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sábado, 25 de abril de 2015

EBD.LÇ.4 A TENTAÇÃO DE JESUS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 25, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A REALIDADE DA TENTAÇÃO.
II – A TENTAÇÃO DE SER SACIADO.
III – A TENTAÇÃO DE SER CELEBRADO.
IV – A TENTAÇÃO DE SER NOTADO.

                              

I – A REALIDADE DA TENTAÇÃO.

1.1 Uma realidade humana.

Nada pode nos demover do pensamento bíblico em reconhecer a humanidade de Jesus, no mesmo tamanho que todos os demais mortais.

Os mortais se diferenciam pelas ideias, planos de vida, inteligência e sensibilidade. Quando temos a certeza de que algo nos aproxima de Deus e que temos uma missão a cumprir, isso nos torna diferente e idealista.

Jesus foi um grande idealista como homem e o Espírito de Deus completou a boa obra. Fil. 1:6.

Jesus era 100% humano, física e intelectualmente com todas as necessidades que qualquer de nós.

A Bíblia declara que não lhe foi dado o Espírito por medida e aqui reside a diferença entre ele e os demais.

1.2 Vencendo a tentação.

Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo Diabo. Essa forma de condução não é a trasladação, mas, o convencimento no homem interior.

O trabalho do Espírito de Deus é o de comunicar a vontade dele próprio – pois o Espírito é Deus – de nos preparar para os embates do mundo espiritual nos fortalecendo no homem interior.

O fortalecimento no homem interior é o “algo” que os homens naturais não possuem. Ef. 6:10.

Vencer a tentação exige do homem. Ceder é pecar.


II A TENTAÇÃO DE SER SACIADO.

2.1 A sutileza da tentação.

A tentação não vem carimbada; “sou a tentação”.

As sutilezas ocorrem no sentido em que o inimigo age “quase” dentro dos nossos ideais de vida: É preciso tomar cuidado para que não sejamos empurrados dentro do nosso próprio terreno;  naquilo que mais queremos para nossas vidas; dinheiro, prosperidade, amizades, apetites sob as mais variadas formas.

Há dois termos que apontam para os grandes perigos da vida disponibilizando-nos à tentação:  O SER e o TER.

Não deixar que o “ser” e o “ter” desperte grandes paixões.

2.2 Gratificação pessoal.

Na abordagem do autor, gratificação pessoal é tudo aquilo que realizamos ou fazemos, nos dê maior prazer e estas, tem afastado muitos crentes dos pés do Senhor.

A satisfação pessoal é o elemento de combustão que desencadeia o fogo da paixão; paixão por tudo o que é confortável levando-nos ao ócio espiritual. Precisamos tomar cuidado, segundo o autor, para não converter o natural desejo em pecado pela excessiva demanda.


III – A TENTAÇÃO DE SER CELEBRADO.

3.1 O príncipe deste mundo.

É possível comparar o sistema mundano do qual ele é príncipe com o “globo da morte”. Todos fomos crianças, alguns foram a circos e conhecem o globo da morte; um tombo ali dentro e pode ser fatal.

A salvação é um plano; estamos dentro ou fora dele?
O sistema mundano é um plano; estamos dentro ou fora dele?

O sistema mundano tem algo de interessante em relação ao prazer pessoal; ele oferece mais atrativos nessa área que os elementos que nos mantém sentados nos bancos das diversas igrejas. Somente o prazer em adorar o Senhor suplanta toda e qualquer dificuldade e faz com que o mundo perca a atração sob nossos olhos.

3.2 A busca pelo poder terreno.

Ao longo de cinquenta anos convivendo em comum nas igrejas a que pertenci como membro depois como pastor cansei de ver pessoas e ministros preocupados com o pecado da carne; a fornicação e fracassarem vergonhosamente em outras áreas.

Áreas que levam ao fracasso:
Amor ao dinheiro.
Apego às coisas desta vida.
A fome de acumular bens e a riqueza.
Desprezar os pequenos para saciar-se com os grandes e “poderosos” da igreja pelo que representam com seus dízimos.
Fracassar diante das mulheres.

IV – A TENTAÇÃO DE SER NOTADO.

4.1 A artimanha do inimigo.

O autor caminha pela preocupação do “ser” mostrando como o Diabo tentou Jesus, provocando-o: “Se tu és...”.

Você sabe quem sou eu? Amigo do presidente do Ministério, tenho liberdade e até tomo café na casa dele.

Esse sou eu.

Vá as filas de almoço nas escolas bíblicas e verás as carteiradas que muitos dão, sentindo-se o maior e se tiver um anel de “dotô” no dedo, fica maior ainda e o Diabo aplaude em forma de gente.

 4.2 A busca pelo prestígio.

Fico envergonhado só em ver obreiros bajulando seus líderes somente para manter-se em evidência. São capazes de difamar só para afastar quem lhes pareça ser um obstáculo.

Amar o pastor é algo que todos nós devemos ter como dívida, mas, gastar

todo nosso charme (rss),  só com Jesus.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O sono da razão: As lições de Goya e a teologia na igreja evangélica brasileira

Posted by Sidnei Moura on quarta-feira, abril 22, 2015 with No comments

O sonho da razão
Luiz Sayão

Francisco de Goya foi um dos grandes expoentes da pintura espanhola. No final do século 18, o pintor romântico fez história ao deixar-nos seu famoso quadro, o Sonho da Razão.  Nele, Goya expressa o que marcou muito a sua existência: o sonho da razão produz monstros. Os anos passam e os contextos se multiplicam, mas as lições de Goya e sua obra ainda nos atingem. 

Não há como negar que nós evangélicos estamos diante do “Sono da Reflexão Teológica”. É o nosso“sono da razão”. É claro que não se deve ingenuamente pensar que um mundo racionalista e iluminista nos traria um mundo melhor. O nosso mundo “civilizado” e “evoluído” tantas vezes comprovou como isso é fatal e desolador. Hoje vemos uma efervescência evangélica no Brasil que impressiona. Alguns até sugerem que em breve metade do país será evangélico. Todavia, o multiforme mundo evangélico precisa amadurecer e crescer na direção certa. Para isso é preciso “despertar o seu bom senso”, é preciso “acordar a razão”. Esse despertamento, que deve ocorrer pela reflexão teológica promovida pela boa literatura na área, é uma necessidade urgente. Afinal, temos vários monstros soltos nos descaminhos evangélicos atuais.

Vamos destacar alguns: 

O monstro do misticismo de grupos que enxergam objetos como capazes de libertar uma energia mágica que resolverá todos os dramas humanos. Como faria bem um pouco de reflexão teológica para quem está nesse caminho! 

O monstro do sectarismo, que solapa a unidade cristã e prejudica o evangelho. Geralmente temos grupos que nunca abriram a mente para refletir sobre o texto bíblico, mas apenas reproduzem uma perspectiva tacanha e limitada da fé e a universalizam ingenuamente. Como isso confunde a cabeça de quem não conhece a Cristo! 

O monstro da beligerância. Como tem sido assustador descobrir a rispidez e a agressividade que permeia certos desencontros de uma comunidade que devia ser marcada pelo amor. Quantos grupos, denominações, linhas de pensamento estão em verdadeira guerra contra outros, e muitas vezes por motivos políticos e de poder. É de chorar. 

O monstro da indiferença que nasce de preocupações irrelevantes, de questões inúteis e até fúteis. Há uma torpe indiferença para com uma sociedade que agoniza sem esperança. É o abandono do sonho do reino e o triunfo do “rei na barriga” que gera desprezo para o que realmente importa. 

Espero que estas poucas linhas nos ajudem a reconhecer nossa ignorância, a estudar mais, a nos humilhar mais diante do Deus tão sábio e a respeitar mais o próximo e a compreender seu universo e a ser menos arrogante. Acorde razão!

Fonte: Revista Vox - edição 1 - 1º trimestre de 2012 - Editora Hagnos



Luiz Sayão é teólogolinguista e hebraísta. Tradutor da Bíblia, professor da área bíblica (Seminário Servo de Cristo e Faculdade Teológica Batista de São Paulo). Produtor e apresentador de programas bíblicos (Rádio Trans Mundial) e pastor da Igreja Batista Nações Unidas.

sábado, 18 de abril de 2015

EBD LÇ.3 A INFÂNCIA DE JESUS

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 18, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS CRESCEU FISICAMENTE.
II – JESUS CRESCEU SOCIALMENTE.
III – JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE.
IV – JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE.




I – JESUS CRESCEU FISICAMENTE.

1.1 A dimensão corpórea de Jesus.

Quando o autor se refere a dimensão corpórea ele mostra que o texto original se repete ao fazer menção de outros personagens, tratando do tamanho físico como no caso de Mateus.

Um pensamento religioso doentio, tentar esconder a ideia de que Jesus não era tão gente, tão humano quanto se pretenda mostrar ou o que dele, a Bíblia fala.

Lc 2:42 “E tendo ele já com doze anos”.  – Por acaso alguém pensa que ele não teve um desenvolvimento humano (intelectual) e corporal como qualquer dos nossos filhos?

O homem é  tendencioso ao dar uma expressão mística aos fatos; isto é da nossa natureza. Tendo sido salvos pelo Senhor, nos inclinamos à Palavra de Deus para entender de forma racional o aspecto humano de Jesus.

Jesus era 100% humano, física e intelectualmente com todas as necessidades que qualquer de nós temos.

A Bíblia declara que não lhe foi dado o Espírito por medida e aqui reside a diferença entre ele e os demais.

1.2 O cuidado com o corpo.

Já que o autor abriu espaço para falar deste assunto e ao final questionando-nos se não deveríamos também cuidar do nosso corpo.

Vamos primeiro compreender as necessidades de Cristo:
Tinha fome, sede, cansaço, abatimento de espírito, enfim, tudo o que um ser humano normal tem, portanto, não era um anjo, mas, um homem.

Não era um homem qualquer e desde a sua infância, certamente a sua mente foi povoada pela ideia de compaixão pelo ser humano.

Nós.
Percebi que na academia onde faço meus exercícios (68 anos exige mais cuidados) tem um horário em que as moscas voam. Por conta disso, pensei em conversar com a diretoria para que no horário da tarde, pudéssemos promover atendimento à mulheres com uma boa idade para que sob preço acessível,  abrisse espaço para senhoras.

Pensei nas irmãs da igreja, muitas sem condições financeiras para frequentar uma academia, que sofrem com a idade,  obesidade e naturalmente perda de massa óssea; fale com o seu pastor sobre esse assunto e aguarde a resposta. A maioria acha que é coisa do Diabo, por que conhece academia pela televisão ou revistas,  sediadas na zona sul do Rio de Janeiro ou nos jardins em São Paulo que fornecem material abundante para as revistas da categoria. 

II JESUS CRESCEU SOCIALMENTE.

2.1 Jesus e a família.

O contexto social e familiar da época de Cristo é disso que o autor fala e introduz muitas palavras pouco usadas no vocabulário diário e menos ainda em uma Escola Dominical; vejamos:

a) Endógama ou endogamia – Penso que na época do Senhor o casamento entre parentes, primos, principalmente, eram comuns; cercava-se a família pelo casamento, como forma  de preservar a riqueza adquirida.

b) Patrilinear – Em que  a descendência obedece uma ordem de valor em que sob o pai, pesa o governo da casa ou da família, patriarcalismo e o pai transmite esse poder ao filho mais velho.

c) Patriolocal – Quando a família convive no mesmo local.

O maior exemplo de tudo isto é a família dos patriarcas de Israel, inclua-se Elcana.

Queremos lembrar que há muita especulação sobre a infância de Jesus e até mesmo, produzida por “teólogos” nossos.  O que temos é pouca informação e muita presunção.  A razão de tudo isto foi para evitar que religiosos construíssem oráculos e histórias.

2.2 Jesus e a cultura local.
Não é de duvidar que Jesus tenha absorvido não somente a cultura do local, mas, a linguagem e os trejeitos. A mulher samaritana identificou-o,  como dizem: “De bate pronto”;  vejo que tu és judeu.

O autor aponta para duas questões importantíssimas sobre a vida de Jesus:
A leitura (não podia como judeu desprezar a leitura da Torá) e a profissão. Incompreensível ouvir declarações de que Pedro o pescador era analfabeto. 


III – JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE.

3.1 A dimensão psicológica de Jesus.

Perfeita a abordagem do autor neste tópico. Certamente os alunos terão somente neste mundo, muito a compreender sobre o Senhor e sobre nós mesmos, principalmente os ministros da sua causa.

a)     Na maioria das vezes, oramos e pregamos dentro dessa dimensão psicológica e erroneamente dizemos; Deus mandou-me falar esta palavra e da parte do ouvinte, Deus falou comigo.

b)    A Palavra de Deus é a semente que procuramos plantar no coração do homem com a ajuda do Espírito de Deus.


c)     Dentro do campo da razão e da psique, temos todo o texto sagrado e o uso que dele fazemos para convencer os contradizentes e os pecadores ao arrependimento.

d)     O que sai do campo da razão e passa ao campo das revelações, chamamos de mensagem ou profecia; quando Deus por intermédio de quem esteja usando, fala com mais calor nos corações, alegrando a alma dos ouvintes.

Assim Jesus crescia em sabedoria, e em estatura e em graça para com Deus e os homens. Lc. 2:52.

Jesus crescia; física, intelectualmente, psicologicamente, com graça e sabedoria.

3.2 Jesus e as emoções.

Alguém pode questionar que Jesus era tudo o que o autor cita por que era Jesus. Na verdade Jesus não podia ser contado entre os “sem parafusos”, porém, isto não basta para que se identifique uma pessoa equilibrada.

O Espírito de Deus concede o que não temos ou complementa; sabedoria para entrar e sair no meio deste tão grande povo.

Jesus tinha a missão gravada no seu coração, sabia a razão do seu viver e isto o aproximava das pessoas de forma amorosa. Não queria perder nenhum.

Tem muita gente que permite que a sua emoção seja dominada pelas circunstâncias, razão pela qual, muitos perdem esposa, família e até igreja.


IV – JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE.

4.1 Crescendo na graça e fortalecendo o espírito.

Gostaria de oferecer como contribuição para esta aula e tópico o seguinte pensamento.

Crescer na graça é:

Conquistar a confiança do ministério a que servimos, sem usar de meios ilícitos, transmitir paz, segurança e confiança.

É estar com uma vida cheia de entranháveis afetos de tal maneira que a igreja sente prazer quando nos vê adentrando ao templo para cultuar a Deus. Aquele ar de satisfação em apertar nossas mãos, de nos cumprimentar, o mesmo acontecendo com as crianças e os jovens; ser amado por todos, não por que temos dinheiro e compramos a atenção da igreja.

Ser sem graça é quando se entra no templo para adorar e o povo olha no corredor e pensa: Lá vem o chato.

4.2 Jesus e sua maioridade.

Concluído o papel de filho em família e consciente da missão que o esperava,  deduzimos sem muito esforço que ele deve ter chamado os pais e sem revelar muito detalhe, despediu-se para ir ao encontro de João Batista, ser batizado e iniciar o seu ministério terreno.

Fl.2:8 Achado na forme de homem Jesus humilhou-se mais ainda, daí a sua vida de oração entregando ao pai toda a sua dependência e esta é a resposta para nós; sem oração, não tem ministério que resista, não tem vida cristã.





Jesus e os Grupos Político-religiosos de sua Época

Posted by Valmir Nascimento on sábado, abril 18, 2015 with No comments


sábado, 11 de abril de 2015

EBD Lição nº 2: O nascimento de Jesus

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 11, 2015 with No comments
Por Genivaldo Tavares de Melo

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 12/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:

I – O NASCIMENTO DE JESUS NO CONTEXTO PROFÉTICO.
II – O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DE JESUS.
III – O NASCIMENTO DE JESUS E OS CAMPONESES.
IV – O NASCIMENTO DE JESUS E O JUDAÍSMO.



I – O NASCIMENTO DE JESUS NO CONTEXTO PROFÉTICO.

1.1 Poesia e profecia.

Outra questão que pode ser analisada neste ponto, mas, sem gastar muito tempo nele é a beleza dos cânticos e a sua linguagem.

Atualmente os cânticos não espelham as verdades bíblicas, não contam a história de Cristo nem da cruz, falam muito mais do homem do que de Deus.

Aqui temos dois maravilhosos cânticos como temos no Antigo Testamento os vários cânticos de exaltação a Deus pelos seus feitos.

1.1.1 “MAGNICAT” É o cântico de Maria que traz uma profunda revelação dela mesmo; “...a minha alma se alegra em DEUS o meu salvador...”. Atentar para a grandeza desse reconhecimento, o meu Salvador. Salvador de todos nós.

1.1.2 “BENEDICTUS” que é o cântico de Zacarias; “...porque visitou e remiu seu povo...” e “...e nos levantou uma poderosa salvação na casa de Davi, seu servo”.

Cânticos que não exaltam a grandeza de Deus não são cânticos de adoração; apenas uma canção.

1.2 A restauração do Espírito profético.

O autor faz referência a citação do Espírito Santo no evangelho de Lucas.

Do capítulo 1 ao 4 temos 8 importantes referências:

1 – Lc. 1:41 Isabel foi cheia do Espírito Santo.
2 – Lc. 1:67 E Zacarias foi cheio do Espírito Santo.
3 – Lc. 2:25 O Espírito Santo estava sobre Simeão.
4 – Lc. 3:16 “...este (Jesus) vos batizará com o Espírito Santo.
5 – Lc.3:22 e o Espírito Santo desceu sobre ele.
6 – Lc.4:1 Jesus cheio do Espírito Santo é levado ao deserto.
7 – Lc.4:14 Pelo Espírito Santo Jesus é levado à Galileia.
8 – Lc.4:18 o Espírito do Senhor é sobre Jesus.

Parece pouco, mas, interessante a preocupação de Lucas nessas referências e mais ainda, quem reportou para ele os acontecimentos, dessa forma. 

II O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DE JESUS. 

2.1 Zacarias e Izabel.

Do fato de Zacarias esperar a redenção de Israel, não o levou a interromper a prática sacerdotal que por dever se lhe cumpria.

A exemplo de Zacarias, devemos fazer tudo de forma natural, nossos compromissos sociais, espirituais para a igreja a que pertencemos, e a vinda do Senhor acontecerá como aconteceu com Zacarias, de repente.

Imaginem a surpresa, ele virar-se e estar de frente com um anjo do Senhor.

Não podemos deixar de louvar a simplicidade e humildade de Isabel ao receber a visita de Maria “... de onde me provém isso a mim que venha visitar-me a mãe do meu Senhor?”.

E Isabel foi cheia do Espírito Santo. Lc. 1:41.

2.2 José e Maria.

O anúncio a Maria do nascimento de Jesus, a sua apreensão diante do anúncio: “...em teu ventre conceberás e darás a luz a um filho e pôr-lhe-ás o nome de Jesus..”

Jesus foi santo desde o ventre. O Cântico do salmista (Salmos 51:5): “..eis que em iniquidade eu fui formado e em pecado me concebeu a minha mãe...” não representava qualquer culpa sobre o Senhor, não obstante, filhos gerados sob o matrimônio legítimo não constitui pecado.

III – O NASCIMENTO DE JESUS E OS CAMPONESES.

3.1 A nobreza dos pobres.

Convém ler e considerar o comentário do autor acerca do tratamento que Jesus dispensava aos pobres.

Não precisa falar para ninguém, mas, veja se o seu pastor de sua igreja é um homem dedicado aos pobres, aos mais frágeis. Se ficar constatado que não é, não siga o exemplo dele; faça a sua parte porque a recompensa vem do Senhor.

3.2 A realeza do Messias.

Jesus tinha a legitimidade do poder sobre o trono de Davi, mas, ele deixou claro que o seu reino não era deste mundo.

Rei que rejeitou a sua coroa por amor a nós.

É tão triste ver que o homem luta para fazer o seu pequeno reino aqui na terra sem se dar conta do exemplo de Jesus que um dia virá e pedira de volta o que nos deu.

IV – O nascimento de Jesus e o judaísmo.

4.1 Judeus piedosos.

Consideremos oportuno este tópico em que o autor mostra à luz do texto sagrado que havia muitos judeus piedosos esperando a vinda do Messias, o que significa dizer que as palavras dos profetas não estavam ocultas a todos.

Somente o espírito piedoso pode abrir os olhos ao entendimento das coisas de Deus.

Há milhares de crentes piedosos em nossos dias, que não vivem sob holofotes dos aplausos humanos, guardam-se para o arrebatamento.

4.2 Rituais sagrados.

Lucas tem consciência do que o nascimento de Jesus representava para o povo judeu e para o mundo, eis a razão dele contextualizar o seu nascimento com o judaísmo.

Todos os que viveram no tempo de Cristo, a exemplo do Mestre, não empobreceram os valores do judaísmo. Compreenderam que a nova mensagem abria uma nova perspectiva de vida religiosa, não sob o conceito de religião, mas, o verdadeiro significado de uma vida de comunhão com Deus.

Assim devemos viver. Viver para glorificar o nome do Senhor desprezando as glórias efêmeras das riquezas terrenas.

Louvado seja o nome do Senhor.

A Terra de Jesus Hoje - Vídeo com o comentarista

Posted by Valmir Nascimento on sábado, abril 11, 2015 with No comments


sexta-feira, 3 de abril de 2015

EBD Lição nº 1: O Evangelho segundo Lucas

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, abril 03, 2015 with No comments
Por Genivaldo Tavares de Melo

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 05/04/2015
PONTOS A ESTUDAR:

I – O TERCEIRO EVANGELHO.

II – OS FUNDAMENTOS E HISTORICIDADE DA FÉ CRISTÃ.

III – A UNIVERSALIDADE DA FÉ CRISTÃ.

IV – A IDENTIDADE DE JESUS, O MESSIAS ESPERADO.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Ainda que pensem, não se trata de lições fáceis de serem comentadas, é preciso que o professor tenha paixão por cada linha deste evangelho, tenha paixão pelo ensino e profunda convicção pelo que vem pela frente para ser compartilhado. O professor precisa ter consciência que não basta ensinar a Bíblia para os seus alunos, é preciso cuidar de cada um deles carinhosamente.

I – O TERCEIRO EVANGELHO.


1.1 Autoria e data.

Compreendamos como os apóstolos davam exemplos de humildade razão pela qual eram seguidos por muitos:

a) Não viviam preocupados com sua própria imagem e nomes.
b) Não negociavam com o que era divino por saber que tudo era emprestado.

Lucas tinha essa vibrante característica; a maneira como escreve a Teófilo relatando tudo o que dizia respeito a Jesus.

Título não parecia ser o ponto principal da pauta de vida do discípulo e médico amado.

1.2 A obra. 

O estilo literário de Lucas é como de um historiador muitíssimo experimentado, atento a todos os detalhes e dos seus escritos, subtraímos preciosas doutrinas que serão estudadas no trimestre.

Veja-se como Deus usa um homem com características tão específicas e uma profissão da qual, não se esperaria tamanho atributo.

1.3 Os destinatários originais.

Teófilo, pouco ou nada se sabe acerca dele.

O que podemos depreender dessa relação e porque Lucas fez questão de informar ao seu amigo quais informações ele teria acumulado:

a) O tom deixa transparecer uma estreita relação de amizade;
b) Com amigos sinceros gostamos de repartir as coisas boas;
c) Teria Teófilo pedido esse levantamento de informações acerca do Messias?
d) A possibilidade de Teófilo ter pedido é grande, mas, o carinho com que Lucas retrata cada detalhe é coisa para discípulo amado e que ama.

II OS FUNDAMENTOS E HISTORICIDADE DA FÉ CRISTÃ.


2.1 O cristianismo no seu contexto histórico.

O contexto histórico é importante em qualquer narrativa por ser a maneira com que se avalia a veracidade dos fatos.

Vê-se pelas referências bíblicas e citadas pelo autor que o Império Romano tinha assentado suas bases no Oriente Médio e quando o Senhor chegou na plenitude dos tempos, os judeus pagavam tributo a Cesar. Lc.20:22.

• No ano 63 AC o general Pompeu conquista a Judeia;
• Em 40 AC Herodes foi nomeado rei da Judeia;
• A partir do ano 6 DC a Judeia se torna efetivamente uma província romana, a essa altura, Jesus já tinha nascido e estaria com aproximadamente com 10 anos de idade;

O cenário estava montado com as figuras citadas: Pôncio Pilatos, governador da Judeia, Herodes, tetrarca da Galileia, Filipe, tetrarca da Ituréia e da província de Traconites, Lisânias de Abilene e as figuras marcadas de Anás e Caifás sumos sacerdotes. Uma verdadeira camarilha de lobos.

Assim Lucas estabelece a ordem dos fatos. Graças e louvores a Deus, tudo está na história para confirmar.

2.2 Discipulado através dos fatos.

O autor traz ao conhecimento a origem da palavra “discipular” que significa pela ordem, convencer e ensinar para tornar seguidor.

Há um detalhe importante em Lc. 1:1-4 que penso ser importante para nossa alegria. Já que Lucas não foi nem de longe um dos apóstolos ou discípulo que seguisse o Senhor, elaborando o relatório, como ele conseguiu as informações?

• Ele se sentiu envolvido: “...fatos que entre nós se cumpriram” 1:1;
• “Segundo nos transmitiram os mesmos que presenciaram desde o princípio e FORAM MINISTROS DA PALAVRA” (grifo meu);
• Teófilo não ignorava os acontecimentos em torno da vida do Senhor;
• Lucas quis reforçar o que Teófilo já sabia e acrescentar o que mais apurasse por sua ordem.

FANTÁSTICO.

III – A UNIVERSALIDADE DA SALVAÇÃO.


3.1 A história da salvação.

Os estágios citados pelo autor como fruto da teologia cristã nada mais é que o reconhecimento dos períodos em que se assenta o plano da redenção, começando pela lei e pelos profetas, diante de tudo o que a lei representava para o tempo vindouro, confirmado pela palavra dos profetas de que Jesus viria para ser o salvador da humanidade e a história da igreja relatada em Atos dos Apóstolos.

• O plano de Deus reconhecido por riqueza de detalhes no Antigo Testamento tanto na lei quanto nos profetas.
• A riqueza de detalhes e os sinais visíveis do aparecimento do Messias, nascimento à morte. Isaias capítulos 9 e 53.

3.2 A salvação em seu aspecto universal.

Recomendo aos professores que leiam calmamente ou peça para que algum leia este tópico pela riqueza de exposição.

A doutrina da eleição e predestinação é bíblica. Muitos têm tropeçado nela por verem-na tão somente, de Deus para o homem e não do homem para Deus. Quero dizer com isto que a riqueza deste tópico mostra de maneira clara que JESUS não veio para seletos eleitos, mas, para fazer dos homens de qualquer raça, um eleito de Deus pelo reconhecimento de Cristo como Deus e Senhor e pelo novo nascimento seguido de profunda renúncia à vida mundana.

IV – A IDENTIDADE DE JESUS E O MESSIAS ESPERADO.


4.1 Jesus o homem perfeito.

Perceba-se que no subsídio bibliológico, “A verdadeira identidade do filho de Deus”, há pontos importantes que não podem ser desprezados pelo professor:

• A encarnação ou forma como ele veio ao mundo;
• O reconhecimento por Satanás e pelos demônios;
• Aquilo que estava velado aos seus discípulos, era do conhecimento de Satanás e dos seus demônios;
• A tentação se deu logo no início do seu ministério ou foi a prova desse começo. Nem se discute que JESUS era verdadeiramente homem como verdadeiramente Deus.
• Deus estava em Cristo reconciliando consigo o Mundo. II Co 5:19;
• Não teve por usurpação ser igual a Deus. Fl.2:6;
• Eu e o pai somos um. Jo. 10:30;
• 4.2 O Messias e o Espírito Santo.

Considere os textos citados pelo autor e considere também que JESUS tendo assumido a forma humana, sujeitou-se a toda vontade de Deus e nessa condição recebeu sobre sua vida o Consolador como mais tarde, a igreja recebeu. Em tudo ele foi fiel.

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