sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Iara Bernardi versus Silas Malafaia: a pesquisa contestável que a deputada apresentou no Programa do Ratinho (SBT)

A oponente de Silas Malafaia deveria estar muito apavorada e exagerou usando uma inverdade. Disse que o Brasil é o País mais homofóbico do mundo. Acho que por falta de tempo para debater, o pastor não contestou isso inteiramente. Mas o fará nas próximas edições do programa Vitória em Cristo, penso eu.

Na realidade, as ditaduras islâmicas se destacam no quesito homofobia, ser gay é punido com a morte pelas mãos do Estado.

Os números de assassinatos de homossexuais que a ex-deputada apresentou são levantamentos grosseiros, não são um trabalho de pesquisa científica. Nem deveria ser chamado de pesquisa. Ela nem citou a fonte, porque é contestável!

Os números apontam que as mortes de homossexuais são todas motivadas por homofobia. Por este raciocínio todas mortes de negros seriam consideradas racismo, uma vez que o racismo ainda existe na sociedade brasileira.

O levantamento que Iara Bernardi apresentou "esquece" que muitos gays morreram brigando entre si mesmos. Também não descreve os casos de quem estava se prostituindo e morreu em luta com o "cliente" por causa do dinheiro. Etc.

Enfim, para quem formulou os números tudo é homofobia! Se o pardal sujar a cabeça de um gay, poderá ser incluído pelo elaborador da pesquisa como passáro homofóbico.

Essa contabilidade sem transparência demonstra que o Brasil não precisa aprovar o PL 122/2006.

E nós cristãos não odiamos gays.

E.A.G.

15 Comentários:

Renan da Costa 26 de fevereiro de 2010 11:19  

Sem contar que ela fez referência a enquete do site do Senado. Que saiu algumas vezes do ar, por coincidência, quando a PLC perdia.
Mesmo assim ela usou o resultado "quase" favorável (48%) para "confirmar" a aprovação popular!

Vergonha pura.

Renan da Costa.
renandacosta.com

JP 26 de fevereiro de 2010 13:29  

Pessoas como Silas Malafaia devem ser extintas... Uma pessoa tem a ideia de defender outras que ainda sofrem muito preconceito, criando uma lei que só ajudaria, como a Deputada Iara Bernardi e um homofóbico, que se diz ser pastor tenta de todas as maneiras impedir isto. No próprio Programa do Ratinho (SBT) mostra que Silas Malafaia é grosseiro, não respeita nem mulheres, enquanto Iara Bernardi rebate todas com a maior educação, ele sempre gritando. Não se esqueçam que todos somos humanos, todos temos o mesmos direitos, então quem é esse sujeito para dizer o que é certo e o que não é.

Eliseu Antonio Gomes 27 de fevereiro de 2010 07:07  

Renan

Pois é, a enquete saiu do ar diversas vezes.

Sobre isso, o Senador Magno Malta levantou a questão de que o site poderia estar sendo operado fora do ammiente do trabalho, sem a ciência dos senadores, portanto sem a permissão deles.

Abraço.

Eliseu Antonio Gomes 27 de fevereiro de 2010 07:20  

JP

Cada ser humano possui o seu temperamento. Uns são introvertidos outros extrovertidos. Apresentam-se expansivos ou contidos. Existem os melâncólicos, os fleumáticos, os coléricos e os sanguínios.

No debate, vimos a personalidade de ambos os debatedores. Apesar da troca de argumentações acaloradas, nos vinte e poucos minutos em que estiveram no ar, não fizeram nada que desabonasse o caráter deles.

Deus abençoe Silas Malafaia e Iara Bernardi e você também. Todos nós!

Abraço.

Dannilo Stelio 7 de março de 2010 00:49  

Caro JP

A "boa idéia" da ilustre parlamentar não melhora o fato de que o instrumento que se pretende utilizar para sua implementação (no caso, a PL 122) é uma lei mal-feita, como muitas outras que já conhecemos, e que trará mais prejuízos que benefícios à sociedade brasileira.
Quanto à qualificação de "homofóbico" ao esforçado pastor, entendo que não é cabível, vez que a oposição do mesmo não é contra a pessoa dos homossexuais, mas sim contra o instrumento legislativo que se pretende aprovar. Usando esse seu mesmo prisma, toda e qualquer oposição ou crítica ao movimento homossexual, mesmo que construtiva, seria classificada como homofíbica, e isso é, nada mais e nada menos, que um tipo de preconceito.
O que realmente precisa ser extinta é a maldade na natureza humana, tarefa que só Cristo pode realizar, bem como, o desconhecimento e rejeição dos princípios bíblicos, tarefa que cabe à Igreja Cristã.
Naquele que nunca discriminou, mas sempre estendeu a mão para salvar o que estava peerdido.

Ricardo Motta 8 de março de 2010 18:44  

Dannilo Stelio, apoiado.
Faço das suas, minhas palavras. É só mais uma alienação que a lei pretende apoiar, isso é inadmissível quando se trata de um assunto tão sério.
Vergonhoso.

Professor Murilo 10 de março de 2010 14:00  

Não sei por que alguém cita o Malafaia como homofóbico. Em nenhum momento ele foi contra uma pessoa, mas contra a lei que, como já foi posto em um comentário, é mal feita. Os dados mostrados pela deputada não são verídicos, o Brasil não é um dos países mais homofóbicos do mundo e essa lei é imposta e vai contra a constituição federal quando dita direito de culto.
Em meias paavras, essa lei é uma vergonha partodos os brasileiros, até mesmo para os homossexuais.

Roberto Celestino 11 de março de 2010 08:57  

Claro que os homossexuais tem direitos,assim como qualquer cidadão indepenpente de cor ou religião tem, e esses direitos já estão garantidos na CF.No entanto,os homossexuais não são seres superiores que necessitam de uma lei especialmente para os mesmos.Não acho que o discurso do Pr. Silas seja agressivo, e apoio o mesmo.

PROF-DIRCEU 12 de março de 2010 13:57  

AMAMOS homossexual COMO SER HUMANO MENOS SUAS PRATICAS PECAMINOSAS DE HOMOSSEXUALIDADES QUE VAI CONTRA NOSSOS PRINCIPIOS ETICOS MORAL E ESPIRITUAL.

JP 13 de março de 2010 12:55  

Gostaria de saber por que meus comentários não estão sendo publicados. A crítica não é bem aceita não é mesmo!?

PROF-DIRCEU,
está havendo uma tremenda contradição no que diz, como podem "AMAR" homossexuais se não os respeitam? Como pode falar sobré principios éticos, ético seria todos respeitarem as diferenças, respeitando cada perticularidade de cada pessoa e não julgando-a. Ético seria isto, ter respeito por todos, se isto acontessece, não seria necessário nenhum lei para proteção.

Anônimo 21 de março de 2010 12:21  

caro JP, vc está bem equivocado quanto aos seus comentários, bem se vê que vc não entendeu nada do debate e nem do conteúdo da PL, pois se tivesse entendido não perderia seu tempo ofendendo ao Silas Malafaia. Você se quer lê a Biblia pois se a lê-se saberia que nela está escrito que "Deus ama o pecador mas aborrece o pecado", sendo assim como cristãos amamos sim os homossexuais mas não somos coniventes com suas praticas que não está de acordo com os preceitos Biblicos os quais podem ser examinados por qualquer pessoa inclusive por vc. Portanto vc mesmo se contradiz no que diz "respeitar" pois faltou com respeito ao Silas Malafaia quando disse que ele deveria ser extinto, quem é vc para dizer se alguém deve ou não ser extinto, quem pode fazer isso é Deus o dono de todas as coisas. Onde está o seu respeito pelo próximo? Existem no mundo diversas minorias e se fossemos fazer leis para proteger todas elas em separado, 365 dias do ano seriam pouco para os deputados e senadores votarem.

Anônimo 22 de março de 2010 23:51  

É interessante pensar no que pode acontecer se a Lei Pl 122/2006 for aprovada visto que será de fato a lei do privilégio, basta ser homoxessual para ser beneficiado, imagine um privilégio desses concedido a pessoas como o JP que manisfestou em defesa da aprovação o desejo de que o Pr Silas Malafaia e pessoas como ele fossem extintas (o comentário esta ai para todos lerem), não seria isso preconceito, depois diz que nós somos preconceituosos, se há alguem que entende o que é sofrer preconceito somos nós cristãos. Como é o caso agora.

Brasil Arauto 23 de março de 2010 08:56  

Se o Brasil é tão homofóbico, então responda, como pode ter uma aprovação tão grande dos brasileiros?
As famílias brasileiras estão sendo obrigadas a aceitar isso.

JP 25 de março de 2010 16:12  

É engraçado como as pessoas não se identificam... rsrsrs...
Para início de conversa, eu não sou homossexual, sou apenas um estudante de psicologia que vê que o Brasil precisa crescer e muito para chegar a um nível melhor. Eu só não aceito nenhum tipo de preconceito, se houvesse realmente como vocês falam, amor pelas outras pessoas, nada disso seria necessário, nenhum tipo de lei que protege nenhum grupo. Quando todos no Brasil, não é questão de aceitar porque ninguém é obrigado a fazer nada, mas quando houver respeito pelo próximo, não precisará de nada disso.

Ranne 5 de abril de 2010 12:41  

Cara senadora, antes de querer debater sobre uma lei, leia antes para não passar vergonha.O Pastor está de parabéns pois ele sim sabia de que se trata-va a lei "e olha que foi a senhora quem criou"...A senhora é uma vergonha para o plenario!!

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