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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Testemunho de Cíntia Kaneshigue

Posted by Cintia Kaneshigue on segunda-feira, setembro 29, 2014 with 1 comment



O meu testemunho de conversão foi a primeira coisa que publiquei no blog!!
Deus me tocou de colocá-lo a frente novamente, pois o nosso testemunho é forte, e não podemos deixá-lo cair no esquecimento. está bem resumido, mas acredito que os fatos importantes estão aí. Estes fatos ocorreram entre o ano de 2002 a 2005. J[á se passaram muitos anos, e eu glorifico a Deus por estar conosco aate hoje, ainda operando maravilhas no nosso meio.

Àquilo que Deus fez e faz na nossa vida, sempre vai ser importante lembrar!!!


Nasci em São Paulo, numa família católico-espírita, o que hoje em dia é muito comum, desde os meus oito anos, meu pai começou a jornada dekasegui,vindo para o Japão em busca de um futuro melhor para nós - somos em três irmãos - mas como o casamento de meus pais nao ia muito bem, depois de um certo tempo na terra do sol nascente, perdemos muito o contato.
Depois de dois anos a lei para a imigração mudou e meu pai voltou pois ele não é o descendente, a minha mãe é que tem a porção japonesa. Mas a volta não foi fácil pois as brigas dentro de casa eram frequentes.
Após dois anos do retorno de meu pai ao Brasil meus pais decidiram vir para o Japão de novo, juntos e nos deixar com a minha avó, eu estava com doze anos , o meu irmão com dez e a minha irmãzinha com apenas quatro anos. Nessa época a minha avó estava doente, mas nós não sabíamos e eu comecei a me revoltar.
Não aceitei a idéia de ficar com a minha avó e já estava entrando na adolescência, então dei muito trabalho a ela.
Um ano se passou e depois de uma bateria de exames descobriram que a minha avó estava com um tumor no cérebro, já não havia mais o que fazer, então a minha mãe voltou para cuidar dela, mas depois de meses ela morreu, foi muito triste. Comecei a me sentir culpada por ter dado tanto trabalho a ela, e me afundei no misticismo e na bruxaria, via coisas, tinha sonhos estranhos, e era muito estranha diga-se de passagem.
Perdemos contato com meu pai novamente, minha mãe entrou numa certa depressão e não conseguia trabalhar direito, então comecei a criar o meu mundo, tinha que ser responsável por todos, não podia chorar (só se fosse de raiva) e então arrumei um emprego com treze anos em uma loja de doces. E assim comecei a mandar na minha casa, ficava em poder do dinheiro, pagava contas, eu administrava a casa e era responsável por todos, a rebeldia da adolescência fugiu e deu lugar para o ar de mulher arrogante e prepotente, estudava e trabalhava, e ainda jogava beisebol e vôlei até os dezessete anos. E também crescia nos meu poderes mediúnicos a medida em que eu lia e me aperfeiçoava.
Nessa época, meu pai quis novamente vir para o Japão, a nossa situação já não era das melhores e depois de pensar um pouco, minha mãe achou que era a solução para os nossos problemas.
Mas tínhamos  um problema: EU não queria!!!
E isso foi péssimo para minha mãe que se acostumou a me ter a frente de tudo. Minha vida estava boa, eu tinha serviço fixo e bom, estava fazendo um cursinho na USP e namorando, não queria deixar a minha vida de lado por causa dos problemas da minha família, pela qual eu já havia sacrificado meus anos de adolescência (assim eu pensava). Mas minha mãe começou a fazer uma certa pressão psicológica, que me fez ceder, e de quebra, num egoísmo sem igual, me casei com um namorado só pra levá-lo comigo....Foi aí que tudo começou no Japão....

Bem comecei a minha jornada no Japão,trabalhando numa fábrica com muito brasileiros,onde rapidamente estava enturmada,com muitos amigos,logo já não precisava do meu namorado-marido,pois já estava me sentindo segura.Então começaram as brigas e a minha vontade de me lebertar dele e viver!Aqui no Japão os jovens alcançam uma independência financeira muito rápida, o que leva a maioria a rebeldia e ao vício também, porque você tem grana para bancar tudo.
Não estávamos acostumados a conviver com meu pai também,e logo começamos a brigar e ao longo de seis meses eu, na minha mais pura arrogância,pedi a ele que fosse embora de casa (nunca pude imaginar o estrago que fiz nos sentimentos dele), o que custou o distanciamento total dele conosco. Ao todo quase três anos sem comunicação.
Bem,logo depois disso,também me separei do meu marido,e as asas da liberdade não me fizeram muito bem, saía muito e torrava todo o meu salário em baladas, comecei a beber muito também. Depois troquei de serviço,e lá conheci um rapaz.
Ele não era o meu tipo, mas me chamou a atenção, descobri que ele era separado e que namorava uma moça japonesa, que ao meu ver na época não tinha graça nenhuma, e EU mais uma vez me achava bem melhor....
Então comecei a investir, coisa que nunca fiz antes, dei em cima mesmo até conseguir "ficar "com ele. Mas não contava que a dona da situação fosse se apaixonar, e eu cai na minha própria armadilha, porque ele era mais velho e conseguia me manipular, e assim comecei a sofrer muito.
Depois de seis meses morando junto, e brigando muito, eu engravidei, meio que de propósito...
Foi uma gravidez conturbada pois brigávamos muito e eu ia embora, depois eu voltava, depois ele ia embora e passado alguns dias voltava, era um 'inferno " a nossa vida!
A ex-esposa dele foi embora para o Brasil grávida de outro relacionamento também, mas depois do parto, por circunstâncias que não foram bem esclarecidas, ela morreu. E deixou quatro crianças, dois do seu casamento, e dois bebes recém-nascidos gêmeos do outro relacionamento.
Quando isso aconteceu meu filho estava com dois meses, e eu e o pai dele tínhamos acabado de reatar,  ele quis ir embora para o Brasil cuidar dos seus filhos, e conseguiu me convencer de ir junto. Voltei para o Brasil, fui parar em Rondônia, um lugar que eu não sabia nem onde ficava no mapa...Chegando lá minha vida deu uma virada de 360°, não conhecia ninguém, não sabia nem cuidar do meu filho, quem dirá mais cuidar de duas crianças que estavam totalmente abaladas pela morte da mãe.
Não preciso nem dizer que não deu muito certo...A situação piorou quando, meu "marido"foi trabalhar numa cidade vizinha e me deixou com as três crianças, ele só vinha para casa no fim de semana, e quando ele chegava chovia reclamações de ambas as partes, era insuportável para ele chegar em casa e ter que resolver os nosso problemas, então ele encontrou uma solução: não ir para casa!!! Ele passou a não voltar para casa nos fins de semana, e aí encontrou o que fazer por lá mesmo, academia, festas, e por fim outra mulher...Quando tudo começou a sair do controle, comecei a "mexer os pauzinhos", fazer simpatias para amarrar o marido, ir no centro-espírita para saber o por quê de tudo isso. Nada adiantou e ele acabou saindo de casa, separou os filhos, passando a guarda para a vó materna e me causando muito sofrimento, pois apesar das brigas, eu já estava muito ligada a eles. E eu revoltada, voltei a beber e sair, passei a largar o meu filho com as vizinhas para poder ficar a noite fora. Foi um desastre, estava me afundando completamente. Chegando no fundo do poço.
Até que um dia,alguém bateu na minha porta, era a Elizete , ela é cunhada da minha cunhada, me conhecia de vista, pois eu nunca tinha dado oportunidade para conversa, ela era crente, e eu tinha pavor de crente...Mas, quando eu estava na pior, ela, ispirada por Deus, me procurou querendo conversar, me estendendo a mão. Ela me trouxe a bíblia dela e perguntou se eu já tinha lido alguma vez e eu disse que não. Então ela me disse que todas as respostas que eu procurava estava ali, e como toda a minha macumba já tinha fracassado, resolvi "dar uma chance" pra Jesus. E por algumas semanas ela foi me visitar em casa e me esclarecendo dúvidas, até mesmo a maior, sobre a reencarnação, que está totalmente clara pra mim em hebreus 9:27 " E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo."
Depois disso,ela me convidou para participar de reuniões em sua casa, e o meu coração foi se abrindo por amor de Cristo, já não pensava em restaurar o meu relacionamento, só pensava em conhecer melhor a Jesus, pois estava apaixonada de novo, mas agora pela Pessoa certa!! Trabalhava numa loja de calçados e uma moça que trabalhava comigo me convidou para ir a igreja, e eu aceitei. Chorei do começo ao fim do culto, na verdade nem me lembro o que foi pregado, só me lembro de chorar como criança!
Aliás,esse hino me marcou muito naquele primeiro dia:
Quero ser como criança,te amar pelo que és,voltar a inocência,e acreditar em ti
Mas as vezes sou tentado,pela vontade de crescer,torno-me independente,e deixo de simplesmente crer.
Não posso viver longe do teu amor Senhor,não posso viver longe do teu afago Senhor,não posso viver longe do teu abraço Senhor.
Abraça-me,abraça-me,abraça-me com teus braços de amor!
Depois de me converter, Deus me enviou novamente ao Japão. Mas antes disso, me deu a oprotunidade de reatar laços com meu pai, de poder pedir perão e liberar o perdão em sua vida!
Quando cheguei ao Japão, me deparei com algo novo: do aeroporto até a casa da minha mãe, pude contemplar algo que parecia impossível, num país predominantemente budista, placas de igrejas evangélicas brasileiras espalhadas na cidade em que moro! Na hora, disse: Glória a Deus, e a minha mãe me disse, agora está cheio de igrejas aqui...E eu percebi que realmente o Senhor já havia preparado todo o caminho para eu trilhar.
Pisando em casa, dei de cara com o pai do meu filho, morando lá, com permissão da minha mãe.
Quando ele chegou no Japão, ficou em uma cidade distante dos nosso familiares e entrou em depressão, começou a dizer que ia se matar, bebia demais, então a minha mãe o acolheu em casa. Mas não adiantou muito, pois ela era viciada, e o levou para o mesmo caminho. Logo se envolveu com uma droga muito comum aqui,que vicia muito rápido e tem um poder de destruição devastador: o cristal.
Quando eu olhei ele na porta, muito magro e com os olhos arregalados, logo pensei: isso eu não quero mesmo pra minha vida! Deus me livra dessa!!!
Mas passando o primeiro impacto, começamos a conversar, e aos poucos o gelo foi quebrando, e ele tinha muita esperança em voltar comigo, ficou um ano morando na casa da minha mãe, me esperando, esperando ter uma última chance. Ele também se esforçou muito em se reaproximar do nosso filho, o que de fato amoleceu o meu coração.
Logo na primeira semana aqui, pedi que ele me levasse a uma igreja, e ele, incrédulo da minha conversão, me perguntou se eu estava levando mesmo isso a sério, e eu disse que sim, que era tudo na minha vida, então ele disse que não somente ia me levar, mas ia junto comigo ao culto. Meu coração pulou de alegria, mas não demonstrei reação nenhuma para ele. Nós fomos, ele ficou meio assustado com o meu modo de agir,e depois desse dia ele contou para a irmã e para a sobrinha dele que eu realmente havia me convertido.(detalhe muito importante: eles estavam desviados dos caminhos do Senhor.)
Então a sobrinha dele, começou a se aproximar para conversar de Deus, e depois de alguns dias organizamos um dia da semana para nos encontrarmos falar mais da palavra! Deus é tão perfeito, que antes de eu vir embora para o Japão, a Elizete me deu uma bíblia com estudos prontos, e então através daquele estudo da bíblia, começamos um grupo, eu, ela e o meu marido(sim,não aguentei muito tempo e depois de um mês,estávamos juntos novamente).
Ele continuou usando drogas, mas ouvia também a Palavra, me lembro de um dia em especial, em que depois de ter usado, ele não conseguia dormir, então sentou-se na sala e se pôs a ler a bíblia a noite toda!!
Em frente de casa morava um cabeleireiro crente e levita, casado, Elvis e Adriana, eu não conversava muito com ele, mas o filho dele, Marquinhos, toda vez que me via para fora vinha conversar comigo, e ficava me contando como havia sido o culto, e como tinha sido o churrasco da igreja, enfim ele não parava de falar, ele é um fofo! Enfim eu fiquei com vontade de ir lá, mas o casal mesmo não me convidava porque eu já estava indo em outra igreja, mas um dia amigos e irmaõs de igreja do casal d vieram cortar o cabelo, e enquanto um cortava, a outra moça, Michelle, me viu e veio conversar comigo, havíamos sido vizinhas, há muito anos atrás,quando estava grávida do meu filho, e ela se lembrava de mim, logo estávamos conversando e ela contou que tinha se convertido, e eu falei que também, e disse que tinha chegado havia pouco tempo e ainda estava visitando as igrejas, mas não tinha me firmado em nenhuma, então ela saiu correndo, e voltou com um convite da igreja, muito bonitinho, escrito "convite especial para você", pode parecer besteira, sei que havia milhares daqueles cartõezinhos escrito a mesma coisa, mas naquele hora, aqueles dizeres, pareceram ser exclusivamente para mim. E no mesmo dia fui a igreja. Entramos, o marido foi junto(muito louco diga-se de passagem), estava na hora do louvor, e eu senti a presença de Deus naquela hora,e tive a confirmação do Senhor,ali era o lugar que Deus tinha preparado para mim...

Naquele dia não me lembro da palavra, mas a emoção tomou conta de mim, então chorei muito durante o culto todo.
Depois dessa vez, o marido não quis mais ir. Mas eu continuei indo,e ele continuou usando droga!
Nós continuamos com um dia da semana para estudar mais a Palavra, e senti que estávamos sendo edificados, e pouco tempo depois, a minha cunhada, também começou a participar. Em pouco tempo começaram a ir,e o marido,por livre e espontânea pressão, abriu uma campanha para largar das drogas.
E esse é o relato dele: Depois de abrir a campanha,notei que todos os dias, o carro do pastor estava parado na igreja por volta das 6:00. Num sábado que fui trabalhar, terminei o meu serviço mais cedo, e junto com um colega marquei de ir buscar(droga). Antes de ir, fui até o banheiro, e enquanto estava lá, sozinho, me veio um pensamento :Aquele cara(o pastor)ora por mim todo dia, a Cintia também, e eu vou lá comprar, se eu não parar vou perder ela de novo e vou acabar com a nossa vida de novo.
 Mas mesmo assim fui buscar o bagulho, porque já tinha chamado o cara pra ir comigo. No caminho, comecei a pensar em Deus, e neste momento pedi a Ele que se realmente Ele existisse, se importasse comigo, que acontecesse algo que me impedisse de comprar.
No meio do caminho, liguei pro traficante pra marcar um lugar, e ele me falou que aquela hora não dava pra ele, e eu fiquei insistindo, dizendo que ele nunca tinha furado comigo, mas ele foi direto: Cara agora eu não posso sair daqui, mas se você quiser mais tarde..."Quando ele falou isso me veio na cabeça o que tinha pedido a Deus, então respondi que não queria mais e desliguei. Voltei pra trás e disse pro meu colega que não iria mais usar, ele riu e falou que já tinha ouvido isso de mim um monte de vezes.
Naquele dia cheguei em casa, e fui dormir, não falei com a Cintia, e acordei pra ir pra igreja. Lembro de ser a primeira vez que eu chorava lá dentro, as lágrimas escorriam e eu nem liguei se tinha alguém olhando, pedi pra Deus mais um sinal: que eu pudesse ajudar alguém com o dinheiro que ia usar droga, que Ele colocasse alguém no meu caminho. Quando acabou o culto um irmão da igreja que eu nunca tinha reparado veio e me pediu um favor para o dia seguinte, e eu falei que ia. No domingo acordei e fui lá para ajudá-lo, depois de um pouco de conversa ele me contou que estava passando por dificuldades, e sem pensar duas vezes peguei o dinheiro e dei a ele, que não sabia o que fazer começou a chorar e me agradecer, então contei a ele tudo que estava acontecendo e eu agradeci a Deus por tê-lo colocado no meu caminho. Cheguei em casa contei pra Cintia o que tinha acontecido,e que eu estava liberto das drogas."
Depois desse dia ele nunca mais usou e a vida dele e o nosso casamento foi restaurado,e a vida da minha família também.
Que Deus abençoe a sua vida meu irmão, e nunca perca a esperança,pois o nosso Deus é Deus do impossível!!
 

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