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sábado, 26 de agosto de 2017

A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA, EBD LÇ. 09 27/08/2017

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, agosto 26, 2017 with No comments
EBD LÇ. 09  27/08/2017 “A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – DEFININDO OS TERMOS.
II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.
III –  A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.

A leitura de livros faz dos homens grandes conhecedores da vida e das profissões, mas a frequente leitura da Bíblia faz os homens se parecerem com Deus; quando lida e obedecida!



I – DEFININDO OS TERMOS.

1.1 A santidade de Deus.

O texto do autor neste tópico é pleno.

É muito difícil achar palavras que definam Deus com ponto de referência para nós.

a) Por que Deus é de natureza santa e assim nos criou originalmente.

b) Seria muita fraqueza humana apontar Deus como referência para nossa vida. Ele é antes de tudo e amando-o naturalmente mantemos nossa vida santa, porquanto ele é santo.

Na antiga aliança, a ordem para Israel é que fossem santos:
(Lv. 20:7) “Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o Senhor vosso Deus.”.

Na nova aliança:

(IPd. 1:16) “Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.”.

1.2 Significado.

Por partes:

O autor traz importantes definições quanto ao significado de ser “santo”:

Quando aplicado à religião de  Israel, tem a ideia de “separar para Deus, retirar do uso comum”.

No caso de Israel, por motivos que sabemos pela Palavra de Deus e considerando ainda o valor moral e espiritual de Israel,  o conceito de santidade abrangia os homens, as coisas (objetos) e principalmente tudo o mais que fosse objeto de culto, usados na tenda da congregação e depois no templo.

Outra definição do autor não menos interessante é que santidade, ligava a tudo o que fosse retirado do uso comum para Deus.

Esses conceitos ultrapassaram a barreira do tempo entre o antigo e novo, exceto quanto a objetos, alcançando apenas as nossas vidas.

No que tange a objetos de culto nos nossos dias, tratamos com igual valor moral por óbvias razões e dou como exemplo:

Não se pode compreender que um músico use seu instrumento para louvar a Deus e faça uso do mesmo em shows mundanos.

(Sl.137:3,4,) “Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha?”.

1.3 Exclusividade.

No Antigo Testamento e lógico, entre o povo de Israel, tudo o que era consagrado, era exclusivo para uso “santo” e o exemplo mais forte disso estava na proibição de usar o incenso santo fora do seu lugar e das suas medidas.
(Ex. 30:37) “Porém o incenso que fareis conforme essa composição, não o fareis para vós mesmos; santo será para o Senhor.”.

E como fica isso no Novo Testamento. O autor cita dois textos; vejamos:

Cl. 2:16 e 17 – Não devemos ser julgados por nada que pareça de valor sagrado que eram sombras dos bens futuros, é o que diz o texto.

Há exclusividade em objetos e prédios dedicados ao culto praticado pelas igrejas?

É comum irmãos comprarem instrumentos, por exemplo, e pedir para que o pastor ore para consagra-los. Sempre achei isto, muito complicado por que não consigo dissociar o instrumento do seu dono, então prefiro orar pelo dono e agradecer a Deus pela aquisição.

Quanto ao lugar de culto, seja templo, salão ou sala de uma casa, podemos orar por dedicação e como um lugar dedicado a culto, deve ser alvo de cuidados por todos os membros.



II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.


2.1 Israel.

O texto neste tópico é simples e muito claro, mostrando o autor que Israel como nação fora escolhida por Deus para viver uma vida separada das nações que já ocupavam Canaã, mergulhados na idolatria e nas práticas rejeitadas pelo Senhor a exemplo de Sodoma e Gomorra.


Israel que era um “estado teocrático” devia obedecer as leis emanadas do Sinai. Não era a faculdade de agir, mas submeter-se a vontade de Deus pela ordenança.

Podemos afirmar que havia dois grupos de israelitas? Sim! Os que se santificavam pelo amor a Jeová e os que obedeciam por força da lei.


2.2 A igreja.

Se as leis ditadas no Sinai não dizem respeito a igreja, qual então a relação consensual entre Israel e a igreja ou entre o Antigo e o Novo Testamento?

Há questões que passaram por sobre a mudança da situação dispensacional entre a Lei e a Graça.

O dever de ser santo não se restringiu a vida de Israel, alcança a igreja, alcança nossas vidas.

(Hb.12:14)  “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”.

2.3 Uma exigência natural.

Para não dizer que a igreja não tem normas a seguir, queremos mencionar a decisão da assembleia ocorrida em Jerusalém e que decisão tomaram:

(Atos 15:28-29) “Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias:  Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá.”.

Percebam que até nessas regras básicas os apóstolos recomendaram: “... das quais coisas BEM FAZEIS se vos guardardes...”.

A igreja tem o dever de acompanhar as mudanças sociais para alertar os fieis contra tudo o que fere  principio da “santidade”.

III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA.

3.1 A santificação posicional.

Pode-se também considerar a “santificação posicional” como mudança de “status”, porém, a que acontece no interior, abrindo espaço para a vida de comunhão com Deus.

Uma pergunta recorrente é a de quem quer saber se a santificação ocorre no exato momento da decisão pela fé em Cristo?!

Prefiro sempre dizer que a santificação posicional ocorre no exato momento do parto; do novo nascimento.  O que confunde é que muitos crentes (uns mais outros menos) demoram a eliminar todos os vícios do passado, notadamente os vícios da fala, do cigarro e outros, da bebida.


3.2 A santificação real.
                                                                                             
É a condição de “santificação” que caminha na medida do conhecimento de Cristo.

É possível compreender que muitos crentes persistam em erros por não compreender Cristo na sua plenitude de graça.

Alguns aspectos da vida cristã,  parecem caminhar juntos com a santificação como; o amor ao próximo e a causa.

Assim podemos afirmar que santificação é um processo; processo que nunca tem fim. Santificado hoje, amanhã e sempre.


3.3 A santificação futura.

A rigor não haveria razão para se falar em santificação futura após o arrebatamento e o autor usa “glorificação” o que está correto, citando Fl. 3:11.

“Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos.”.

3.4 É possível ser santo?

Alguns misturam padrões morais com santidade. Se padrão moral fosse santidade; há muita gente ainda não crente que tem um padrão de vida moral “invejável”.

Há muitas minúcias que passa imperceptível arranhando a “santidade” e muitos não percebem essas subtilezas e algumas,  nem tanta subtileza assim.

Prejudicar o semelhante para tirar vantagens, comprar produtos pirateados, comprar e não pagar, pedir empréstimos e além de não pagar, ainda ficar mal com quem emprestou, fazer gato de luz, água e internet e  não tratar com urbanidade os membros da igreja ou até mesmo o pastor.


O QUE NÃO É SANTIDADE.

Recusar uma vida social com pessoas não crentes por achar que isto irá prejudicar sua vida cristã.

Recusar convite para participar de festa de aniversário de familiares ou amigos por não serem crentes.

A maior estupidez que ouvi nessa área foi de um colega de trabalho que disse recusar refrigerantes e encerar a própria casa, o que não entendi.

Recusar o pão da padaria para o seviço da ceia do Senhor, por que mãos ímpias o fizeram.


A relação é grande!
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