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sábado, 26 de julho de 2014

EBD. LÇ.4 GERADOS PELA PALAVRA DA VERDADE.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, julho 26, 2014 with No comments
EBD – LIÇÃO PARA O DIA 27/07/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS.
II – DEUS SÓ FAZ O BEM.
III – PRIMÍCIAS DE DEUS ENTRE AS CRIATURAS.
                                          
                                              Quem se habilita?



Proposta pela introdução:
Qualidade relacional da igreja nos diversos níveis.
Estudar as distorções sociais.
Estudar as distorções de convivência.
Perspectivas de um bom relacionamento.

I – A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS.

1.1 os pobres na igreja do primeiro século.

O meu pensamento não visa contestar as afirmações do autor, considerando-me apenas mais um a opinar:

a) O mundo é dividido em classes sociais.
b) A igreja vive no mundo, mas, não é do mundo, portanto, não podemos considerar que a participação dos pobres na vida da igreja seja uma opção dos ricos. Na verdade, os ricos é que foram inseridos na igreja como se nada tivessem.
c) A igreja precisa ser a única instituição que não reconhece ou não pode reconhecer classes sociais nas suas relações internas, se somos um em Cristo.
d) No tocante a questões de ordem material, as mãos precisam estar estendidas e o coração aberto para amar e respeitar a todos, qualquer que seja a quantidade de posses.

1.2. Os ricos na igreja antiga.

Em muitos momentos, a riqueza pode se constituir em perigo levando os homens a cometerem graves erros:
Esdras e Neemias tiveram muita dificuldade em conter a ganância dos ricos que emprestavam dinheiro a altos juros, tornando a vida do pobre penhorável.

O mesmo retrato pode ser visto nos nossos dias, resguardadas as devidas proporções e interesses de cada um no nosso contexto social.

Basta examinar a Palavra do Senhor e perceber que o mau trato infligido ao necessitado, foi um dos principais motivos da destruição de Sodoma e Gomorra e as inúmeras reprimendas de Deus para com o povo de Judá.
Ez 16:49 “...Soberba, fartura de pão e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas, mas, nunca esforçou a mão do pobre e do necessitado.”.

Muitos pecados são cometidos contra os pobres em nossas igrejas e poucos se dão conta desse fato.

1.3 Perante Deus, pobres e ricos são iguais.

Recomendo a leitura deste tópico para que fique claro aos alunos, como o Evangelho de Cristo nos responsabiliza à compreensão de igualdade.

Não pode haver em nosso meio qualquer tipo de preconceito e lamentavelmente, há líderes se comportam de maneira preconceituosa. Penso que o preconceito entre irmãos é danoso para a salvação a não ser que o preconceituoso seja portador de alguma demência, não podendo ser responsabilizado pelo que pensa ou fala.


II – DEUS SÓ FAZ O BEM.

2.1 Não erreis.

A exortação contida no verso 16 nos mostra que a Bíblia não é um livro de imposições, exceto o que constava não lei: “Não matarás...”.

Toda a exortação textual do novo testamento vem em forma de conselho e em muitos casos, comparando com as flagrantes desobediências do povo de Deus na antiga aliança.

Hb. 3:12 “Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel para se apartar do Deus vivo.”.

Todas as palavras de Tiago, são carregadas de um sentimento  paternal.

2.2 Todo dom e boa dádiva vêm de Deus.

Toda boa dádiva e todo dom perfeito...
Não há nas palavras do apóstolo qualquer sentido que nos leve a pensar nos dons espirituais como tratados na carta aos Coríntios.

Os dons de Deus não podem estar no alcance do sentimento de posse de qualquer ser humano. São dados para fortalecer a nossa relação interpessoal, fazendo o bem necessário. A falta desse “dom perfeito” descaracteriza a vida de quem diga ser nascido de novo.

2.3 A origem de tudo o que é bom está no Pai das luzes.

Não há o lado mau em Deus. Neste sentido, há em Deus justiça para julgar e condenar toda prática do que é mau.

Não é sem razão que a Bíblia registra em Genesis a obra da criação de Deus e conclui sempre com esta expressão: “E viu Deus que era bom”.

Ainda hoje, Deus só tem o bem para o seu povo; nós é que nos afastamos perdendo grandes oportunidades.


III – PRIMÍCIAS DE DEUS ENTRE AS CRIATURAS.

3.1 Algo que somente Deus faz.

O autor considera os seguintes atos:

a) A regeneração é um milagre de Deus.
b) Ele nos “gerou” de novo...
c) O ato “gerar”  é um ato de Deus através do Espírito Santo.
d) Fazer morada no crente.

Podemos concluir que:
O novo nascimento e com ele a regeneração da nova natureza nos coloca em posição de pessoas de bem com todos os compromissos e responsabilidades que a nova qualidade de vida nos impõe. Amando e fazendo o bem necessário.

3.2 A Palavra da verdade.

“Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade...”.

Podemos aplicar essa verdade afirmando que somos filhos de Deus, as primícias do Senhor?

Como agimos em um mundo onde o sentimento de querer levar vantagem em tudo parece ter dominado muitos corações?
Por que não lembrar daquele governador que recebeu dinheiro de corrupção e ainda foi orar agradecendo a Deus como se aquilo tivesse procedido de Deus como bênção? São tantas emoções!

Podemos entender a grande responsabilidade que temos?
a) Não adquirir produtos contrabandeados ou pirateados por serem mais baratos.
b) Não aceitar gato de energia elétrica e sinais de tevê à cabo.
E tantas outras safadezas comuns, a quem não tem regras a cumprir.

Nas questões acima, vem o papel social da igreja em educar e contribuir para que a vida do pobre seja mais bem conduzida, sem esquecer que a igreja cresceu e muitos são os preguiçosos que vem se aninhar apenas para ter alguma vantagem.

3.3 O propósito de Deus.

Diz o autor: “O propósito de divino não é primeiramente abençoar o crente com bênçãos materiais...”.

A tônica das pregações de hoje, esquecem as verdades ditas pelo irmão Tiago, aliás, nem o citam nas suas pregações, a não ser, a prosperidade e nessa luta muitos tem perdido a fé no Senhor como se Deus fosse responsável por mudanças sociais.

“...Os pobres, sempre tendes convosco...” Jo. 12:8.



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Cuidado com a idolatria

Posted by Eliseu Antonio Gomes on quinta-feira, julho 24, 2014 with No comments
Por Silas Daniel 

A idolatria é um dos pecados mais terríveis listados na Bíblia, porque consiste em dar glória e veneração a algo ou alguém que não seja o próprio Deus, o único que é digno de toda honra, toda glória, todo louvor e toda adoração. Entretanto, apesar de tão claro, este é um dos pecados mais praticados e mais ignorados em nossos dias no meio evangélico. É triste dizer, mas está se tornando cada vez mais comum jovens evangélicos que desenvolvem verdadeiros comportamentos idolátricos em relação a pessoas e coisas que, obviamente, não devem receber a nossa adoração.

Idolatria não é só se prostrar diante de um ídolo de pedra, barro ou metal. Coisas ou pessoas também podem se tornar ídolos em nossa vida, quando começam a ganhar em nosso coração um lugar que não deveriam ter.

Uma coisa é gostar, admirar e respeitar; outra bastante diferente é “endeusar”, idolatrar. Logo, segue o alerta: cuidado para que o mero gostar e admirar não dê lugar à adoração por pessoas e coisas!

Veneração a cantores 

Infelizmente, hábitos próprios do público do meio artístico secular estão cada vez mais sendo reproduzidos no meio evangélico brasileiro, devido ao crescimento e à maior visibilidade que os cantores evangélicos têm ganhado midiaticamente nos últimos anos, e que é decorrente do avanço do mercado fonográfico evangélico brasileiro.

Não, não há nada demais em gostar de um determinado cantor ou cantora evangélicos, de admirá-lo(a), de sentir-se inspirado positivamente pelo seu ministério, de orar por ele ou por ela, ou mesmo, eventualmente, de fazer aquela “tietagem” básica: elogio, abraços, conversa e fotos. O problema surge quando... [CPAD News

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Os 7 passos para a oração eficaz

Posted by Carla Ribas on quarta-feira, julho 23, 2014 with 3 comments
Por Carla Ribas

Se você separou um tempo para ler esse post em busca de dicas para ficar rico, convido-o a ler até o final, para compreender que a oração vai muito além de bens materiais. Trata-se do relacionamento íntimo com o nosso Criador.

Orar é conversar com Deus, é abrir o seu coração para Ele sem reservas. É reconhecê-Lo como O único que tem poder de nos capacitar para atravessarmos essa vida com dignidade, com orgulho por termos sido feitos Seus filhos através de Jesus Cristo, mas com humildade suficiente para termos consciência de que a fé sem obras é morta e que, para que tudo nos vá bem, precisamos cumprir todos os requisitos Dele para a nossa vida.

Note o ciclo da vida: nascemos, vivemos e morremos. Não é nosso o controle sobre o nascimento e nem sobre a nossa morte. Quanto à vida, é diferente: As nossas decisões afetam diretamente o nosso presente e o nosso futuro. 

Falar sobre o poder da oração é mais simples do que você imagina. Não se tratam de palavras elaboradas por outras pessoas e repetidas diversas vezes. Trata-se do seu melhor relacionamento com O seu melhor amigo. As sugestões abaixo são fruto de uma análise prática da vida quotidiana de pessoas comuns, porém, bem sucedidas.

Eis os sete passos para que a sua oração seja eficaz. 

1. Reconhecer a soberania de Deus
A salvação é de graça, mas na vida há um preço a ser pago, quer você aceite a Jesus ou não. Éramos devedores para Deus até nos encontrarmos com Jesus, que pagou o preço máximo pela nossa salvação - o Seu sangue derramado na cruz do Calvário. Assim sendo, pense bem ao tomar suas decisões ou reclamar que a vida está difícil. Jesus passou por situações muito mais difíceis e venceu todas elas. Jesus prometeu que Ele venceu o mundo e nós também venceremos. Melhor passarmos essa vida servindo a Ele do que sem Ele, pois com Ele temos a Sua promessa de que somos mais do que vencedores. 

2. Fé
Sem fé é impossível agradar a Deus. Ao ressuscitar, Jesus nos deixa a clara lição de que nada está morto até que Ele assim o declare. Mesmo o que para nós parece impossível, para Ele é fácil. Então, por que as coisas não acontecem segundo os nossos desejos? Muitas pessoas frustram-se por não terem suas orações respondidas. Lemos em Tiago 4:3,4 Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Portanto pense bem no que vai pedir a Deus e peça com sabedoria.

3. Comunhão com Deus
Jesus é aquele Amigo com quem você pode contar a qualquer hora, em qualquer lugar. Pense em seu relacionamento com Deus dessa forma: quanto mais convivência mais intimidade. Quanto mais intimidade, menos vergonha. Quanto menos vergonha mais conforto. Quanto mais conforto, mais sinceridade. Quanto mais sinceridade mais comunhão. Quanto mais comunhão, mais valorização. Quanto mais valorização melhor o foco. Quanto melhor o foco, mais chances de acerto.

4. Comunhão uns com os outros
Quem não sabe se relacionar diminui as chances do próprio sucesso. A pessoa que não tem domínio próprio cria para si situações embaraçosas e difíceis. O crente precisa permitir que o Espírito  Santo o controle, caso contrário, passará a vida escorregando nos pequenos detalhes, essenciais para os grandes sucessos. Não seja inflexível nos relacionamentos. Trate as outras pessoas como você gostaria de ser tratado. Seja lento para julgar e rápido para perdoar.

5. Propósito 
Fazer uma lista das prioridades é essencial, ajuda a ajustar o foco. Pense na sua vida, seja realista ao preencher a lista. Quais são as suas necessidades hoje? Aproveite para cortar os exageros, enxugar as despesas e fechar as brechas. Faça a sua parte, reúna-se com o seu cônjuge, se preciso for reúna a família, estabeleça limites, planos e objetivos - orem juntos e peçam a orientação e a bênção de Deus sobre a sua casa e a sua família. 
Trabalhe muito, estude muito, seja exemplo, qualquer que seja a sua profissão. Não seja preguiçoso, nada cai do céu. A Biblia manda o preguiçoso aprender com a formiga. 
Outra coisa, faça um favor a si mesmo: seja generoso com a obra de Deus para que Ele seja generoso com você. 

6. Ajuste o Foco
É preciso ter em mente o propósito da oração. A teologia da prosperidade tem gerado uma frustração generalizada, banalizando o Evangelho de Cristo. 
Uma escada começa no primeiro degrau. Ter sonhos não é pecado. Pecado é negligenciar as pequenas coisas que formam a base para uma vida sólida e segura com potencial para glorificar a Deus. Suba a sua escada para o sucesso um degrau de cada vez, sem pressa, debaixo da bênção de Deus.

7. A oração do Pai Nosso
O próprio Jesus nos deixou o modelo de oração que agrada a Deus em Mateus 6.7.  Aprender e exercitar a cadência do Pai-nosso é muito útil:

Reconhecer a soberania de Deus, glorificar a exaltar o Seu nome, entender que a vontade de Deus está acima da nossa, evita muitas frustrações e explica certas mudanças de planos  inesperadas, quando entregamos os nosso caminho ao Senhor. 

O pão nosso de cada dia, são as necessidades para o nosso sustento (leia o item 5). 

Pedir perdão pelos nossos pecados usando como exemplo a nossa atitude para com os nossos devedores requer muita coragem (leia novamente o item 4). 

Não permitir que caiamos em tentação - quem não enfrenta tentações diariamente? O pecado não é ser tentado, mas ceder à tentação. 

Pedir livramento hoje em dia é mais real do que nunca, que mundo é esse em que vivemos? Quanta violência! Mas livramento também fala de todo tipo de males - pense em um .... esse também está incluído. 

Não se esqueça de adora-Lo porque Dele é o Reino, o poder e a glória para sempre. Assim sendo Ele merece todo o louvor.

Vida no altar, fé, problemas detectados, foco ajustado, objetivos (realistas) traçados. A forma objetiva e consciente de conversar com Deus agrega os ingredientes básicos para a maximização das bênçãos que você receberá. 

domingo, 20 de julho de 2014

Divórcio e novo casamento segundo os reformadores protestantes

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, julho 20, 2014 with No comments
Por Cristiano Santana

Sei que a questão do divórcio e novo casamento é um assunto que sempre gera debates acirrados, por isso nem quero entrar no mérito da discussão. Eu apenas gostaria de me endereçar àqueles que acreditam estar seguindo toda a tradição reformada ao defenderem o indissolubilidade absoluta do casamento, que se resume nisso: um cristão só está livre para novo casamento quando o seu ex-cônjuge morrer. 

Na verdade, a doutrina acima é muito mais católica do que reformada. Na Reforma do séc. 16, no esforço de retornar ao ensino bíblico, os protestantes rejeitaram a natureza sacramental do casamento, e com isso a indissolubilidade absoluta do casamento cristão. Com base na Bíblia, desenvolveu-se no campo protestante o consenso que o casamento é santo, e em princípio indissolúvel, mas que existem situações que rompem o laço matrimonial, e que permitem o divórcio e novo casamento. 

Lutero, João Calvino, Zwinglio, Melanchton e outros, se pronunciaram a favor do divórcio, como último recurso nos seguintes casos: infidelidade, recusa em se manter relações sexuais, abandono do casamento, diferenças religiosas irreconciliáveis, perigo de vida, insanidade. Em Estrasburgo até o consentimento mútuo era aceito (abandono do casamento por ambos).

 Olhem o que diz a Confissão de Westminster, uma das últimas confissões formuladas durante a Reforma:

"O adultério ou a fornicação cometidos depois de um contrato, sendo descoberto antes do casamento, dá à parte inocente justo motivo de dissolver o contrato; no caso do adultério depois do casamento, à parte inocente é lícito propor divórcio, e, depois de obter o divórcio, casar com outrem, como se a parte infiel fosse morta."

Encerro dizendo, mais uma vez, não quero discutir se o novo casamento é válido ou não. Mas creio ter atingido o meu propósito ao demonstrar que a doutrina da indissolubilidade do casamento não tem nada de reformada, mas é de origem católica.

Fonte: Cristiano Santana - Uma Visão do Mundo

Fé e obras, ações no campo missionário

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, julho 20, 2014 with No comments
Por Kelem Gaspar

Nossa EBF


Nossa Escola Bíblica de Férias aqui na Creche Escola Missionária Peniel está sendo uma bênção, dezenas de crianças da zona rural estão sendo atendidas, recebendo a palavra de Deus, ouvindo a história missionária e se alimentando com o melhor que podemos oferecer. A finalidade da nossa vida é a glória de Deus e nossa prioridade é tornar conhecido o seu nome. ‪#‎féeobras‬ 

A você que tem nos ajudado, muito obrigada em nome de Jesus. Amanhã, a equipe partirá rumo à ilha do Derrubado para realizar a EBF lá. 

Avante, tudo por Ele e para Ele! 

Belo Exemplo!


Às vezes pensamos que precisamos fazer algo grandioso e surpreendente para agradar a Deus e investir no seu reino, mas Rafinha (foto) ensinou uma preciosa lição: ele juntou moedinhas em seu cofrinho e entregou para ajudar nosso projeto missionário.  

É isso aí, Rafinha! O segredo é esse: cada um fazer a sua parte. Obrigada.

http://missionariakelem.blogspot.com.br/2014/07/nossa-ebf.html
http://missionariakelem.blogspot.com.br/2014/07/belo-exemplo.html

sexta-feira, 18 de julho de 2014

EBD - Lição nº 3: A importância da sabedoria humilde

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, julho 18, 2014 with No comments
EBD – LIÇÃO PARA O DIA 20/07/2014
PONTOS A ESTUDAR:

I – A NECESSIDADE DE PEDIR SABEDORIA A DEUS.
II – A DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DA SABEDORIA.
III – O VALOR DA VERDADEIRA SABEDORIA E A ARROGÂNCIA
        DO SABER CONTENCIOSO.


  
I – A NECESSIDADE DE PEDIR SABEDORIA A DEUS.

1.1 A sabedoria que vem de Deus.

O autor discorre de maneira brilhante, mostrando que a sabedoria que vem de Deus abre os horizontes para compreendermos o seu doador. A sabedoria divina difere da humana em todos os aspectos e principalmente porque ela permite o portador interagir com o seu semelhante de maneira graciosa, sem soberbia e nos capacita a discernir não apenas o contexto da vida terrena, mas, o contexto da vida eterna.

1.2 Deus é o doador da sabedoria.

Recomendo a leitura deste tópico, chamando a atenção dos alunos para a riqueza do argumento e dos textos indicados, lamentando o pouco tempo que se dispõe para determinadas lições.

a) A sabedoria comum, espiritual, vem ao crente na medida do seu desenvolvimento na fé e no conhecimento da Palavra de Deus.

b) A sabedoria com maior plenitude é um dom especial, concedida por Deus a quem ele queira enriquecer.

c) Que pede sabedoria a semelhança de Salomão é porque já possui em si, uma boa porção da sabedoria divina.

d) A sabedoria humana enriquece habilidosamente o seu possuidor, porém, não define mais nada além das questões desta vida.
1.3 Peça a Deus sabedoria.

Temos diante de nós, uma virtude que deve ser sempre pedida quando tratarmos de assuntos que estão além da nossa capacidade ou quando precisamos fazer alguém entender razões de bem viver.

II – A DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DA SABEDORIA.

2.1 A sabedoria colocada em prática.

Como saber se um crente é dotado de sabedoria? Pela sua forma de atuar no seio da igreja:
a) É sempre comedido nas discussões.
b) Nunca se precipita nas opiniões ou dar respostas apressadas quando consultado acerca de sonhos, visões e pareceres nas decisões sobre assuntos dos quais seja parte envolvida.
c) É pessoa tratável em todos os níveis de atuação, mostra sabedoria no trato das coisas do Reino e da igreja.

2.2 A humildade como prática cristã.

Um dos maiores sinais da posse da sabedoria divina é a profunda manutenção da humildade.

Damos como exemplo disso: Era simpático com todos e agia com urbanidade entre os irmãos; pôs a credencial no bolso, já não conversa com todos, circula entre os membros com ar de autoridade. Se tinha sabedoria, perdeu após a consagração ou reconhecimento de qualquer função na igreja.

2.3 Obras em mansidão de sabedoria.

A palavra chave deste tópico abordada pelo autor é o próprio texto de Tiago 3:13 “Mostre pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria”. Precisa de mais comentários? Basta ver alguém agindo na igreja com intolerância, com arrogância, com falta de paciência e logo teremos alguém que não preenche qualquer requisito de uma pessoa sábia.

III – O VALOR DA VERDADEIRA SABEDORIA E A ARROGÂNCIA
        DO SABER CONTENCIOSO.

3.1 Administrando a sabedoria.

Quais as palavras chaves que percebo neste tópico?

a) Sabedoria é dada para administrar as bênçãos. Bênçãos administradas impedem que o orgulho domine o coração.

b) Administrar os dons. É a forma de mantê-los com autenticidade bíblica.

c) Viver a inteireza do Reino de Deus. Significa que a sabedoria permite avaliar todos os limites da nossa vida. Não nos deixa enganados.

3.2 A sabedoria verdadeira e a arrogância do saber.

Quando o orgulho toma conta:

a) De sábio torna-se louco.

b) A soberbia promove à sensação de reinar absoluta e cega a visão.

c) Faz com que os conselhos sejam subestimados. A vida corre perigo.

3.3 Atitudes a serem evitadas.

O resultado de uma sabedoria terrena.

a) É diabólica e animal.

b) É animal por ser dominada pelas emoções.


c) Diabólica porque o homem acaba prestando serviços a quem lhe inspire na destruição de sonhos próprios e de terceiros.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Percebo, logo existo

Posted by Sidnei Moura on segunda-feira, julho 14, 2014 with No comments
Imagem: PV

Sidnei Moura

O célebre escritor Jorge Luis Borges, patriarca das letras argentinas e um dos mais eruditos autores da literatura universal do século XX, reputava o futebol como exemplo de declínio cultural da humanidade ao ponto de afirmar que o futebol era "um símbolo da degradação social". Considerava o esporte como "esteticamente feio" e durante a sua vida fez inúmeras criticas a modalidade esportiva preferida por argentinos e brasileiros. Apesar de toda sua repugnância ao que chamava de uma ideia de "supremacia de poder" horrorosa, Borges produziu em parceria com Adolfo Bioy Casares um primoroso conto ficcional onde o esporte das massas é representado como pano de fundo em uma série de acontecimentos espetaculares, onde uma franca discussão sobre a questão da percepção da realidade é abordada.

No conto "Esse Est Percipi” (Existir é perceber), Borges e Bioy apresentam uma intrincada narrativa onde a vida de um torcedor de futebol é acompanhada a partir do momento em que ele se dá conta de que o estádio Monumental de Núñez - o estádio do tradicional clube River Plate, desapareceu. Ao tentar investigar o que aconteceu, ele descobre que o futebol já não era praticado em Buenos Aires havia muitos anos, e tudo o que ele sentira como real era invenção dos narradores, da TV e do rádio. “Os estádios já são demolições que se caem em pedaços. Hoje tudo se passa na televisão e no rádio. A falsa excitação dos locutores nunca o levou a pensar que tudo é mentira? A última partida de futebol que se jogou nesta capital foi no dia 24 de junho de 1937.”

Enquanto lia ontem a noite esse primoroso conto de Borges e Bioy, passei a pensar por um momento sobre o atual sistema de coisas em que a sociedade brasileira está inserida, e percebi que, na busca frenética de um povo por aquilo que defina sua identidade, por muitas vezes nos deparamos no meio do caminho diante de situações que parecem lutar pelo estabelecimento de uma "cultura" de negação da realidade no futebol, nos meios de comunicação quanto também na política, uma luta desenfreada por aquilo que consequentemente culmina com a subversão da verdade. 

Ora, apesar dos péssimos resultados da seleção brasileira na Copa do Mundo televisionada para todos os cantos do planeta, lá estavam narradores e comentaristas na TV, no rádio e demais meios de comunicação em massa elogiando a cada fim de jogo a "estupenda" atuação da seleção em campo, bem como os próprios cartolas que, no fim de tudo à despeito do reconhecimento da torcida, preferem insistir em negar a realidade com as declarações "Nós jogamos bem", "não fizemos um jogo ruim" e "não vejo como criticar a seleção hoje". Na política, enquanto a economia patina provocando ainda mais exclusão social, lá está o governo nos meios de comunicação afirmando que tudo está muito bem, embora pelas ruas e recantos de todo o país milhões expressem seu descontentamento com a elevação continua dos preços dos alimentos como resultado de uma inflação que já superou o teto estipulado pelo próprio governo onerando ainda mais o apertado orçamento das famílias mais pobres. Ao subverter a realidade a fim de torná-la imperceptível para as massas, subverte-se a própria verdade da realidade.

A luta contínua pela exibição para as massas de uma "saga heroica" que não condiz com a realidade tanto no futebol quanto na política na sociedade brasileira , não perceptível pela maioria, é uma realidade que pode ser afastada no mundo real. Evidentemente em campos opostos, a mediocridade dos governantes e dos meios de comunicação de massa é muito mais devastadora do que a mediocridade dos cartolas e das grandes corporações esportivas, porém todas podem ser sintetizadas nesse aspecto em uma única máxima de Borges sobre o futebol: “O futebol é popular porque a estupidez é popular”. Embora não tenha o mesmo ponto de vista de Borges sobre o futebol e ainda acredite que os meios de comunicação, o futebol e a política são capazes de oferecer condições de progresso quando levados a sério, penso que apenas a condição para a percepção nítida da realidade é capaz de propiciar o afastamento de forma gradual da estupidez que insiste em se estabelecer como dado cultural na multiplicidade de faces de nossa identidade como povo, nação e civilização.

Percebo, só assim de fato, existo.

* "Esse Est Percipi” de Jorge Luis Borges e Adolfo Bioy Casares é um dos contos publicados na obra "Cronicas de Bustos Domecq".

Sidnei Moura é licenciado em Letras e professor de Língua Portuguesa e literatura. É editor do blog Sidnei Moura, filiado à UBE - União de Blogueiros Evangélicos, e  reside em São Carlos - SP
Facebook: sidnei.moura  |  Twitter: @sidneimoura

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