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terça-feira, 29 de novembro de 2011

A verdadeira história do Natal

Posted by Eliseu Antonio Gomes on terça-feira, novembro 29, 2011 with 2 comments
Krause: "Não comemoro o Natal".
Jean Krause

A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz.

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.

A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.

A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno - pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias - mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.

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Observação: O postante apresentou  o artigo por adotar a sugestão de escrever sobre o Natal e avisar sobre sua postagem. Está combinado, os blogueiros que fizerem assim, até 15 de dezembro, terão o seu artigo republicado no Blog Oficial. Confira os detalhes: Jingle Bell, Google Bell .


Jean Krause, membro da comunidade UBE Blogs Ning, editor de  Blog do Adorador, apresenta sua opinião referente ao Natal, com texto adaptado , cuja autoria é de Thiago Minami e Alexandre Versignassi.
Reações:

2 comentários:

  1. Dado o fato de que, de acordo com a Bíblia, Adão foi criado no sexto dia da existência de nosso planeta, podemos, com base na Bíblia, determinar uma idade aproximada para a terra, observando os detalhes cronológicos da raça humana. Isto, é claro, presume que o relato de Gênesis seja preciso, que os seis dias da criação descritos em Gênesis sejam períodos literais de 24 horas, e que não haja nenhum ambíguo vazio cronológico.

    As genealogias listadas em Gênesis capítulos cinco e onze dão a idade em que Adão e seus descendentes geraram a próxima geração em uma sucessiva linha ancestral de Adão a Abraão. Determinando-se onde Abraão se encaixa na história cronológica e adicionando as idades dadas em Gênesis capítulos cinco e onze, fica aparente que a Bíblia ensina que a terra tenha cerca de 6.000 anos de idade, com poucas centenas a mais ou a menos.

    E quanto à idéia popular de que a terra tem de cerca de 4,6 bilhões de anos, aceita pela maioria dos cientistas hoje e ensinada na vasta maioria de nossas instituições acadêmicas? Esta idade é primeiramente derivada de duas técnicas em se determinar a idade: por radiometria e escala do tempo geológico. Os cientistas que defendem uma idade menor, de aproximadamente 6.000 anos, insistem que o método da radiometria é falho, pois se baseia em uma série de suposições inexatas, enquanto a escala de tempo geológico falha por empregar cogitações circulares. Além disso, eles apontam para o repúdio dos mitos da velha terra, como a popular falsa idéia de que a estratificação, fossilização e a formação de diamantes, carvão, petróleo, estalactites, estalagmites, etc, leve longos períodos em sua formação. Finalmente, os defensores para uma menor idade da terra apresentam evidências positivas para esta menor idade, em vez das evidências apresentadas para uma idade mais longa, as quais refutam. Os cientistas que defendem uma idade menor para a terra reconhecem que são minoria hoje em dia, mas insistem que sua credibilidade com o tempo aumentará, conforme mais e mais cientistas reexaminarem as evidências e olharem mais de perto para o paradigma atualmente aceito para uma terra mais velha.

    Por último, a idade da terra não pode ser provada. Seja 6.000 anos ou 4,6 bilhões de anos, ambos os pontos de vista (e todos aqueles entre estes dois) se baseiam em fé e suposições. Aqueles que sustentam 4,6 bilhões de anos crêem que métodos tais como a radiometria sejam confiáveis, e que nada ocorreu na história que possa ter perturbado a desintegração normal dos radioisótopos. Aqueles que sustentam que a terra tenha 6.000 anos crêem na veracidade da Bíblia, e que outros fatores expliquem a “aparente” idade da terra, como o dilúvio global, ou Deus criando o universo em um estado que faz com que “pareça” ter muito mais idade. Como exemplo, Deus criou Adão e Eva como seres humanos adultos. Se um médico tivesse examinado Adão e Eva no dia de sua criação, o médico teria feito uma estimativa de que tivessem 20 anos (ou qualquer idade que aparentassem ter), quando, na verdade, Adão e Eva tinham menos de um dia de vida. Qualquer que seja o caso, há sempre um bom motivo para confiar na Palavra de Deus acima da palavra de cientistas ateus com uma agenda evolucionista.

    Fonte: http://www.gotquestions.org/portugues/idade-da-terra.html

    Leia mais em : http://blogdohugopaiva.blogspot.com/p/casas-e-clinicas-de-recuperacao-publica.html

    ResponderExcluir
  2. Olá Jean Krause,

    Muito tem se falado do Natal, mas o que dizer do restante?

    Por que não paramos de cultuar a Deus em templos já que estes eram usados muito antes do templo de Salomão e ainda bem antes do tabernáculo de Moisés?

    E já que falamos de Moisés, por que não acusá-lo de aproveitar-se de leis de povos pagãos para compor a lei de Deus? Afinal, o levirato já era prática antiga na palestina, assim como era a prática de muitos povos a circuncisão!

    O que acha? Vamos cavucar mais isso aí e passar a coar os mosquitos para então engolir camelos?

    ResponderExcluir

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