2 milhões de visitantes anualmente.

Em meio às centenas de estandes na 46a Feira Internacional do Livro do Cairo, realizada entre 28 de janeiro e 12 de fevereiro, a chamada do evangelho ressoou de dois camelôs microfonados.

"O Injeel por uma libra," anunciava um, referindo-se ao preço promocional do Novo Testamento árabe para o equivalente a 13 centavos.

"E um brinde para todos os visitantes", exclamava o outro, oferecendo um DVD do filme Jesus para todo observador curioso.

O estande pertencia ao serviço Serviço Espiritual para Publicação, (Spiritual Service for Publishing) (SSP), uma filial CRU e um dos dois distribuidores autorizados do filme Jesus para o Egito. Eles ocuparam uma ala central de destaque da feira, ao lado de, pelo menos, uma dúzia de outras editoras cristãs

"Houve uma grande resposta à nossa presença na feira", disse Henain Ibrahim, diretor administrativo da SSP. "Embora o nosso público alvo não sejam os muçulmanos, que constitui a grande maioria no Egito, é natural que eles tenham sido o nosso maior numero de clientes."

Até o final da feira, a SSP tinha vendido mais de 7.000 Novos Testamentos e doado mais de 17.000 cópias do filme Jesus.

"Após as nossas duas revoluções [25 de janeiro de 2011 e 30 de junho de 2013], a relação entre muçulmanos e cristãos melhorou", disse ele. "Os muçulmanos começaram a querer saber mais sobre o cristianismo. Estamos aqui abertamente, não há problemas, e as pessoas estão vindo. "

A presença de editoras cristãs antecede as revoluções. A SSP vende o filme Jesus na feira desde 2008, e as editoras cristãs estão presentes desde o início dos anos 1990.

Mas a novidade é a sua ousadia. Após a remoção da Irmandade Muçulmana do poder, os cristãos têm experimentado uma visibilidade sem precedentes em praça pública.  Mas a livre disponibilidade do filme Jesus contrasta de forma gritante com outras decisões recentes de censura.

Em dezembro, o Egito proibiu a exibição do filme Exodus: Deuses e Reis, citando a imprecisão histórica ao retratar os judeus como construtores das pirâmides. No mês passado, o governo restringiu publicações estrangeiras consideradas "ofensivas à religião", logo após a controvérsia Charlie Hebdo.

Desde que começou, em 1969,  a Feira do Livro do Cairo tem sido o local de significativa controvérsia, ora promovendo a liberdade de pensamento, ora restringindo-o. Protestos são comuns.

A feira deste ano foi calma, já que o governo do Egito está empenhado em acabar com o caos dos anos revolucionários. Ibrahim contou que um punhado de pessoas tentou perturbar os visitantes do estande da SSP, advertindo-os a não aceitar os panfletos. Mas os oficiais da segurança rapidamente os colocaram para fora.

Mas as autoridades de segurança também pediram que ele desligasse os microfones, e mantivesse a distribuição dentro do estande. Ibrahim obedeceu. Alguns começaram a resmungar, e a imprensa local ficou dividida.

Em geral, a distribuição de livros e vídeos cristãos é aceita no Egito, desde que os materiais não abordem diretamente o Islã e não sejam distribuídos fora das livrarias designadas.

"Alguns pensam que a liberdade no Egito lhes permite expressar-se sem restrições", disse Atallah. "Mas isso deve ser feito com sabedoria para garantir as portas abertas para os cristãos em longo prazo."

Porque os cristãos não são completamente livres, alguns forçam limites, enquanto outros procuram ministrar prudentemente dentro deles. Ambas as abordagens foram empregados entre os participantes da feira.

A Sociedade Bíblica, que oferece 700 produtos, participa da feira desde 1996. Sua mais nova oferta é um livro de mesa-de-café do Sermão da Montanha.

"Nosso objetivo é tornar as Escrituras acessíveis a ambos, os cristãos sem igreja e os muçulmanos interessados", disse Atallah, descrevendo o último como uma "minoria significativa" de seus clientes. "Mas nós somos mais responsáveis ​​por todas as igrejas do que os registradas como empresas privadas ou que estão no ministério eclesiásticos."

Enquanto os cristãos no Egito são gratos pela recém-descoberta a seu favor, Atallah pede cautela. A liberdade que desfrutam atualmente não é completa, nem totalmente segura.

"O preço para manter o Egito livre dos islamistas tem sido à custa dos direitos humanos recém-adquiridos", disse ele. "Apesar de a grande maioria dos egípcios apoiar esta "guerra" aos extremistas islâmicos, a única maneira de executá-la seria retornar a um estado policial regido pelo exército."

Atallah continua otimista, mas mede as palavras com cuidado. A Feira do Livro é uma oportunidade, e os assassinatos no Estado Islâmico uniram sociedade. Folhetos evangelísticos são bem-vindos hoje, enquanto os livros da Irmandade são proibidos. Mas há apenas dois anos, o presidente da irmandade Mohamed Morsi abriu a feira do livro. O pêndulo pode oscilar para ambos os lados.

"Estamos aqui há 130 anos", disse Atallah da Sociedade Bíblica, que recentemente abriu sua 15ª filial no Egito. "Queremos estar por aqui pelos próximos 130, e disponibilizar a Bíblia para quem quiser."

[Abaixo, os folhetos da sociedade Bíblica em Inglês e Árabe.]




Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito

Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito


Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito

Como os Mártires na Líbia estão Testemunhando no Egito



Fonte: christianitytoday.com

www.ubeblogs.net

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Pastor David Martins Miranda morre aos 79 anos

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, fevereiro 22, 2015 with No comments
Por João Cruzue

O missionário David Martins Miranda nasceu no Paraná em 04/07/1936 e faleceu, ontem, 21/02/2015, aos 79 anos de idade de infarto. Deixa esposa, Irmã Ereni, duas filhas Débora e Lea e dois filhos Daniel e David. Pastor David Miranda foi o primeiro líder da Igreja Pentecostal Deus é Amor. Quando a Igreja Assembleia de Deus se recusou a usar as ondas do rádio para propagar o Evangelho, Pastor David Miranda seguiu a orientação de Deus e, por isso, contribuiu fortemente para o aumento da Igreja Evangélica no Brasil. 

Continuação da leitura na fonte: Olhar Cristão

sábado, 21 de fevereiro de 2015

EBD LÇ 8 NÃO MATARÁS.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, fevereiro 21, 2015 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 08/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SEXTO MANDAMENTO.
II – IMPORTÂNCIA.
III – PROCEDIMENTO JURÍDICO.
IV – PUNIÇÃO.
                                         NÃO MATARÁS.


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Um mundo cheio de destruição e tudo pela recusa ao amor da verdade para se salvarem.


I – O SEXTO MANDAMENTO.

1.1 Abrangência.

Acho bonita a maneira como o autor trata este tópico, mostrando o domínio de Deus, quando fala da proibição absoluta e sem concessão. O sexto mandamento ultrapassa a barreira do tempo, o antes e o depois de Cristo; não matarás.

O autor lembra que vários temas, discutidíssimos no presente, são pertinentes a esse mandamento.

Conflitos sociais que passam pelo tráfico de drogas pelo latrocínio e os  crimes praticados por organizações criminosas, fazem a sociedade suspirar pela pena de morte.

O Estado pode matar?

1.2 Objetivo.

Que devemos amar os nossos inimigos e bendizer os que nos maldizem, só podemos reputar por uma profunda transformação das nossas vidas.

Uma das violências mais atrozes do nosso tempo e que anda ao lado do latrocínio é a morte ocasionada por acidente com veículos protagonizados pela embriaguez.

Sofri o suficiente para perceber que não consigo odiar ou desejar mal de quem me feriu, isso dá um alívio à alma, pois, penso que deve ser triste cultivar o ódio, o ressentimento.

Quando pessoas nos ferem, o melhor é ignorar totalmente, pois, matar pode ser feito pelo cultivo do rancor e disseminação com vistas a destruir a imagem de quem feriu.


1.3 Contexto.

AO valor do mandamento bíblico que o diferencia de todos as outras normas do mundo antigo e citadas pelo autor é que a lei de Deus é posta no nosso coração ou seja; transcende as discussões de um aparelho meramente legislativo.


II IMPORTÂNCIA.

2.1 Da vida.

Penso que este tópico ensejará muita discussão e o professor precisa manter o domínio da classe; não permitir serenamente que as discussões tomem conta da classe sob pena de não comentar toda lição.

Que a vida é um dom de Deus, disso todos sabemos e que somente Deus  pode dispor dela é um conceito basilar  da nossa relação com Deus.

O que pensar quando uma pessoa premida pela pressão social não resiste e dá cabo a vida, havendo casos que beira a deficiência. Matamo-los segunda vez?

O que pensa sobre isso um indivíduo que pilota uma moto em alta velocidade?


2.2 Não matar.

Para evitar a execução por vinganças, Deus mandou que fossem edificadas as cidades de refugio em número de seis. Não era proteção para quem praticasse crime de forma proposital ou dolosa. (Capítulo 35 de Números).


2.3 Etimologia.

É possível que muitos alunos e quem sabe algum professor não entenda a razão de analisar-se uma palavra em suas raízes. Tem sua validade para os que pretendem aprofundar-se no entendimento do texto, todavia, não matarás, parece não deixar dúvidas quanto ao sentido do verbo.



III – PROCEDIMENTO JURÍDICO.

3.1 Significado do homicídio.

O  sangue pelo sangue. Gn 9:6. Não havia lei, o patriarca da tribo e a consciência do grupo social julgavam e isto se o vingador não alcançasse o criminoso antes de todos.

Não foi assim com Caim que matou seu irmão Abel de forma consciente e deliberada movido pelo ciumes; disse o Senhor:  “...qualquer que matar Caim será sete vezes castigado...”. Gn 4:15. Caim era um caso de Deus.


3.2 Homicídio doloso.

Trata do crime intencional geralmente por motivo torpe, premeditado.

3.3 Homicidio culposo.

Tem havido muitas mortes ocasionadas por culpa do autor sem a premeditação ou sem intenção de matar, porém, risco assumido.

IV – PUNIÇÃO.

4.1 O sangue de Abel.

O sangue de Abel. De todos os homicídios praticados, o de Abel se revestia de uma particularidade histórica que seria conduzida pelo próprio Deus e que Caim pela maldade interrompeu.

O autor da carta aos Hebreus, (Hb.12:24) faz menção do sangue de Abel que marcou a história da cruz cujo início não foi com o nascimento de Cristo, mas, antes da fundação do mundo. O plano incluía o sacrifício de Cristo.

4.2 O vingador.

A lei, que nem precisa ser de um estado organizado, a tradição e a cultura do povo criam suas regras.

No final do tópico o autor relembra as palavras do Senhor que manda trocar a vingança pelo perdão.

Um estuprador invade a casa e estupra uma criança de 5 anos, uma jovem ou mesmo uma senhora; na casa dos outros isto pode não mexer nossos sobrolhos, mas, se for na nossa casa...

Só receio a pena de morte por conta de muitos inocentes que foram mortos no lugar do verdadeiro criminoso.


4.3 Expiação pela vida.

O autor cita dois textos em números, 35:31 e 35:25 para mostrar as duas únicas saídas para os crimes de morte.


A questão para os nossos dias é que vivemos na dispensação da graça e o que se espera é sempre o perdão, pois, a entrada do Espírito de Deus em nossos corações, não afrouxam nossas mãos, mas, domina os nossos sentimentos não deixando a ira permanecer nele; assim sinto e assim vivo.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O que é Exegese e Eisegese? Por Ismael Brito

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sexta-feira, fevereiro 20, 2015 with No comments
Diante dos descalabros que vem ocorrendo no meio cristão (em geral), precisamos mais do que nunca saber fazer uma interpretação correta das Escrituras, antes de formular qualquer doutrina ou mesmo ponto de vista pessoal.

É comum observarmos “interpretações” em que o interprete das Escrituras diz: “Acho que esse texto diz isso ou aquilo”, ou ainda “pra mim acho que isso significa”. O pior é que pessoas que agem assim, às vezes nem percebem que estão mutilando as Escrituras a bem próprio e consequentemente adulterando o real sentido da Palavra de Deus.

Certo é que existem passagens das Escrituras que podemos fazer mais de uma aplicação, porém isso não exime o interprete de procurar o sentido principal daquela passagem antes de fazer a aplicação contextualizada. E mesmo contextualizando a passagem deve-se tomar cuidado para não acrescentar pontos de vista pessoais e evitar choque de passagens com outras passagens.

Diz a regra mãe da Hermenêutica “A Bíblia interpreta-se a si mesma”.

Observemos a diferença entre Exegese e Eisegese e vejamos qual das duas estamos praticando em nossas interpretações:

Exegese é a interpretação profunda de um texto bíblico, jurídico ou literário. A Exegese como todo saber, tem práticas implícitas e intuitivas. A tarefa da exegese dos textos sagrados da Bíblia tem uma prioridade e anterioridade em relação a outros textos. Isto é, os textos sagrados são os primeiros dos quais se ocuparam os exegetas na tarefa de interpretar e dar seu significado.

A palavra exegese deriva do Grego... [continuação da leitura na fonte deste aqui]

sábado, 14 de fevereiro de 2015

EBD. LÇ.7 HONRARÁS PAI E MÃE.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, fevereiro 14, 2015 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 15/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUINTO MANDAMENTO.
II – OBEDIÊNCIA.
III – SUSTENTO.
IV – ENTRE A LEI E A GRAÇA.


  
PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Grande momento para refletir sobre este assunto e que esperamos, produza muito fruto na vida dos alunos.


I – O QUINTO MANDAMENTO.

1.1 Os pais biológicos.

Eu não considero qualquer discussão sobre estrutura familiar, algo, complexo; considero apenas que se não for por loucura, muitos pais, deixam de estimular bons sentimentos nos filhos, por não aguentarem a pressão social que se abate sobre suas cabeças, afastando-os de cumprir a missão na sua plenitude.

Manter a família em boa sustentabilidade é o maior desafio dos nossos dias e muitos jovens por não compreenderem isto, acabam provocando situações insustentáveis no relacionamento familiar.

A falta de recursos interfere e muito na questão da sustentabilidade.

Somente Deus por sua graça pode soprar o melhor entendimento quando disponibilizamos o nosso coração para recebê-lo.

Penso que o autor sugere quando diz que “o propósito divino é a sustentabilidade da estrutura familiar” é que Deus quer que sejamos cuidadosos e carinhosos com os filhos como ele é conosco.

1.2 Os pais espirituais.

O autor estende a relação dos “pais espirituais” para todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuem para o bem estar do ente social.

Na questão de pais espirituais, podemos incluir os professores, os bons e dedicados professores que com a maior satisfação, transmitem seus conhecimentos, buscando aprimorar nossas forças intelectuais.


1.3 Os pais intelectuais.

Entramos na atmosfera do respeito àqueles que visivelmente tem maior conhecimento que nós, não somente na vida pública, mais e principalmente na igreja que onde mais tempo ocupamos. Há os pastores, os anciãos e os que dedicam seu tempo no ensino; com eles aprendemos e os reconhecemos como “pais intelectuais”.


II OBEDIÊNCIA.

2.1 O verbo honrar.

Mais uma vez agradecemos a Deus pelo enriquecimento da lição com as explicações do autor.

Honrar pai e mãe é um imperativo e traz consigo, as promessas de abençoar com vida longa. É um mandamento que nunca saiu de moda e passou pela barreira do AC/DC e se mantém firme até o dia de hoje.

Quem quer ter a sua vida prolongada e abençoada, deve honrar os pais, no mais puro sentido da palavra.


2.2 Filho adulto.

Na fase adulta dos filhos, a velhice dos pais e esse é o momento que eles mais precisam de atenção e carinho.

Tem sido comum, filhos de famílias consideravelmente numéricas, (quatro e até mais...) ser preciso que um ou outro membro da família se aproxime para socorrer e estar junto enquanto outros, se afastam sob o pretexto de “não ter condições” de ajudar. Independente da condição financeira, a presença e atenção, responde por muito.


2.3 À luz da exegese.

Exegese - Análise de textos do ponto de vista do entendimento para uma boa interpretação.

O que considero do ponto de vista etimológico é que no original, grego, a riqueza gramatical  permite o uso de termos especiais para indicar uma ou outra situação a exemplo de “amor” e muitas vezes na língua portuguesa encontramos um substantivo que revela diversas facetas:

Filhos – São os nascido dos pais sob o mesmo teto sendo irrelevante, a idade destes; honrar é preciso.


III – SUSTENTO.

3.1 Cuidado.


Em boa oportunidade, o autor fala de sustento como também deixar pai e mãe.

Encontramos isto em dois momentos oportunos e que pede um esclarecimento:
                                                                            
Em Mt. 19:29 Jesus fala de promessas para aquele que deixar casa, irmãos, pai e mãe por amor ao seu nome, ganhará nesta vida cem vezes tanto...
Em Gn. 2:24 “...deixará seu pai e sua mãe...”.

Em nenhum caso referenciado acima ou em outras ocasiões, a Bíblia  sugere deixar por abandono ou desprezo; a Bíblia não se contradiz.

 3.2 Oferta Corbã.

Muito interessante este ponto e sugiro ao professor que chame a atenção dos seus alunos principalmente para o último parágrafo:

“...Assim ele dizia aos pais que não podia oferecer ajuda nem fazer nada por eles porque tudo já estava comprometido diante de Deus”.

Alguma novidade? A história se repete sempre, quando muitos deixam de assistir os pais em suas piores horas, por estar “ocupado” no ministério.

3.3 Ensino de Jesus.
M a g n i f í c o este último ponto da lição que sugiro seja pedido a qualquer dos alunos que o leia e faça algum comentário, pois, há muitos que duvidosamente declaram estar fazendo um serviço para Deus e o autor diz: “Quem cuida do pai e da mãe já está fazendo um serviço para Deus”.


IV – ENTRE A LEI E A GRAÇA.

4.1 Autoridade dos pais.

Ao criar o homem e este gerar filhos, essa relação respeitosa já existe como lei de Deus no coração de todo ser humano; formalizar como um mandamento literal no decálogo é permitir aos juízes julgarem o tratamento injusto dispensado aos pais.

4.2 O sistema Mosaico.

Todos sabem que o que Deus entregou aos filhos de Israel para cumprimento formal e legal, diz respeito somente a eles, todavia, nós nos apropriamos pelo direito de filhos de novo gerados e que contra a  natureza, fomos enxertados na oliveira, assim,  somos os verdadeiros israelitas e temos deveres morais a cumprir observando-se as regras do novo testamento.  Rm 2:29, Ef. 2:14.

4.3 Adptado sob a graça.

A adaptação sob a graça é a maneira como entendemos e nos apossamos das bênçãos prometidas ao seu povo pela obediência a lei e agora, pela obediência a Cristo.

  
UMA LEMBRANÇA POUCO LEMBRADA.
Sempre alertei aos membros da igreja que estiveram sob os meus cuidados pastorais, dos pais, passarem suas propriedades para os filhos com uso fruto vitalícios a favor dos pais. Este procedimento evita muita dor de cabeça aos futuros herdeiros.

Há pais que por pura soberbia ou medo, rejeitam este conselho.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

EBD. LÇ.6 SANTIFICARÁS O SÁBADO.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on domingo, fevereiro 08, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 08/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SÁBADO DA CRIAÇÃO.
II – O SÁBADO INSTITUCIONAL.
III – O SÁBADO LEGAL.
IV – UM PRECEITO CERIMONIAL.
V – O SENHOR DO SÁBADO.
                                                          DESCANSAR É PRECISO


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Nunca aceite ou perca tempo com discussões que queiram imprimir ao sábado, um dever legal a ser obedecido por todos os povos.


I – O SÁBADO DA CRIAÇÃO.

1.1 O shabat.

Há duas questões bíblicas  com as quais, pessoas inconstantes vivem se debatendo sem que isto seja necessário; o dízimo e o sábado. O primeiro já existia antes da lei – Abraão já conhecia o assunto – e a questão do sábado que ao descansar no sétimo dia, Deus passa a lição da necessidade do repouso após o trabalho.



1.2 Deus concluiu a criação no dia sétimo.

E havendo Deus acabado no sétimo dia a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda obra que fizera. Gn.2.2.

O autor está certo ao dizer que esse descanso não se trata de ociosidade da parte de Deus.

As vezes usamos – pelo menos,  já usei – quando terminamos uma tarefa árdua e longa; dizemos: Uffa! Dessa estou descansado; não significando que deixemos de fazer outras.

1.3 A bênção de Deus sobre o sétimo dia.

JESUS também reconheceu a necessidade do descanso ao convidar os discípulos para repousar; é a necessidade do corpo independente de qualquer diploma legal.  Mc. 6:31.


II O SÁBADO INSTITUCIONAL.

2.1 Desde a criação.

O autor chama “sábado institucional” por ter sido instituído pelo próprio Deus, todavia, é pura questão de ordem das palavras e das coisas.

Devemos nos lembrar de que tudo quanto Deus fez até o descanso e mais tarde a lei, tinha mais de questão moral e regulação da ordem das coisas do que um imperativo, exceto, a obrigação de guardar a sua palavra ou mandamentos. Para Abrão ele disse: “Eu sou o Deus Todo-poderoso, anda em minha presença e sê perfeito”. Gn.17:1.


2.2 Não era mandamento.

Não dá para ser entendido como um imperativo de Deus que  todo homem deveria parar no sábado, daí, validar-se-ia qualquer outro dia para o repouso.

Para esta dispensação, temos leis que regulam o descanso;  a consolidação das leis do trabalho a qual, devemos obedecer e estabelece um dia de descanso remunerado.

2.3 Os Patriarcas não guardaram o sábado.

Este ponto dispensa comentários extras,  por si, mostra que a relação dos patriarcas com Deus não sofreu qualquer arranhão por conta do sábado.

Se alguém insistir que foi antes da lei, basta faze-lo compreender que Deus sempre foi o mesmo e se o sábado tivesse importância vital, começaria com eles, os patriarcas.


III – O SÁBADO LEGAL.

3.1 Significado.

Como o sábado, há muitas outras ordenanças que só dizem respeito ao povo judeu e um judeu convertido a Cristo, já não leva em conta a questão sabática.

3.2 O sábado do Decálogo.

”Lembra-te do sábado para o santificar”.

Israel devia ter em mente que o sábado era um dia de repouso e adoração.

Temos que nos lembrar do nosso dia de repouso e adoração evitando outra ocupação, salvo, quem trabalha em serviços essenciais.


3.3 Propósito.

Segundo o autor, o propósito era duplo. Social em relação ao trabalho em si e espiritual, algo que jamais deveriam esquecer e esquecera.

IV – UM PRECEITO CERIMONIAL.

4.1 o sacerdote no Templo.

Jesus chamou a atenção dos sacerdotes, visto que estes deviam dar o exemplo e não cumpriam o dever moral nem com Deus nem com o povo.
Mt. 12:5.

4.2 A circuncisão no sábado.

O autor traz à lembrança a questão da circuncisão que deveria ser executada no oitavo dia do nascimento da criança e assim, deveria ser feita no sábado declarando o seu valor cerimonial. O autor cita Jo 7:22 que deve ser lido para os alunos, a reprimenda dada pelo Senhor ao seu povo.

V – O SENHOR DO SÁBADO.

5.1 O sábado e a tradição dos anciãos.

As tradições tem sido um emperramento para o crescimento espiritual de muitos que vivem presos à letra. Há no texto, vários versículos citados em que Jesus põe a necessidade do homem, acima do sábado.

5.2 Jesus é o Senhor do sábado.

Jesus é o Senhor do sábado e aqui, temos não uma  contra ordem à lei, mas, a maior declaração de amor vinda da parte de Deus pelo seu filho Jesus Cristo.
“O sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado”. Mc. 2:27 isto significa a importância dada pelo Senhor com relação ao sábado.


5.3 Dia do culto cristão.


A lei foi dada por Moisés, mas, a graça e a verdade vieram por Jesus. Jo 1:17, assim, cultuamos o Senhor em todo momento e coletivamente aos domingos com a sua igreja.

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