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sábado, 22 de abril de 2017

ISAQUE, UM CARÁTER PACÍFICO, EBD Lç.4 23/04/17.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 22, 2017 with No comments
EBD LÇ. 4 23/04/2017 “ISAQUE, UM CARÁTER PACÍFICO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – ISAQUE, O FILHO DA PROMESSA.
II – UM HOMEM ABENÇOADO POR DEUS.
III – LIÇÕES DO CARÁTER DE ISAQUE.

                           A obediência sempre resulta em bênçãos. 


  
I – ISAQUE, O FILHO DA PROMESSA.

1.1 Promessa de Deus a Abraão.

A história de Isaque é uma sequência da história e vida de Abraão, ligados pela promessa feita ao pai, ainda antes de habitar em Harã, Atos 7:2.

Quanto ao seu caráter, sempre esbarramos na ideia de que valores não vem descritos no DNA; algo da alma, algo dos pais e principalmente, algo de Deus em nossas vidas ao longo do desenvolvimento moral e intelectual quando damos lugar a Ele.


1.2 Seu nascimento, um verdadeiro milagre.

O primeiro grande milagre registrado no Antigo Testamento, para um casal que não era,  jovens esperançosos de serem pais. Deus havia prometido fazer de Abraão uma grande nação. Abraão sempre foi um homem cheio de fé em Deus, mas a promessa de serem pais, ela aos 90 e ele com 100 anos de idade parecia ser algo que se cumpriria em outras vidas e não na deles.

Deus não deixa sua Palavra cair por terra. Ele vela para cumpri-la.
Je, 1:12.


II – UM HOMEM ABENÇOADO POR DEUS.

2.1 A prosperidade espiritual.

Antes de ler o texto e ainda no tópico “a prosperidade espiritual” já viajei em meus pensamentos e o texto fala do pior momento da vida de Isaque, quando por circunstâncias, desce a Gerar (terra dos filisteus) por causa da fome e atendendo a voz do Senhor para que não descesse ao Egito.

Enquanto o nosso ser físico ou moral caminha de acordo com as circunstâncias da vida, o ser espiritual faz caminho oposto para construir experiências diante dos sofrimentos.

Sofre mais quem não aprende nas crises.


2.2 A bênção divina é passada de pai para filho.

 A hereditariedade no tocante as coisas espirituais ligadas a esta vida tem sido questionada em nossos dias, principalmente se filho de pastor pode assumir ministério após o afastamento do pai, seja por idade ou por falecimento.

Lembremo-nos que Isaque era praticamente filho único no sentido da herança, considerando que Ismael já não vivia com a família. Hoje, pelo nosso Código Civil Ismael teria tanto direito quanto o irmão, menos em relação as bênçãos espirituais  já que estas, eram dadas pelo Senhor e assim, Isaque era herdeiro legítimo da promessa feita a Abraão.

Mais importante em saber o que sou é o que Deus acha de mim e também, a Igreja do Senhor. A igreja é a melhor aferidora dos valores humanos, pois muitos conseguem mascarar sua vida.

2.3 A prosperidade material.

Este tópico que trata da prosperidade de Isaque, após a semeadura do seu campo, certamente é a parte mais interessante por ligar o milagre das bênçãos prometidas e cumpridas em parte com a nossa vida e o Evangelho.

Na parte final do texto, o autor cita Ml.3:10 falando das promessas contidas no texto relacionando-a com a vida cristã evangélica.

É o ponto que mais combatem nas redes sociais. Considerar que o dízimo proporcione bênçãos de forma vinculada.

Não duvido das promessas de bênçãos do Senhor, seria negar tudo o que ele fez por mim e minha família, todavia não consigo relacionar as promessas vetero-testamentárias com as promessas dadas pelo Evangelho.

A) Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo que nos abençoou com TODAS as bênçãos... Ef. 1:3.

B) Para mim, todas as experiências vetero-testamentárias mostram a grandeza de Deus e que ele não se ausentou do planeta terra, apenas afastou-se para que o plano em Cristo tenha cumprimento até o final.
  

III – LIÇÕES DO CARÁTER DE ISAQUE.

3.1 Um homem esforçado e trabalhador.

O autor fala sobre a inveja de muitos quando alguém prospera e cita a atenção dos filisteus para os campos de isaque.

Finaliza lembrando a tentativa de Balaque amaldiçor o povo de Deus através do velho profeta Balaão que concluiu não haver maldição sobre quem Deus abençoa.  Nm.23.

Fiquemos com essa palavra.

3.2 O caráter pacífico de Isaque.

O caráter pacífico de Isaque é visto pela sua atitude de mudar de região indo para próximo de Gerar e reabrindo os poços que haviam sido tampados pelos filisteus.

Mudar não é o problema, o problema é quando fugimos das situações adversas.

3.3 Um caráter resiliente.

Resiliente é manter o controle e a naturalidade diante de situações adversas reiniciando se for o caso, o que não havia terminado no mesmo ou em outro lugar.

Interessante que o Evangelho nos proporciona essa capacidade.

Novamente repito quanto ao cuidado de não fugirmos de problemas, achando que isso seja resiliência.


3.4 Obediência e submissão.

Neste último tópico o autor relata os diversos momentos vividos por Isaque, lembra sua obediência ao pai diante do sacrifício em Moriá e essa condição de filho obediente o marca como um homem abençoado por Deus.


Ser abençoado por Deus substitui qualquer intenção de promover a prosperidade.

sábado, 15 de abril de 2017

MELQUISEDEQUE, O REI DE JUSTIÇA, EBD Lç. 3 16/04/17

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, abril 15, 2017 with No comments
EBD LÇ. 01 16/04/2017 “MELQUISEDEQUE, O REI DE JUSTIÇA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – QUEM ERA MELQUISEDEQUE.
II – LIÇÕES DO CARÁTER DE MELQUISEDEQUE.
III – SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.


 O sacerdócio de Cristo aponta direto para o homem e não para os elementos.



I – QUEM ERA MELQUISEDEQUE.

1.1 Um personagem misterioso.

Melquisedeque é um personagem misterioso, todavia não incompreensível. Aquele que tomou das mãos de Abraão dízimo quando este voltava da peleja levada a efeito para libertar Ló e recuperar as riquezas tomadas dos reis de Sodoma e Gomorra.

Não sabemos como foi a reação de Abraão neste encontro, mas o Patriarca sabia quem era, de quem se tratava e que não repartiu com ele os despojos, apenas deu o dízimo de tudo. Não era um rei apegado a riquezas.

Na introdução, o autor o chama de “verdadeiro adorador”. Essa expressão tomou sentido diferente como sendo aquele que no culto derrama sua alma, todavia o verdadeiro adorador é aquele que em sua vida e relacionamentos, glorifica a Cristo.

1.2 Onde ele aparece na Bíblia.

O autor cita o texto de Gn. 14:1-13 que descreve esse encontro misterioso; um encontro rápido, sucinto e realmente, sem muitas conversas. Melquisedeque era um sacerdote e com certeza vivia das contribuições para manter o sacerdócio, apesar de a Bíblia declarar que ele era mais que um sacerdote. Era rei de paz e de justiça que nos remete ao filho de Deus antes de assumir a identidade humana.

O autor lembra a primeira guerra registrada na Bíblia, esta em que Abraão se envolve com apenas 318  criados e ficamos a imaginar, com que armas e venceu. Deus era com Abraão

1.3 Características de Melquisedeque.

O presente de Melquisedeque a Abraão (pão e vinho)  deve tê-lo saciado após a peleja. A Bíblia não registra a quantidade, mas deve ter sido suficiente para todos. Sacerdote sensato não fica passivo diante das necessidades alheias. Sabe repartir e isto é uma grande lição para nós neste último tempo.

Neste ponto o autor considera que Melquisedeque conhecia a Deus pela tradição oral pós diluviana ou por revelação. Aí está um personagem que ficamos tão quietos a respeito dele, todavia sabemos que ele era muito mais do que se possa imaginar.

Nas sequências da lição, maiores revelações.

Ele abençoou Abraão e em contra partida, recebeu das mãos de Abraão o dízimo como forma de gratidão e nos dando uma preciosa lição que sem lei, o dízimo era uma contribuição de amor e fidelidade à obra do Senhor.

Para mim, dízimo é uma referência numérica percentual (10% ou décima parte) nada tendo com a salvação, exceto se alguém negar  por avareza.

Não gasto o meu precioso tempo com quem combate contra o dízimo por puro ideologismo, considerando que o dízimo não é da lei. A lei tão somente normatizou para o povo judeu como uma obrigação considerando que Israel foi um estado teocrático que mesmo se tornando regencial, a lei de Deus foi o seu regulamento.


II – LIÇÕES DO CARÁTER DE MELQUISEDEQUE.

2.1 Um caráter justo.

Não é tarefa fácil descrever alguém quando não se em informações precisas, todavia o reconhecimento  dele nas páginas sagradas, dispensa comentários para defini-lo.

Texto que o consagra:  Hb. 7:4 “Considerai,  pois quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos”.

2.2 Um caráter pacífico.

Percebam que as definições sobre o caráter de Melquisedeque cresce a medida que analisamos aspectos da sua vida.

Rei de Salém que era também “Rei de paz” pelo que indicava o lugar da sua habitação e reinado.  

O autor sugere que nós, os cristãos, temos o dever de promovermos a paz.

Lembrei-me rapidamente do Salmo 120:7 “Pacifico sou, mas quando eu falo, eles já procuram em guerra”. Aí fica complicado.


Tem gente que não sabe viver em paz.


III – SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.

3.1 Um novo sacerdócio.

Muito rico o comentário do autor neste ponto e é até bom que seja lido em classe, mas vou apenas codificar a ordem dos pensamentos do autor:

A – Um sacerdócio sem a lei ou antes da lei. Melquisedeque.

B – Um sacerdócio sob a lei segundo a ordem de Arão.

C – Um sacerdócio, sem a lei, perfeito, segundo a ordem de Melquisedeque e acima de tudo, eterno. Cristo.


Este último sacerdócio fechou tudo sob a expiação do calvário e infelizmente tem muita gente querendo reviver dentro das igrejas, o sacerdócio levítico com seus levitas.


3.2 Jesus Cristo, o sacerdócio perfeito.

Outro ponto que merece a atenção dos professores e alunos sobre o sacerdócio de Cristo.

Jesus cuidou de glorificar a Deus, o Pai em toda sua trajetória consolidando essa glorificação, com a sua morte na cruz para ser enfim, glorificado.

Se assim é e assim a Bíblia sustenta, qual a razão de muitos cristãos terem nos homens, o seu ídolo de preferência seja na área do louvor ou da pregação?  

3.3 A ordem de Melquisedeque.

O autor faz uma abordagem interessante e curiosa para os pouco atentos a detalhes escriturísticos:

A) Jesus é considerado Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão.

B) Nele tudo foi aperfeiçoado inclusive e principalmente, o sacerdote sob a bandeira da tribo de Levi.

C) Jesus não podia ser do ponto de vista legal, um sucessor de Arão por não pertencer a tribo de Levi.

D) Deus que já tinha o testemunho firme e forte de Melquisedeque, fez do seu filho um sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque levando ainda em conta que o fato de ter sido gerado por obra e graça do Espírito Santo, não tinha genealogia e não tinha princípio de dias, pois em sua deidade, ele era antes e será eternamente.

O Verbo que estava com Deus e o Verbo era Deus.  Jo.1:1.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

ABEL, EXEMPLO DE CARÁTER QUE AGRADA A DEUS, EBD, Lç 1 09/04

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, abril 05, 2017 with No comments
EBD LÇ. 01 09/04/2017 “ABEL, EXEMPLO DE CARÁTER  QUE AGRADA A DEUS”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – A OFERTA DE ABEL
II – A INJUSTIÇA CONTRA ABEL.
III – UM HOMEM QUE AGRADOU A DEUS.

   Quem tem comunhao com Deus, não oferece sacrificio estranho.





Biografia tão grande como a de Enoque, exige percepção apurada para falar sobre Abel.

I – A OFERTA DE ABEL.

1.1 Uma oferta agradável a Deus.

Há “pitacos” sobre Abel no novo testamento que nos proporciona a possibilidade de entender quem era Abel.

Por exemplo: Quando o autor aos Hebreus faz analogia entre o sangue de Cristo, mediador e o de Abel, mostra a estreita e considerável relação entre Cristo e Abel e isto é o suficiente para se fazer uma leitura sobre essa figura que guardou no coração o prazer de Deus na sinceridade do homem; o que não cultua por cultuar.   Hb.12:24  


1.2 Uma oferta profética.

O autor usa a expressão “talvez” para afirmar que a oferta de Abel, possivelmente tenha sido a primeira com derramamento de sangue das suas ovelhas, primogênita daquilo que possuía. Gn. 4:4.
 não se sabe se era hábito dele oferecer tal sacrifício, mas em uma delas, Caim percebeu que não fazia o correto e não agradava ao Senhor, Enquanto Abel certamente tinha conhecimento desse ato perfeito e profético pois apontava para a redenção da humanidade.

Outro detalhe é que a escolha de primogênito teve sua regulamentação com o advento da Lei. Deus é Deus.

Abraão também tinha consciência da perfeita adoração e culto.

Infelizmente se vê tantos cultos sem aprovação por falta de caráter e sinceridade dos seus autores.

1.3 Uma oferta valiosa.

O ponto maior deste tópico esta na atenção de Deus para Abel e depois para sua oferta.

Não se pode negar que hoje seja exatamente igual. Primeiro para o ofertante, até porque, o diabo não perde tempo em acusar como fez com o sacerdote Josué,  Zc. 3:1-4. Estava com a roupa e a mitra sujas.

Quer ver um ofertante se apavorar, entre um endemoniado na igreja na hora do culto e se ele não estiver bem com Deus, vai ser problema.

Se estivermos bem com Deus, nossos cultos e ofertas serão aceitos a Deus e a igreja é edificada.

                 
II – A INJUSTIÇA CONTRA ABEL.

2.1 Abel era um homem justo.

O autor mostra o perfil de Abel e de Caim.

Eram os opostos que não se atraiam; um marcado pela vida justa que certamente falava do seu amor para com os pais e o comportamento ético em relação a família.

Exatamente o que falta nos nossos dias. Os homens têm se tornado frio, egocêntricos e amantes de si mesmos. IITm.3:2.

Caim totalmente oposto, fazemos ideia de um homem frívolo e  desinteressado das coisas de Deus.


2.2 Abel, o primeiro mártir.

Vítima de Caim, frio e insensível, matou seu irmão por inveja.

O primeiro homicídio e a primeira vítima.  A inveja tem feito muitos criminosos nas igrejas; consequentemente, muitas vítimas que se desdobram para fazer a obra de Deus com amor e absoluta devoção, são tirados de circulação. Logo tem sua carreira interrompida e isso não tem conserto, até que o Senhor venha.

Só quem já foi vítima de inveja pode saber o que se passa no coração; ser jogado no esquecimento porque causa de inveja não é boa coisa.

Um conselho para quem está sendo vítima de inveja. Posso falar com tranquilidade por que fui vítima e não dei a mínima e só sabia das coisas porque irmãos amigos e chegados, muitas vezes traziam ao meu conhecimento e isso tem o lado bom e o lado ruim.

Lado bom – Você não fica com cara de “bobo” tentando entender o que se passa.

Lado ruim – Há quem não suporte e tem reações espiritualmente alérgicas que podem levar até a morte espiritual.

Eu não contaria, mas tentaria mostrar de outras formas. Criar clima só prejudica a obra do Senhor.

2.3 O sangue de Abel.

Com relação a essa questão de querer esconder o mal feito como fez Caim, temos uma resposta muito clara de Deus.

2Sm. 12:11,12  Assim diz o Senhor: Eis que suscitarei da tua própria casa o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres perante os teus olhos, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres perante este sol.
Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei este negócio perante todo o Israel e perante o sol.

Lc. 12:3 Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado. 

IJo.3:12 João fala de Caim qualificando-o como filho do maligno. Esse era carta marcada.

  
III – UM HOMEM QUE AGRADOU A DEUS.

3.1 Abel soube agradar a Deus.

Os pais sempre procuram criar e conduzir os filhos no entendimento do amor a Deus, mesmo levando em conta as fraquezas de cada um, o gênio e a personalidade vão se formando como também o interesse que cada um tem, para o bem ou para o mal. A maneira como Caim respondeu para Deus, já mostra o seu caráter e personalidade.

3.2 Abel, buscou a Deus.

É possível compreender a trajetória de vida de Abel baseado em tão pouco texto histórico? Sim. A maneira como os fatos são relatados e considerando as referências encontradas no N.T. é possível sim, desdobrar respeitando os limites da nossa compreensão e sem ferir princípios de interpretação de textos.

3.3 Caim agradou ao Diabo.
  
Essa questão de “agradar ao Diabo ou dar-lhe lugar”, é bíblica. Particularmente não gosto de usar tal expressão, mas não sou mais justo que o próprio Deus.

Lc. 22:3 “Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze.”.

Saul ficou endemoniado quando o Espírito de Deus se retirou dele.  ISm 16:15.


É preciso tomar cuidado para não servir a quem não pode promover o bem em nossas vidas e muitas vezes isso acontece quando há sentimento ruim no coração.

segunda-feira, 27 de março de 2017

A FORMAÇÃO DO CARÁTER CRISTÃO, EBD Lç. 1 02/04/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on segunda-feira, março 27, 2017 with No comments
EBD LÇ. 01 02/04/2017 “A FORMAÇÃO DO CARÁTER CRISTÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – O CARÁTER NA REALIDADE DO HOMEM.
II – A DEFORMAÇÃO DO CARÁTER HUMANO.
III – A REDENÇÃO DO CARÁTER HUMANO.


                       Batismo. O anúncio de uma nova vida em Cristo




Primeira do lição do trimestre. Desejo aos irmãos, o grande aproveitamento do seu conteúdo.

I – O CARÁTER NA REALIDADE DO HOMEM.

1.1 O que é o caráter?

O autor usa o dicionário Aurelio para explicar o que é caráter que dá como sendo o conjunto das qualidades (boas ou más) de um individuo.

Sempre dizemos de uma pessoa: É um bom caráter, quando suas atitudes são satisfatórias.

Dizemos: É um mau caráter, quando suas atitudes incomodam.

É possível a pessoa ser um bom caráter e ter eventualmente uma atitude insatisfatória ou sendo um mau caráter, eventualmente ter atitude satisfatória por conta de fatores de ordem psicológica.


1.2 Personalidade e caráter.

Para o autor, a personalidade pode ser definida como sendo a qualidade do que é pessoal.

Podemos ainda dizer que a personalidade é a identidade do individuo; pessoal e intransferível em relação aos familiares mais próximos.

O autor ainda declara que o caráter não é herdado, ele é construído e isso é uma grande verdade que se contrapõe a certas ideologias, principalmente os que defendem a ideologia de gênero, como se cada individuo já nascesse com sua mara registrada quando se trata de caráter.

                   
II – A DEFORMAÇÃO DO CARÁTER HUMANO.

2.1 A queda e o caráter humano.

O autor declara que Deus fez o homem perfeito em termos morais, espirituais e físicos.

A queda deformou e na deformação as doenças deram a contribuição para o mal físico e os demais, moral e espiritual foram restaurados por Cristo para quem confiou na remissão dos pecados dantes cometidos sob sua paciência.

2.2 Imagem e semelhança de Deus.

O autor declara que o homem era, no estado original, uma imagem ou representação perfeita de Deus. Adão e Eva possuíam atributos morais semelhantes a Deus.

O mundo seria um ótimo lugar de habitação se isto fosse preservado, mas não foi e o homem essa representação perfeita.

Talvez alguém diga que todos pecaram e tudo foi perdido. Verdade, todavia alguns guardam em si esses valores à semelhança de Abel, Enos, Abraão e tantos outros. É o que foi dito no ponto anterior: O caráter é construído para o bem ou para o mal.


2.3 A deformação do caráter humano.

Este tópico ou ponto é extenso para repetir ou avaliar todos os comentários e assim, faremos algumas considerações que certamente cada professor fará, todavia o aluno deve ser estimulado a ler a lição pela riqueza do conteúdo.

As consequências do pecado que:
                          
a) No relacionamento, o homem perdeu a comunhão com Deus, a repercussão e alcance, diz o autor: “Tem sido sentido ao longo da história o pecado distanciou o homem de Deus....” O mundo espiritual está fracionado em centenas de religiões que não tem qualquer eficácia na salvação dos homens nem qualquer aproximação de Deus por melhor que se apresente.

b) O relacionamento humano a partir da queda  afetou a todos que passaram a viver sob o medo e culpa. Tem sido assim; o homem vive perdido em si mesmo e alguns pensam encontrar na morte o alivio o que nem sempre é verdade.

c) No relacionamento com a natureza.

Há aqui, duas questões que poderão serem abordadas sem necessidade de aprofundamento.

A ordem de cuidar do planeta não tem sido seguida com os cuidados necessários. O mundo pode ser tomado como o quintal da nossa casa que precisa ser cuidado e mantido limpo para o nosso próprio bem.

O oposto disso é que muitos fizeram do amor à natureza o seu culto e adoração.

O homem não cumpre o dever de casa e o resultado tem sido a própria destruição.


III – A REDENÇÃO DO CARÁTER HUMANO.

3.1 Novo nascimento, transformação do caráter

O novo nascimento proporciona a restauração da comunhão com Deus. Elimina o velho homem ou velha natureza para fazer do homem uma nova criatura recuperando a comunhão com Deus  e consequentemente, restaura o caráter do homem.

Obs. Essa restauração não tem caráter definitivo, pois a maior recomendação da Bíblia é que o homem permaneça fiel até o fim.  Ap. 2:10, ICo. 10:12 entre outras exortações.

Após o arrebatamento, os salvos terão a perfeição garantida e eterna.


3.2 A Palavra de Deus muda o caráter.

Recomendo a leitura deste tópico em classe.

Para os que não frequentam EBD passamos a esclarecer:

Independente das coisas que recriminamos com frequência como as heresia e  os abusos praticados por muitos que usam a fé para enganar o povo, por ganância, queremos dizer que a igreja ao levar uma pessoa a Cristo, leva para regeneração, justificação e santificação fazendo dele, um verdadeiro cidadão do céu e da terra. Nisso o Estado nos deve.

Pelos milhares de jovens que estão dentro das igrejas e não dão trabalho para as policias nem os pais.

3.3 O caráter amoroso e santo do crente.
  
Uma pessoa transformada produz bons frutos para a sociedade e é isto que o Evangelho tem proporcionado aos convertidos.
Diz o autor: “Os que já experimentaram o novo nascimento devem viver de modo irrepreensível”.

O novo nascimento é a porta de entrada ao Reino de Deus e completa mudança do caráter do ser  humano.

domingo, 19 de março de 2017

UMA VIDA DE FRUTIFICAÇÃO, EBD Lç 13 19/03/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on domingo, março 19, 2017 with No comments
EBD LÇ. 13 19/03/2017 “UMA VIDA DE FRUTIFICAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – A VIDEIRA E SEUS RAMOS.
II – O FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL.
III – CHAMADOS PARA FRUTIFICAR.             
A ÁRVORE E SEUS FRUTOS. SE CORTA-LO DEVORE RAPIDAMENTE OU APODRECE.

  
I – A VIDEIRA E SEUS RAMOS.

1.1 A parábola da vinha.

Começamos bem a última lição do primeiro trimestre e o autor toma a declaração de Jesus mostrando-se como “videira verdadeira” o que poderíamos dizer, ser essa declaração, a porta de entrada para todas as parábolas proferidas pelo Senhor.

Pensando por semelhança, como as raízes absorvem os minerais do solo que através dos vasos lenhosos, alimenta os galhos e consequentemente as folhas e os frutos produzidos, assim, nada funciona a quem está fora do tronco da videira. Nada recebe e nada pode dar.


1.2 Condição para ser produtivo.

Várias parábolas do Senhor estão ligadas a produtividade inclusive a figueira amaldiçoada no caminho entre Betânia e Jerusalém. Mc. 11:14.

“Sem mim, nada podeis fazer”  Jo. 15:5. Quem insiste, literalmente “quebra a cara”.

                   
II – O FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL.

2.1 Firmados no amor de Cristo.
  
O resultado dessa semente chamada amor, se é que a temos, pois o que confirma sua presença em nossa vida é o agir de forma semelhante a Cristo. Fil. 2.

Neste ponto o autor ressalta o amor de Cristo e o que ele fez para nos salvar. A Bíblia declara que devemos dar a nossa vida pelos irmãos.  Consideremos João 3:16 e IJoão 3:16.

Se uma árvore é conhecida pelos seus frutos, concluímos que se não for achado frutos na vida de quem quer que seja, esse tal não é dele nem o conheceu. 
                                                          
Simples assim.

2.2 Por que o amor é a base da frutificação?

O amor é o combustível que nos faz movimentar por entre os necessitados, pela igreja, família e trabalho, deixando rastros de benevolência.

Quando o amor está no lar, a resposta é a vida longa e saudável do cônjuge e da família.

Na igreja reflete o bom relacionamento entre os crentes e estes com o pastor.

2.3 Cheios do Espírito e do amor.

Já foi explicado em outras ocasiões que o “Espírito” com “E” refere-se sem ao Espírito de Deus, ou de Cristo ou o Consolador.

Enchendo-nos do Espírito consequentemente seremos cheios do amor.

III – SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS.
                                             
3.1 Revestidos do amor.

Texto um pouco mais longo onde o autor revela o que tem em nossa vida como resultado do revestimento associado ao conhecimento da palavra e o crescimento espiritual.

Perceba-se que muita gente vive um evangelho equivocado, totalmente destituído da necessidade de estar e permanecer revestidos bem como do crescimento espiritual que só acontece se houver um bom ensino bíblico.

O que de bom a acontece em nossa vida, o autor descreve em três pontos:

a) Amor estreito com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo.

b) Um relacionamento amoroso, protetor e respeitoso com a esposa e vice-versa.

c) Um bom relacionamento com os filhos que os permita crescer, física, espiritualmente, intelectualmente e com acesso as melhores condições de vida.

3.2 Se a Palavra estiver em nós.

Interessante abordagem do autor onde declara que é a condição de sermos ouvidos nas orações e cita João 15:7.

 Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.”.

Há diferença entre este ensino e o que se ensina por aí, no sentido em que o crente pode pedir tudo e até intimar Deus mediante textos isolados da bíblia notadamente das promessas vetero-testamentárias endereçadas unicamente a “casa de Israel”.

Não se faz confrontação entre a vida do crente e o dever de obedecer a Palavra de Deus.

3.3 Cumprindo a Lei.

O cumprimento da lei não se refere somente a Lei de Deus, mas a Lei dos homens.

Sem amor e sem respeito que é também um fruto e natureza espiritual, as transgressões se tornam frequentes na vida dos homens.

Outro aspecto deste ponto, “cumprindo a lei” põe de lado a pretensão de alguns que tentam forçar ao cumprimento de pontos isolados dos dez mandamentos ou das leis complementares encontradas no Pentateuco.

Quando Jesus disse que não tinha vindo ab-rogar ou pô-la em desuso, mas cumprir a Lei. Mt. 5:17, deixou muito claro que o amor nos coloca  a serviço, naturalmente.


Alguns ensinam que as leis cerimoniais tinham sido abolidas pelo Senhor e que o decálogo não e devia ser obedecido; assim é que muitos acham que precisa guardar o sábado. Oras!  Não se pode pensar em guardar um mandamento sem viver sob os demais.

De sorte que o cumprimento da Lei é o amor. Rm 13:10.

quarta-feira, 15 de março de 2017

QUEM AMA CUMPRE PLENAMENTE A LEI DIVINA. EBD Lç.12 19/03/17.

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on quarta-feira, março 15, 2017 with No comments
EBD LÇ. 11 19/03/2017 “QUEM AMA CUMPRE PLENAMENTE A LEI DIVINA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical, lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – A SINGULARIDADE DO AMOR ÁGAPE.
II – AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO.
III – SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS.

O amor socorre o aflito, une pessoas e afasta o que aterroriza. Quando falta, falta tudo. 



I – A SINGULARIDADE DO AMOR ÁGAPE.  

1.1 Amor, um aspecto do fruto.

Transcrevo abaixo o texto para que o professor visualize alguns pontos interessantes considerados pelo autor neste tópico:

Lembro-me quando jovem,  a primeira vez que li este versículo e por algum tempo, achei estranho a razão de haver sentimentos diversos como “fruto” e não “frutos” do espírito.

FRUTO -  A melhor definição está como: Resultado ou consequência de alguma coisa.

FRUTO E NÃO FRUTOS – São sentimentos diversos que juntos declaram a completa natureza cristã de quem experimentou o novo nascimento, foi perdoado pela obra da cruz e vive em novidade de vida como filho de Deus.

IJo. 3:2 – “(...) Agora somos filhos de Deus...”

Rm 6:4 “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.”.
              
Quando falamos do homem interior e não do homem intelectual ou moral, todos os bons valores se manifestam em sua natureza com o que recebeu de Deus sendo o primeiro, o “AMOR”.

Pelo texto compreendemos que não pode haver dois ou três sentimentos e faltar o restante.
                    
Gl. 5:22. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.”.

Neste ponto o autor explica a definição grega para o amor enquanto na língua portuguesa tudo é amor, até praticar sexo. Para os gregos:

Ágape para o amor divino e mesmo o amor que nos envolve na vida cristã.

Philéo para o amor familiar e entre amigos.

Eros para o amor entre cônjuges e o que se relaciona com sensualidade ou erotismo.



1.2 O amor ágape.


O amor mostrado na Bíblia, “ágape”, define bem a nossa relação com Deus como também a nossa relação de convivência espiritual na igreja ou seja, vivemos em amor ou não vivemos.


Não há qualquer vínculo entre nós os crentes, sem o amor. Observe que o amor na essência é o amor de Deus e o seu amor foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Rm 5:5.


1.3 O amor ágape derramado em nós.

Neste ponto cabe perguntar se ao nascermos, trazemos o amor e com que tipo de amor nasceu?!

O homem nasce com sentimentos contidos que crescem e amadurecem na medida do crescimento físico e moral. Tudo deve crescer conosco, porém há forte dependência do meio ambiente e da educação que recebemos.

Lembrar ainda que “podemos” receber uma boa carga de herança moral dos nossos pais, mas toda boa dádiva e todo dom perfeito vem de Deus, do Pai das luzes. Tg. 1:17.

                   
II – AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO.

2.1 O amor de Deus.

Deus mostrou o seu amor  incondicional, sublime, maravilhoso e dele próprio, pois Deus é amor   IJo. 4:16.

O amor condicional é a proposta para que o homem permaneça nele.

Exemplo?  Jo.14:21 “... aquele que me ama, será amado de meu pai...”.
                      Pv. 8:17 “Eu amo os que me amam...”.

O amor a Deus deve ser absoluto. Não tem barganha; amamos acima de tudo e de todos ou não amamos.

O homem não  demonstra pleno amor a Deus no momento em que elege no seu coração, figuras da mais alta preferência e importância;  seja um pregador, cantor, pastor ou qualquer outra personalidade do mundo midiático. 

Midiático – Os que vivem sob holofotes nas mídias.       

Há uma fórmula pela qual avaliamos o nosso amor para com Deus e ela é infalível:
                
IJo. 4:20 “ (...)      Quem não ama a seu irmão, a qual viu, como pode amar a Deus a quem não viu?”.

Dizer que ama a Deus e falha quando precisa demonstrar amor ao seu irmão faz de si, um mentiroso.
                                                                                

2.2 O amor a si mesmo.

Recomendo a leitura deste ponto que é curto e está muito bem esclarecido. O que acrescento aqui deve alcançar quem não frequenta EBD consequentemente, não tem a lição.

O autor inicia este ponto dizendo que amar a si próprio pode parecer narcisismo.

Narcisismo. Termo usado pela psicanálise para definir uma pessoa que nutre paixão por si própria e de forma exagerada.

Ter amor por si mesmo, é preservar-se de todo  mal como daquilo que possa lhe causar dano sendo também a manifestação sincera interior de sentir-se bem em todos os sentidos.

Quando faltamos com amor próprio? Quando só vemos erro e coisas erradas em nós.
                                                 
Quando cremos no amor e no perdão de Deus e não aprendemos a nas perdoar.

Sou o mais próximo de mim mesmo. Se tudo estiver bem comigo, farei que tudo esteja bem com quem depende de mim.

2.3 O amor ao próximo.

Quando ofereço ao serviço social da igreja os pacotes de pó de café necessários ao atendimento, faço questão de comprar o mesmo café que tomo na minha casa; esse é o princípio.

Jamais darei a outro aquilo que desprezo, que não tenho prazer ou gosto.

Jamais tratarei o semelhante da maneira como alguém me tratou e não gostei.

A “Parábola do Bom Samaritano”  Lucas 10 foi proposta pelo Senhor para responder toda e qualquer pergunta sobre o amor ao próximo.

Se a  esposa ama com esse amor ágape, ela não achará defeitos nem motivos para separação.

Se o esposo ama a esposa com o mesmo amor, não achará defeitos nela nem motivos para separação.

Aquele que aborrece o seu irmão não tem permanecente nele a vida eterna.   IJo.3:15

                            Simples assim.


III – SOB A TUTELA DO AMOR, REJEITEMOS AS OBRAS DAS TREVAS.

                                               
3.1 Debaixo da tutela do amor.           

O autor explica o significado de “tutela” nesse contexto como sendo o encargo ou dever que temos sobre outro; proteger, cuidar, querer o bem e nesse ponto, muitos falham por pura desatenção com os conselhos de Deus vistos e lidos na sua palavra.

Eu penso que o descuido acontece por falta de leitura bíblica, de oração e principalmente de amor a própria alma, sabendo que disso resulta a minha melhor relação com Deus.

3.2 Amor, antídoto contra o pecado.

Recomendo a leitura em classe, do maravilhoso e curto comentário do autor nesse ponto.  Vou publicar um pouco:

Escreveu o autor: “Quem ama não trai o cônjuge, não mata, não rouba, não cobiça  e etc”.

Errou?! Conserte de forma absoluta com Deus e não pratique aquilo que pode  comprometer a salvação ou seja, persistir no erro.

Gl. 6:7 “Deus não se deixa escarnecer; aquilo que o homem semear, isto ele ceifará”.

3.3 O amor leva a obediência.

Excelente o comentário do autor neste tópico, pontuando alguns:


-  “Amor fruto do Espírito não é um mero sentimento; envolve ação.”.
- “O que torna uma igreja forte não são os seus recursos financeiros seus líderes e ou número de membros,  mas o amor revelado...”.
- “Quem ama tem prazer em ouvir e obedecer a palavra de Deus”.

Vamos aos fatos:

Fui pastor em várias igrejas e posso garantir que o pastor é o canal de bênção entre Deus e os membros da igreja. Se ele não buscar de Deus, nada terá para o povo.

Se o pastor não for uma pessoa amorosa, a maior parte da igreja negligenciará o amor entre si.

Conheci e conheço pastores que; primeiro ele,  principalmente se a farinha for pouca, só vai dar para o seu pirão.

Quando o pastor mostra amor e cuidado pelos seus auxiliares, a igreja notará e responderá aos apelos.

Se o pastor for amoroso e atencioso com os menos favorecidos,  ninguém obterá sucesso quando tentarem prejudica-lo nas instâncias superiores do ministério.  Já experimentei muito isso e posso garantir que o remédio não falha.


Finalizando:


Não precisamos de igrejas reformadas e sim de mentes renovadas e cativas à Cristo.

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